Assembleia divulga nota de pesar após assassinato de delegado da PF

Nota

A Assembleia Legislativa do Maranhão externa seu mais profundo pesar pelo falecimento do delegado da Polícia Federal, David Farias Aragão, assassinado durante assalto em sua residência, neste último sábado (5), no bairro Araçagy, em São José de Ribamar.

David Farias tinha 36 anos, era casado e deixa duas filhas. Ingressou na Polícia Federal há mais de 12 anos e coordenou várias operações policiais, contribuindo intensamente nas ações de combate ao crime. Atualmente, chefiava a Delegacia de Repressão aos Crimes Fazendários no Maranhão.

O Legislativo Estadual reconhece a partida do delegado como uma grande perda para a Polícia Federal e para o Brasil. E, neste momento de dor, solidariza-se com familiares, amigos e admiradores. Que a luz divina os console e lhes dê serenidade para enfrentar esta perda imensurável e precoce.

Othelino Neto, presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão

Deputado cobra rigor nas investigações de crime contra professor

WellingtonO deputado estadual Wellington do Curso (PPS) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã desta quinta-feira (18), para cobrar do secretário de Estado da Segurança Pública, Jefferson Portela, celeridade nas investigações do crime ocorrido na noite da última quarta-feira (17), em Coroatá, contra um jovem professor de Matemática, que foi assassinado dentro de casa.

Ao relatar o fato, o parlamentar externou sua preocupação com a Segurança Pública no Estado devido aos constantes crimes que vêm acontecendo e não foram solucionados, o que, segundo ele, favorece a impunidade e estimula o aumento da violência.

“Hoje é um dia de luto para a Educação do Maranhão, especificamente na cidade de Coroatá. Ontem, por volta das 22h30min, no bairro Trizidela, localizado na cidade de Coroatá, o jovem professor, Leonel Pereira, foi atingido com um tiro no peito, após reagir a um assalto por dois suspeitos dentro de sua casa. Em defesa da vida e da justiça, solicitamos ao secretário Jefferson Portela celeridade e atenção ao caso, e que cobre do delegado de Coroatá, empenho nas investigações para que possa colocar na cadeia, o mais rápido possível, o assassino do jovem Leonel. Pedimos o empenho do secretário de Segurança Pública para averiguação e investigação dessa morte, pois, caso não ocorra, isso favorecerá a impunidade e, consequentemente, aumentará os atos de violência”, argumentou o parlamentar, ao fazer referência ao assassinato do jovem blogueiro, Ítalo Diniz, que completou três meses e ainda não foi solucionado, no município de Governador Nunes Freire.

Eliziane Gama repudia assassinato de quilombola

ElizianeA deputada federal Eliziane Gama (Rede) manifestou repúdio devido ao covarde assassinato de Francisca das Chagas Silva, de 34 anos, que foi morta com requinte de crueldade e violência sexual, no município de Miranda do Norte. A parlamentar pede providências no caso e lamenta o crescimento de crimes contra trabalhadoras rurais.

Quilombola do povoado Joaquim Maria, na zona rural do município maranhense, Francisca das Chagas Silva, foi uma das muitas Margaridas que participou da Marcha em Brasília no ano passado que teve como pauta: “Desenvolvimento Sustentável com Democracia, Justiça, Autonomia, Igualdade e Liberdade”.

Durante a Marcha das Margaridas, Francisca das Chagas participou do Grupo de Estudo Sindical (GES Mulher), e de outras ações organizadas pelo Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR), buscando soluções e também fazendo cobranças ao poder público e judiciário, justamente por causa dos crimes contra mulheres que permanecem impunes.

Eliziane Gama lamenta a morte da quilombola e reafirma que é preciso fortalecer as políticas públicas de proteção e direitos da mulher, principalmente da mulher do campo.

Ascom

Caso Fagner: perguntas sem respostas

Imagem retirada do blog do Gilberto Léda

Imagem retirada do blog do Gilberto Léda da manifestação que resultou no assassinato do jovem Fagner dos Santos por um policial militar

Editorial do Vias de Fato

Quem foi Fagner Barros dos Santos?

Por que ele foi assassinado, com um tiro na cabeça, por um Policial Militar do Maranhão?

Quem são os responsáveis por sua morte? Foi o PM que disparou a arma?

Foi quem puxou o gatilho e estourou seus miolos? Foi o oficial responsável pela operação?

Este crime tem alguma relação com a Medida Provisória 185, assinada por Flávio Dino em janeiro deste ano, logo no início do seu governo?

Alguém lembra que três organizações sociais lançaram uma nota, ainda em janeiro, dizendo que esta mesma MP seria uma “licença para matar”?

Não é o caso de se tratar disso agora, diante de nova tragédia? Não? Então não devemos mais falar disso? Devemos esquecer a nota das entidades?

Por que um adolescente foi baleado, na mesma operação que matou Fagner Barros dos Santos?

Por que houve tiros contra a manifestação que eles participavam? Por que atiraram nas casas? Nas pessoas? Cada um dos tiros foi um “caso isolado”?

Ou tudo foi mais um caso de “uso de força moderada”?

E quem é o dono do terreno em questão? São vinte hectares? Ele cumpre sua função social? Lá não existia um lixão, antes da ocupação? Por que uma liminar tão rápida? Não seria o caso de desapropriar o terreno? Não seria o caso de ser criada, no local, a Vila Fagner Barros dos Santos? Não?

As sucessivas tragédias ocorridas em Pinheiro, Vitória do Mearim, São Luís (envolvendo torturas e execuções) vão ser tratadas sempre, pelo atual governo, como “casos isolados”?

Os métodos que levaram à morte de Fagner têm relação direta com as bombas atiradas contra manifestantes, na Avenida Beira Mar, no dia 6 de agosto, próximo ao Palácio dos Leões? Não têm?

Alguém se lembra de como se deu a repressão a uma manifestação estudantil, em abril deste ano, no terminal da integração da Praia Grande?

Alguém lembra que os estudantes fizeram boletins de ocorrência, gravaram vídeos e fizeram notas criticando a violência policial e o atual governo do Maranhão?

Num estado injusto como o Maranhão, marcado pela miséria, pela grilagem e por todo tipo de especulação imobiliária, fazer ocupação de terras é crime? É isso mesmo?

São Luís não é quase toda fruto de ocupações?

O atual governo desconhece os problemas sociais profundos, que originam estas ocupações?

Tudo será desonestamente simplificado como “indústria de invasões”?

O governador Flávio Dino fez fotos com o MST, na porta do Palácio dos Leões, mas não admite manifestações sociais, passeatas, ocupações e mobilizações populares? É isso?

Será, então, que a foto com os manifestantes do MST é pura demagogia do governador? Será?

E onde fica a democracia, defendida por Flávio Dino diante da presidenta Dilma? Ela passa apenas por decisões judiciais? Passa apenas pelas liminares de despejo, suspeitas e às vezes criminosas?

É essa a democracia que devemos respeitar?

No “governo da mudança”, então, ninguém poderá fazer manifestações nas ruas e praças públicas?

E a participação popular, que dá nome a uma secretaria do atual governo?

Um inquérito policial dará conta de todas as questões envolvendo a morte de Fagner Barros dos Santos?

Daqui a alguns dias, todos nós esqueceremos Fagner Barros dos Santos? De quem devemos cobrar a sua morte?

Do governador? Do governo? Da Secretaria de Direitos Humanos? Da Secretaria de Segurança? Da PM? Do cabo? Dos que se dizem donos do terreno? De nós mesmos? Ou não devemos cobrar de ninguém? Melhor largar de mão?

Quem é Fagner Barros dos Santos? Um número a mais nas estatísticas? As mesmas estatísticas que o governo foi acusado de estar maquiando?

O martírio de Fagner (durante uma reintegração de posse!) tem alguma importância na atual conjuntura política do Maranhão, onde o governo fala em mudança?

Ele foi vítima de uma violência política, além de policial? Ou é só um “caso isolado”, esquecido daqui a poucos dias? Estamos sendo inoportunos com este tipo de pergunta?

Melhor mudar de assunto?

Independente das respostas, ou da (in) conveniência destas perguntas, temos que dizer claramente que Fagner Barros dos Santos foi um jovem, que estava junto a uma manifestação popular, negro, da chamada periferia de São Luís, que estava lutando por moradia e foi assassinado por agentes do Estado, sob o comando do governo de Flávio Dino.

Este é o fato.

E ele não é um fato isolado…

Policial mata manifestante na Vila Luizão

Imagem retirada do blog do Gilberto Léda

Imagem de confronto entre manifestantes e a PM retirada do blog do Gilberto Léda

Um cabo da Polícia Militar, identificado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) como Marcelo Monteiro dos Santos, assassinou a tiros um manifestante, na manhã de hoje, na Vila Luizão.

O policial participava de uma operação de reintegração de posse de um imóvel, situado na Rua Liberdade, naquele bairro.

Além de um morto, outros manifestantes, que protestavam pela reintegração de posse, acabaram feridos pela PM.

Em nota oficial, classificou o episódio como uma ação isolada do policial. Informa também que o militar foi preso em flagrante delito na Delegacia de Homicídios e responderá a processo. O comandante da operação, que não teve o nome revelado, também será investigado, segundo a SSP.

Foi mais um caso de truculência da polícia na nova administração. E novamente com um final trágico…

Envolvido na morte de PM é morto em troca de tiros

ricardinho-768x1024Morreu há pouco na Liberdade, após trocar tiros com a polícia, Ricardo Barros, o Ricardinho.

Ele era acusado de ter participado do assassinato covarde do tenente Gilvan Ramos, que ocorreu na madrugada de domingo no Maranhão Novo.

De acordo com testemunhas, Ricardinho foi quem deu um chute no policial militar após ele ter sido baleado.

Na foto, Ricardinho [centro] aparece com dois comparsas já presos pelo crime.

Wellington lamenta morte de policial

Wellington do Curso

Deputado estadual Wellington do Curso

Com votos de sentimentos de condolências, o deputado Wellington do Curso (PPS) apresentou moção de pesar na Assembleia Legislativa, na tarde desta segunda-feira (18), demonstrando consternação pela morte do tenente da Polícia Militar, Gilvan Roque Araújo Ramos, ocorrida neste domingo (17).

“É com pesar e profunda consternação que lamento profundamente a morte do jovem tenente da PM e meu ex-aluno, tenente Gilvan Ramos, que dedicou anos de sua vida para defender a sociedade maranhense e teve seu sonho de defender as vidas ceifado de forma covarde pela violência imperante que se alastrou no Estado. Há alguns dias comemorávamos uma conquista da classe, hoje lamentamos uma grande perda. “, afirmou.

Na ocasião, o parlamentar também encaminhou proposição ao Governo do Estado, através de indicação na forma de anteprojeto, que solicita a criação da gratificação especial por apreensão de arma de fogo e explosivos (GEAAFE) a policiais militares, civis, bombeiros e agentes de atividades penitenciárias do Maranhão, além de discorrer sobre os índices de violência no Estado.

“O Maranhão é o estado brasileiro onde mais cresce o número de mortes por armas de fogo. Só em 2012, o Maranhão registrou 1.235 óbitos por armas de fogo e está em primeiro lugar no crescimento no número de mortes de jovens por armas. O número de explosões a bancos é outro dado significativo no Maranhão, uma vez que entre janeiro e abril deste ano, 18 bancos foram explodidos com o uso de dinamites, segundo o Sindicato dos Bancários. Mediante essa preocupante situação e revigorando um dos pontos centrais de minha plataforma de atuação nesta Casa, destaco a necessidade da implementação de políticas públicas com o intuito de restringir o uso de materiais explosivos e requeiro à Mesa que encaminhe ao governo do Estado o anteprojeto que cria a gratificação por apreensão de arma de fogo e explosivos”, destacou.

Sousa Neto cobra explicações da Sejap por soltura de envolvido no homicídio do médico Luiz Alfredo

Deputado estadual Sousa Neto

Deputado estadual Sousa Neto

O deputado oposicionista Sousa Neto (PTN) lamentou hoje, na tribuna da Assembleia Legislativa, o ato de soltura de Anderson Silva Gonçalves, envolvido no covarde assassinato do médico Luiz Alfredo, que atuava como diretor do Hospital Geral, o Hospital do Câncer do Maranhão.

Neto se solidarizou à família do médico e disse ter ficado impressionado com a liberação do criminoso.

“Eu vim aqui como amigo da família, da esposa dele, Luciana, dos filhos Daniel, Lucas e Thiago, que de alguma forma, estavam com o sofrimento amenizado com a prisão daquele elemento. Mas agora ele está solto”, disse.

Neto cobrou da Sejap, um esclarecimento referente ao caso, uma vez que o Ministério Público transferiu à secretaria de Estado, a responsabilidade pela soltura do suspeito.

Anderson Silva Gonçalves, o Aranha, foi solto pelo juiz José Ribamar d’Oliveira Costa Júnior, da 2ª Vara Criminal de São Luís, referente a um outro processo o qual o criminoso responde.

Na decisão, o magistrado fez uma ressalva, apontando que Aranha somente poderia ser solto, caso ele não estivesse preso por outro motivo. O Ministério Público apontou que a Sejap não se atentou para o fato de que ele respondia por homicídio e o pôs em liberdade.

Suspeito de assassinar dois policiais no fim de semana é morto em Bacabal

vitorO homem suspeito de assassinar dois policiais militares no município de Paço do Lumiar no último fim de semana, João Vitor, morreu hoje após trocar tiros com policiais em Bacabal.

Ele havia sido abordado pela polícia, mas acabou reagindo. João Vitor disparou contra os policiais quando foi alvejado.

Outro suspeito, identificado apenas como “Boca” continua foragido.

Tragédia! diretor do Hospital Geral é morto

Luiz Alfredo foi morto na porta de sua residência

Luiz Alfredo foi morto na porta de sua residência

O dr. Luiz Alfredo Guterres, diretor do Hospital Geral foi assassinado na manhã de hoje.

Ele foi alvejado por disparo de arma de fogo na porta de sua residência, na Choama, por bandidos ainda não identificados.

Luiz Alfredo, que comandou a modernização no Hospital Geral e com competência conduziu a transformação da unidade no primeiro Hospital do Câncer do Maranhão, chegava em casa após ter recepcionado uma turma de acadêmicos de Medica no hospital, quando foi abordado pelos bandidos.

As primeiras informações, ainda extra-oficiais, apontam para uma tentativa de invasão à casa da vítima. A morte de Luiz Alfredo comoveu toda a classe médica e todo o corpo de saúde do estado. A governadora Roseana Sarney e o secretário de estado da Saúde, Ricardo Murad, estão nesse momento, na casa de Luiz Alfredo.

Profissionais da saúde e funcionários do Hospital Geral, todos consternados, também se deslocaram para o local.

O titular do blog lamenta profundamente a morte de um dos mais competentes profissionais da Medicina do Maranhão.