Deputados estaduais buscam candidatura nas eleições municipais deste ano

deputadosSete deputados estaduais em exercício e que atuam como pré-candidatos a prefeito, poderão consolidar candidatura nos próximos meses para a disputa das eleições 2016. Alexandre Almeida (PSD), Andrea Murad (PMDB), Roberto Costa (PMDB), Francisca Primo (PT), Levi Pontes (SD), Paulo Neto (PSDC) e Wellington do Curso (PPS), são os nomes elevados à condição de possíveis sucessores de gestores municipais. Bira do Pindaré (PSB), o oitavo nome, também é pré-candidato, mas está licenciado do cargo no Poder Legislativo.

Alexandre Almeida é pré-candidato a prefeito da cidade de Timon e tem como principal adversário o prefeito Luciano Leitoa (PSB), que busca a reeleição de seu mandato. O deputado aparece na primeira colocação na pesquisa de intenções de votos realizada pelo Instituto Piauiense de Opinião Pública Ltda. e registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão sob o protocolo MA 03135/2016 e tem o nome consolidado como favorito, até aqui, na corrida eleitoral.

Andrea Murad lançou somente há duas semanas pré-candidatura para a Prefeitura da capital. Ela briga por espaços no diretório municipal do PMDB com os também pré-candidatos vereador Fábio Câmara e superintendente da Funasa no Maranhão, André Campos.

Roberto Costa, também do PMDB, tem interesse na Prefeitura de Bacabal. Ele conta com o apoio do senador João Alberto (PMDB) e busca apoio também, do Executivo Estadual para a disputa. Até dezembro do ano passado, o peemedebista liderava pesquisas de intenções de votos.

A deputada Francisca Primo, por sua vez, é pré-candidata em Buriticupu. Ela trabalha pela sucessão do prefeito José Gomes Rodrigues (PMDB), que busca a sua reeleição. Primo tem um grupo consolidado no município e conta com o apoio de várias correntes para a disputa eleitoral. Assim como Alexandre Almeida e Roberto Costa, é uma das cotadas a deixar o Parlamento Estadual em 2017, quando se iniciam os mandatos dos gestores municipais eleitos em outubro deste ano.

Wellington do Curso (PPS) é o pré-candidato a prefeito de São Luís. Ele ainda não iniciou conversas com outros partidos para a construção de alianças políticas, mas tem feito forte oposição ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) na Assembleia Legislativa. Ele já colocou o seu nome à disposição do PPS para a disputa.

Dobradinha – Outros dois pré-candidatos do Legislativo Estadual são Levi Pontes e Paulo Neto. Ambos pretendem disputar a cadeira do Executivo de Chapadinha. O grupo de Levi Pontes tenta agora, costurar um acordo com Paulo Neto, para que ele aceite compor com o colega, na condição de candidato a vice-prefeito. Apesar disso, não há nada certo.

Levi e Paulo Neto têm evitado embate direto na Assembleia.

Suplentes podem mudar cenário no plenário do Legislativo Estadual

As eleições municipais 2016 podem provocar mudanças significativas na estrutura do Poder Legislativo. Como são oito os pré-candidatos, sete destes em exercício de mandato, há possibilidade de alteração nas bancadas independentes e blocos parlamentares.

Caso Alexandre Almeida (PSD) ou Paulo Neto (PSDC) sejam eleitos, em Timon e Chapadinha, respectivamente, por exemplo, abre-se vaga para o primeiro suplente da coligação: o ex-deputado Marcos Caldas (PRP). Ocorre que Caldas também é pré-candidato a prefeito de Barreirinhas, e se for eleito no município – levando-se em consideração a eleição de Almeida ou Neto -, a vaga no Legislativo seria destinada a Fábio Gentil (PSDC), segundo suplente.

Já para uma possível eleição de Roberto Costa (PMDB) em Bacabal ou Andrea Murad (PMDB) em São Luís, a primeira vaga de suplência aberta é para o também ex-deputado Camilo Figueiredo (PR). Se, tanto Andrea e Roberto forem eleitos, além de Camilo Figueiredo, o segundo suplente, Pr. Cavalcante (PSC) também assume uma cadeira no Legislativo.

Já para o caso de Wellington do Curso (PPS), pré-candidato em São Luís, e Levi Pontes (SD), pré-candidato em Chapadinha, a vaga de primeiro suplente é de Luciano Genésio (PSDB). Na segunda suplência está Rildo Amaral (SD).

E caso a deputada Francisca Primo (PT) seja eleita prefeita de Buriticupu em outubro deste ano, quem assume o seu lugar na Assembleia Legislativa é o suplente de deputado Yglésio Moises (PT).

PDT x PCdoB

Principais partidos da base do governo Flávio Dino no Maranhão, o PDT e o PCdoB caminham para disputar espaços de poder – de forma intensa – nos principais colégios eleitorais do estado. E o objetivo é claro: ganhar musculatura em 2016 para ter poder de fogo na mesa de negociações de 2018.

É a partir de São Luís que o PDT quer mostrar força, com a reeleição de Edivaldo Júnior. O projeto do partido sempre foi ter o prefeito, embora, para muitos pedetistas, ele não seja tão orgânico a ponto de se manter filiado mesmo diante de uma ameaça de racha com os comunistas.  Mesmo assim, Edivaldo é visto como trunfo na correlação de forças.

E na capital parece não haver problemas na relação com o PCdoB. Os comunistas mostram-se satisfeitos com a possibilidade de indicar o vice de Edivaldo. E não se incomodam, inclusive, com a possibilidade de abrir mão da indicação para outra legenda.

Mas é em Imperatriz que a confusão se arma para pedetistas e comunistas.

O PDT tem na suplente de deputada federal Rosângela Curado o nome para a disputa no município – e ela se mostra o mais viável nome do grupo dinista. Ocorre que Curado não tem o apreço necessário do Palácio dos Leões e das principais lideranças do PCdoB, que forçam a barra por uma candidatura comunista, tendo o apoio do prefeito Sebastião Madeira (PSDB).

Nessa negociação, a pré-candidata foi orientada pela cúpula do PDT a não fazer críticas à gestão de Madeira, rejeitada por mais de 70% dos imperatrizenses. O resultado é que, no vácuo das críticas, o democrata Ildon Marques e o peemedebista Assis Ramos cresceram fortemente.

A pedetista quer agora convencer os aliados do PDT a partir para o confronto direto com Madeira – que afinal, também não morre de amores por ela. O problema é que sua posição pode acirrar ainda mais a relação com o PCdoB.

E assim, os dois partidos vão mantendo a relação – uma espécie de casamento – difícil, mas mantida em casa, apesar das ameaças de separação.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Eliziane Gama repudia assassinato de quilombola

ElizianeA deputada federal Eliziane Gama (Rede) manifestou repúdio devido ao covarde assassinato de Francisca das Chagas Silva, de 34 anos, que foi morta com requinte de crueldade e violência sexual, no município de Miranda do Norte. A parlamentar pede providências no caso e lamenta o crescimento de crimes contra trabalhadoras rurais.

Quilombola do povoado Joaquim Maria, na zona rural do município maranhense, Francisca das Chagas Silva, foi uma das muitas Margaridas que participou da Marcha em Brasília no ano passado que teve como pauta: “Desenvolvimento Sustentável com Democracia, Justiça, Autonomia, Igualdade e Liberdade”.

Durante a Marcha das Margaridas, Francisca das Chagas participou do Grupo de Estudo Sindical (GES Mulher), e de outras ações organizadas pelo Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR), buscando soluções e também fazendo cobranças ao poder público e judiciário, justamente por causa dos crimes contra mulheres que permanecem impunes.

Eliziane Gama lamenta a morte da quilombola e reafirma que é preciso fortalecer as políticas públicas de proteção e direitos da mulher, principalmente da mulher do campo.

Ascom

Lobão condena aumento da carga tributária no país

lobaoO senador Edison Lobão (PMDB-MA) criticou duramente, nesta quinta-feira (4), em discurso no Senado, as recentes medidas do governo federal em relação a impostos e ajuste fiscal, como a criação de mais uma faixa de pagamento do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF) e a edição das medidas provisórias 692 e 694. “Estaria em curso uma reforma tributária ao contrário, ou seja, uma reforma que, em vez de simplificar o sistema tributário e diminuir seu peso, aumenta-o significativamente e ameaça o já combalido ambiente de negócios no Brasil”, acusou.

Segundo Lobão, a aprovação dessas medidas criaria um clima de penalização no empresariado brasileiro, que pode suspender e retirar investimentos no Brasil, deixando assim de criar emprego para a população brasileiro.

“Se esse empreendedor passa a perceber que o governo o trata como vilão, de duas, uma: ou ele retira seus investimentos do País e os transfere a outro local com ambiente de negócios mais favorável, ou simplesmente fecha as portas, nos dois casos acabando com milhares de empregos no Brasil e fazendo despencar a arrecadação não apenas do Imposto de Renda, mas de todos os tributos ligados à cadeia produtiva”, afirmou o Senador.

Lobão também disse que outras duas frentes de aumento de impostos vêm das Medidas Provisórias 692 e 694, ambas editadas recentemente no âmbito do ajuste fiscal promovido no segundo mandato da Presidenta Dilma Rousseff.

A MP 692 eleva a tributação sobre ganhos de capital referentes a bens móveis e imóveis, de 15% para até 30%. A MP 694, por sua vez, eleva a tributação sobre juros relativos ao capital próprio, que se referem à distribuição dos lucros entre os sócios, acionistas e o titular da empresa. “Trata-se, mais uma vez, de penalizar o empreendedor que lucra, como se o sucesso da iniciativa privada fosse algo indesejado e nefasto para o País”, disse.

Ao final do discurso, o Senador lembrou a decisão do Governo Federal de não renovar a isenção do Imposto de Renda incidente sobre remessas ao exterior com valor de até 20 mil reais. Com essa medida, os brasileiros que precisarem enviar dinheiro para gastos com turismo e outras justificativas lícitas terão de arcar com 25% de imposto retido na fonte. As pessoas jurídicas que mantenham funcionários no exterior também irão suportar mais esse ônus. Apenas as remessas destinadas a gastos com saúde e educação permanecerão isentas.

“É a ânsia arrecadatória do Estado, mais uma vez, perseguindo não só a empresa que gera emprego e renda, mas até o cidadão comum de classe média”, disse Lobão.

Zé Carlos reage e tenta neutralizar investida de Bira do Pindaré no PT

Deputado Zé Carlos

Deputado Zé Carlos

O deputado federal Zé Carlos (PT), reagiu e colocou o seu nome à disposição do Partido dos Trabalhadores para a disputa das eleições em São Luís, depois de o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Bira do Pindaré (PSB), ter intensificado uma movimentação nos bastidores junto à legenda para o pleito de outubro.

Bira é ex-militante do PT, elegeu-se deputado estadual pela sigla em 2010, e trabalha para obter o apoio da sigla nas eleições deste ano. O objetivo é fazer com que o PT indique o candidato a vice-prefeito. Como dispõe de prestígio junto a uma ala do partido, o agora socialista também avalia a possibilidade de retornar à legenda para a disputa do pleito.

Foi o que motivou a reação do deputado federal Zé Carlos. Em entrevista ao blog do jornalista Diego Emir, ele afirmou que o PT deve se colocar na disputa e adiantou que colocará o seu nome à disposição da sigla para as eleições.

“Coloco sim [o nome]. O PT não pode perder o protagonismo dessa discussão, sendo assim, o meu nome estaria à disposição do partido para disputar a Prefeitura de São Luís”, disse.

Bira é secretário de Ciência e Tecnologia

Bira é secretário de Ciência e Tecnologia

Ele rechaçou qualquer aproximação ou acordo firmado entre o Partido dos Trabalhadores e Bira do Pindaré.

“Não tem nenhuma aproximação ainda. Recebi uma ligação do deputado Bira, querendo conversar. E ficamos de conversar em São Luís. O Bira tem um percentual de companheiros de PT que defendem a aliança com ele, assim como tem quem defende aliança com Eliziane [Gama (Rede)] e Edivaldo [Holanda Júnior (PDT)]. Nessa situação, os dois primeiros citados têm procurado, já o prefeito Edivaldo não faz essa procura, parece não ter interesse. O que torna a discussão mais complexa”, completou.

Articulação – Bira do Pindaré começou a movimentar-se com mais intensidade junto nos bastidores pela disputa eleitoral desde o início do ano.

Ele começou a reunir lideranças políticas para discutir a sucessão do prefeito Edivaldo Júnior e se colocou como pré-candidato a prefeito pelo PSB. Na semana passada, foi à Brasília reunir-se com o presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira, de quem ouviu a garantia de que o partido terá candidatura própria em São Luís.

Na oportunidade, Siqueira afirmou que a escolha do candidato do PSB na capital deve ocorrer o mais rápido possível.

Bira busca agora apoio do PT para a sua candidatura no PSB. Quer evitar que a sigla forme chapa com o prefeito Edivaldo Júnior.

Precisará, contudo, “dobrar” a corrente petista que mantém resistência ao seu nome.

Em janeiro de 2015, quando assumiu cargo no primeiro escalão do governo Flávio Dino (PCdoB), Bira do Pindaré (PSB) aceitou se submeter a uma imposição do comunista, de que nenhum dos auxiliares do governador poderiam disputar as eleições 2016. Foi o próprio Bira quem optou por revelar o acordo, juntamente com Neto Evangelista (PSDB) – naquela ocasião um dos principais nomes colocados para a sucessão de Edivaldo Holanda Júnior (PDT) -, e reafirmar que não se lançaria candidato. Agora, contudo, o socialista mudou de postura.

Greve: São Luís pode ficar sem ônibus durante o Carnaval

O Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário anunciou há pouco que fará uma paralisação geral das atividades durante o período do carnaval.

A “greve” foi decidida pela categoria após o Sindicato das Empresas de Transportes (SET) ter comunicado que em decorrência da falta de recursos, que as empresas somente poderão efetuar o pagamento do mês de janeiro após o Carnaval.

Isaias Castelo Branco, presidente do Sindicato dos Rodoviários, afirmou que o comunicado revoltou a categoria.

“Já informamos nosso posicionamento ao SET. As empresas não podem causar esse tipo de transtorno aos seus colaboradores. Não vamos mudar nossa postura. Isso é um desrespeito a classe. Os empresários têm sempre essa conduta toda vez que se aproxima a data-base, período que é negociado o reajuste salarial da categoria. Estamos cansados desse tipo de situação. Se o dinheiro não cair na conta dos trabalhadores até essa sexta-feira (5), toda a categoria irá cruzar os braços, durante o período carnavalesco, isso significa que não haverá ônibus circulando em São Luís”, disse.

A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes ainda não se posicionou sobre a polêmica.

 

A coragem de Wellington do Curso que falta à base do Governo do Estado na AL

WellingtonSou da base do governador Flávio Dino e até hoje não fui recebido pelo governador do Estado do Maranhão. Governador Flávio Dino, aproveito a oportunidade para mandar uma mensagem a vossa excelência que esteve nesta Casa, recebemos a sua mensagem ontem, continuamos na base do governo, mas senhor Flávio Dino, tenha um olhar mais atento, um olhar mais sensível para os deputados da base do seu governo“.

Wellington do Curso, deputado estadual pelo PPS

Projeto de reforma administrativa será encaminhado hoje para a Assembleia

flaviodinoO governador Flávio Dino (PCdoB) deverá encaminhar hoje à Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei que institui a reforma administrativa do Executivo, anunciada no dia 18 de janeiro.

Foi o próprio Governo quem confirmou a informação por meio de nota oficial.

“O projeto de lei que oficializa as reformas na estrutura administrativa do Estado, com a reestruturação de algumas secretarias, será encaminhado ainda esta semana para a Assembleia Legislativa”, destaca trecho da nota.

Dino já oficializou a fusão entre as secretarias de Cultura e Turismo; Agricultura e Pesca e Comunicação e Assuntos Políticos.

Ele redirecionou Felipe Camarão para a Secretaria de Governo – recém criada -; anunciou Diego Galdino para Cultura e Turismo; Marcio Jerry para Comunicação e Assuntos Políticos e Marcio Honaiser para a pasta de Agricultura e Pesca.

Marcelo Tavares, secretário-chefe da Casa Civil, substitui Marcio Jerry na interlocução do Governo com a Assembleia Legislativa.

Reviravolta: Governo reage e bloco de Maranhãozinho esvazia na AL

plenário assembleiaO Governo reagiu rápido e evitou que o Bloco União Democrática se consolidasse como colegiado de peso – pelo menos numérico -, na Assembleia Legislativa.

Haviam deixado o Bloco Parlamentar Unidos pelo Maranhão, o Blocão, nove deputados. Outros cinco – de outros outros blocos e bancadas independentes, se juntariam a estes e fariam a composição do União Democrática, liderado por Josimar de Maranhãozinho (PR).

Com isso, o Blocão ficaria com 17 membros, o bloco União Democrática com outros 15. A oposição ficaria com 5 membros e a bancada do PV com outros 4, formando assim o conjunto de 41 parlamentares em plenário. Humberto Coutinho (PDT), presidente da Casa, soma os 42 deputados.

Ocorre que a entrada de Eduardo Braide (PMN) noi Bloco de Maranhãozinho provocou uma reviravolta. Ricardo Rios (PEN), Fábio Braga (PTdoB) e Paulo Neto (PSDC), retornaram ao Blocão.

Rogério Cafeteira (PSC), Alexandre Almeida (PSD), Antônio Pereira (DEM), César Pires (DEM) e Léo Cunha (PSC), também foram para o Blocão, que ficou com 22 deputados.

O bloco de Maranhãozinho, agora esvaziado, ficou com apenas 10 membros. Toda essa movimentação de bastidores, é acompanhada de perto pelo Palácio dos Leões.

Eduardo Braide e mais cinco deixam o Blocão na Assembleia Legislativa

Eduardo BraideO deputado estadual Eduardo Braide (PMN) confirmou na manhã de hoje a sua saída do Bloco Parlamentar Unidos pelo Maranhão, o Blocão da Assembleia Legislativa.

Ele agradeceu os colegas pela oportunidade de ter liderado o colegiado em 2015 e anunciou o seu ingresso no Bloco União Parlamentar.

¨Eu quero aqui agradecer por ter tido a oportunidade de liderar o Bloco Parlamentar Unidos Pelo Maranhão, no ano passado, missão que não é fácil, missão espinhosa, porque realmente um bloco com mais da metade dos deputados desta Casa, mas que confiaram em mim na condução desse bloco no ano passado. Então agradeço de coração a oportunidade que me foi dada para que a gente pudesse ter tido esse convívio e o trabalho que foi levado a cabo no ano passado¨, disse.

¨Quero dizer da minha felicidade também de ter sido recebido de braços abertos no Bloco União Parlamentar, a forma carinhosa como fui recebido, a forma carinhosa como foi expresso o sentimento daqueles que já compunham aquele bloco. Tenha certeza de que estarei lá para fazer o que for melhor para o Maranhão, para fazer o que for melhor e ajudá-los naquilo que for possível nos interesses do bloco¨, finalizou Eduardo Braide.

Rafael Leitoa é quem vai liderar o Blocão da Casa. Além de Braide, deixaram o Blocão os deputados  Ricardo Rios, Fábio Braga, Carlinhos Florêncio, Paulo Neto e Sérgio Frota.

Alexandre Almeida e César Pires também ingressariam no novo bloco de Braide, que é liderado por Josimar do Maranhãozinho, mas recuaram e foram para o blocão.