Professores de São Luís cobram destino de mais de R$ 12 milhões da Educação

Professores da rede municipal de ensino de São Luís cobram do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), a divulgação detalhada de aplicação de mais R$ 12.606.747.59 milhões enviados pelo Governo Federal para a Educação da capital.

Em greve desde o início do mês de agosto, os professores apresentaram a tabela de valores recebidos pela gestão pedetista, com recursos para a Alimentação Escolar, Implementação de Escolas para a Educação Infantil e cotas de salário-educação.

O jornalista Marco D’Eça divulgou a tabela de valores [veja aqui] no fim de semana.

Além de recomposição salarial, professores mantêm greve por melhores condições de trabalho, segurança nas escolas, infraestrutura e valorização do servidor público.

Sem diálogo com a categoria, Edivaldo conseguiu uma decisão judicial de suspensão do movimento.

Os grevistas, contudo, permanecem fora da sala de aula. A Educação segue em crise, na capital.

4 ideias sobre “Professores de São Luís cobram destino de mais de R$ 12 milhões da Educação

  1. eu queria entender a postura desses professores. Pra mim , vejo um movimento ilegitimo.. ja que nao entendo onde estaoas razoes para tantos protestos. sao um dos mais bem pagos do pais.. tiveram reajustes diversos no salario.. a prfeitura vem reformando diversas escolas.. e eles continuam a reclamar..pra mim isso é politica pro tras daquele sindicato ..

  2. As pessoas que só veem propaganda não podem dizer que o prefeito tem acertado porque as coisas não são como o prefeito e seu secretário querem mostrar. Quem não tem filhos matriculados ou não trabalha numa escola não pode corroborar com a propaganda porque não conhece a realidade, Edivaldo tem fracassado nessa pasta infelizmente, e o sindicato está fazendo o seu papel de cobrar e reivindicar direitos para os alunos e a categoria e o prefeito deveria parar de ser intransigente e dialogar com os professores, quero até aproveitar e dizer que a comunidade do bairro Liberdade estará aguardando sua vinda para a inauguração da Ueb Paulo Freire (cuja reforma está parada) porque os moradores querem saber qd a prefeitura retomará os serviços da quadra do Japão cuja a reforma parou há dois anos, nesse dia será realizada uma “festa” para comemorar o tempo que a obra da quadra está paralisada.

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