Servidores do Hospital Carlos Macieira seguem sem salários…

Servidores do Hospital Carlos Macieira [técnicos e auxiliares em Enfermagem] marcaram para amanhã uma assembleia geral da categoria.

No ato, os profissionais vão agendar uma manifestação pública de protesto contra o Governo do Estado, por causa do calote do Instituto Gerir, que ainda não pagou os salário.

No Hospital de Traumatologia servidores contratados pela mesma instituição, reclamam que não estão recebendo os salários regulamentados em edital [reveja aqui].

A crise na Saúde também envolve a BioSaúde.

A Justiça chegou a bloquear mais de R$ 39 milhões da instituição para o pagamento de servidores.

Quando foi eleito, o governador Flávio Dino prometeu valorização do servidor público.

Mas…

Flávio Dino tenta pegar carona em obra do Governo Federal

Hildo Rocha conseguiu articular emenda impositiva da bancada maranhense para a obra de duplicação da BR-135

O governador Flávio Dino (PCdoB) vai tentar amanhã, pegar carona no ato de inauguração da obra de duplicação da BR-135.

A obra é do Governo Federal, e foi concluída na gestão do presidente Michel Temer (MDB), a quem o governador classifica de “golpista”.

Dino convidou aliados para participar do ato e deve levar uma “caravana” de deputados estaduais. O objetivo é manter a sua imagem atrelada ao empreendimento.

A obra, contudo, será entregue pelo ministro Maurício Quintela, do Governo Federal, que desembarcará em São Luís ao lado do deputado federal Hildo Rocha (MDB), que foi quem atuou junto ao Dnit na linha de frente pela finalização da obra.

Flávio Dino, aliás, jamais promoveu qualquer gesto pela conclusão dos serviços.

“Foi iniciativa minha a inclusão de uma emenda impositiva da bancada para a duplicação da BR-135. Mas o governador queria desviar o dinheiro para seu projeto, que nunca saiu do papel. É cínico que ele, agora, venha tentar tirar proveito da conclusão”, criticou Rocha.

Esse Flávio Dino…

A miséria e o PCdoB…

O fato oficial – que nem eles podem questionar – mostrando que o Maranhão teve um aumento de 2% nos índices de pobreza extrema no período de governo do comunista Flávio Dino mexeu fortemente com o Palácio dos Leões.

De férias na Europa, Flávio Dino comentou o assunto por alto, em seus perfis de redes sociais.

A tarefa de agredir, atacar e tentar desqualificar quem publicou o fato coube ao seu lugar-tenente, o bi-secretário- de Comunicação e de Articulação Política -, Márcio Jerry.

Jerry tem atacado O Estado há pelo menos quatro dias. Ataca nas contas pessoais em redes sociais e usa blogs e jornais vinculados ao Palácio dos Leões para atacar o jornal que apenas tem reproduzido o fato oficial revelado pelo IBGE.

Nem Jerry, nem Dino, nem nenhum outro aliado deles consegue contrapor a verdade, qual seja: o Maranhão sob a égide do comunista,gerou uma população de 312 mil miseráveis. Esses cidadãos que passaram a viver abaixo da linha da pobreza não são frutos da história e muito menos resultado da cultura do estado.

São, sim, resultado direto de três anos de mandato de Flávio Dino, como deixou claro o IBGE.

Essa população foi gerada nos anos de 2015, 2016 e 2017, exatamente quando o comunista passou a comandar o Maranhão.

Sem argumentos, Márcio Jerry só pode atacar, como sempre faz.

Mas nem os seus ataques vão poder esconder o fato oficial: a extrema pobreza no Maranhão aumentou nos anos em que Flávio Dino está no poder.

Fato incontestável…

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Ressentido: Pedro Fernandes deixa o posto de vice-líder do Governo Temer

O deputado federal Pedro Fernandes (PTB) pediu a sua destituição do posto de vice-líder do Governo Michel Temer na Câmara Federal.

O pedido foi formalizado por meio de um ofício encaminhado ao líder do Governo na Casa, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

A decisão de Fernandes ocorreu dias depois de ele ter o nome rejeitado para o Ministério do Trabalho.

No ofício, Fernandes tentou responsabilizar o ex-presidente José Sarney e disse que não tem mais interesse no posto.

“Diante das circunstâncias e para evitar embaraços do sr. presidente Michel Temer com o sr. ex-presidente José Sarney, notifico o meu desinteresse de continuar como vice-líder, por conseguinte, solicito a minha destituição”, escreveu.

Após ter o nome rejeitado no Palácio do Planalto, Pedro Fernandes já havia tentado responsabilizar o ex-presidente da República.

Em resposta, José Sarney rechaçou ter vetado o nome do petebista, e lembrou que na ocasião da nomeação do governador Flávio Dino (PCdoB) para o comando da Embratur, no Governo Dilma Rousseff, deu aval para o comunista.

“Ele [Pedro Fernandes] quer arrumar uma desculpa. Colocar a responsabilidade sobre as minhas costas. Se, no passado, não vetei Flávio Dino para a Embratur, não faria isso para alguém que foi nosso amigo”, finalizou.

Aumento da pobreza no MA: adversários apontam fracasso de projeto comunista

A revelação do estudo do IBGE, que apontou crescimento de 2% nos índices de pobreza extrema no Maranhão durante o período do mandato do governador Flávio Dino (PCdoB) tem sido vista pelos adversários do comunista como o exemplo mais acabado do fracasso do governo. De acordo com o IBGE, a pobreza extrema cresceu no Maranhão nos anos de 2015, 2016 e 2017.

Para o pré-candidato a governador Ricardo Murad (PRP),o Maranhão precisa “dar um basta na politicagem” para que, de fato, cresça em todos os níveis.

“O Maranhão precisa por um fim na politicagem, que tem mantido o estado atrasado e sem futuro. O governo comunista de Flávio Dino aumentou a pobreza e perseverou nesse modelo, que faz tudo para cooptar políticos”, disse o ex-secretário de Saúde.

Ele cita como exemplo de cooptação o deputado estadual Josimar do Maranhãozinho que, segundo ele, antes era odiado e, hoje, é ídolo do comunismo.

“Vou acabar com isso para fazer gestão no governo e dar resultados. Podem acreditar”, escreveu Ricardo, em suas redes sociais.

O fracasso do combate à pobreza no governo Flávio Dino também já havia sido criticado pelo senador Roberto Rocha (PSDB), pela ex-deputada Maura Jorge (Podemos) e pela ex-governadora Roseana Sarney.

Rocha aponta que o problema de Flávio Dino é a política autoritária e exclusivista implantada no estado. O senador prega que é preciso a classe política se unir para executar obras de impacto no interior maranhense.

De acordo com Rocha, o trabalho que vem sendo desenvolvido pela Codevasf no Maranhão tem mais impacto que qualquer ação do governo comunista. “Não se vê as ações do governo”, disse.

A ex-governadora Roseana Sarney tem aparecido nos programas do PMDB na propagada partidária para afirmar que 2018 será “um ano de esperança por melhores dias”. Ela também lamenta o aumento dos índices de pobreza, destacando que, durante seus mandatos, todos os estudos apontavam para a redução deste problema.

Outro lado

Para tentar contrapor os dados do IBGE, Dino tentou vender nas redes sociais que a pobreza é fruto de atrasos históricos no Maranhão. “Agora cobram que eu resolva as omissões em apenas três anos. Oposição irresponsável”, reagiu, em seu perfil de redes sociais.

Informações de O Estado, com edição do blog

 

Membro do PCdoB já faturou mais de R$ 350 mil no Governo Flávio Dino

Jean Carlos Oliveira durante reunião política na campanha eleitoral 2014

O comunista Jean Carlos Oliveira, proprietário de um imóvel situado no bairro da Aurora e que ganhou notoriedade no escândalo nacional conhecido como “aluguel camarada”, já faturou mais de R$ 350 mil no Governo Flávio Dino (PCdoB).

O imóvel de Jean Carlos foi alugado em 2015 pelo Governo para a instalação de um anexo da Fundação da Criança e do Adolescente (Funac). O prédio só passou a ser utilizado, contudo, em janeiro do ano passado, depois de pagas 17 parcelas.

O mesmo prédio já havia sido utilizado em 2014 como comitê de campanha. Lá eram realizadas reuniões político-partidárias e distribuídos materiais de campanha do partido, que elegeu Flávio Dino governador.

O comunista também conseguiu ser contratado pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). Só foi desligado do cargo no ano passado, após O Estado revelar o vínculo.

Ao todo, Jean Carlos Oliveira faturou R$ 357.569,36 somente com o aluguel do imóvel de sua propriedade.

Em 2015 foram pagos ao comunista, segundo o Portal da Transparência, R$ 72 mil. Já em 2016, Jean Carlos recebeu dos cofres públicos o montante de R$ 144 mil. No ano passado, segundo dados do próprio Executivo, ele faturou mais R$ 141.569,36.

O mesmo imóvel de Jean Carlos de Oliveira abrigará agora uma Companhia Militar.

Privilégios?

Os riscos que corre Flávio Dino ao manter indefinição do candidato ao Senado

O governador Flávio Dino (PCdoB) tem promovido uma aberta, mas ao mesmo tempo desgastante e traumática disputa entre aliados para o Senado da República.

Candidato natural à reeleição ao Governo, Dino terá cacife para apoiar dois candidatos ao Senado. Mas até agora, só definiu apoio a um nome: Weverton Rocha (PDT).

Para a outra vaga, Dino submete ao rastejar, os deputados federais José Reinaldo Tavares (PSB) – que foi quem lhe abriu espaços na política -, Eliziane Gama (PPS) e Waldir Maranhão (PP).

Na lógica de Dino, cada um deles precisa se viabilizar de forma independente, convencer aliados do potencial da candidatura e consolidar-se no cenário eleitoral 2018.

Um equívoco.

Se não quer nenhum dos nomes e pensa num quarto personagem em todo esse contexto, como começa a sugerir a imprensa, Dino também erra.

A escolha do candidato ao Senado não pode fugir de um projeto maior de poder, que perpassa também pela sucessão do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), em 2020.

Dino precisa de um nome de confiança, e na composição da chapa que poderá eleger o seu senador [ou senadores], já definir o próximo candidato a prefeito de São Luís.

E isso precisa ficar claro “aos seus”, e aos adversários.

Sucessor natural de Edivaldo, o oposicionista Eduardo Braide navega hoje como o nome de maior cacife eleitoral para o Palácio La Ravardière. Foi um fenômeno e votos em 2016. Até por esse motivo, tem o nome bem cotado para a disputa do Governo.

E é por isso que Flávio Dino erra, ao estimular dentro do próprio grupo, uma disputa vazia e traumática.

Uma ferida maior pode ser aberta, e o projeto reduzido…

 

Sarney cita ida de Flávio Dino a Embratur ao negar veto a Pedro Fernandes

O ex-presidente da República José Sarney (MDB) negou hoje ao blog do Camarote ter imposto veto ao nome do deputado Pedro Fernandes (PTB) para o Ministério do Trabalho.

Fernandes afirmou hoje a jornalistas, que o seu nome havia provocado embaraço na política do Maranhão e sugeriu que o veto no Governo Federal partiu de Sarney.

Não foi.

“Não fui consultado e não vetei”, disse Sarney.

O ex-presidente lembrou que na ocasião da ascensão de Flávio Dinio (PCdoB) na Embratur, não houve veto.

“Ele [Pedro Fernandes] quer arrumar uma desculpa. Colocar a responsabilidade sobre as minhas costas. Se, no passado, não vetei Flávio Dino para a Embratur, não faria isso para alguém que foi nosso amigo”, afirmou.

Governo vai manter “aluguel camarada” de imóvel na Aurora

População reagiu, no início do ano, a instalação de unidade da Funac no local

O Governo do Estado informou, por meio de nota, que vai substituir o anexo da Fundação da Criança e do Adolescente, instalada num prédio da Aurora – escândalo nacional que ficou marcado como “aluguel camarada” -, por uma Companhia Militar.

A desativação da unidade da Funac ocorreu em cumprimento a um acordo firmado no âmbito de um processo judicial, movido pela Associação de Moradores do bairro na Vara de Interesses Difusos e Coletivos.

Os adolescentes que eram mantidos no imóvel já foram transferidos para outra unidade da fundação.

Alugado desde 2015, o imóvel pertence a Jean Carlos Oliveira, filiado ao mesmo partido do governador, o PCdoB, desde março de 2013. Jean também era funcionário contratado da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap).

O escândalo nacional surgiu quando O Estado revelou, que apesar de ter pago R$ 170 mil só de aluguel pelo prédio, o Governo só passou a utilizar o imóvel em abril deste ano.

Dados oficiais do Portal da Transparência, mostravam que o primeiro pagamento feito pelo governo ao comunista ocorreu no dia 13 de agosto de 2015: R$ 9.563,33.

Na ocasião da repercussão nacional, o secretário de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos, e presidente do PCdoB, Marcio Jerry, afirmou que a escolha do imóvel foi uma coincidência.

“Contrato de locação não exige documento que ateste filiação partidária. A pessoa citada não tem nenhum vínculo orgânico com o partido. E o imóvel foi identificado por imobiliária, que intermediou. Tudo normal e legal. Imagina qual ‘filtro’ seria possível para identificar que Jean de tal era filiado ao partido. Querem desviar a atenção do essencial”, afirmou.

Saiba Mais

Além de pertencer a um filiado do PCdoB, o imóvel alugado pelo Governo foi utilizado na campanha de 2014 como comitê de campanha do partido. Lá eram realizadas reuniões político-partidárias e servia também como centro de distribuição de material de campanha.

Informações de O Estado