José Sarney transfere título de eleitor para o Maranhão

O ex-presidente da República e do Congresso Nacional, José Sarney (MDB), oficializou a sua mudança de domicílio eleitoral do Amapá para o Maranhão.

O ato, que havia sido antecipado por Robert Lobato, foi revelado hoje com exclusividade pelo jornalista Marco D’Eça, editor de Política de O Estado do Maranhão.

Com a mudança de domicílio, Sarney desiste da possibilidade de concorrer ao Senado pelo Amapá – mesmo com a liderança nas pesquisas de lá -, e passa a ser eleitor no Maranhão.

O ex-presidente já havia confidenciado a jornalistas o desejo de poder votar, pela primeira vez, na filha, Roseana Sarney (MDB), para o Governo do Estado, além do neto, Adriano (Sarney (PV), para a Assembleia Legislativa e do filho, ministro Sarney Filho (PV) para o Senado.

Ex-prefeito de Vitorino Freire declara apoio a Edilázio para a Câmara Federal

O ex-prefeito do município de Vitorino Freire, Zé Leandro, declarou apoio à pré-candidatura de Edilázio Júnior (PV) para a Câmara Federal nas eleições 2018.

O ex-gestor participou de um encontro com o parlamentar na quinta-feira da semana passada, véspera de Carnaval, que reuniu lideranças políticas da região, e fechou acordo para o pleito de outubro.

Também declararam apoio a Edilázio na ocasião, o vereador Rejão – que foi quem particopu da organização do evento -, os vereadores Rui Gasola, Rosanilde e João Filho; os líderes políticos Isnaldo da Celita, Ivan Fotógrafo, Adeude [presidente do PROS], Agnel, Daniel da Oficina, Jardel Mecânico, o presidente do Sindicato de Saúde do Município, Iliude, e o professor José da Silva.

Na ocasião, Zé Leandro enfatizou a atuação destacada de Edilázio na Assembleia Legislativa e a busca por recursos, serviços de infraestrutura e melhor qualidade de vida para a população do município de Vitorino Freire.

Ele também apontou coerência e posicionamento político do deputado do PV.

Edilázio agradeceu o apoio e assegurou que continuará trabalhando por melhorias no município de região.

Ele falou da história política de Zé Leandro, e se disse honrado também pelo grupo consolidado no município.

Edilázio afirmou que o objetivo é reconduzir o grupo político ao comando do Executivo Municipal nas eleições de 2020.

“Precisamos avançar e melhorar a vida da população”, finalizou.

MDB também vai ingressar com representação contra secretários de Estado

Marcio Honaiser é um dos alvo de denúncias de deputados governistas

Após a revelação, por parte de deputados da base aliada ao Palácio dos Leões, de que secretários da gestão Flávio Dino (PCdoB) estão utilizando a estrutura dos cargos para angariar apoio político eleitoral, uma segunda denúncia deve ser formalizada ao Ministério Público Eleitoral – a primeira foi protocolada na semana passada, pelo Partido Republicano Progressista (PRP).

O Estado apurou que o MDB também estuda a possibilidade de oficializar um pedido de providência. Nesse caso, além dos secretários já citados pelos parlamentares – Márcio Honaiser, da Agricultura; e Adelmo Soares, da Agricultura Familiar -, o partido deve incluir dois novos nomes: o do secretario de Estado da Educação, Felipe Camarão; e o do presidente do Procon-MA, Duarte Júnior.

Camarão realizou recentemente um evento em um hotel de São Luís denominado “Diálogos pela Educação”. Para os peemedebistas, esse é um sinal claro de uso eleitoral da máquina pública, já que o nome faz menção à caravana do próprio governador, quando este ainda era pré-candidato em 2014.

Além disso, o Seduc levou para o encontro, sem motivo aparente que não a promoção político eleitoral, seus dois prováveis apoiados para os cargos de deputado federal e estadual em 2018, respectivamente Rubens Júnior e Duarte Júnior, ambos do PCdoB.

BR-135 – Em relação ao presidente do Procon-MA, o MDB deve reforçar o teor de uma representação já feita pelo deputado estadual Hildo Rocha.

O emedebista protocolou na segunda quinzena de janeiro uma denúncia contra Duarte Júnior após o episódio em que o auxiliar do governo Flávio Dino engrossou um coro de vaias e protesto contra o parlamentar na BR-135, durante o ato de inauguração da duplicação de um trecho da rodovia.

Na ação, Rocha aponta improbidade administrativa do titular do órgão, que levou funcionários do Procon-MA para também protestar contra adversários políticos do chefe do Executivo estadual que participaram do evento.

Para Hildo, como se tratava de um “evento político” – que começou por volta das 9h30 e estendeu-se até as 12h30 -, não havia justificativa para a presença dos fiscais do órgão no local. Todos “identificados com os coletes do Procon, em número de aproximadamente 23 a 25”.

Na ação, ele destaca, ainda, que o episódio envolvendo o órgão na BR-135 pode ser um prenúncio do uso da máquina estadual para fins eleitorais em 2018.

“As eleições se avizinham e os fatos noticiados denunciam, desde já, que a máquina do estado será, conforme ocorreu no caso presente, despudoradamente usada para finas eleitorais”, destaca o deputado.

A representação do parlamentar foi protocolada na Promotoria de Justiça da Comarca de Rosário, de onde Bacabeira – município onde ocorreu o fato – é termo. No caso do MDB, a ação deve ser endereçada à procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

Informações de O Estado

Maranhão teve sete senadores em 7 anos

O Maranhão elegeu em 2010 os senadores João Alberto de Sousa e Edison Lobão (ambos do MDB).

Em 2014, elegeu Roberto Rocha (PSDB).

No período de 7 anos, contudo, sete representantes diferentes assumiram mandato na Câmara Alta.

Na vaga de Lobão assumiu seu filho, o suplente Edinho Lobão (MDB), logo no início do mandato. Atualmente é o segundo suplente de Lobão, Pastor Bel, quem está representando o Maranhão no Senado.

Também eleito em 2010, João Alberto ficou no governo Roseana até 2014, abrindo vaga para o suplente Clóvis Fecury (DEM).

E mesmo a vaga de Roberto Rocha, que só assumiu em 2014, já foi ocupada por um suplente.

Em 2016, o tucano Pinto Itamaraty assumiu o posto, numa articulação que visava o apoio à candidatura de Wellington do Curso (PP) – que tinha o filho de Rocha na vice – para prefeito de São Luís.

Agora em 2018, duas das três vagas no Senado serão novamente postas em disputa; E é bom ficar de olho nos suplentes de cada candidato.

Afinal, o eleitor pode eleger um e dar mandato a outro…

Com informações do G1

Deputados governistas acusam secretários de uso da máquina em campanha

Raimundo Cutrim e Vinicius Louro são da base do Governo

Os deputados estaduais Raimundo Cutrim (PCdoB) e Vinícius Louro (PR), ambos da base de apoio ao governador Flávio Dino (PCdoB), denunciaram ontem, na Assembleia Legislativa, que secretário da gestão comunista estão usando os cargos para fazer política e angariar votos no interior do estado.

Nenhum deles citou nomes, mas afirmaram que há auxiliares do governador, com pretensões de se candidatar nas eleições deste ano, que estão lançando mão da estrutura do Executivo para garantir benefícios a prefeitos em troca de apoio e votos.

O assunto veio à tona em discurso de Cutrim. Ao citar o caso da deputada federal Cristiane Brasil – indicada do PTB ao Ministério do Trabalho – que foi flagrada em áudio, quando ainda era secretária da Prefeitura do Rio, em 2014, pressionando servidores públicos a conseguir votos para ela, o parlamentar destacou que há casos parecido acontecendo no Maranhão.

“Aqui tem um secretário de Estado que foi a alguns prefeitos, e disse: ‘Olha, eu vou dar isto aqui para ti, para você votar em mim. Se não for, eu não dou’. Ora, secretário, são ações do governo”, criticou Cutrim, que não revelou o nome do secretário, mas citou alguns dos prefeitos assediados.

“O prefeito de Senador La Rocque, esse secretário foi lá e prometeu alguns recursos e obras ou fatos para aquele município: ‘mas só encaminho se você votar em mim’. Então aí há previsão legal de crime eleitoral, a partir do que você condiciona. Prefeito de São João do Caru também. Prefeito de Presidente Vargas, Wellington. Prefeito de Bom Jardim, onde é votado o Deputado Neto Evangelista. Prefeito de Pindaré Mirim, onde é votado o Chefe do Gabinete Civil, o Marcelo. Então são fatos que nós não podemos aceitar. Secretário do governo condicionando favor para colocar, tendo que votar nele. Isso é crime, nós não podemos, como Assembleia Legislativa, a população e o Ministério Público, não podemos aceitar fatos dessa natureza”, completou.

O deputado relatou, também, um caso envolvendo o ex-prefeito de Nova Olinda, Delmar Sobrinho, que votaria nele, mas mudou de ideia depois de abordado por um secretário de Flávio Dino.

“Para minha surpresa, tomei conhecimento em blogs que ele [Delmar Sobrinho] já estava com outra pessoa, secretário. Chegou lá: ‘eu vou dar isso, aquilo outro’. Fez um acordo, aquilo que o deputado aqui 90% não tem, como eu não tenho, e o secretário resolveu o problema dele”, afirmou.

Cutrim pediu maior vigilância por parte do próprio governo. “O governo tem que verificar esse assunto, é um assunto sério, eu estou andando nos municípios e aqui eu não disse os nomes dos secretários por falta, para não ser deselegante. Mas todos vocês sabem”, ressaltou.

Mais

Mesmo sem citar nomes, Raimundo Cutrim acabou lembrando um fato relacionado ao secretário de Estado da Agricultura Familiar, Adelmo Soares, pré-candidato a deputado estadual pelo PCdoB. Após assediar prefeitos, no ano passado, ele acabou sendo convocado, a requerimento do deputado Júnior Verde (PRB) – aprovado por unanimidade – a dar explicações na Assembleia. Mas a base aliada acabou tratando de pôr panos quentes na questão. “Aqui, o deputado Júnior Verde fez uma convocação, depois ficou o dito pelo não dito. Não sei por que ele não falou o que ele pensava inicialmente. Então, mas são pessoas que estão condicionando o voto. Isso é crime. Isto é crime eleitoral e eu não aceito”, disse.

Vinícius Louro quer maior atenção a secretários candidatos

O deputado Vinícius Louro (PR) corroborou o discurso de Raimundo Cutrim. Segundo ele, os “interesses próprios” dos secretários candidatos têm prevalecido no interior do Maranhão, o que merece maior atenção por parte do governador Flávio Dino.

Segundo ele, mesmo no caso dos prefeitos que já têm posição fechada com algum deputados, os titulares das pastas têm exigido o apoio de lideranças ligadas aos gestores – vereadores, na maioria das vezes – para liberar benefícios às cidades.

“Eu acho que o Governador tem que buscar mais atenção dentro do governo, haja vista que a maioria dos seus secretários são candidatos. Então, da mesma forma, eles têm interesse próprio e não adianta a gente, nas nossas bases, prefeitos virem aqui no Governo do Estado e aí vai despachar com o secretário e a primeira coisa que ele pergunta é com qual deputado o prefeito está. O prefeito responde: ‘Rapaz, tu tem essa demanda aqui, mas, para liberar, arruma dois, três vereadores’. Essa é a primeira questão que está acontecendo no Governo do Estado. Isso estou falando como testemunha”, declarou.

Louro criticou, ainda, os casos de auxiliares do governador que têm fechado apoio, nos municípios, até mesmo com adversários do Palácio dos Leões.

“Outra questão que o governador tem que também ter mais atenção é a questão dos secretários que estão fazendo política no interior do Maranhão. Eu acho bem salutar o governador olhar realmente quem são os candidatos a deputados, tanto estaduais como federais, e olhar seus aliados, porque, na região do Médio Mearim, tem secretário e, em outras regiões, também há secretário, mas se vê os aliados desse secretário, ele não vota com o governador de jeito nenhum. Entendeu? Nós da base aprovando tudo que o governo manda para esta Casa, fazendo parte da base do governo e aí nós estamos sendo ali, vamos dizer, discriminados dentro do governo. Quer dizer, aqui dentro eu sou situação e lá na base eu sou oposição, porque é a nossa forma de tratamento que nós estamos tendo nas nossas bases”, concluiu.

De O Estado

Sacrifícios

O deputado federal José Reinaldo Tavares, ainda no PSB, parece totalmente disposto a não abrir mão de seu projeto para ser candidato a senador do Maranhão. Mesmo sem um destino partidário certo, as últimas declarações dele demonstram que, mesmo que não seja pelo grupo do governador Flávio Dino (PCdoB), ele será candidato em outubro.

Segundo Tavares, por duas ocasiões ele fez sacrifícios em nome do grupo ao qual ele passou a fazer parte. O primeiro sacrifício foi em 2006 quando decidiu não deixar o governo estadual para disputar a vaga na Câmara Alta e garantir que o então candidato Jackson Lago saísse eleito ao governo. Foi nessa época que o então governador do Maranhão cometeu uma série de irregularidades que levou, em outro momento, à cassação do diploma de Lago.

Outro sacrifício citado por Tavares foi em 2014, quando ele foi convencido pelo próprio Flávio Dino a não lançar sua candidatura a senador para deixar somente Roberto Rocha como candidato do então “grupo da mudança”.

Na época, o agora deputado federal chegou a lançar sua pré-candidatura, mas abriu mão depois que teve a garantia de Dino de que seria o próximo candidato ao Senado quatro anos mais tarde e também teria bases eleitorais que garantiriam sua eleição para Câmara dos Deputados.

O fato é que quatro anos depois Tavares vê novamente seu projeto de candidato ao Senado indo embora por falta de apoio do grupo que ele diz ter feito sacrifícios.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Socorro Waquim declara apoio à pré-candidatura de Edilázio para deputado federal

A vereadora e ex-prefeita do município de Timon, Socorro Waquim, reuniu o seu grupo político no último fim de semana para anunciar apoio à pré-candidatura do deputado estadual Edilázio Júnior (PV) para a Câmara Federal.

Socorro também aproveitou a ocasião, para anunciar a sua pré-candidatura para a Assembleia Legislativa.

Na reunião, Socorro pediu apoio de aliados políticos de toda a região, para a candidatura de Edilázio e afirmou que trabalhará com empenho pelo projeto político.

O ex-candidato a prefeito, Edivar Ribeiro, participou do encontro, e assegurou apoio as pré-candidaturas de Edilázio e de Socorro Waquim.

Lideranças políticas, membros de movimentos sociais, vereadores e articuladores, participaram do encontro.

Edilázio também participou de um encontro com Socorro no município de Presidente Dutra. Lá, ela consolidou apoio de cabos eleitorais tanto para a sua pré-candidatura, quanto para o parlamentar.

 

Filiação simbólica

Aliados do governador Flávio Dino (PCdoB) partiram para o ataque, ontem, ao saber da filiação do ex-prefeito e ex-deputado Isaac Dias ao MDB. Membro da ala do PDT ligada ao ex-governador Jackson Lago, ele atendeu a um convite do senador João Alberto e voltou ao partido no qual esteve filiado até o início dos anos 90.

Forte liderança na Baixada Maranhense, com base em São Bento, Isaac levou consigo para a nova sigla a esposa, ex-prefeita Bitinha Dias, o filho, Isaac Dias, vários eleitores da cidade e deve confirmar, até março, a filiação de pelo menos três vereadores.

Além dos expressivos números da nova adesão ao projeto emedebista, a filiação de Isaac Dias e dos seus aliados é carregada de simbologia.

Primeiro porque se trata de um ex-membro do PDT, partido da base de Dino, que entra formalmente no grupo da ex-governadora Roseana Sarney (MDB), pré-candidata ao governo em outubro deste ano.

Além disso, o ex-prefeito e ex-deputado é liderança reconhecida e respeitada não apenas em São Bento, mas em toda a Baixada. O movimento dele, portanto, tende a influenciar outras lideranças da região.

E é por isso que, tão logo tomaram conhecimento da adesão, os comunistas tentaram desqualificar o novo emedebista.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão 

Isaac Dias deixa o PDT e se filia ao PMDB em São Bento

Do blog de Gilberto Léda – O ex-prefeito de São Bento e ex-deputado estadual Isaac Dias realizou ontem (28) grande ato político para confirmar sua saída do PDT e filiação ao MDB.

O convite para a troca partidária partiu do senador João Alberto (MDB), que abonou a ficha de filiação do ex-pedetista no novo partido. O deputado federal João Marcelo (MDB) também participou do ato.

A filiação ocorreu na residência de Isaac Dias em São Bento. Na mesma ocasião, também se filiaram ao MDB a esposa do líder político, Bitinha Dias, e Isaac Dias Filho, que deixou o PTN e aproveitou o momento para anunciar sua pré-candidatura a deputado estadual.

Comando

Isaac Dias exerceu dois mandatos de prefeito de São Bento, além de quatro de deputado estadual.

Era oriundo do PMDB até o início da década de 90, quando saiu para o PDT.

Agora de volta, não será apenas um filiado, mas presidente do diretório do MDB na cidade.

“Ele não está apenas entrando para o partido, como será o presidente do MDB de São Bento”, destacou o senador João Alberto.

Vereadores

Junto com Isaac Dias, devem confirmar ingresso ao MDB, ainda, pelo menos três vereadores de São Bento.

Essa filiações devem ocorrer em março.

Dobradinha

Além da pré-candidatura a deputado estadual, Isaac Dias Filho anunciou que fará em São Bento e região uma “dobradinha” com o deputado federal João Marcelo nas eleições deste ano.

“Essa parceria não vai ser só em São Bento, será em toda a região. João Marcelo para deputado federal e eu vou colocar meu nome à disposição como pré-candidato a deputado estadual, não só do povo de São Bento, mas também da Baixada Maranhense, para que a Baixada volte a ser respeitada, para que a Baixada volte a ter vez e voz”, disse.

Sem maior importância

O grau de importância do PT na política no Maranhão deve ser reduzido com a condenação em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que o deixa sem chances reais de disputar as eleições deste ano. E era a densidade de votos do petista que mais chamava a atenção, por exemplo, do governador Flávio Dino.

E foi essa densidade eleitoral no Maranhão que possibilitou o partido conseguir espaços dentro do governo comunista e que fazia com que os petistas sonhassem com a eventual composição da chapa majoritária de Dino na vaga de vice ou com um candidato ao Senado.

Mas com a condenação de Lula, ficam praticamente reduzidas a zero as chances de Márcio Jardim, ex-secretário de Esporte do governo, conseguir ser o segundo candidato a senador de Flávio Dino. E os espaços dados ao PT no governo comunista somente permanecerão porque o partido ainda tem um atrativo: o tempo de televisão na propaganda gratuita eleitoral.

Com a condenação de Lula os petistas que ainda sonhavam com mais “bondades” de Dino agora terão que acordar e encarar a nova realidade, porque o amor do comunista pelo partido do ex-presidente deve diminuir bastante.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão