Deputado denuncia precariedade em escola estadual situada no Maiobão

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) denunciou ao Ministério Público Estadual, a situação precária do Centro de Ensino Robson Martins, no Maiobão, e que pertence à rede estadual de ensino.

De acordo com o parlamentar, alunos de algumas turmas daquela instituição estão assistindo aulas no pátio externo, ou embaixo de árvores, em decorrência da falta de estrutura das salas de aula.

A denúncia conta com fotos, vídeos gravados na própria escola e relatos, em que alunos e professores comprovam a precariedade daquela unidade.

“Eu tenho que dar aula no pátio porque ninguém aguenta ficar na sala de aula. Lá não tem interruptor e muito menos lâmpada. Ainda disseram que reformaram. Nesses anos todos a única coisa que eles fizeram foi pintar o muro. Escola digna? Só se for de pena. Essa escola deveria era ser interditada”, desabafou o professor Ribamar.

“Nós recebemos a denuncia, visitamos a escola e o que encontramos foi uma prova de desrespeito. Salas sem condições. Quadra abandonada. Mato para todo lado. Banheiro imundo. E o que mais nos indignou: alunos assistindo às aulas ao relento em virtude da falta de infraestrutura. Encaminhamos essa denúncia ao Ministério Público e esperamos que algo seja, de fato, feito”, pontuou Wellington.

A denúncia foi oferecida à promotora de Justiça Luciane Belo, que atua na defesa da Educação.

MP ingressa com ação civil contra o Estado por obra em Paraibano

O promotor de Justiça Gustavo Pereira Silva, confirmou por meio de ofício, encaminhado ao deputado estadual Wellington do Curso (PP), a abertura de Ação Civil Pública contra o  Estado e o município de Paraibano, por causa de suspeita de malversação de dinheiro público na obra de reforma no Cnetro de Ensino Edson Lobão.

A denúncia havia sido formulada pelo deputado ao Ministério Público.

O parlamentar havia citado a situação da escola “abandonada” com 12 salas de aula totalmente destruídas e, que mesmo assim recebia a construção de uma quadra poliesportiva.

Logo em seguida, a Secretaria de Estado da Educação tentou desqualificar a denúncia, ao sugerir que a escola pertencia ao município.

O parlamentar reafirmou a denúncia e segundo ele, o MP confirmou que a unidade pertence à rede estadual.

“O nosso projeto ‘De olho nas escolas’ tem por objetivo zelar pela educação em nosso Maranhão. Recebemos essa denúncia de pais e professores. Tentaram desqualificar, mas aqui o Ministério Público já mostra que ingressou com uma Ação Civil Pública exatamente por compreender a gravidade da situação. A escola é sim do Governo, foi cedida, o que é temporário, no final de 2016 para o município e, pior ainda, não há justificativa para se construir uma quadra em um prédio abandonado. Isso, certamente, será apurado. Deixo aqui, inclusive, uma solicitação aos que tentaram desqualificar a denúncia da própria população: se posicionem quanto às outras denúncias também. Alunos e professores da Escola Robson Martins, por exemplo, lá do Maiobão, que assistem às aulas ao relento, também querem uma resposta. Esse tempo da velha perseguição política já passou. As denúncias que aqui eu trago não são minhas, mas sim da população”, disse Wellington.

Esgoto estourado incomoda alunos de escola no Monte Castelo

escolaesgoto escola 2Estudantes da Unidade Integrada (UI) Barbosa de Godóis, situada no Monte Castelo, convivem com um incômodo na via que dá acesso á unidade.

Trata-se de um esgoto estourado na Avenida Newton Belo, que além do mau cheiro, provoca o acúmulo de sujeira, mosquitos e moscas.

Um funcionário da escola entrou em contato com o blog e denunciou o descaso. Afirmou que o mau cheiro está insuportável, o que certamente pode atingir o desempenho dos estudantes.

O blog aguarda um posicionamento da Caema sobre o tema.

Informações do blog do Gilberto Léda

Wellington: “prefeito de Alcântara deveria estar preso”

Wellington levou para a tribuna fotos do barracão onde funciona escola

Wellington levou para a tribuna fotos do barracão onde funciona escola

O deputado Wellington do Curso fez duras críticas ao prefeito da cidade de Alcântara, Araken (PT), após constatar o funcionamento de uma escola municipal num barracão utilizado comercialmente para a venda de bebidas alcoolicas. O espaço leva o nome de “Chopperia do Fã Clube”.

“Isso é uma falta de respeito, um absurdo, um descaso e uma afronta à educação deste país. Senhor prefeito, você deveria estar era preso”, disse.

Wellington mostrou fotos do ambiente, onde segundo pais de alunos, sequer dispõe de água para a higiene e consumo dos estudantes. Ele afirmou que acionará o Ministério Público e a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa para que o prefeito seja responsabilizado pela falta de estrutura no setor.

O blog já tentou contato com a Prefeitura de Alcânatara e aguarda por uma manifestação do prefeito.

Sindicato dos professores aponta caso de saúde pública em escola de SL

Parte do muro da escola caiu, o que afeta a segurança no local

Parte do muro da escola caiu, o que afeta a segurança no local / Fotos do SindEducação

A presidente do Sindeducação, professora Elisabeth Castelo Branco, visitou, na manhã de ontem, a UEB Hortência Pinho – situada no bairro Coqueiro -, e seu anexo na Vila Samara. “É caso de vigilância sanitária o estado do anexo”, declarou a presidente, referindo-se à infestação por pombos no local.

O anexo que funciona em um prédio cedido pelo Governo do Estado (UEB Fernão de Magalhães) está com suas atividades suspensas desde o dia 5 de janeiro. A paralisação é uma medida necessária para assegurar a proteção à saúde da comunidade escolar que estaria exposta a uma quantidade nociva de fezes de pombos, caso as aulas estivessem em andamento.

20150309_113752De acordo com o Ministério da Saúde, o contato com essas aves pode causar várias doenças graves que podem levar à morte ou deixar sequelas. Entre as principais doenças, destacam-se a salmonelose, histoplasmose, ornitose e até meningite.

“Pretendemos voltar aqui acompanhados da Vigilância Sanitária. O caso nesta escola já ultrapassa os limites de tolerância da categoria. O Sindeducação apoia a paralisação dos professores e vai recorrer às demais esferas públicas para assegurar a saúde dos professores e alunos”, destacou a presidente do Sindeducação, que manifestou ainda o interesse em voltar à escola acompanhada do secretário de educação, Geraldo Castro, e do promotor de justiça Paulo Avelar.

20150309_113827A escola atende a cerca de 470 alunos, com três salas destinadas à educação infantil. “Termos crianças em idade de creche submetidas à essa situação é uma verdadeira tragédia”, avaliou Elisabeth Castelo Branco.

Apesar da explícita situação de risco, funcionários da unidade afirmaram que a superintendente da educação básica da Semed, Ana Célia Lopes, esteve no local e avaliou o estado da escola como “bom”.

A situação também é grave na unidade pólo da UEB Hortência Pinho, onde as manutenções preventivas e corretivas da Semed já deveriam ter sido iniciadas, porém, nem a queda do muro, há três semanas, foi argumento suficiente para que a equipe da Secretaria iniciasse os trabalhos.

Ascom Sindeducação

Um ano após anúncio, creche nunca foi construída na Cidade Operária

Pedra fundamental de obras foi lançada no dia 8 de fevereiro na unidade 105 da Cidade Operária

Pedra fundamental de obra foi lançada no dia 8 de fevereiro de 2014 na 105 da Cidade Operária

Completou um ano no último domingo, a obra que teria por objetivo a construção de uma creche na unidade 105 do bairro Cidade Operária, próximo a escola Mata Roma e à associação de moradores da comunidade.

Edivaldo Holanda Júnior (PTC) lançou a pedra fundamental do empreendimento no dia 8 de fevereiro de 2014, com grande festa e anunciou ali a primeira, de um total de 19 creches do Programa Brasil Carinhoso, por meio de uma parceria com o Governo Federal. Outras 10 escolas e quadras poliesportivas também seriam construídas desde então. Mas, nada disso foi cumprido.

Depois de um ano, obra está abandonada / foto: Paulo Soares

Depois de um ano, obra está abandonada / foto: Paulo Soares

Depois da solenidade do dia 8 de fevereiro de 2014, máquinas iniciaram um trabalho de terraplenagem no local, que antes abrigava um campo de futebol amador. Já no mês de junhho, não existiam mais serviços. A placa que indicava valores e prazos da obra foi retirada do local, e a Prefeitura de São Luís não mais falou sobre o tema.

Após um ano, a comunidade ainda aguarda por uma resposta do Executivo. Isso porque enquanto faltam creches, a previsão de conselheiros tutelares é de que pelo menos 2 mil crianças devam ficar fora da sala de aula em 2015 por falta de ofertas de vagas pelo Município.

Um problema que só aumenta. E o governo municipal do “novo e da mudança” nada faz para resolver…