Edilázio recebe apoio em Santa Luzia e Lago da Pedra

O deputado estadual Edilázio Júnior (PSD) recebeu apoio à sua pré-candidatura a deputado federal, no último fim de semana, nos municípios de Santa Luzia do Paruá e Lago da Pedra.

Em Santa Luzia ele foi recebido pela ex-prefeita dra. Eunice ao lado do ex-prefeito dr. Harolfran Melo e todo o grupo político da região, formado por vereadores, ex-vereadores e lideranças políticas. No encontro, dra. Eunice e dr. Harolfran prometeram empenho em prol da pré-candidatura de Edilázio para a Câmara Federal.

O ex-governador do Maranhão e ex-presidente da Assembleia Legislativa Arnaldo Melo, ao lado da filha, deputada Nina Melo, participou do ato.

Já no município de Lago da Pedra, Edilázio foi recebido pelo ex-prefeito Luiz Osmani. Vereadores, ex-vereadores e lideranças políticas da região declararam apoio ao pré-candidato do PSD.

O vereador do município de Esperantinópolis, Frankson e o ex-prefeito Chico Jovita, também fecharam aliança pela pré-candidatura de Edilázio.

O parlamentar agradeceu o gesto das lideranças políticas de Santa Luzia do Paruá e de Lago da Pedra, e assegurou dedicação e empenho, caso eleito para a Câmara, em prol dos municípios.

Andrea Murad deixa o MDB e se filia ao PRP

A deputada estadual Andrea Murad oficializou a sua saída do MDB e se filiou ao PRP, partido do pré-candidato ao Governo do Maranhão, Ricardo Murad.

A desfiliação do MDB foi comunicada às direções estadual e municipal da sigla, além de a Justiça Eleitoral.

Pelo PRP, Murad vai tentar uma vaga na Câmara Federal nas eleições de outubro deste ano.

 

Zé Inácio sem poder de influência no PT

O suposto veto do Partido dos Trabalhadores (PT) – ainda não oficializado -, à filiação do deputado federal Waldir Maranhão, evidencia a falta de poder de influência do deputado estadual Zé Inácio (PT).

O petista declarou apoio à filiação de Waldir na semana passada. Passou a defender também, a pré-candidatura de Maranhão ao Senado pelo PT.

Ocorre que logo após receber a ficha de filiação, o presidente municipal da sigla, vereador Honorato Fernandes, impôs veto ao nome do deputado federal.

Honorato chegou a se posicionar em rede social, e destacou que a Executiva do partido avaliará o pedido de Waldir Maranhão.

Nos bastidores, a informação é de que o PT não vai filiar Waldir até o fechamento da janela partidária [sexta-feira], obrigando o deputado a buscar outros caminhos.

E se isso acontecer, consolida-se a tese de falta de poder de articulação de Zé Inácio…

Zé Reinaldo anuncia filiação ao PSDB

COMUNICADO À IMPRENSA

Com o respeito e a cordialidade que sempre mantive com a imprensa maranhense e por entender que o compromisso fundamental dos comunicadores profissionais é com a responsabilidade na divulgação da verdade dos fatos, acima de especulações, faço os esclarecimentos que seguem.

Tenho uma antiga e sólida ligação com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Fomos colegas na Câmara dos Deputados, fomos vice-governadores e, em seguida, governadores de nossos estados, na mesma época. Possuo muito respeito pelo homem e pelo político Alckmin. Conservo também uma amizade muito antiga e forte com o coordenador da campanha do governador Alckmin à Presidência, senador Tasso Jereissati, pois vivemos juntos grandes episódios da história política brasileira e isso permitiu que, por diversas vezes, conversássemos sobre o Maranhão.

Na última terça-feira (20), encontrei com o governador Alckmin, na posse da deputada Tereza Cristina, minha amiga do PSB, agora no DEM, na Frente Parlamentar em Defesa da Agricultura. Ele me viu e veio falar comigo sobre o Maranhão e eu disse que estou sempre pronto a ajudá-lo. Na terça feira à noite, recebi uma ligação do governador me convidando para ir a São Paulo conversarmos, convite que eu prontamente atendi na quarta-feira passada (21).

Tivemos um longo e produtivo diálogo. O governador pediu apenas que eu aguardasse uma conversa sua com o senador Roberto Rocha, presidente do partido no Maranhão. Queria ouvi-lo sobre o que discutimos. Ontem (30), sexta-feira, logo cedo pela manhã, ele me ligou para dizer que tinha conversado com Roberto Rocha que, por sua vez, teceu elogios à minha pessoa, o qual agradeço agora, publicamente. Roberto afirmou que não havia impedimento da parte dele para que esse entendimento pudesse se concretizar. Com essa compreensão, esclareço o que ficou decidido:
o governador Alckmin terá, como em São Paulo, dois palanques no Maranhão. Um, do seu partido, o PSDB, que terá como candidato a governador Roberto Rocha, como já está decidido, e outro palanque com Eduardo Braide, candidato ao governo do Maranhão, também com o apoio de Alckmin.

Eu, portanto, me filiarei ao PSDB, serei candidato ao Senado e apoiarei Alckmin nos dois palanques. Além do apoio que recebi do governador paulista, discutimos muito a sua campanha no Estado e fiz um acordo com ele. Se eleito presidente do Brasil, Geraldo Alckmin apoiará os projetos estruturantes do Maranhão, bem como viabilizará o programa proposto pelo Nobel de Economia, James Heckman, a ser transformado em projeto social por mim e outros, com objetivo de diminuir a desigualdade e a pobreza, preparando melhor as novas gerações de maranhenses. Consegui ainda o compromisso de Alckmin com a nossa refinaria e com o polo petroquímico, que trará milhares de empregos e empresas para o Maranhão. Firmamos compromisso também com o Centro Espacial Brasileiro de Alcântara, com o Programa Espacial Brasileiro, com o apoio à vinda de um parque industrial da indústria espacial e com o Fundo de Desenvolvimento das Comunidades Quilombolas de Alcântara, que estou propondo.

O governador prometeu uma Cooperativa de Microcrédito para homens e mulheres pobres poderem ter acesso a dinheiro barato e, assim, abrirem seus pequenos negócios, além de apoio técnico de São Paulo para qualificar professores, capacitar trabalhadores maranhenses para o trabalho, apoio firme para o nosso Sistema de Saúde e da nossa Segurança.

Desta forma, meus amigos, entraremos firmes na campanha, não apenas a eleitoral, mas na mais importante de todas, a de combater as causas ainda intocadas da pobreza em nosso Estado – a minha maior aspiração como homem público. Vamos juntos colocar o Maranhão em novo patamar de desenvolvimento.
Com minhas cordiais saudações,

José Reinaldo Tavares
Deputado Federal

João Dória desembarca hoje em São Luís

O prefeito da cidade de São Paulo, João Dória (PSDB), desembarca hoje em São Luís.

Ele fará uma visita ao Grupo Mirante, onde será recebido pela ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), cumprirá agenda com o senador Roberto Rocha (PSDB), fará palestras em faculdades privadas e participará de um almoço promovido por entidades ligadas à Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema).

“É uma agenda do prefeito da cidade de São Paulo, que visita São Luís nessa condição. Não estou fazendo a visita na condição de pré-candidato, de candidato, de nada. Estou apenas atendendo a um convite de pessoas amigas, numa cidade amiga e num estado de pessoas que me são muito próximas”, disse, em entrevista exclusiva a O Estado.

Dória falou sobre o convite formalizado por empresários para a participação do almoço junto às entidades ligadas à Fiema e comentou o encontro com Roseana Sarney. “Vou atender a um convite para fazer uma visita à ex-governadora Roseana Sarney na TV Mirante e reencontrar bons amigos que fiz no Maranhão”, explicou.

Dória também falou sobre a atuação política do senador Roberto Rocha e possibilidade de comando do PSDB no Maranhão. Para o gestor da maior cidade brasileira, Rocha “tem todas as qualificações” para pleitear a candidatura.

“As decisões são locais e são respeitadas. O senador Roberto Rocha tem todas as qualificações para assumir essa condição, se assim desejar, e obviamente submetendo o seu nome à convenção estadual do PSDB”, destacou.

Dória diz esperar, a partir da convenção estadual, a pacificação do partido, principalmente levando-se em conta que o principal objetivo das articulações estaduais é garantir palanques fortes para a candidatura presidencial da legenda.

“[Espero do PSDB do Maranhão] Conciliação, bom entendimento e a consolidação para que, com o novo presidente, o PSDB no Maranhão possa seguir sua rota, quem sabe até ter um candidato ao Governo do Estado e, com isso, criar, também, palanque e condições para as propostas do PSDB na eleição de 2018”, comentou.

 

 

Desafio para Jota Pinto…

Quem participou ou assistiu a solenidade de posse dos vereadores e a recondução do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) ao comando do Poder Executivo de São Luís, percebeu que não é das melhores, a relação entre o presidente reeleito Astro de Ogum (PR) e o pedetista.

Com um discurso duro e direto, Astro denunciou abandono da Zona Rural, criticou a falta de investimentos na cadeia produtiva da capital e cobrou por parte da Prefeitura, respeito à independência do Legislativo Municipal.

Ogum afirmou que a Câmara não será subserviente ao prefeito e disse, em entrevista a O Estado, que “muita coisa” precisa mudar na relação entre os poderes.

Já Edivaldo no seu discurso de posse – sem, contudo, se direcionar a Astro de Ogum -, rebateu as críticas e elencou uma série de investimentos na Zona Rural e na produção do município.

O prefeito não conseguiu disfarçar o incômodo com o posicionamento de Astro. O vereador, por sua vez, demonstrou-se seguro no seu discurso e com cara de “poucos amigos”.

Não é necessário que se faça qualquer esforço para compreender que o clima é de “racha” na base do prefeito na Câmara, tanto que ele sequer ousou tentar impedir a reeleição de Astro de Ogum. Astro lidera um grupo, que apesar de governista, exige um tratamento diferenciado por parte do Executivo.

E caberá a Jota Pinto, agora na Articulação Política, tentar amenizar a turbulência.

Haja trabalho…

 

Wellington do Curso declara apoio a Eduardo Braide

wellington“Meu compromisso é com o povo”

Não posso me abster de me posicionar nesta disputa e diante do que foi exposto ao longo de um ano e dez meses do meu mandato, Edivaldo Holanda Júnior não tem a minima condição de continuar como prefeito de São Luís. Fui covardemente atacado durante as eleições e lutei contra duas máquinas (estadual e municipal).

Edivaldo foi omisso e abandonou a cidade.

Acredito que a troca de comando da Prefeitura de São Luís é necessária.

Agradeço mais uma vez os 103.951 mil votos que recebi e acredito que estes votos conscientes clamam por um novo gestor, evidenciando que não concordam com esse modelo atual que foi implantado pela família Holanda e pelo PDT que já está 26 anos comandando o Palácio de La Ravardiere.

Por isso tenho de me posicionar. Não sou covarde. Sou homem de Atitude.

Refleti muito nos últimos dias. Conversei com aliados políticos. Conversei com minha família e com minha equipe de assessores, com o povo de São Luís. Conversei com todos. Mas a minha consciência me obriga a tomar um posicionamento.

Ficar neutro ou permanecer calado seria pactuar com essa gestão fracassada de Edivaldo Holanda Júnior.

Meu compromisso é com o povo! Em nome da coerência e da alternância de poder, anuncio meu voto em favor de Eduardo Braide.

Desejo que São Luís tenha um futuro melhor pelos próximos quatro anos. Vou me manter atuante, vigilante e cobrando melhorias para o nosso povo. Continuarei em defesa da população e de São Luís.

Desejo sucesso a Eduardo Braide e se depender do meu voto, Edivaldo Holanda Júnior não será mais prefeito de São Luís a partir de 1 de janeiro de 2017.

Wellington do Curso, deputado estadual

Edivaldo avança na articulação política

edivaldo júniorEnquanto os seus adversários “batem cabeça” na articulação política, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) avança para consolidar-se como o candidato que apresentará a maior coligação para as eleições 2016.

No último fim de semana, com a entrada do PSD e do PEN na base de apoio à administração municipal, subiu para 11 o número de partidos aliados ao pedetista.

Os seus adversários, por outro lado, patinam, perdem espaço e recuam em relação ao prefeito.

A deputada federal Eliziane Gama (PPS[?]), por exemplo, silenciou nas duas últimas semanas, ao perder apoios importantes para a disputa eleitoral. Ela não poderá contar mais com o PP, do pré-candidato Wellington do Curso, e com o PSB, do senador Roberto Rocha.

Perdida na articulação política ao tentar uma alternativa partidária, Eliziane teve de retornar ao PPS. Mas, também não se posiciona sobre o tema.

No PSDB a disputa já tardia é entre o deputado federal João Castelo e o deputado estadual licenciado, Neto Evangelista, que só resolveu resgatar uma eventual pré-candidatura nas últimas semanas. Isolado por Flávio Dino, o partido estava afastado das discussões sobre a sucessão do prefeito Edivaldo. A direção estadual foi repreendida pela cúpula nacional da sigla e agora tenta recuperar o tempo perdido.

Edivaldo, no período, segue apenas colhendo frutos. Conseguiu implantar importantes projetos na administração pública, cumpriu promessas de campanha e intensificou a sua articulação política.

Deu um passo a frente.

 

Articulação em curso

Há em curso, nos bastidores partidários maranhenses, um intenso processo de articulação tendo em vista a vinculação das eleições de 2016 às de 2018, com cada liderança buscando se viabilizar em um pleito, já com vistas ao próximo.

De um lado, o governador Flávio Dino, com o PCdoB e, provavelmente, o PDT e o PT. Do outro, PSB, PPS, PSDB e, provavelmente, a Rede Sustentável. E entre os dois, o grupo capitaneado pelo PMDB, que pode reunir PV, DEM, PSD e outras pequenas legendas.

Em jogo, uma vaga de vice­prefeito em 2016, outra vaga de vice, mas em 2018, e duas vagas de candidato a senador, tudo vinculado uns aos outros. Tutor do prefeito Edivaldo Júnior (PDT), o governador Flávio Dino trabalha diretamente para reelegê­-lo, porque sabe que disto depende a tranquilidade para a montagem de sua própria chapa à reeleição, em 2018.

Por isso, tenta vincular o vice do prefeito ao seu próprio, garantindo também duas vagas de senador à mesma articulação. funciona basicamente assim: o vice de Edivaldo teria dois anos de prefeito garantido, já que Edivaldo deixaria a Prefeitura, dois anos depois de reeleito, para ser vice do próprio Flávio ­ ou candidato a senador.

E a outra candidatura de senador, teria mais tranquilidade, já que um dos potenciais candidatos já estaria contemplado com a Prefeitura. O problema vem exatamente na outra ponta do grupo que hoje gravita em torno do próprio governador.

Este grupo tem o PSDB, o PSB e a Rede, por exemplo. E estes partidos também atuam para garantir as mesmas vagas, em 2016 e 2018. E, caso não consigam, marcharão em faixa própria.

E ainda tem o grupo do PMDB, que tem lideranças poderosas, como a ex­-governadora Roseana Sarney, o ex­-candidato a governador Lobão Filho, o ex­-secretário Ricardo Murad, sem falar nos donos das duas vagas no Senado que estarão em disputa em 2018: Edison Lobão e João Alberto. Difícil, portanto, desvincular 2016 de 2018. E todos os grupos têm consciência disto.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Paulinha Lobão na mira do PMDB

Paulinha Lobão também passou a ser alvo de ataques na internet

Paulinha Lobão pode ser candidata pelo PMDB

Marco D’Eça – O assunto ainda é tratado apenas nos bastidores, mas já existe um movimento no PMDB para filiar a apresentadora de TV Paulinha Lobão.

E o objetivo é transformá-la em candidata nas eleições de 2016, provavelmente a prefeita.

Dirigentes do PMDB, como o presidente em exercício Remi Ribeiro, admitem claramente o interesse na filiação de Paulinha, que chegou a ser especulada no PRTB, mas ainda está sem partido.

Quando perguntada sobre o futuro do PMDB, a própria ex-governadora Roseana Sarney faz mistério sobre “uma candidata forte em 2016”.,

Há dois meses, num jantar com jornalistas, Paulinha Lobão admitiu o interesse em disputar as eleições de 2016. A princípio, imaginou-se uma candidatura a vereadora.

Mas o caminho pode ser outro…