Clubes não vão receber R$ 1,8 milhão anunciados pelo Governo

O deputado estadual Sérgio Frota (PSDB), presidente do Sampaio Corrêa, desmascarou o Governo Flávio Dino (PCdoB) na manhã de hoje, na Assembleia Legislativa.

Ao utilizar a tribuna da Casa – para elogiar a iniciativa do Poder Executivo -, o tucano revelou que os clubes de futebol do estado não receberão R$ 1,8 milhão, como vem anunciando o Governo.

Os times receberão, na verdade, apenas R$ 900 mil, para ratear entre si. O restante  ficou com a Federação Maranhense de Futebol e com a TV Difusora, que vai transmitir as partidas.

Portanto, mais uma mentira desmontada…

Sampaio, Moto e MAC são blindados e não poderão mais cair no Maranhense

Em 2012 o Moto Clube fez campanha medíocre e caiu para a série B do Maranhense. Agora não pode...

Em 2012 o Moto Clube fez campanha medíocre e caiu para a série B do Maranhense. Agora não pode…

Quando a gente pensa que já viu de tudo no futebol local, a Federação Maranhense de Futebol (FMF) aparece com uma novidade daquelas, que até quem não gosta de esporte julga imoral.

Pois bem. A FMF conseguiu encontrar uma forma de evitar rebaixamentos futuros das três principais equipes da capital: Sampaio Corrêa, Moto Club e Maranhão Atlético.

A entidade simplesmente criou um ranking dos times profissionais do estado, que leva em consideração todos os campeonatos já realizados por ela mesmo, e determinou, vejam só, que os três primeiros classificados neste mesmo ranking, não poderão cair, em hipótese algum, para a segundo divisão do Maranhense.

Sampaio Corrêa é o maior campeão com 31 títulos. Moto – rebaixado duas vezes nos últimos 5 anos, tem 24 títulos e o MAC tem 14. Ou seja, mesmo que percam todos os jogos do campeonato realizado no próximo ano e amrguem a última colocação, estarão livres do rebaixamento. Nada mais imoral.

Até onde se sabe, é uma medida inédita no futebol brasileiro. E se houver outra semelhante no país, sem dúvida alguma parte de um campeonato igualmente falido como o Maranhense.

A federação acaba de intervir e impedir justamente a competitividade nivelada na competição. Agiu para blindar os três maiores campeões do estado e deixou à própria sorte os times do interior, como Bacabal e Imperatriz, por exemplo, que conseguem até levar mais torcedores ao estádio em competições oficiais.

A FMF acaba de dar um passo atrás. Retrocedeu e sem dúvida alguma colocou o Maranhão em mais uma situação constrangedora no cenário nacional. Se tentou com essa medida impedir a falência do futebol maranhense, não conseguiu. Criou apenas mais antipatia e despertou a insatisfação do desportista.

Definitivamente, não existe…

FMF é roubada; Américo acredita que houve conivência de funcionário

Américo acredita que houve participação de funcionários em roubo

Américo acredita que houve participação de funcionários em roubo

O presidente da Federação Maranhense de Futebol (FMF), Antonio Américo, acredita que o roubo na tarde de hoje à federação, contou com o suporte e informações precisas de alguém que trabalha na entidade. Quatro ladrões armados roubaram mais de R$ 80 mil da sede, localizada no Palácio dos Esportes, na Rua do Alecrim, no Centro.

Do valor total roubado, R$ 22 mil era referente a inscrição de clubes no campeonato Maranhense; R$ 37 mil separados para depósitos judiciais e outros R$ 22 mil de cotas de jogos do estadual. Os bandidos também levaram 20 borderôs [documento contábil onde são relacionados os cheques pré-datados e/ou duplicatas que foram negociados com a empresa] 3 celulares e um notebook da tesouraria.

Os bandidos utilizaram duas motos para fuga e durante a ação renderam o vigilante da entidade. Américo disse à imprensa que acredita que informações tenham partido de dentro da federação, uma vez que os bandidos sabiam onde e de que forma estava guardado o dinheiro.

Apesar do prejuízo financeiro, Américo afirmou que as competições oficiais organizadas pela FMF não serão afetadas.

Alberto Ferreira é afastado da FMF

Do Imirante – A Justiça afastou liminarmente o presidente Alberto Ferreira e os quatro vices da Federação Maranhense de Futebol. O interventor será o presidente do TJD, Antônio Américo Lobato Gonçalves. A intervenção terá a duração de 6 (seis) meses.

O juiz Josemar Lopes Santos também determinou a busca e apreensão de todos os objetos, documentos, papéis de qualquer natureza, livros comerciais, computadores e arquivos magnéticos relacionados aos fatos narrados na petição inicial, cuja diligência deverá ser realizada na sede da Federação Maranhense de Futebol, bem como na residência dos Srs. Carlos Alberto Ferreira, Emanuel de Jesus dos Santos Sousa (tesoureiro) e Josafá Lopes do Nascimento (contador) e Jorge Ferreira (irmão do presidente da FMF Alberto Ferreira e secretário da FMF).

Veja a decisão da Justiça:

[…] ISSO POSTO e, por tudo mais que dos autos consta, DEFIRO A LIMINAR inaudita altera partes, nos termos da inicial contra a FEDERAÇÃO MARANHENSE DE FUTEBOL e CARLOS ALBERTO FERREIRA e, em consequência, AFASTO CAUTELARMENTE a Diretoria da Federação Maranhense de Futebol e NOMEIO INTERVENTOR o Presidente do Tribunal da Justiça Desportiva do Estado do Maranhão, Dr. ANTONIO AMÉRICO LOBATO GONÇALVES, advogado, com endereço conhecido da Secretaria da Vara, para assumir a Administração da Federação Maranhense de Futebol (FMF), mediante compromisso perante este Juízo, de fielmente desempenhar suas funções. A intervenção terá a duração de 06 (seis) meses, devendo o interventor adotar todas as providências que tenham por objetivo sanar a administração da entidade, com a incumbência precípua de convocar eleições para preencher os quadros da Administração da FMF, a se realizarem após a conclusão das atividades esportivas em andamento. AINDA LIMINARMENTE, determino a busca e apreensão de todos os objetos, documentos, papéis de qualquer natureza, livros comerciais, computadores e arquivos magnéticos relacionados aos fatos narrados na petição inicial, cuja diligência deverá ser realizada na sede da Federação Maranhense de Futebol, bem como na residência dos Srs. Carlos Alberto Ferreira, Emanuel de Jesus dos Santos Sousa e Josafá Lopes do Nascimento e Jorge Ferreira, nos endereços mencionados na inicial, inclusive com arrombamento de portas, móveis e cofres, em caso de resistência de quem quer que seja (CPC, arts. 838 e 842), com auxílio da força policial, se necessário, expedindo-se, para tanto, o competente mandado. Citem-se os demandados, para, querendo, contestarem a presente ação, sob pena de revelia, advertências dos arts. 285 e 319 do Código de Processo Civil, expedindo-se o respectivo mandado. Desta decisão, dê-se ciência ao Ministério Público, à Confederação Brasileira de Desportos e às Secretarias Estadual e Municipal de Desporto e Lazer. INTIMAÇÕES DE LEI. CUMPRA-SE. São Luís, 23 de setembro de 2011. Josemar Lopes Santos Juiz de Direito Resp: 108126

 

E agora? Alberto Ferreira tem Habeas corpus negado

Do blog de Zeca Soares

 O desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos negou o Habeas Corpus Preventivo ao presidente da Federação Maranhense de Futebol, Alberto Ferreira. O presidente da FMF teme ser preso por conta do Inquérito Civil Público aberto pelo Ministério Público para investigar indícios de irregularidades na Federação Maranhense de Futebol.

O presidente da Federação Maranhense de Futebol, Alberto Ferreira não tentava apenas um Habeas Corpus Preventivo, mas parar com a investigação iniciada no mês passado pelo Ministério Público. O desembargador entendeu que o instrumento solicitado não era o adequeado e que existe toal legitimidade por parte do Ministério Público ao promover tal investigação, independentemente da instuição ser pública ou privada.

O desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos concedia entrevista à Rádio Mirante AM e garantia que a sua decisão seria tomada até às 11h, mas por volta das 9h15min, o jornalista Roberto Fernandes já divulgava a decisão que estava publicada no site do Tribunal de Justiça. Ao ser informado que a sua decisão já estava disponibilizada no site do TJ-MA, o desembargador se mostrou surpreso.

Em sua decisão, o desembargador destaca que já existe jurisprudência sobre o assunto. Segundo o desembargador, “a requisição de informações e documentos para a instrução de procedimentos administrativos da competência do Ministério Público, nos termos do art. 129 da Constituição Federal de 1988, é prerrogativa constitucional dessa instituição”.

 

I – A Lei nº 8.625/93 confere ao Ministério Público autorização para a requisição de informações a entidades públicas ou privadas visando à instauração de procedimentos judiciais ou administrativos.

II – O Parquet ao requisitar os documentos inerentes à transferência do controle acionário da empresa de telefonia celular OI, com assunção de dívidas na ordem de R$ 4.760.000.000,00 (quatro bilhões, setecentos e sessenta milhões de reais) por apenas R$ 1,00 (um real), está na sua função de investigar a legalidade de operação de tal vulto.

III – O artigo 155, § 1º, da Lei das Sociedades Anônimas, ao apontar como sigilosas as informações que ainda não tenham sido divulgadas para o mercado, não dirigiu esse sigilo ao Ministério Público, não havendo superposição da norma em relação à Lei nº 8.625/93.

IV – Não existindo lei que imponha sigilo em relação aos dados em tela, prevalece a determinação legal que autoriza o Ministério Público a requisitar tais informações.