Jhonatan afirma à polícia que assassinou presidiário para não ser morto

O criminoso Jhonathan de Sousa Silva – condenado a 25 anos de prisão pelo assassinato do jornalista Décio Sá, então repórter de Política de O Estado, disse em depoimento à Polícia Civil que matou o detento Alan Kardec Mota porque estava sendo ameaçado de morte. O crime ocorreu no último domingo no Presídio São Luís 4, no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

Jhonathan Silva afirmou que as ameaças ocorriam desde 2016. Ele contou “que, depois que foi ameaçado de morte, teve um desentendimento com Alan Kardec em um jogo de futebol. Na ocasião, foi necessária a intervenção de outros internos para separar a briga.  “Alan Kardec gritava para os internos apoiarem ele”, relatou Jhonathan.

O homicida relatou ainda que há duas semanas se desentendeu com Alan Kardec em um jogo de xadrez, tendo ele dito para outro interno que resolveria com o interrogado suas diferenças na quadra, porque, se não fosse do jeito dele, iria esfaqueá-lo.

“Quando se encontrava em sua cela, uma noite antes do crime, ouviu o barulho de amolar de facas, mas não sabia de qual cela vinha. Na manhã, quando foi ao banheiro, encontrou um chuço no chão, próximo ao vaso sanitário. Pegou o chuço, indo em direção a Alan Kardec, e desferiu um golpe na região do peito”, relatou.

O criminoso matou Alan Kardec Dias Mota com golpes de ferro no peito, por volta das 7h30 do domingo, no horário do banho de sol. O detento ainda chegou a ser levado para o Hospital Municipal Dr. Clementino Moura (Socorrão II), mas não resistiu e morreu no fim da tarde.

Com informações de O Estado

Wellington sugere mudanças no concurso para a Segep

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) encaminhou ofício ao governador Flávio Dino (PCdoB) com a sugestão de mudanças no edital para o concurso público da Secretaria de Estado da Gestão, Patrimônio e Assistência dos Servidores (Segep) do Maranhão.

A sugestão ocorreu após o parlamentar ter recebido solicitações de contadores do estado.

De acordo com o deputado, o edital prevê vagas para o cargo de analista previdenciário, exigindo a formação em Ciências Atuariais, curso que sequer é oferecido no Maranhão.

“A solicitação dos contadores do Maranhão é justa: Flávio Dino abre vagas para cargo que sequer tem formação no Maranhão. O Edital prevê a exigência de formação em Ciências Atuariais, enquanto que as atribuições também possam ser exercidas pelo formado em Contabilidade, que é um curso que é disponibilizado no Maranhão. A quem isso iria beneficiar? Afinal, maranhense algum possui tal formação. Por isso, solicitamos que o Governador permita que se faça a retificação, prevendo vagas para o contador, que é o profissional que existe no Maranhão”, pontuou o professor e deputado Wellington.

Wellington aguarda por um posicionamento do Palácio dos Leões.

Aumento da pobreza no MA: adversários apontam fracasso de projeto comunista

A revelação do estudo do IBGE, que apontou crescimento de 2% nos índices de pobreza extrema no Maranhão durante o período do mandato do governador Flávio Dino (PCdoB) tem sido vista pelos adversários do comunista como o exemplo mais acabado do fracasso do governo. De acordo com o IBGE, a pobreza extrema cresceu no Maranhão nos anos de 2015, 2016 e 2017.

Para o pré-candidato a governador Ricardo Murad (PRP),o Maranhão precisa “dar um basta na politicagem” para que, de fato, cresça em todos os níveis.

“O Maranhão precisa por um fim na politicagem, que tem mantido o estado atrasado e sem futuro. O governo comunista de Flávio Dino aumentou a pobreza e perseverou nesse modelo, que faz tudo para cooptar políticos”, disse o ex-secretário de Saúde.

Ele cita como exemplo de cooptação o deputado estadual Josimar do Maranhãozinho que, segundo ele, antes era odiado e, hoje, é ídolo do comunismo.

“Vou acabar com isso para fazer gestão no governo e dar resultados. Podem acreditar”, escreveu Ricardo, em suas redes sociais.

O fracasso do combate à pobreza no governo Flávio Dino também já havia sido criticado pelo senador Roberto Rocha (PSDB), pela ex-deputada Maura Jorge (Podemos) e pela ex-governadora Roseana Sarney.

Rocha aponta que o problema de Flávio Dino é a política autoritária e exclusivista implantada no estado. O senador prega que é preciso a classe política se unir para executar obras de impacto no interior maranhense.

De acordo com Rocha, o trabalho que vem sendo desenvolvido pela Codevasf no Maranhão tem mais impacto que qualquer ação do governo comunista. “Não se vê as ações do governo”, disse.

A ex-governadora Roseana Sarney tem aparecido nos programas do PMDB na propagada partidária para afirmar que 2018 será “um ano de esperança por melhores dias”. Ela também lamenta o aumento dos índices de pobreza, destacando que, durante seus mandatos, todos os estudos apontavam para a redução deste problema.

Outro lado

Para tentar contrapor os dados do IBGE, Dino tentou vender nas redes sociais que a pobreza é fruto de atrasos históricos no Maranhão. “Agora cobram que eu resolva as omissões em apenas três anos. Oposição irresponsável”, reagiu, em seu perfil de redes sociais.

Informações de O Estado, com edição do blog

 

Promessa é dívida

Editorial de O Estado do Maranhão

Imagem da posse do governador Flávio Dino em janeiro de 2015

Quando em 2014 Flávio Dino foi eleito governador do estado do Maranhão, já havia à época a obrigação legal imposta a todos os candidatos a chefe do Executivo de registrar o seu plano de governo (promessas de campanha) perante a Justiça Eleitoral.

Com efeito, desde o ano de 2009 foi introduzido na Lei nº 9.504/97 (Lei das Eleições) o inciso IX ao artigo 11, §1°, que tem o seguinte teor: o pedido de registro de candidatura deve ser instruído com as propostas defendidas pelo candidato a prefeito, governador de estado e a presidente da República.

Logo, ao registrar as suas promessas de campanha na Justiça Eleitoral, Dino assim fazia não por mera liberalidade, não apenas por capricho ou vontade própria, mas, sim, para atender a um requisito para o deferimento do registro de sua candidatura. É dizer: se as suas promessas não fossem encaminhadas para a Justiça Eleitoral o comunista não teria o registro da sua candidatura deferido.

E quantas promessas de campanha ele fez em 2014? Não se pode ter a menor dúvida de que foram 65, número este, inclusive, que tinha apelo simbólico, já que 65 também era o seu número na urna eletrônica.

Ou seja, Dino resolveu fazer 65 promessas não de forma à toa, mas tão somente para confundir o eleitor, o que significa dizer que esse número é fantasioso desde a sua origem.

Quem ainda tiver dúvida quanto ao número de promessas feitas pelo governador – se 65 ou 37, como acabou sendo de forma imoral por ele mesmo afirmado em suas redes sociais -, basta ir ao sítio eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral e acessar o link “DivulgaCand”.

Pronto! Mentira comprovada, pois lá estarão divididas e caracterizadas as 65 (sessenta e cinco) promessas feitas por Flávio Dino à Justiça Eleitoral.

Isso significa dizer que Flávio Dino não é o governador que mais cumpriu promessas de campanha como falsamente foi alardeado por ele e seus asseclas no mundo virtual. Em realidade, se as 65 promessas tivessem sido levadas em consideração, o comunista seria um dos governadores que menos cumpriu o que prometeu.

Mas, não é só a busca da realidade por meio dos números que estão à disposição na Justiça Eleitoral que atestam a mentira governamental.

É, igualmente, a própria realidade dos maranhenses quem indica isso. Em três anos de governo comunista houve aumento considerável do número de pessoas que passaram a viver na linha da miséria – 312 mil indivíduos, segundo o IBGE. Somam-se a esse cenário os numerosos escândalos, inclusive de corrupção, que marcam o governo até aqui.

Chegou-se ao último ano do governo que até hoje não mostrou a que veio. O povo, esperançoso, ainda tem alguma expectativa das promessas de mudança elaboradas por Dino serem efetivadas, até porque, promessa é dívida.

Por enquanto, no mundo real, o que se vê são apenas notícias mentirosas (fake news) espalhadas com facilidade pela internet para fundamentar as mudanças prometidas, mas não percebidas.

Ajude! músico tem equipamentos roubados em São Luís

O músico Felipe Salomão recorreu a amigos hoje com um pedido de ajuda. Ele teve os seus equipamentos furtados de dentro de um veículo, no Vinhais, e agora tenta reaver os bens.

Os equipamentos levados eram utilizados na rotina diária de trabalho de Felipe. Por isso o pedido de ajuda..

Abaixo, o pedido de ajuda do músico.

Galera, arrombaram o meu carro na frente do Bar do Léo, no Vinhais, levaram meu material de trabalho que uso na Ouriço Sonorizações. Se alguém conhecer pesssoas que puderem ajudar, levaram a mesa digital behringuer, case de microfones, cabos, notebook da Aplle, dois iPads, bolsa com pedestais, canhões de led, meu banjo, meu óculos de sol, uma caixa de som, entre outras coisas. Se puderem espalhar nos grupos, preciso desse material para trabalhar. Dependo disso para cumprir contratos. Se tiverem alguma informação, podem me chamar no ‘zap’ ou me  ligar: (98) 98149-5802. Ofereço recompensa para quem encontrar os materiais roubados.

Felipe Salomão

Membro do PCdoB já faturou mais de R$ 350 mil no Governo Flávio Dino

Jean Carlos Oliveira durante reunião política na campanha eleitoral 2014

O comunista Jean Carlos Oliveira, proprietário de um imóvel situado no bairro da Aurora e que ganhou notoriedade no escândalo nacional conhecido como “aluguel camarada”, já faturou mais de R$ 350 mil no Governo Flávio Dino (PCdoB).

O imóvel de Jean Carlos foi alugado em 2015 pelo Governo para a instalação de um anexo da Fundação da Criança e do Adolescente (Funac). O prédio só passou a ser utilizado, contudo, em janeiro do ano passado, depois de pagas 17 parcelas.

O mesmo prédio já havia sido utilizado em 2014 como comitê de campanha. Lá eram realizadas reuniões político-partidárias e distribuídos materiais de campanha do partido, que elegeu Flávio Dino governador.

O comunista também conseguiu ser contratado pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). Só foi desligado do cargo no ano passado, após O Estado revelar o vínculo.

Ao todo, Jean Carlos Oliveira faturou R$ 357.569,36 somente com o aluguel do imóvel de sua propriedade.

Em 2015 foram pagos ao comunista, segundo o Portal da Transparência, R$ 72 mil. Já em 2016, Jean Carlos recebeu dos cofres públicos o montante de R$ 144 mil. No ano passado, segundo dados do próprio Executivo, ele faturou mais R$ 141.569,36.

O mesmo imóvel de Jean Carlos de Oliveira abrigará agora uma Companhia Militar.

Privilégios?

“Mais de 11 mil veículos já foram leiloados por Dino”, diz deputado

Contrariando decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que proíbe que os órgãos de trânsito reboquem e apreendam veículos que estiverem com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), já leiloou 11.414 veículos, de acordo com editais de notificação emitidos pelo Departamento Estadual de Trânsito através da Comissão de Leilão. Foi essa a realidade que o deputado estadual Wellington do Curso (PP) mencionou ao abordar o Projeto de Lei 99/2017, de sua autoria, que regulamenta essa proibição no âmbito estadual.

Ao fazer a defesa do PL que está em tramitação na Assembleia, Wellington destacou que pelo fato de o IPVA se tratar de um tributo, não pode ser cobrado de forma coercitiva.

“Enquanto o Supremo Tribunal Federal deixa claro seu posicionamento firme quanto à ilegalidade da apreensão de veículos, o governador Flávio Dino insiste em apreender os veículos de maranhenses. Mais de 11 mil veículos já foram leiloados por Flávio Dino. Essa realidade não se limita à capital maranhense, mas se estende aos outros municípios do Maranhão, a exemplo de Imperatriz, Pedreiras, Barra do Corda, Presidente Dutra, São João dos Patos, entre outros. Se foram leiloados, significa que o número de veículos deve ultrapassar os 15 mil, já que há aqueles que conseguiram recuperar o veículo. Algo inconstitucional, já que a nossa Constituição Federal proíbe o efeito de confisco. Não se incentiva aqui os inadimplentes, até porque há meios alternativos de sanção”, disse Wellington.

Em 2015, 3.211 foram leiloados; em 2016, o número cresceu para 3.411. Em 2017, o número subiu para 4.792. Ao total, em apenas 3 anos, Flávio Dino já levou a leilão 11.414 veículos de maranhenses.

Ascom AL

Os riscos que corre Flávio Dino ao manter indefinição do candidato ao Senado

O governador Flávio Dino (PCdoB) tem promovido uma aberta, mas ao mesmo tempo desgastante e traumática disputa entre aliados para o Senado da República.

Candidato natural à reeleição ao Governo, Dino terá cacife para apoiar dois candidatos ao Senado. Mas até agora, só definiu apoio a um nome: Weverton Rocha (PDT).

Para a outra vaga, Dino submete ao rastejar, os deputados federais José Reinaldo Tavares (PSB) – que foi quem lhe abriu espaços na política -, Eliziane Gama (PPS) e Waldir Maranhão (PP).

Na lógica de Dino, cada um deles precisa se viabilizar de forma independente, convencer aliados do potencial da candidatura e consolidar-se no cenário eleitoral 2018.

Um equívoco.

Se não quer nenhum dos nomes e pensa num quarto personagem em todo esse contexto, como começa a sugerir a imprensa, Dino também erra.

A escolha do candidato ao Senado não pode fugir de um projeto maior de poder, que perpassa também pela sucessão do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), em 2020.

Dino precisa de um nome de confiança, e na composição da chapa que poderá eleger o seu senador [ou senadores], já definir o próximo candidato a prefeito de São Luís.

E isso precisa ficar claro “aos seus”, e aos adversários.

Sucessor natural de Edivaldo, o oposicionista Eduardo Braide navega hoje como o nome de maior cacife eleitoral para o Palácio La Ravardière. Foi um fenômeno e votos em 2016. Até por esse motivo, tem o nome bem cotado para a disputa do Governo.

E é por isso que Flávio Dino erra, ao estimular dentro do próprio grupo, uma disputa vazia e traumática.

Uma ferida maior pode ser aberta, e o projeto reduzido…

 

Edilázio se solidariza a família de Humberto Coutinho

Nos últimos três anos de trabalho na Assembleia Legislativa ao lado do dr. Humberto Coutinho, aprendi um pouco mais sobre generosidade, testemunhei a coragem e compreendi a perseverança.

Apesar da árdua luta que travava, Humberto jamais deixou de sorrir, de estender a mão. Jamais permitiu se abater.

Foi um homem íntegro, honesto, correto e sensível.

Nos deixa um legado de retidão para a vida e inevitavelmente, um enorme vazio na política.

O Maranhão perde um grande homem. Eu, perco um amigo.

Que Deus conforte o coração de dra. Cleide e toda a família.

Edilázio Júnior, deputado estadual pelo PV

Sarney cita ida de Flávio Dino a Embratur ao negar veto a Pedro Fernandes

O ex-presidente da República José Sarney (MDB) negou hoje ao blog do Camarote ter imposto veto ao nome do deputado Pedro Fernandes (PTB) para o Ministério do Trabalho.

Fernandes afirmou hoje a jornalistas, que o seu nome havia provocado embaraço na política do Maranhão e sugeriu que o veto no Governo Federal partiu de Sarney.

Não foi.

“Não fui consultado e não vetei”, disse Sarney.

O ex-presidente lembrou que na ocasião da ascensão de Flávio Dinio (PCdoB) na Embratur, não houve veto.

“Ele [Pedro Fernandes] quer arrumar uma desculpa. Colocar a responsabilidade sobre as minhas costas. Se, no passado, não vetei Flávio Dino para a Embratur, não faria isso para alguém que foi nosso amigo”, afirmou.