Depredação do Complexo da Deodoro não exclui responsabilidade de gestão pública

 A depredação do recém inaugurado Complexo da Praça Deodoro, que chamou a atenção da mídia após imagens lamentáveis circularem nas redes sociais tem dois aspectos  que precisam ser levados em consideração.

O primeiro diz respeito a falta de educação do cidadão que se propõe a depredar, depreciar e destruir o bem público.

O segundo, e não menos importante, trata-se do desleixo da própria Prefeitura de São Luís para com a preservação de uma obra tão importante e onerosa aos cofres públicos.

Afinal, porque não destacar a Guarda Municipal para fazer vigilância no local, como fazem os grandes centros do país em monumentos importantes?

É assim no Rio de Janeiro, por exemplo, em todo o entorno do Cristo Redentor e do Corcovado.

É assim também em São Paulo, em toda a região dos Arcos do Jânio. A Guarda Municipal atua e evita a depredação.

O Monumento às Bandeiras, ao lado do Parque Ibirapuera também conta com a vigilância e a segurança imposta pela Guarda Municipal.

São experiências muito bem empregadas país a fora, e que podem ser aplicadas em São Luís.

É necessário também agir em outra frente: na educação e na conscientização do cidadão ludovicense.

Não adianta o prefeito Edivaldo Holanda Júnior ir para rede social apenas lamentar o episódio.

É preciso agir, e há exemplos nacionais a se seguir. 

Imagem do Dia

Manifestantes ocupam a cobertura do Congresso Nacional (Foto: Fabiano Costa / G1)

Manifestantes ocupam a cobertura do Congresso Nacional (Foto: Fabiano Costa / G1)

Manifestantes da chamada Marcha do Vinagre entraram no espelho d’água e invadiram o Congresso Nacional na noite de hoje. O ato havia sido organizado para protestar contra os gastos da Copa das Confederações e em solidariedade às manifestações de São Paulo e Rio de Janeiro. A organização da Marcha do Vinagre disse não se responsabilizar pela ação dos manifestantes. Pode?