Derreteu…

Ordem de serviço assinada pelo governador Flávio Dino prevê investimentos de R$ 3,2 mi em um dos bairros de maior população de São José de Ribamar.Foto: Karlos Geromy/Secap

Sete de junho de 2016, 10h30, solenidade oficial do Governo cheia de pompa. Secretários de Estado, deputados, aliados políticos, vereadores e lideranças assistem ao governador Flávio assinar a ordem de serviço para a recuperação asfáltica da avenida Nossa Senhora da Vitória, principal via do bairro Parque Vitória.

A obra, entregue pouco mais de um ano depois, no dia 9 de junho de 2017, carregava um investimento inicial de R$ 3,21 milhões e previa asfaltamento, drenagem profunda, recapeamento, abertura de vias e melhoramento e urbanização de 10 quilômetros no trecho que liga a Estrada da Vitória às principais vias do bairro, com a inclusão das ruas A, H, 07, Maria de Fátima Figueiredo e a Avenida 2.

Na ocasião da assinatura da ordem de serviço, o governador afirmou que a população jamais enfrentaria novamente problema com alagamentos, lama e buracos na via. Tudo isso fruto da complexidade dos serviços propostos, tanto na drenagem, quanto no recapeamento das pistas.

Ocorre que bastou chover nos meses seguintes, para os problemas voltarem à superfície, dificultando a trafegabilidade da via, e o acesso a pedestres e cadeirantes.

No trecho que dá acesso à UPA do Parque Vitória, por onde circulam ambulâncias diariamente, desde o fim de 2018 veículos passaram a trafegar por apenas uma faixa da via, em decorrência de um enorme buraco que se formou no local.

Para corrigir o problema, agora, novo gasto de dinheiro público e serviços paliativos, com o tapa-buracos. Não adiantou. O trecho voltou a apresentar problemas estruturais e com acúmulo de lama.

Nas proximidades da entrada do Jardim Turu, outro caos. Buracos, lama, confusão no trânsito e falta de infraestrutura. Problema que se arrasta há meses.

E foram mais de R$ 3 milhões “investidos” há pouco mais de 2 anos.

Quanto desperdício…

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

A culpa nunca é dele

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), deu, ontem, mais uma mostra de como tem dificuldades em assumir as responsabilidades pelos seus atos.

Em entrevista à Globo News, ele foi pressionado a responder o que faria no seu segundo mandato para resolver o problema da extrema pobreza no estado, já que não conseguiu isso no primeiro – dados do IBGE apontam que a situação de miséria só aumentou entre os maranhenses nos últimos quatro anos.

Como sempre, Dino esquivou-se. E culpou a conjuntura nacional.

– O estudo ao qual você se refere mostrou, infelizmente, o aumento da extrema pobreza em todo o país. No Brasil, cresceu a extrema pobreza e em todos os estados, em razão da brutal recessão econômica. É claro que os estados que têm historicamente, uma maior dependência das transferências constitucionais federais, notadamente chamadas de FPE e FPM sofrem mais duramente com uma recessão econômica – disse.

E sobre o que fazer para reverter o quadro, o comunista já mudou de opinião. Diz, agora – diferentemente do que dizia há duas semanas -, que 2019 será um ano de recuperação da economia e de melhores possibilidades para a saída dos estados da recessão.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Flávio Dino defende apoio do PCdoB a Rodrigo Maia

O governador Flávio Dino se manifestou favorável a um eventual apoio do PCdoB à eleição do deputado federal Rodrigo Maia (DEM) para o comando da Mesa Diretora da Casa.

Ele disse que apesar de Maia ser o candidato do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), de quem Dino se coloca como oposição, o apoio do PCdoB não significa construir uma aliança com o PSL.

Para Dino, a defesa do PCdoB por Maia se dá por conta da defesa da institucionalidade do Legislativo.

“Não se trata de se aliar ao PSL, mas de apoiar um candidato que tem defendido a institucionalidade do Legislativo. Nós temos divergências ideológicas em relação ao presidente Rodrigo Maia, mas reconhecemos que ele tem sido, do ponto de vista institucional, correto na aplicação do regimento interno, na garantia dos espaços para a oposição e na garantia do respeito às regras do jogo, do funcionamento da Câmara”, justificou.

O PCdoB ainda vai discutir o apoio ao candidato Rodrigo Maia em reunião com o PSB e o PDT na Casa.

Com informações de O Estado

Caos na saúde

Imagem meramente ilustrativa / Diego Chaves

A edição de ontem de O Estado trouxe um levantamento nacional preocupante e que coloca o Maranhão como o 24º estado no ranking nacional da saúde pública.

O estado governado pelo comunista Flávio Dino é hoje o último em expectativa de vida do país e o 22º em mortalidade infantil. O relatório ainda aponta que cerca de 70% dos óbitos registrados no estado na fase infantil, são evitáveis.

Pelo levantamento, falta uma adequada atenção à gestante, ao recém-nascido e à mulher na hora do parto.

Os dados desconstroem todo um discurso elevado pelo governador Flávio Dino de que houve avanço na área da saúde durante o seu governo, e atestam as denúncias da oposição de sucateamento das UPAs e hospitais regionais, desvalorização dos profissionais e falta de investimento no setor.

E vai além disso, mostram os efeitos danosos provocados por uma organização criminosa que segundo a Polícia Federal atuava dentro da Secretaria de Estado da Saúde na gestão comunista.

A classificação do Maranhão no ranking nacional do DGE mostra que as coisas não vão tão tão bem como prega Flávio Dino no governo virtual acampado no twitter e no facebook.

A situação é alarmante.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Governo tentou, mas não conseguiu explicar polêmica da falência do Maciel

O governador Flávio Dino (PCdoB) tentou, utilizou o seu perfil em rede social, mas não conseguiu convencer ninguém de que sua gestão não tem nada a ver com a iminente falência da rede de supermercados Maciel.

Bem ao seu estilo, o comunista foi às redes chamar de mentirosos todos os que atribuem a quebra da empresa a benefícios concedidos pelo Executivo no ramo atacadista.

Mas não convenceu ninguém…

E não convenceu porque não adianta, agora, o governo tentar se eximir de uma responsabilidade que foi antecipada em dois anos.

Explico…

Foi ainda em 2017 que a gestão Flávio Dino mandou seus aliados na Assembleia Legislativa aprovarem projeto de lei que garante isenções a atacadistas que tenham capital social mínimo de R$ 100 milhões e gerem 500 ou mais empregos – estes pagam, atualmente, apenas 2% de ICMS no Maranhão, contra 18% de quem não atende a essas exigências.

Apenas um atacadista maranhense atende a esse critério e todos sabem qual é.

O projeto foi apelidado de “Robin Hood às avessas” e a oposição fez muitas críticas ao texto.

Já naquela época, por exemplo, o deputado Adriano Sarney (PV) chegou a alertar que o projeto, se aprovado, poderia prejudicar pequenos e médios atacadistas.

“São os pequenos e médios atacadistas que geram mais empregos nesse setor no Maranhão, por isso defendemos que o governo, antes de sancionar a lei, ouça o clamor do empresariado, faça as readequações necessárias e reencaminhe a proposta para a Assembleia para que possamos aprovar uma lei mais justa e que beneficie toda a classe”, disse.

Mas o governo não deu ouvidos.

E agora tenta se eximir de responsabilidades…

De Gilberto Léda, com edição do blog

Mero cartório

O governador Flávio Dino (PCdoB) até tenta, não se pode negar: com um aparato de comunicação milionário, busca de todas as formas apresentar-se como o comandante de uma gestão proativa, realizadora, que toca obras e projetos importantes para o Maranhão.

Mas, quando a coisa aperta, ele próprio destrói tudo. E, desnudando-se, apresenta o seu governo tal qual ele, de fato, é.

Um mero cartório, repassador de orçamentos, responsável por manter a máquina – inchada por ele próprio – funcionando em sua capacidade mínima.

Foi o que o comunista confirmou no fim da semana passada ao projetar 2019.

As prioridades? Pagar funcionários e fornecedores – estes, por sinal, com quase R$ 1 bilhão para receber, apenas das faturas atrasadas.

– Nossa prioridade agora é fazer pagamentos de fornecedores e manter pagamento dos atuais servidores em dia. Qualquer nova medida dependerá do alcance desses objetivos -, destacou ele, acrescentando:

– Aguardamos maior nitidez no quadro nacional para avaliar como será a evolução das finanças estaduais em 2019.

Nenhum grande projeto, nenhuma grande obra. Nada de excepcional.

É o governo comunista nu, e cru…

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Calote do Governo a fornecedores quase triplica em apenas 1 ano

Nas alturas*

Um fato chamou especial atenção de fornecedores do Governo do Maranhão na a entrevista que concedeu o governador Flávio Dino (PCdoB) à Folha de S. Paulo, publicada na segunda-feira, 7.

Em determinado ponto, o comunista admite “algum atraso de fornecedores, mas nada alarmante”.

Após uma rápida pesquisa no Portal da Transparência do Maranhão, percebe-se que o conceito de “alarmante” do governador maranhense pode não ser o mesmo do homem médio – muito menos dos fornecedores com faturas em atraso.

Segundo dados oficiais, a atual gestão estadual entrou o ano de 2018 com mais de R$ 807 milhões de restos a pagar – ou seja, débitos não quitados do ano anterior -, quase R$ 200 milhões a mais que os R$ 624 milhões de 2017.

São valores que só aumentam ano a ano. Por isso, hoje estão nas alturas.

Em 2015, assim que assumiu o governo, Dino recebeu o Estado com restos a pagar da ordem de R$ 289 milhões. Quatro anos depois, o valor do “calote” em fornecedores praticamente triplicou.

Mas não é “nada alarmante”.

Aguardemos os dados de 2019, que estarão disponíveis para consulta pública em breve.

*Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Adriano afirma que comunistas omitiram dados para atacar Bolsonaro

O deputado estadual Adriano Sarney (PV) criticou a postura da oposição ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) no episódio que marcou o o aumento do salário mínimo no país.

Foi tão somente o Governo Federal anunciar reajuste no valor do salário mínimo para que a esquerda iniciar os ataques. O deputado federal Rubens Júnior foi um dos oportunistas.

“Orquestraram um ataque contra o presidente com base na ocultação de informações. Essa é a forma do comunismo agir: com base na mentira e na enganação do povo”, criticou.

“Essa foi a primeira de uma série de atitudes irresponsáveis que irão tentar jogar a opinião pública contra o novo governo. Vão fazer mais e vão fazer pior, só que a vida boa do esquerdismo acabou. Agora eles irão encontrar adversários dispostos a desmascarar suas mentiras”, disse o deputado.

Números desastrosos

São amplamente desfavoráveis e desastrosos os índices sociais apontados por vários institutos de credibilidade nacional e internacional sobre a situação econômica do Maranhão nos últimos 4 anos.

Aumento da extrema pobreza; ampliação do desemprego; última colocação em ranking de desenvolvimento do Sebrae; estado com os piores indicadores no estudo Desafios de Gestão Estadual (DGE) 2018, sobretudo em aspectos como pobreza, acesso à telefonia, expectativa de vida, acesso à internet, renda domiciliar per capita e PIB per capita; queda do PIB; além do aumento da dívida pública junto ao Tesouro Nacional e do rombo no Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (FEPA), são alguns fatos que devem e precisam ser levados em consideração para uma análise mais profunda da gestão Flávio Dino (PCdoB).

Dino iniciou o seu mandato em 2015 com o discurso de que iria mudar a realidade da população maranhense.

Ele prometeu desenvolvimento, acesso a programas sociais, ampliação na oferta de empregos, e maior dignidade às famílias maranhenses.

Mas, além de rebaixar o Maranhão em número recorde de indicadores sociais, o comunista ainda teve a sua gestão envolvida em escândalos de corrupção, sobretudo na área da Saúde – onde o secretário Carlos Lula se tornou alvo de inquérito da Polícia Federal (PF) -, e foi condenado e declarado inelegível pela Justiça Eleitoral por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2016.

Dino chega, portanto, ao fim do seu primeiro mandato com um balanço real amplamente desfavorável e que penaliza a população, situação oposta ao que apresenta o governo virtual nos mais variados perfis em redes sociais.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

O dilema Brandão…

Nem bem terminaram as eleições de 2018 e integrantes das mais variadas correntes políticas do Maranhão já começaram a se movimentar – mais freneticamente do que se poderia esperar – pensando nas próximas.

Logo ali está a eleição de 2020 nos municípios. No estado, é claro, a que mais mobiliza forças políticas é a da capital, São Luís. E, para ela, já se apresentam mais de uma dezena de nomes, a grande maioria ligada ao grupo do governador Flávio Dino (PCdoB).

Mas não é só isso. Ao se organizar visando à disputa em 2020, comunistas e aliados, na verdade, já pensam em como preparar o terreno para 2022.

Na conta deles, Dino deve deixar o cargo antes do fim do mandato para ser candidato a senador, ou a presidente da República daqui a quatro anos. E acham que podem conseguir caminho livre para construir uma nova candidatura.

Ocorre que, ao deixar o mandato, o atual governador entregará sua cadeira ao vice, Carlos Brandão (PRB).

No Palácio dos Leões, há quem diga que uma vaga no TCE-MA o tiraria do caminho. Brandão, no entanto, já contou aos mais próximos que nem pensa em outra coisa que não seja assumir o governo. Diz que já não tem mais tempo a esperar, como ainda o têm os aliados que também almejam o governo.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão