Saída de Eduardo Braide pode ter sido um erro fatal para a oposição

Jorge Aragão – É claro que ainda existe muito tempo, faltam 17 dias para as eleições e muita coisa ainda pode acontecer, mas se for confirmada a reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB), no 1º Turno, fatalmente a saída de Eduardo Braide (PMN) da disputa majoritária terá sido essencial para isso.

Política é muito cíclica, mas política também é momento. As eleições do Maranhão precisavam de uma terceira via, mas não qualquer terceira via, mas uma terceira via realmente viável e com chances reais de disputar o Governo do Maranhão.

O momento, indubitavelmente, era de Eduardo Braide. O deputado estadual, que agora busca uma vaga na Câmara Federal, saiu da disputa pela Prefeitura de São Luís, em 2016, infinitamente maior do que entrou e somado a isso a sua postura oposicionista na Assembleia Legislativa, naturalmente o fizeram pré-candidato ao Governo do Maranhão.

Só que faltou união e principalmente diálogo para a Oposição no Maranhão. Roseana Sarney, Roberto Rocha e Maura Jorge, tinham e tem um desejo em comum: tirar do Palácio dos Leões o comunista Flávio Dino.

A maioria dos analistas políticos afirmavam à época que a presença de Eduardo Braide na disputa seria a certeza de um Segundo Turno e todos, sem exceção, só acreditavam na derrota de Dino num eventual Segundo Turno.

Só que apesar de tudo isso, jamais houve qualquer diálogo entre os oposicionistas, apesar de terem basicamente o mesmo objetivo. Diálogo esse defendido aqui no Blog do Jorge Aragão, por diversas vezes, pelo analista político e ex-deputado Joaquim Haickel.

Ora, se todos querem a derrocada de Flávio Dino, se a derrocada do comunista passava por um eventual Segundo Turno e se a candidatura de Eduardo Braide era sinônimo desse Segundo Turno, porque não fomentaram tal candidatura?

Faltando 17 dias para a eleição, esse prognóstico vai se confirmando, pois com a saída de Braide, restou a Oposição uma estratégia extremamente arriscada: torcer para um crescimento das candidaturas de Maura Jorge e Roberto Rocha. Só que os dois, mesmo juntos, não conseguem alcançar dois dígitos e a eleição pode sim ser finalizada no dia 07 de outubro.

É claro que a eleição ainda não está definida e mesmo sem Braide pode chegar ao Segundo Turno, mas que a desarticulação facilitou a caminhada de Flávio Dino em busca da reeleição, isso ninguém tem dúvida, nem antes e muito menos agora.

É aguardar e conferir, afinal faltam somente 17 dias.

Flávio Dino nega promessa sobre combate à pobreza no MA

O governador Flávio Dino (PCdoB), candidato à reeleição pela coligação “Todos pelo Maranhão” não falou a verdade aos jornalistas Sidney Pereira e Ana Guimarães, durante a entrevista concedida ao JMTV 1ª edição, da TV Mirante, quando foi confrontado sobre a promessa de campanha de tirar municípios da extrema pobreza no Maranhão.

No início da entrevista, Sidney Pereira sobre a promessa de retirar os municípios maranhenses do “rol dos municípios mais pobres do Brasil”.

“Como explicar que o senhor tenha falhado exatamente nessa proposta, que foi aquela que mais despertou esperança nos maranhenses?”, questionou Sidney, sobre a promessa feita logo após ter assumido mandato em 2015.

“Eu não prometi esse absurdo, que seria obviamente algo inviável, algo inalcançável”, respondeu Dino.

Ocorre que Flávio Dino prometeu sim.

No dia 1º de janeiro de 2015, da sacada do Palácio dos Leões, logo após assumir o cargo de chefe do Executivo, Flávio Dino afirmou para milhares de pessoas que acompanhavam o ato:

“O que nós queremos é que ao fim do governo não tenha nenhuma cidade maranhense no rol das 100 piores do Brasil”.

Portanto, basta comparar o que falou ontem e o que afirma hoje, o governador do Maranhão…

Abaixo, o discurso de posse de Flávio Dino, na sacada do Palácio dos Leões, onde ele trata do tema [a partir dos 16 minutos].

IPVA: Roseana promete devolver veículos apreendidos

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB), candidata da coligação “Coragem Para Fazer Mais”, anunciou ontem em seu programa político veiculado no Horário Eleitoral Gratuito, a devolução dos veículos apreendidos na atual gestão e que ainda não foram leiloados pela Vip Leilões.

Roseana classificou o ato de apreensão dos veículos de “perseguição” imposta pelo governador Flávio Dino (PCdoB), o seu adversário na disputa política.

“Eu queria tranquilizar os maranhenses que tiveram seus carros e motos apreendidos por esse governo. Eleita governadora, eu vou dar um ponto final nesse absurdo: vou devolver todos os veículos que ainda não foram leiloados”, declarou.

A emedebista também afirmou que os débitos de IPVA poderão ser negociados e parcelados em até 8 vezes.

“O nome de ninguém vai para o Serasa enquanto a dívida não for renegociada. Isso é respeito com o cidadão.Chega de perseguição e perversidade com o povo”, disse Roseana no programa.

Escutec aponta disputa acirrada entre Flávio Dino e Roseana

A primeira pesquisa de intenções de votos Escutec/O Estado para análise de cenário das eleições 2018, mostrou disputa polarizada e cenário de provável segundo turno entre os candidatos Flávio Dino (PCdoB), da coligação “Todos pelo Maranhão” e Roseana Sarney (MDB), da coligação “O Maranhão quer Mais”.

No cenário estimulado do levantamento, registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo MA-07603/2018, Flávio Dino aparece na liderança com 42% das intenções de votos. Roseana aparece em seguida, com 36% da preferência do eleitorado e apenas 6 pontos percentuais de desvantagem, sem levar em consideração a margem de erro, de 2 pontos para mais ou para menos.

O senador Roberto Rocha (PSDB), candidato da coligação “Coragem e União para fazer o Maranhão melhor” tem 6% das intenções de votos e Maura Jorge (PSL), da coligação “Renovação de Verdade” é a quarta colocada na pesquisa com 5% das intenções de votos.

Ramon Zapata, do PSTU aparece no levantamento com 1% da preferência do eleitorado e Odívio Neto (PSOL), da coligação “Vamos sem medo de mudar o Maranhão” com 0%.

Outros 6% dos entrevistados afirmaram não votar em nenhum dos candidatos apresentados e 4% não souberam ou não responderam aos questionários.

Espontâneo – No cenário espontâneo, que é desenhado quando não há apresentação de nomes de candidatos ao eleitorado, Flávio Dino aparece com 23%. Roseana é a segunda colocada, com 16% da preferência do eleitorado, seguida por Roberto Rocha, com 1% e Maura Jorge, com 1%. Ramon Zapata e Odívio Neto não pontuaram e ficaram com 0%, cada.

O eleitorado que afirmou não votar em nenhum candidato ao Governo foi de 1%. Não souberam ou não responderam, outros 58%.

A pesquisa Escutec/O Estado também analisou a rejeição dos candidatos ao Governo do Maranhão. Roseana aparece com 34%. Flávio Dino tem rejeição de 29%. Roberto Rocha aparece com 14%, seguido por Ramon Zapata, 5%; Maura Jorge, 4% e Odívio Neto, 2%. Apontaram nenhum deles, 3% e não souberam ou não responderam, 9%.

Saiba Mais

A pesquisa de intenções de votos Escutec/O Estado [ MA-07603/2018] foi realizada entre os dias 25 e 28 de agosto e ouviu 2 mil eleitores em mais de 80 municípios. O levantamento tem filtragem de 100% dos questionários aplicados e possui intervalo de confiança de 95%. A margem de erro máxima é de 2.19% para mais ou para menos.

De O Estado

Arquivado pedido de afastamento do procurador Juraci Guimarães

O corregedor nacional do Ministério Público, Orlando Rochadel Moreira, optou pelo arquivamento de pedido feito em julho deste ano pelo MDB de afastamento do procurador federal Juraci Guimarães Júnior.

O corregedor argumentou “inexistência de infração disciplinar ou ilícito penal”.

Na manifestação, o corregedor decidiu acolher integralmente o pronunciamento do Membro Auxiliar da Corregedoria Nacional. Para o MDB, o fato de a esposa do procurador estar no primeiro escalão do governo desde o início da atual gestão “ratificaria a relação de proximidade, pelo menos em sentido funcional, existente entre si [Juraci Guimarães] e a pessoa do atual Governador do Estado”.

O partido alegava falta de impessoalidade na atuação do representante da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) no Maranhão por suposta ligação com o governo Flávio Dino (PCdoB), que concorrerá à reeleição neste ano (relembre aqui)

Segundo o pedido de providências, a esposa de Juraci Guimarães, Lilian Régia Guimarães, é a atual secretária de Estado da Gestão e Previdência da administração comunista.

Com informações de Gilberto Léda

O desrespeito às decisões judiciais

*Deboche comunista

Imagem meramente ilustrativa do Pleno do TRE-MA

É certo dizer que a postura do Tribunal Regional Eleitoral e da Procuradoria Regional Eleitoral tem sido correta nestas eleições maranhenses, com decisões técnicas e fundamentadas no entendimento legal e na interpretação das leis, punindo, em mesma escala, qualquer ator envolvido no processo.

Essa postura já garantiu, por exemplo, várias condenações ao governador Flávio Dino (PCdoB) – inclusive a decretação, em primeira instância, de sua inelegibilidade por oito anos, por decisão da juíza Anelise Reginato – e aos seus principais aliados, como o vice-governador Carlos Brandão (PRB).

Mas é certo também que a onipotência almejada por Flávio Dino durante os quatro anos do seu mandato – que se traduziu no autoritarismo como exerceu o poder contra adversários, contra a imprensa e contra os próprios órgãos de controle – se elevou à enésima potência neste processo eleitoral.

Flávio Dino simplesmente dá de ombros às decisões judiciais contra ele, ignora solenemente as recomendações estabelecidas nas sentenças e debocha do posicionamento de juízes e desembargadores que compõem o Pleno do Tribunal de Justiça.

A postura do governador do estado já foi fruto de diversos comunicados de adversários e até de posicionamentos orais na tribuna do TRE, mas o comunista continua a ignorar os desígnios da Justiça. Condenado ontem mais uma vez, e multado em mais de R$ 5 mil por conduta vedada, ao utilizar redes sociais do governo em proveito pessoal, Dino continuava, mesmo após a decisão, a extrapolar os seus limites legais. Até quando continuará o deboche comunista?

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Coligação de Roseana classifica de patética a ação de Rubens Júnior

A coligação “O Maranhão quer Mais”, da candidata ao Governo Roseana Sarney (MDB) classificou de patética a notícia de inelegibilidade criada pelo deputado federal Rubens Júnior (PCdoB) contra a emedebista.

Rubens protocolou a ação na Procuradoria Regional Eleitoral do Maranhão com a sustentação de que Roseana não teria se afastado de supostos cargos de administração das empresas do Grupo Mirante.

Na nota, a coligação rebateu forte a ação do comunista. Afirmou que a ação é na verdade uma tentativa de nivelar Roseana ao candidato Flávio Dino, declarado inelegível pela juíza Anelise Nogueira Reginato, e citou a inelegibilidade dos pais do deputado do PCdoB.

“O advogado e deputado Rubens Júnior tem intimidade com o instituto da INELEGIBILIDADE. É filho de políticos com problemas insanáveis nessa matéria, por práticas que nem de longe se atribuem a Roseana, verdadeira depositária das esperanças do povo maranhense”, disse.

Abaixo a nota da coligação “Maranhão quer Mais”.

NOTA DA COLIGAÇÃO O MARANHÃO QUER MAIS

Maranhenses,

É patética a “argumentação jurídica” do advogado Rubens Júnior para propor a impugnação de Roseana como candidata ao governo do Maranhão.

Sabíamos que eles estavam pressionados para produzir alguma coisa do gênero, numa tentativa desesperada de nivelar nossa candidata ao candidato sub judice Flávio Dino, flagrado, COM IMAGENS, quando chantageava o eleitorado de Coroatá para votar em um candidato seu, deformando um resultado eleitoral.

Flávio Dino está condenado.

Roseana foi vencedora em todas as suas eleições como sócia cotista do Sistema Mirante, mas ao contrário do que ele diz na peça oferecida ao Tribunal Regional Eleitoral, Roseana jamais exerceu cargo de direção da empresa. Portanto, ela não teria que renunciar ao que ela não é.

O advogado e deputado Rubens Júnior tem intimidade com o instituto da INELEGIBILIDADE. É filho de políticos com problemas insanáveis nessa matéria, por práticas que nem de longe se atribuem a Roseana, verdadeira depositária das esperanças do povo maranhense.

Coligação “O Maranhão quer Mais”

Flávio Dino tem candidatura impugnada na Justiça Eleitoral

O deputado estadual Edilázio Júnior, candidato a deputado federal pelo PSD formalizou sábado, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão, uma ação de impugnação contra o registro de candidatura do governador Flávio Dino (PCdoB).

Ele apontou vício formal na convenção que homologou a chapa de Dino.

De acordo com a denúncia, o PCdoB incorreu em irregularidade o então procurador-geral do Estado, Rodrigo Maia, como representante da coligação, quando ele ainda ocupava o posto de titular da Procuradoria.

A convenção do PCdoB foi realizada no dia 28 de julho. Segundo a ação, Maia só foi exonerado do Governo três dias depois, em ato válido a partir do dia 1º de agosto – o caso foi revelado no meio da semana, em ação popular protocolada pelo advogado Thales de Andrade.

Edilázio apontou que por conta da irregularidade, o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (Drap), documento sem o qual não se pode registrar uma candidatura, está “eivado de vício formal”.

“Ao ler a ata da convenção partidária que fixou a coligação informada no Drap, percebemos que o representante escolhido não possui condições legais para exercer tal função, tendo em vista que era Procurador-Geral do Estado no dia da convenção, conforme publicação do Diário Oficial do Estado e sendo nomeado dias após para outro cargo de direção no governo estadual. Com efeito, o Procurador-Geral do Estado, por impedimento legal, não pode exercer a função equivalente ao de presidente partidário, muito menos participar de convenção e presidir coligação de partidos em clara conduta vedada”, alega o parlamentar.

A ação terá agora de ser analisada pelo Pleno do TRE.

Outro lado

Lideranças do PCdoB sustentam que apesar de exonerado da PGE no dia 31 de julho, Rodrigo Maia só teria começado a responder pela coligação de Flávio Dino no dia 9 de agosto. Essa será a defesa levada pela sigla ao tribunal.

Flávio Dino inicia campanha com ato político em Raposa

Milhares de pessoas acompanharam o governador Flávio Dino na caminhada que abriu a campanha nas ruas pela reeleição, na noite desta quinta-feira (16), na Raposa. As bandeiras, camisetas e adereços foram usadas nas ruas com o número 65, que é o de Flávio nas urnas.

O ato foi embalado pelo Passinho do 65, o hit que tomou conta da campanha vitoriosa de 2014. Os candidatos ao Senado Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS) também participaram do evento.

Flávio Dino foi recebido e conversou com os maranhenses, que explicaram as razões de votar novamente nele para governador. “Voto nele para fazer a continuação do belo trabalho que ele está fazendo. Por isso é Flávio Dino de novo”, disse Francineide Santos, uma das mais empolgadas.

Ao falar para os milhares de pessoas presentes, Flávio pediu que “todo o povo do Maranhão ouça a nossa voz neste momento, como uma voz de esperança e uma voz de gratidão”.

“É 65: este é o número dos que querem que o Maranhão ande pra frente. Que Deus acompanhe a nossa campanha até a vitória no dia 7 de outubro”, acrescentou.

Ao falar sobre os avanços vividos pelo Maranhão desde 2015, Flávio ressaltou que tudo foi feito apesar da grave crise nacional. “Peguei um tempo difícil, mas não me queixo, porque Deus dá a carga de acordo com a nossa capacidade de levar adiante. Ele sabia o que fazia, porque me deu essa conjuntura difícil para dizer ao povo hoje que quem navegou na tempestade e sobreviveu está apto a navegar em mares calmos e fazer mais em favor da população.”

Assessoria de campanha de Flávio Dino

Roberto Rocha aciona o CNJ contra ataques à juíza que declarou inelegibilidade de Flávio Dino

O senador Roberto Rocha protocolou ontem, ofícios para a Procuradora Geral da República e Presidente do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), Raquel Dodge e à Presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ministra Carmem Lúcia, solicitando-lhes o acompanhamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral, além da averiguação da atuação da Promotora de Justiça Aline Silva Albuquerque, titular da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Codó, por atos que possam ir de encontro às diretrizes previstas em lei para os membros do Ministério Público.

Em parecer emitido no dia 17 de julho deste ano, a promotora se posicionou pela improcedência do pedido e solicitou o arquivamento da ação, que teve sentença proferida pela juíza Anelise Nogueira Reginato, da 8ª Zona Eleitoral de Coroatá, na qual a magistrada cassou os mandatos de Luís Mendes Ferreira Filho e Domingos Alberto Alves de Sousa, prefeito e vice-prefeito do município, respectivamente; e imputou inelegibilidade, por um período de oito anos, ao governador Flávio Dino e ao ex-secretário estadual de Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry, ambos do PC do B.

No ofício dirigido à ministra Carmen Lúcia, Roberto Rocha solicitou do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que sejam tomadas providências, visando garantir à magistrada Anelise Nogueira Reginato e aos demais juízes que porventura vierem a oficiar na ação judicial eleitoral, a independência na atuação de suas atividades, bem como que sejam identificados pela Polícia Federal, por meio de abertura de inquérito, todos os detratores da juíza Anelise. “Pretendi acionar o CNJ para assegurar a plena autonomia e independência da magistrada e de todos os juízes que venham a atuar nessa ação, para garantir o pleno exercício de suas funções, de acordo com o regime democrático, como bem previsto em lei”, disse Roberto Rocha.

O senador maranhense disse ainda ser inadmissível que, diante do exercício de suas funções, tenha a juíza Anelise Nogueira Reginato sido alvo de acusações e ataques pessoais proferidos de forma anônima, materializados por meio de publicações em redes sociais, além de comentários e entrevistas de várias autoridades na tentativa de desqualificá-la e intimidá-la. “Se qualquer pessoa que procura a Justiça, não estiver satisfeita com uma eventual decisão judicial que lhe foi desfavorável, tem todo o direito de recorrer, mas, não de tentar desqualificar uma autoridade do Poder Judiciário”, afirmou.