Duarte Júnior e a primeira lambança na Assembleia Legislativa

Previsível.

Foi assim a primeira manifestação do deputado estadual Duarte Júnior (PCdoB) na Assembleia Legislativa.

Na ocasião da primeira sessão ordinária da Casa, o ex-palhaço de TV conseguiu de uma só vez desrespeitar um dos parlamentares mais qualificados do Maranhão – o deputado César Pires (PV) -, quebrar o clima de cordialidade que pairava no Plenário durante o início das atividades do Legislativo e reforçar a antipatia até com aliados da base governista.

Midiático, mas sem conteúdo, Duarte provocou uma discussão sem pé nem cabeça com Pires, que fazia um discurso de boas vindas aos colegas.

Depois tentou se vangloriar, com vídeo recortado e mensagem em WhatsApp, com o tema: “Cheguei”.

Um selo que já demarca a irrelevância sob a qual deve ser construído o mandato do agora deputado pelos próximos 4 anos.

Wellington propõe discussão em prol de ambulantes de São Luís

Dezenas de vendedores ambulantes dos Terminais de Integração de São Luís, solicitaram ao deputado estadual Wellington do Curso (PP), para realizar, uma Audiência Pública com a Prefeitura, MOB, Ministério Público, Defensoria Pública, Consórcio Administrador dos Terminais, Sindicato dos Vendedores e a Sociedade Civil. A Audiência Pública irá acontecer às 15h, do dia 4 de maio, no Auditório Plenarinho da Assembleia Legislativa.

Na última semana, o deputado Wellington recebeu os vendedores ambulantes na Assembleia. E contaram que foram expulsos há cerca de dois meses dos Terminais. A reunião teve por objetivo ouvir as principais reclamações dos vendedores. Após ouvi-los, o deputado Wellington foi solicitado a realizar uma Audiência Pública com todos os órgãos competentes.

“Eu recebi os vendedores na Assembleia para ouvir suas demandas. Sou ex-vendedor de fruta de rua, sou ex-feirante e como ex-ambulante não poderia deixar de prestar apoio a essas famílias. É triste, é lamentável saber que todos os trabalhadores que foram despejados são pais de famílias que trabalhavam nos terminais como vendedores ambulantes. Eles só querem uma solução, como nunca tiveram, e foram expulsos, agora, querem pelo menos uma conversa com as autoridades competentes. Não cabe a mim enquanto deputado, fornecer a permissão ou concessão para que utilizem os espaços dos terminais da integração, mas quero ajudá-los, intermediar essa conversa, esse diálogo com a Prefeitura de São Luís e que entrem em comum acordo, o que não pode, é ficar como está, dezenas de pais de famílias sem ter onde trabalhar”, disse Wellington.

Uma discussão vazia na Assembleia

Marcelo Tavares tentou desmerecer Governo por obras das UPAs

Marcelo Tavares tentou desmerecer Governo por obras das UPAs

Tomou conta da sessão de hoje na Assembleia Legislativa do Maranhão, uma discussão entre deputados governistas e de oposição em relação ao Programa Saúde é Vida. Até aí tudo bem, é salutar que se discuta a saúde pública do estado, que sejam propostas melhorias e apontados os erros.

O problema é que a discussão chegou a um nível de improdutividade e desinteresse social tão grande que cheguei a ficar perplexo com a cena que acabara de testemunhar.

Em nenhum momento os nobres deputados discutiram a atenção básica de saúde que é dispensada nos municípios, ou a oferta de leitos de UTI no estado. Os parlamentares também não aprofundaram a discussão em relação a demanda de profissionais da Medicina em municípios onde a saúde pública é precária, tão pouco citaram o caos que é em todo o país, não só no Maranhão, em relação ao precário sistema de marcação de consulta adotado pelos gestores – onde a regra é aumento da fila de espera e a ineficiência da prestação do serviço.

A oposição quis discutir – vejam só -, e os deputados da base do governo embarcaram

Alexandre Almeida entrou em uma discussão desnecessária

Alexandre Almeida entrou em uma discussão desnecessária

na futilidade -, a natureza das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e dos hospitais já construídos no interior do estado.

Para a oposição, as UPAs e os demais hospitais têm de ser considerados apenas como iniciativa do Governo Federal, uma vez que foram utilizados em maior escala, recursos da União. Ignoram o fato de as unidades também terem sido construídas com recursos próprios do Governo do Estado. Pura bobagem.

Como se isso fosse realmente fazer diferença na vida da população. Pouco importa se os recursos foram em maior demanda da União com apenas contrapartida do Executivo Estadual. A discussão proposta deveria ter sido em torno do funcionamento ou não dos hospitais inaugurados. Da melhoria ou do declínio na assistência na saúde pública do Maranhão. A discussão poderia ter sido em torno da melhor qualidade de vida do povo do estado.

Querer desmerecer os investimentos na área da saúde pelo simples fato de se ter empregado recursos federais nas obras, como tentou fazer a oposição, é no mínimo insensato. Entrar nessa discussão improdutiva, sem pé nem cabeça, como fizeram os governistas, é perca de tempo. Um tempo precioso que poderia ser utilizado de forma mais inteligente.