Edivaldo Holanda comandará encontro estadual do PTC

O Partido Trabalhista Cristão (PTC) reunirá filiados e interessados em compor a legenda em encontro estadual que ocorrerá nesta sexta-feira, 1º de dezembro, às 2 horas da tarde, no Hotel Abbeville, localizado no bairro São Francisco. Estará em pauta o debate político para a consolidação das escolhas da sigla para as eleições majoritárias de 2018 no Maranhão e serão debatidas as composições para o pleito proporcional.

De acordo com o deputado Edivaldo Holanda, presidente estadual do PTC, para a disputa ao Governo do Estado, o partido já tem rumo definido. Para o Senado, a sigla já fechou aliança com o PDT – partido do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, em apoio à candidatura do deputado Weverton Rocha.

“O PTC acredita que o Maranhão está no rumo certo, e por isso precisa dar continuidade à política de desenvolvimento implantada pelo Governo Flávio Dino, dando segmento aos avanços que estão sendo conquistados. A continuidade dessa política vem contribuir para a consolidação dos avanços na capital na gestão do prefeito Edivaldo”, afirma o presidente do partido.

Já sobre a outra vaga de senador em disputa, serão avaliados outros nomes postos como pré-candidatos e, assim, posteriormente, ser definida qual candidatura receberá o apoio dos petecistas.

O que também será discutido no encontro é como o PTC virá na disputa para a Assembleia Legislativa e para a Câmara Federal. Com seu quadro partidário, é possível que a legenda saia com chapa pura, ou seja, não coligue com outra sigla aliada, ou faça coligação para garantir a ampliação da bancada de parlamentares da legenda.

Para o encontro estadual estão confirmadas a presença de membros da direção nacional da sigla, como o presidente nacional do PTC, Daniel Tourinho, e o deputado do Piauí, Evaldo Gomes. Tanto o governador Flávio Dino quanto o prefeito Edivaldo Júnior confirmaram a participação, uma demonstração de agradecimento pelo apoio que o PTC tem dado às suas gestões.

Os prefeitos e vereadores da sigla, que também já confirmaram presença, prestarão informações sobre suas atuações no interior. Na ocasião será dado início à campanha de filiação no partido e também serão apresentados por presidentes de diretórios municipais a situação da legenda em cada município.

As lideranças comunitárias e políticas da grande São Luís também se farão presentes fortalecendo as discussões. Foram convidados ainda deputados, vereadores e presidentes de outros partidos. “É um encontro democrático e toda comunidade está convidada para participar conosco”, reiterou o deputado Edivaldo Holanda.

Ascom

Grupo político de Matinha declara apoio a Roseana e Edilázio Júnior

A ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) e o deputado estadual Edilázio Júnior (PV), receberam apoio ontem, do grupo de maior força política no município de Matinha.

Roseana vai disputar o Governo do Maranhão e Edilázio, uma vaga na Câmara Federal, nas eleições de 2018.

A consolidação do apoio ocorreu ontem, durante uma reunião entre Roseana. Edilázio e as lideranças políticas de Matinha.

Declararam apoio à peemedebista e à candidatura a deputado federal de Edilázio, o ex-prefeito Beto Pixuta, os líderes políticos Zequinha do Amaral e Cabeça de Sebastião, além dos vereadores Maria de Jesus, Rosiolete, Júnior Pereira, Marlio de Zé Mário, Ulisses e Tom.

Durante o ato, o grupo político destacou o favoritismo da candidatura de Roseana Sarney na região da Baixada Maranhense.

A ex-governadora se disse honrada com o ato. Edilázio também agradeceu o apoio, e reafirmou o seu compromisso com a população da Baixada.

Vai encarar?

O governador Flávio Dino (PCdoB) saiu-se ontem com mais uma das suas tiradas demagógicas e fantasiosas. Em suas redes sociais, anunciou uma inverdade. Disse ele, textualmente: “A TV Globo do Maranhão jamais me entrevista ou acompanha atos do meu governo”.

Todos sabem do fetiche do governador comunista pelo Grupo Mirante e por O Estado. Mas, obviamente que Dino não falou do seu desejo incontido na postagem das redes sociais.

Além de cobrir todos os atos que julga importantes do governo em todas as suas instâncias, o Grupo Mirante tem as portas abertas para qualquer chefe de governo ou ocupante de cargo público. Basta ver as notas diárias em O Estado, nos telejornais da emissora e na franquia aberta nos programas de rádios da Mirante AM.

Mas Flávio Dino sempre se acovardou a falar aos microfones da Mirante AM, sentar com os jornalistas de O Estado ou conversar abertamente com os repórteres da TV Mirante.

Em 16 de agosto de 2014, ele estava devida e oficialmente convidado para entrevista na série promovida pela rádio Mirante AM com os então candidatos a governador. Simplesmente não compareceu.

Pouco mais de um mês depois, em 22 de setembro, novamente convidado, o governador não deu o ar da graça. Foi o único a faltar à sabatina.

Mas se Dino quer mesmo tanto falar aos microfones do grupo, que se prepare: está sendo preparada a reedição da bem-sucedida experiência da Sabatina O Estado, que ocorreu nas eleições de 2016, em um formato inédito no Maranhão, com ampla cobertura de todos os veículos do grupo.

Se Dino tem tanto desejo de falar, que se prepare para encarar os jornalistas de O Estado, da Mirante AM e da TV Mirante.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Novos caminhos

Bastaram duas semanas para que a pré-candidatura da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) ao Governo do Estado passasse a ser ponto de referência para prefeitos, ex-prefeitos e vice-prefeitos no interior maranhense.

Desde que a peemedebista anunciou o desejo de concorrer ao cargo, dezenas de gestores manifestaram interesse em tratar com ela sobre 2018.

O fluxo de liderança em busca de conversa com Roseana se dá por dois motivos. O primeiro é o desprezo do governador Flávio Dino (PCdoB) às ações municipais. O outro é a proximidade da própria Roseana com o Governo Federal, o que abre portas importantes em Brasília.

Gestores de todos os matizes partidários reclamam da incapacidade de diálogo de Flávio Dino, que não pensa duas vezes em perseguir e pressionar quem não segue sua cartilha. E é este temor que faz com que esses gestores recorram à ex-governadora ou a seus aliados mais próximos, em busca de contato ou de sinalização para as eleições.

Roseana ainda não tem previsão de quando seguirá ao interior nesta pré-campanha. Mas o movimento de prefeitos, ex-prefeitos e vice-prefeitos fazem com que, cada vez mais, o seu grupo político tenha a convicção de que é necessário um encontro ainda este ano para debater o cenário de 2018.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Brandão diz que Roberto Rocha vai “jogar a toalha” em 2018

O vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão, destituído na semana passada do comando estadual do PSDB, provocou o senador Roberto Rocha, que assumiu a presidência da Comissão Interventora do partido, e disse que o correligionário desistirá da disputa para o Governo do Estado em 2018.

A manifestação de Brandão ocorreu por meio do twitter.

“Eu não vou defender projeto que não acredito. Em 2002 o senador Roberto Rocha foi candidato a governador, e sabe o que aconteceu? Ele jogou a toalha. E é isso o que vai acontecer”, disse.

Insatisfeito com o PSDB após intervenção da direção nacional, Brandão sugeriu provável saída da sigla, ao afirmar que não defenderá o “projeto”.

Foi ele quem articulou a aliança do partido com o PCdoB, do governador Flávio Dino, na eleição 2014.

Eleito vice-governador, Brandão tem trabalhado para tentar reeditar a aliança.

A direção nacional da sigla, contudo, já rechaçou a possibilidade. Ao instituir Roberto Rocha como presidente interino da legenda no Maranhão, Tasso Jereissati afirmou que Brandão havia “submetido o PSDB aos caprichos do PCdoB”.

Tasso também falou da falta de espaços da legenda no estado e questionou o fato de o partido, no Maranhão, apoiar o governador Flávio Dino, que defende a eleição do ex-presidente Luiz Inácio do Lula da Silva em 2018.

Com informações de O Estado

Destituição de Jereissati não atinge o comando do PSDB no Maranhão, diz Rocha

O presidente da Comissão Interventora do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) no Maranhão, senador Roberto Rocha, rechaçou qualquer impacto na estrutura estadual da sigla, com a decisão do comando nacional do partido de destituição de Tasso Jereissati. O secretário geral da legenda, Sebastião Madeira, também negou qualquer possibilidade de mudança na sigla.

Candidato a presidente nacional do PSDB, Tasso Jereissati foi destituído do posto pelo senador Aécio Neves, que argumentou a necessidade de manutenção da isonomia e equilíbrio entre os candidatos no pleito.

Foi Tasso quem destituiu, no início da semana, o vice-governador do Maranhão Carlos Brandão, do comando estadual do partido e nomeou a Comissão Interventora.

“Essa decisão é para dar maior imparcialidade no processo de eleição interna, daqui a 30 dias, quando será eleito o próximo presidente nacional do PSDB. Não interfere em nada no processo de intervenção feito no Maranhão”, disse Roberto Rocha.

O ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, que foi quem costurou a intervenção nacional feita por Jereissati no diretório estadual do partido, também desqualificou qualquer possibilidade de impacto no estado.

“A saída do Tasso não muda absolutamente nada no Maranhão. A decisão de intervenção nacional já está tomada e o senador Aécio Neves foi favorável. Portanto, nada muda”, assegurou.
Ele lembrou que após a eleição nacional da sigla a Comissão Interventora do Maranhão aguardará a decisão do comando partidário para tomar providências na sigla.

Intervenção – A decisão do senador Aécio Neves de destituição de Tasso Jereissati do comando do PSDB ganhou repercussão da mídia nacional ontem.

Portais que fazem a cobertura política de Brasília apontaram desentendimento entre Tasso e Aécio, a um mês da eleição para o novo comando da legenda.

Neves nomeou o ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman para a presidência nacional dos tucanos.

A informação de bastidores é de que Aécio e Tasso tiveram uma conversa ríspida no início da tarde de ontem, após o senador ter pedido para que Tasso entregasse o cargo. O então presidente disse que preferia que a decisão partisse do próprio Aécio.

A instabilidade no PSDB nacional está na disputa entre a ala que defende continuidade da aliança com o presidente Michel Temer (PMDB) [Aécio] e o grupo que quer o afastamento do peemedebista.

Além de Jereissati, que já lançou oficialmente a sua candidatura, o governador de Goiás, Marconi Perillo disputa a presidência do partido.

Com informações de O Estado

Com Rocha no comando, PSDB deve deixar Governo Flávio Dino

A direção nacional do PSDB efetivou uma intervenção no comando estadual da sigla no Maranhão, destituiu o então presidente Carlos Brandão – vice-governador de Flávio Dino (PCdoB) -, e efetivou na presidência do partido, o senador Roberto Rocha.

O ato afasta qualquer possibilidade de reedição da aliança PCdoB-PSDB para as eleições 2018.

Ex-aliado de Dino, Roberto Rocha é pré-candidato ao Governo do Estado, e conduzirá a sigla durante todo o processo eleitoral no Maranhão.

Em situação amplamente desfavorável, Dino vê o seu palanque “derreter” e começa a perder legendas importantes. Além do afastamento praticamente irreversível do PSDB, o comunista ainda pode perder o apoio do PT, que já manifestou insatisfação com o lançamento da candidatura própria de Manuela d’Ávila, do PCdoB, à Presidência da República.

Para lideranças nacionais do PT, o lançamento de uma candidatura própria do PCdoB, enfraquece o projeto da legenda e do ex-presidente Luiz Inácio Lula de consolidar um nome de consenso da esquerda.

A reeleição de Dino, portanto, começa a ficar cada vez mais difícil…

Jefferson Portela sucumbe à pressão de Marcio Jerry e desiste de candidatura

O secretário de Estado da Segurança Pública, Jefferson Portela (PCdoB) não resistiu à pressão imposta pelo secretário de Comunicação e Assuntos Políticos, Marcio Jerry (PCdoB), e desistiu da candidatura de deputado federal nas eleições de 2018.

Portela enfrentava a resistência de Marcio para a disputa do pleito pela legenda, que quer consolidar-se como o candidato de maior votação para a Câmara Federal no pleito.

O clima entre os dois era pesado e a crise era sentida no Palácio dos Leões.

O anúncio de desistência de candidatura foi feita por Portela no facebook. “Comunico a todos que não serei candidato a quaisquer cargos nas eleições de 2018. Continuarei, como estive nos últimos 19 anos, combatendo o crime em todas as suas formas. Deixo aqui meus agradecimentos aos que manifestaram apoio, mas seguirei com o trabalho na SSP/MA. Que Deus ilumine a quarta feira de todos nós”, publicou.

Jerry, portanto, segue como a “prioridade” do partido que ele mesmo comanda, para a disputa da eleição para a Câmara Federal em 2018.

Palanque esvaziado

Não bastasse a confirmação da candidatura da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), que deu aos comunistas a indesejável certeza de que haverá segundo turno nas eleições de 2018, o governador Flávio Dino (PCdoB) amarga outro dissabor: a tendência é de que seu palanque esvazie à medida que forem sendo definidos os nomes do pleito presidencial.

Em 2014, como novidade da política, Flávio Dino navegou tranquilo por todas as candidaturas presidenciais – de Dilma Rousseff (PT) a Aécio Neves (PSDB), passando por Eduardo Campos (PSB) e até Marina Silva (Rede). A postura furta-cor foi possível, sobretudo, pelo leque de alianças que ele conseguiu no Maranhão, envolvendo direita e esquerda no mesmo balaio ideológico.

Para 2018, o comunista não terá a mesma facilidade. Já perdeu o PSDB, que terá palanque próprio no Maranhão, e tende a perder, também, o PSB, o PPS, e até o PTB e o DEM, que tendem a seguir a coligação com os tucanos em âmbito nacional.

Além disso, Dino terá de se virar para convencer os petistas a estar com ele, sobretudo após decisão do seu PCdoB de lançar a candidatura presidencial da ex-deputada federal Manuela D’Ávila.

O cenário eleitoral para o comunista que ora ocupa o Palácio dos Leões, é, portanto, muito mais obscuro do que aquele que ele planejou a partir de 2015, quando assumiu o governo,furtando sonhos de esperança e mudança nunca concretizados nestes três anos de mandato.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Roseana provoca esfriamento na relação entre Lula e Flávio Dino

Da coluna Expresso – O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), fez chegar ao ex-presidente Lula sua insatisfação com acenos que o petista tem dado a uma possível candidatura de Roseana Sarney ao governo do estado em 2018. Lula respondeu a Dino. Disse estar chateado também.

O motivo, no entanto, é outro: trata-se da pretensão do PCdoB de contar com candidato próprio à Presidência da República no ano que vem.

No domingo (5), aliás, o PCdoB anunciou a pré-candidatura da deputada estadual gaúcha Manuela D’Ávila ao Planalto.