Edivaldo e uma gestão que só maltrata a Educação

Em 2014, na gestão Edivaldo, professores municipais fizeram greve de mais de 100 dias na capital

Uma decisão do desembargador Ricardo Duailibe, publicada na tarde de ontem, determinou o fim da greve dos professores de São Luís.

A decisão tomou por base uma ação protocolada pela gestão Edivaldo Holanda Júnior (PDT) contra o Sindeducação, com alegação de desrespeito à Lei Federal 7.783/89, que dispõe sobre o direito de greve. A sustentação foi de que os professores não teriam obedecido o percentual mínimo de 30% de efetivo em atividade.

O Sindeducação já recorreu da decisão, e os professores mantêm a greve na capital.

Mas, o que exigem os profissionais da Educação?

Reajuste salarial de 7,64%, melhoria na infraestrutura das escolas e creches, melhoria na qualidade da alimentação, no transporte escolar, na segurança das escolas e quitação de perdas salariais entre os anos de 2012 – quando o prefeito foi eleito, e 2016, último ano da gestão do primeiro mandato pedetista.

E o prefeito, como se posiciona diante da situação?

Indiferente.

O prefeito não senta na mesa para dialogar com a categoria, não assegura melhorias para o setor e não cumpre as promessas das campanhas de 2012 e 2016: a valorização dos professores municipais.

A Educação de São Luís, sob o comando de Edivaldo Holanda Júnior, parou.

Em 2014, só para refrescar a memória, professores  tiveram de se acorrentar na sede da Prefeitura – Palácio La Ravardière -, para exigir recomposição salarial.[reveja aqui]

O caso, inédito, ganhou repercussão nacional, na ocasião.

No ano seguinte, Edivaldo descumpriu Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado junto à categoria e o Ministério Público (MP), mostrando o seu desprezo à Educação [relembre aqui].

Já no ano passado, nova greve [reveja].

Edivaldo tem mostrado apenas despreparo, prepotência e arrogância.

Não ouve os professores. Não moderniza ou valoriza o setor, como tanto prometeu, e prejudica toda uma geração de estudantes, que agora, estão fora das salas de aula.

Lamentável…

Jerry e a escolha do novo secretário de Saúde de São Luís

Desde a queda da ex-vereadora Helena Duailibe da Secretaria Municipal da Saúde de São Luís, muito tem se questionado nos bastidores, a escolha do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) por Lula Fylho, então secretário de Governo.

Pois bem.

A escolha, na verdade, não foi de Edivaldo. Trata-se de uma intervenção direta do secretário de Estado de Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry (PCdoB), a indicação de Fylho.

Apesar de ter saído há pelo menos dois anos da gestão de Edivaldo, Jerry mantém forte influência na administração municipal.

E definiu, ele próprio, quem seria o novo titular de uma das pastas mais importantes da gestão pedetista.

É evidente que presidente do PCdoB nega qualquer interferência na escolha, mas pessoas próximas a Jerry garantem a sua atuação para “salvar a gestão da saúde” de São Luís.

E Edivaldo assiste a tudo de longe.

Uma característica incontestável de sua gestão…

Helena Duailibe é demitida por Edivaldo

A médica e ex-vereadora Helena Duailibe (PMDB) foi demitida da Secretaria Municipal da Saúde de São Luís.

No cargo desde 2014, quando o então secretário César Félix caiu, Helena atuava como uma das principais auxiliares de Edivaldo Holanda Júnior (PDT), na Prefeitura de São Luís.

A Prefeitura, numa versão oficial, afirmou por meio de nota que Helena entregou o cargo ao prefeito.

Mas, não é verdade.

Helena caiu.

Foi demitida por manter na pasta, profissionais ligados ao ex-secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad (PMDB).

Edivaldo, por sua vez, não demitiu Helena por decisão própria. Recebeu ordens, e cumpriu.

Esse Edivaldo…

Cortes na saúde contrariam Programa de Governo de Edivaldo Júnior

O corte mensal de R$ 2 milhões no setor da Saúde de São Luís e a demissão de profissionais especializados e que atuam em hospitais de urgência, postos de saúde e unidades mistas, são medidas adotadas pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) que vão de encontro ao que ele prometeu na campanha eleitoral de 2016.

O programa de governo do pedetista, registrado na Justiça Eleitoral e disponível para consulta pública no site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão, é sustentado com propostas centrais de investimentos no setor e valorização do servidor público.

O documento, de 13 páginas e subdivido em temas centrais da administração pública, aponta para a ampliação dos programas de saúde, melhoria no atendimento, descentralização de ações e aperfeiçoamento no setor.

Pouco mais de sete meses depois da eleição, contudo, o prefeito determinou os cortes mensais de R$ 2 milhões, o que segundo o Conselho Regional de Medicina do Maranhão (CRM), pode ocasionar um colapso na saúde de São Luís.

A denúncia sobre os cortes foi feita pela Associação dos Médicos dos Socorrões (Amess). A entidade apontou para a redução na capacidade de investimentos, o que dificultará, por exemplo, o pagamento a fornecedores de materiais e o repasse de salários dos funcionários; a demissão de profissionais da Saúde – o que já começou a ser efetivado em algumas unidades, a exemplo do Posto de Saúde Amar, no Vicente Fialho -; redução no quadro de médicos nas unidades hospitalares de urgência e emergência de São Luís, sobretudo nos plantões noturnos; alteração na escala de troca de plantão dos profissionais, de 24 horas para 12 horas, o que provoca a incompatibilidade de horários para profissionais que se dividem em dois empregos, para o complemento da renda mensal; além da precarização no atendimento.

Colapso – No início da semana o presidente do CRM, Abdon Murad, apontou como crítica a situação da saúde, após a decisão da administração municipal. Ele falou que os profissionais ficaram sobrecarregados por causa do aumento da demanda e falta de investimentos no setor e lembrou que os dois hospitais de urgência e emergência do município, o Djalma Marques (Socorrão I) e o Doutor Clementino Moura (Socorrão II), já não suportam mais a demanda de pacientes.

“A Prefeitura de São Luís quer economizar dinheiro às custas da saúde e isso é um verdadeiro absurdo. Isso é prejudicial para a rede municipal de saúde, para a população e para os médicos”, enfatizou.

A secretária municipal de Saúde, Helena Duailibe, por outro lado, tentou minimizar os cortes. A O Estado, ela afirmou, na última terça-feira, que a única mudança na rede municipal com a redução no orçamento, se dará em relação aos plantões das unidades mistas e de pronto atendimento. “Todos os outros serviços continuarão sendo prestados normalmente”, disse.

Raio-X da Saúde

Promessas no Programa de Governo

– Ampliação dos programas do MS; aperfeiçoamento na marcação de consultas; apoio permanente à missão do Samu; implantação de novas unidades preventivas; humanização no atendimento e promoção da qualidade nos serviços de saúde

Decisões após a reeleição e seus impactos

– Corte mensal de R$ 2 milhões no orçamento do setor; redução de plantonistas noturnos em postos de saúde; alteração na escala de plantões de 24h para 12h; redução na capacidade de atendimento nas unidades; demissão de servidores de postos de saúde e atraso nos salários dos servidores

Reportagem de O Estado

Astro de Ogum manifesta apoio a vereadores críticos de Edivaldo Júnior

O Estado – O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Astro de Ogum (PR), manifestou apoio aos colegas de Parlamento insatisfeitos com o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

Durante a sessão de ontem, pelo menos dois vereadores cobraram um posicionamento de Astro a respeito do “descaso”, segundo eles, em sobre a postura do prefeito em relação às demandas da Casa.

Em breve comentário, Astro sugeriu não possuir compromisso político com o pedetista e assegurou total empenho em favor do Legislativo Municipal.

“A Mesa Diretora desta Casa tem se buscado entendimento em todos os setores. Agora mesmo estou vindo de resolver problemas externos da Câmara. Já disse e vou repetir: fui eleito pelos 30 vereadores e mais o meu voto. O meu compromisso, é com vocês”, disse.

A declaração de Astro reiterou a insatisfação de parte dos vereadores com o desempenho do segundo mandato do prefeito de São Luís.

Antes de o presidente da Casa se posicionar, os vereadores Estevão Aragão (PSB) e Sá Marques (PHS), por exemplo, cobraram ontem, atendimento de Edivaldo a requerimentos e projetos aprovados no Legislativo.

“Seria cômico, se não fosse trágico. O prefeito, o administrador, durante uma crise, tem de ir para a rua mostrar a cara. O prefeito vai no máximo à zona rural fazer uma entrega de um caminhão e volta fazendo festa, dizendo que cumpriu agenda extensa. Não me interpretem mal. Mas, num momento em que a cidade estava abandona, esburacada, com o teto das escolas caindo nas cabeças de professores e alunos, no momento em que a cidade não tem fiscalização e nem sinalização horizontal e vertical, vai fazer uma entrega simbólica que poderia ter sido feita pelo próprio secretário”, disse Estevão.

Sá Marques também protestou contra o prefeito, e cobrou obras de infraestrutura, recuperação asfáltica e melhorias na educação de São Luís.

Críticas – Na semana passada, o vereador Chaguinhas (PP), Cézar Bombeiro (PSD) e Marquinhos (DEM), aumentaram as críticas à gestão municipal.

Marquinhos, que até o ano passado pertencia à base de Edivaldo na Câmara, explicou que o motivo de ter mudado de posicionamento foi a falta de atenção da Prefeitura de São Luís para o setor de Educação.

Chaguinhas também cobrou do prefeito ações para a reorganização da Educação Municipal e Bombeiro cobrou respeito do Executivo à Câmara de São Luís.

Procurada por O Estado, a Prefeitura de São Luís não se manifestou sobre as declarações dos vereadores.

Escutec aponta empate: Edivaldo 45%; Eduardo Braide 45%

edivaldo-caminhadaA segunda pesquisa de intenções de votos do instituto Escutec referente ao segundo turno de São Luís, apresentou empate rigoroso entre os candidatos Edivaldo Holanda Júnior (PDT), da coligação “Pra Seguir em Frente” e Eduardo Braide, do PMN.

Edivaldo e Braide aparecem com 45% da preferência do eleitorado, cada, num cenário até então inédito na disputa eleitoral da capital.

Neste mesmo quadro, apresentado pelo instituto como estimulado – quando os nomes dos candidatos são apresentados ao eleitor -, 4% dos entrevistados afirmaram “Nenhum deles” e outros 6% não souberam ou não responderam ao item.

eduardo braide comitê 2Se considerados os votos válidos – excluídos os eleitores que dizem não saber, não responderam ou não votam em nenhum dos postulantes ao cargo de prefeito -, segundo o instituto Escutec, os candidatos também aparecem em empate, com 50% das intenções de votos, cada.

Rejeição – Na pergunta, “Se as eleições fossem hoje, e sendo estes os candidatos, em quem o(a) senhor(a) não votaria para prefeito?”, 40% dos entrevistados apontaram o nome de Edivaldo Holanda Júnior e 38% assinalaram o nome de Eduardo Braide.

Outros 5% apontaram “Nenhum deles” e 17% não souberam ou não responderam ao questionamento.

A pesquisa Escutec de intenções de votos, contratada pelo jornal O Estado do Maranhão, ouviu 1.110 eleitores com idade acima dos 16 anos, entre os dias 19 e 21 deste mês.

O levantamento, registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo MA-01476/2016, possui intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

A disputa de segundo turno da eleição municipal entre Eduardo Braide e Edivaldo Holanda Júnior ocorrerá no próximo domingo. Edivaldo busca a reeleição de seu mandato, já Braide busca a primeira experiência no comando do Executivo.

De O Estado

Edilázio cobra posicionamento de Flávio Dino sobre eleição de São Luís

edilazio-alO primeiro secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, deputado estadual Edilázio Júnior (PV), cobrou do governador Flávio Dino (PCdoB) transparência em relação ao seu posicionamento político na capital.

A cobrança diz respeito, especificamente, a quem o comunista apoia em São Luís: se trata-se de Edivaldo Holanda Júnior (PDT), candidato à reeleição pela coligação “Pra Seguir em Frente” ou de Eduardo Braide, candidato a prefeito pelo PMN.

Edilázio lembrou que apesar de o candidato a vice-prefeito do pedetista, Júlio Pinheiro (PCdoB) ter sido indicado pelo próprio Flávio Dino, ele permanece em silêncio em relação à disputa eleitoral de São Luís.

“Quem o governador Flávio Dino apoia? Quem é o candidato a prefeito apoiado pelo comunista? Essa pergunta tem sido feita por todos, não somente da classe política. Flávio Dino indicou o vice do atual prefeito, o peso de uma tonelada, diga-se de passagem, mas indicou. E mesmo assim não revela quem é o seu candidato”, disse.

O parlamentar lembrou que durante os dois primeiros anos da gestão Edivaldo Júnior, quando ainda não havia sido eleito governador, Flávio Dino se favoreceu da estrutura do Município para fortalecer o seu partido político.

“Flávio Dino indicou vários secretários e conseguiu garantir estrutura para cerca de 500 pessoas ligadas ao PCdoB na administração pública, mas agora não mostra a cara”, disse.

Edilázio afirmou que Flávio Dino havia marcado para o dia 4 deste mês, uma coletiva de imprensa para declarar qual candidato apoiaria na capital, mas recuou.

“No dia 3 de outubro, um dia após a eleição, o governador Flávio Dino afirmou à imprensa que no dia seguinte [4] iria declinar o nome do seu candidato a prefeito de São Luís. Já estamos a duas semanas do segundo turno e ele não o fez. Jamais gravou um vídeo para o seu candidato, ou fez aparição pública”.

Ele ponderou que caso Braide saia vencedor da eleição, Flávio Dino irá à imprensa nacional afirmar que o candidato é seu aliado, liderou o maior bloco governista na Assembleia Legislativa e que, portanto, ele saiu vencedor da eleição na capital.

“Eu duvido é ele ir para a imprensa nacional falar da rasteira que ele deu em Braide aqui nesta Casa, que deixou a liderança do maior bloco governista e foi para um grupo independente. Duvido que vá falar do isolamento do deputado Braide provocado por ele aqui nesta Casa”, finalizou.

Dr. Gutemberg declara apoio a Edivaldo Júnior

edivaldo-apoioO candidato Edivaldo Júnior conseguiu somar para sua campanha o apoio de mais um vereador reeleito que não esteve com ele no 1º Turno. Desta vez quem confirmou que estará com Edivaldo no 2º Turno é o vereador reeleito Dr. Gutemberg Araújo (PSDB).

O novo reforço para a campanha de Edivaldo é um dos vereadores mais experientes da Câmara Municipal de São Luís e foi reeleito com quase 5 mil votos. No 1º Turno, Dr. Gutemberg esteve apoiando a candidata Eliziane Gama (PPS) e agora estará ao lado de Edivaldo.

O vereador Dr. Gutemberg é mais um vereador reeleito e/ou eleito que no 1º Turno não estava com Edivaldo, mas que chega para somar com a candidatura do pedetista.

Do blog de Jorge Aragão

Eleitores de Wellington e Eliziane migraram para Braide, aponta Escutec

escutec-cruzamentosO Estado – A pesquisa Escutec/O Estado divulga ontem e que já aponta uma virada do candidato do PMN, deputado estadual Eduardo Braide, sobre o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), candidato à reeleição pela coligação “Pra seguir em frente”, levantou também de onde viram os votos dos dois postulantes ainda na disputa pelo cargo de prefeito de São Luís.

Antes de perguntar em quem os entrevistados votariam no 2º turno, o instituto procurou saber em quem eles votaram no dia 2 de outubro.

O resultado mostra que, mesmo sem oficialmente receber apoio dos outros três principais concorrentes na disputa – Wellington do Curso (PP), da coligação “Por amor a São Luís”; Elliziane Gama (PPS), da coligação “São Luís de verdade”; e Fábio Câmara (PMDB), da coligação “Coragem para fazer” -, o deputado Eduardo Braide tem sido o destinatário natural dos votos votos dados antes a esses candidatos.

Os dados específicos apontam que o eleitor que mais se identifica com o atual líder da corrida eleitoral é o do também deputado estadual Wellington do Curso. Segundo o Escutec, 78,79% dos eleitores do pepista declaram votar, agora, em Braide. O prefeito é o preferido para 5,05% desses eleitores.

De Eliziane Gama, o candidato do PMN fica com 60% dos eleitores e com 60,61% dos que votaram em Fábio Câmara – o atual prefeito recebe, respectivamente, 14,55% e 6,06% dos votos desses eleitores.

Já oficialmente na base de apoio a Braide, a vereadora Rose Sales (PMB) dá ao novo aliado 63,64% dos seus votos – e 27,27% a Edivaldo.

Mudança – A consulta revela, ainda, uma curiosidade: há um pequeno percentual de eleitores que afirma já haver mudado de voto em relação ao primeiro turno.

Dos entrevistados que disseram haver votado em Edivaldo Holanda Júnior no 1º turno, 5,32% admitem que votarão em Eduardo Braide no segundo. Por outro lado, 2,77% trocaram o candidato do PMN pelo pedetista.

A pesquisa Escutec, contratada pelo jornal O Estado, foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo MA-03647/2016 e ouviu 1.100 eleitores ludovicenses, nos dias 10 e 11 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais, ou para menos – o que ainda leva os dois oponentes a uma situação de empate técnico -, e o intervalo de confiança é de 95%.

Edivaldo Holanda Júnior será o entrevistado de hoje na Sabatina O Estado

Edivaldo será o entrevistado de hoje na Sabatina O Estado / Foto: Biaman Prado

Edivaldo será o entrevistado de hoje na Sabatina O Estado / Foto: Biaman Prado

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), candidato à reeleição pela coligação “Pra seguir em frente”, é o entrevistado de hoje na Sabatina O Estado. O programa, que será novamente exibido ao vivo pela internet, a partir das 10h, terá condução do editor de Política de O Estado, jornalista Marco D’Eça, e participação dos repórteres Ronaldo Rocha e Gilberto Léda.

Assim como ocorreu no 1º turno, este será o primeiro embate direto entre os candidatos, que apresentarão propostas e discutirão o futuro político da capital com os jornalistas e com eleitores, que também poderão interagir via redes sociais.

As datas e a ordem das entrevistas foram definidos em reunião com representantes do prefeito e do deputado estadual Eduardo Braide, candidato pelo PMN, na semana passada.

Pelas regras acordadas entre a direção de O Estado e os representantes dos candidatos, haverá perguntas com temas definidos em sorteio e com temas livres. Os temas a serem sorteados serão Mobilidade Urbana, Saúde, Educação, Corrupção, Serviços/Infraestrutura, Cultura/Turismo. Em comparação a primeira Sabatina de O Estado, os temas foram reduzidos. No primeiro turno haviam 12 temas para sorteio.

Formato – O formato da sabatina é de perguntas com temas específicos, a serem sorteados no momento da entrevista, e outras perguntas com temas livres.

Pelo projeto, a ideia da sabatina é de bate-papo, ou seja, perguntas sendo feitas com base nas respostas dadas pelo entrevistado. Não será igual ao sistema adotado em debates. A duração de entrevista com cada candidato será de uma hora sempre, das 10h às 11h.

Em caso de desistência ou ausência sem aviso prévio de candidato, a programação será seguida. Serão dadas as informações ao leitor e internauta da ausência do entrevistado. No dia seguinte, o próximo candidato previsto participará da sabatina sem qualquer prejuízo de mudança de data.

Transmissão – A sabatina de O Estado será transmitida em tempo real pelo site do jornal. Os internautas poderão acompanhar as respostas de cada candidato e ainda fazer perguntas que, após analisadas, serão feitas ao entrevistados pelo mediador.

Além do vídeo, os internautas poderão ter informações postadas a cada minuto no site do jornal.

MAIS

Cada candidato será sabatinado por uma hora. Além das perguntas dos jornalistas, Edivaldo Júnior e Eduardo Braide também responderão a perguntas feitas pelos leitores do jornal, que poderão enviar os questionamentos pelas redes sociais de O Estado (Instagram, Facebook e Twitter), pelo WhatsApp no número 98 99209 2564 e também pelo e-mail da editoria de Política ([email protected]). A entrevista será transmitida ao vivo pela internet. E assim como ocorreu no primeiro turno, a Sabatina ocorrerá em estúdio montado na TV Mirante.