Professores de São Luís cobram destino de mais de R$ 12 milhões da Educação

Professores da rede municipal de ensino de São Luís cobram do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), a divulgação detalhada de aplicação de mais R$ 12.606.747.59 milhões enviados pelo Governo Federal para a Educação da capital.

Em greve desde o início do mês de agosto, os professores apresentaram a tabela de valores recebidos pela gestão pedetista, com recursos para a Alimentação Escolar, Implementação de Escolas para a Educação Infantil e cotas de salário-educação.

O jornalista Marco D’Eça divulgou a tabela de valores [veja aqui] no fim de semana.

Além de recomposição salarial, professores mantêm greve por melhores condições de trabalho, segurança nas escolas, infraestrutura e valorização do servidor público.

Sem diálogo com a categoria, Edivaldo conseguiu uma decisão judicial de suspensão do movimento.

Os grevistas, contudo, permanecem fora da sala de aula. A Educação segue em crise, na capital.

Professores ocupam prédio da Semed em São Luís

Professores da rede municipal de ensino ocuparam o prédio onde funciona a Secretaria Municipal de Educação (Semd).

A ocupação ocorreu como forma de protesto à falta de diálogo do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) com a categoria, em greve há 27 dias na capital.

Os professores exigem recomposição salarial, melhores condições de trabalho, segurança nas escolas, valorização do servidor público e melhor infraestrutura dos prédios onde funcionam as unidades.

Alheio à greve, Edivaldo ingressou com ação na Jusitiça e conseguiu decisão favorável pela suspensão do movimento.

Apesar da decisão judicial, os professores mantêm a greve no município.

O blog aguarda manifestação da Prefeitura de São Luís.

Greve: professores realizam ato contra Edivaldo em São Luís

Professores da rede municipal de ensino de São Luís, em greve geral há 27 dias, realizaram ato contra a gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) na frente da Secretaria Municipal de Educação (Semd), no bairro do São Francisco.

A manifestação começou às 7h30, com concentração na praça, situada em frente a Igreja Católica do bairro.

Em passeata, os professores seguiram com o protesto até a secretaria, e lá, com gritos de ordem, cartazes e um carro de som, protestaram contra a gestão pedetista.

Os professores exigem a recomposição salarial, melhores condições de trabalho, segurança nas escolas, material didático, merenda escolar para todas as crianças matriculadas no município e valorização do servidor público.

Sem diálogo por parte do chefe do Executivo, os professores seguem com a greve em São Luís.

 

Greve: professores realizarão ato público amanhã em São Luís

Professores da rede municipal de ensino, em greve desde o início deste mês, agendaram para amanhã um ato público, que terá concentração na praça da Igreja do São Francisco.

O objetivo é chamar a atenção da sociedade, sobre a grave situação da Educação de São Luís. O ato público está marcado para começar às 7h30.

Na última segunda-feira a categoria se reunião em Assembleia Geral Extraordinária Permanente para avaliar o movimento grevista.

Na ocasião, os professores rechaçaram abrir mão da recomposição salarial e da exigência de melhores condições de trabalho.

Sem diálogo entre a Prefeitura de São Luís e os grevista, a educação segue parada na capital.

Edivaldo e uma Educação que não avança…

Professores da rede municipal de ensino iniciaram hoje a greve da categoria em São Luís. O movimento é liderado pelo Sindicato dos Profissionais do Magistério da Rede Municipal de São Luís (Sindeducação).

Com a greve, fica suspenso o reinício das aulas de segundo semestre, que estava marcado justamente para hoje, em toda a capital.

O protesto ocorre, segundo a categoria, por falta de negociação em relação ao reajuste salarial 2017 da categoria, e a lentidão na reforma das escolas municipais.

No site do sindicato, já está organizada uma agenda para a primeira semana da greve. De hoje até o dia 9, serão realizadas blitz [visitas] nas escolas. Haverá concentração na sede do sindicato sempre das 7h30 às 13h30.

No dia 9, os professores da capital vão realizar manifestação na Praça Deodoro. O ato leva como título: “O Grito pela Educação Pública de São Luís”.

A gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) tem como secretário de Educação, Moacir Feitosa.

O mesmo que atuou como secretário de Jackson Lago, Tadeu Palácio e João Castelo.

Ele assumiu posto deixado por Geraldo Castro (PCdoB), que também não conseguiu efetivar a tão prometida “revolução” na educação de São Luís.

Ao se eleger para o primeiro mandato, em 2012, Edivaldo prometia dar estrutura às escolas e valorizar o professor da rede municipal de ensino.

Cinco anos depois, o cenário mostra exatamente o contrário disso. Escolas em situação precária – algumas com teto caído -, sem segurança e infraestrutura mínima; professor insatisfeito e estudantes sem estrutura digna.

Lamentável…

Greve dos rodoviários é suspensa

Atualizada às 12h52

Terminal de passageiros do São CristóvãoGe

Depois de assegurar a manutenção da greve para segunda-feira, rodoviários que atuam no sistema de transporte público de São Luís anunciaram a suspensão do movimento.

Motoristas, cobradores e fiscais de ônibus vão se reunir na próxima segunda-feira, data previamente marcada para ocorrer o protesto, com membros do Sindicato das Empresas de Transportes (SET), que representa os empresários do setor.

Os rodoviários cobram 13% de aumento nos salários. Os empresários, contudo, apresentaram proposta de apenas 2,5%, por isso o impasse.

A categoria também quer a fixação do tíquete-alimentação em R$ 650,00.

A greve, portanto, está suspensa…

 

“A população não aceitará novo aumento de passagem”, diz Wellington

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) se posicionou diante do cenário que sinaliza para uma possível greve de ônibus em São Luís. Ao tomar conhecimento, Wellington passou a acompanhar toda a movimentação das reuniões que ocorreram com o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do Maranhão e foi informado sobre a causa da possível paralisação de ônibus e consequente aumento de passagem, como ocorreu em anos anteriores, caso a categoria não entre em acordo.

“Essa possível paralisação de ônibus será um protesto contra o não cumprimento de acordo feito entre empresários e a categoria. Isso é um desrespeito com os motoristas e todos os trabalhadores. Diante disso, surge o questionamento: a Prefeitura não cumpre acordos e quem paga é a população? Quem pagará pela incompetência da Prefeitura é a população?”, disse Wellington.

O deputado Wellington alertou ainda para um possível aumento na tarifa de ônibus e alertou para a repugnante “lógica” do transporte: primeiro, paralisação e, depois, aumento de passagem.

“Infelizmente, nós já sabemos os passos: primeiro, paralisação de ônibus; depois, aumento na passagem. É sempre assim. Nós não podemos admitir que essa falta de respeito se repita. A população não aceitará outro aumento”, alertou Wellington.

Servidores do TJ querem “greve geral” no estado

Em resposta à postura do chefe do Executivo, o SINDJUS-MA reuniu sua diretoria na tarde de hoje e deliberou o que segue:

1- O Sindicato participará da Plenária do Movimento Sindical na noite desta quinta-feira (21) na Associação Comercial do Maranhão, a partir das 18 hs, que irá debater sobre pautas de interesse comum entre as categorias de servidores públicos estaduais, entre elas: a valorização do servidor público, o índice de 21,7%, pagamento das perdas inflacionárias, a necessidade de transparência e diálogo do Governo do Estado, bem como os servidores fantasmas da Assembleia Legislativa. A plenária ainda decidirá sobre a organização de um protesto que deverá ser realizado próxima quinta-feira, dia 28 de julho, com a participação de todos que assinaram a carta. O SINDJUS-MA defenderá em Plenária a decretação de uma Greve Geral dos Servidores Públicos Estaduais;

2- A realização de 11 Assembleias Gerais Extraordinárias Regionais que serão iniciadas em 6 de agosto, nas quais serão discutida a retomada do movimento paredista, uma vez que a suspensão da greve dos servidores da Justiça em 2015 se deu, a partir, da promessa feita pelo presidente do TJ-MA de que haveria prioridade de pagamento das perdas 2014, p que já foi demonstrado que não está ocorrendo por parte do Governo do Estado. As reuniões acontecerão nas seguintes regionais: Imperatriz, Balsas, Barra do Corda, Santa Inês, Bacabal, Pedreiras, Timon. Codó, Chapadinha, Pinheiro, São Luís e Rosário;

3- Organizar os procedimentos da Operação Padrão dos servidores do Judiciário como forma de protesto contra o congelamento dos salários da categoria. A operacionalização será divulgada nos próximos dias pelo SINDJUS-MA

Greve dos professores completa 28 dias em São Luís

Em 2014, também em greve, professores protestaram contra Edivaldo

Em 2014, também em greve, professores protestaram contra Edivaldo Júnior

A greve dos professores da rede pública municipal de ensino completou ontem exatos 28 dias. Com atividades paralisadas em decorrência de um não acordo com a Prefeitura de São Luís, os professores exigem reajuste salarial e melhores condições de trabalho.

Amanhã está prevista uma nova audiência entre o Sindicato dos Profissionais do Magistério da Rede Municipal de São Luís (Sindeducação) e o Executivo Municipal.

Os docentes querem 11,36% de reajuste, mas a Prefeitura oferece 10,6%, de forma parcelada. O parcelamento do reajuste é rechaçado pela categoria, que exige a reposição integral dos salários.

Quando foi eleito, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) prometeu valorizar os professores do município. O que tem feito, contudo, é exatamente o contrário.

Sem sequer dialogar com a categoria, Edivaldo estagna talvez o mais importante setor da administração municipal.

Lamentável para quem se propôs como o novo e a mudança…

Policiais civis já estão em greve no Maranhão

greve2Policiais civis de todo o Maranhão iniciam hoje uma greve geral para reivindicar reajuste salarial e melhores condições de trabalho. Com a paralisação dos servidores, apenas os casos mais graves, como crimes contra a vida, por exemplo, serão registrados nas delegacias de São Luís e do interior do estado.

A decisão pela greve foi tomada no dia 10 deste mês durante uma assembleia geral da categoria realizada no auditório da Associação Comercial do Maranhão (ACM), no Centro da cidade. Essa é a segunda paralisação dos policiais civis que o governador Flávio Dino (PCdoB) enfrenta em sua gestão. A primeira foi realizada em setembro do ano passado e se estendeu durante todo aquele mês.

Reivindicações

Os policiais civis pedem melhores condições de salário e de trabalho. O Governo do Estado ofereceu um reajuste salarial de 15%, que seria dado da seguinte forma: 6% neste mês, outros 6% em março de 2017 e os 3% restantes em fevereiro de 2018. A categoria rejeitou a proposta salarial oferecida e decidiu iniciar o movimento paredista hoje.

O Governo deverá pedir, na Justiça, a ilegalidade da greve…

Com informações de O Estado