Teto de igreja desaba e deixa 10 feridos em São Luís

Bombeiro caminha entre os escombros, após o desabamento do telhado da igreja (Foto: Jade Bonna/G1

Bombeiro caminha entre os escombros / (Foto: Jade Bonna/G1MA)

Pelo menos 10 pessoas ficaram feridas, na tarde de hoje, após o teto da Igreja Assembleia de Deus Missão Continental desabar na Vila Cascavel, em São Luís. Segundo testemunhas, uma pessoa ficou gravemente ferida após ser atingida na cabeça.

Segundo um dos pastores da igreja, o local estava sendo construído há quatro meses e sem acompanhamento técnico. No momento do acidente, todos estavam em um círculo de orações. Ao todo, 11 fiéis eram adultos. Havia também crianças, mas o número não foi divulgado.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros, foram acionados para retirarem duas pessoas dos escombros, que já estão fora de perigo.

As vítimas foram encaminhadas para atendimento médico no Hospital Municipal Clementino Moura, Socorrão II. Os Bombeiros interditaram o local e as casas próximas, devido ao perigo de novos desabamentos. “A construção está com a estrutura prejudicada e corre o risco de cair sobre as casas que ficam ao lado do prédio”, explicou o Major Silva Júnior, do Corpo de Bombeiros.

Informações do G1

É importante ensinar o evangelho às crianças?

  •  Espaço FéSim!!!!, sim, sim é importante sim.

A Palavra de Deus diz em Provérbios 22:6: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Que versículo maravilhoso, que mensagem animadora, que desafio aos pais que habitam num nundo mal. Que desafio para mim.

Somos bombardeados por todos os lados por imagens que apelam para a sexualidade, imoralidade, somos atacados por pessoas que utilizam posturas que só levam a corrupção, mentira, idolatria, inimizade. A televisão ensina o que é a infidelidade, e mostra que tal estilo de vida é bonita, sedutora para milhões e milhões de crianças que porventura moram em lares desestruturados, ou convivem com coleguinhas de pais separados. Não ensinamos nossos filhos a perderem, eles devem sempre ganhar, independentemente se tiverem que fazer mal a alguém. Não ensinamos a perdoar, a pedir desculpa, a não revidar quando um amiguinho mais velho bate em seu rosto. Não ensinamos que eles devem ceder e não buscar e buscar mais.

Temos que fazer a diferença como Cristo fez. Devemos ensinar nossos filhos e nossas crianças a obedecer a Palavra de Deus. A serem santas, a orarem e colocarem os seus coraçãozinhos nas mãos do Senhor. Somente assim a Palavra acima se tornará verdade: “quando for velho, não se desviará do caminho correto”. Caminho esse que é de paz, salvação, fidelidade e descanso no Senhor. Aleluia Deus porque o Senhor tocou em meu coração mais uma vez. Tu és maravilhoso, digno de toda honra e glória. Deus forte e Pai da eternidade. Principe da Paz.

Vamos amar nossas crianças e amar significa tomar alguma atitude. Os pequeninos não são o futuro da Igreja e sim o Presente. Temos que lembrar sempre disso.

Ilustrações do site sementinhakids

Dilma e Serra esquecem de agradecer a Deus

Espaço Fé – crítica

Li um texto interessantíssimo de Robinson Cavalcanti (veja aqui), e refleti sobre questão. Assim como o blogueiro, também percebi que após o resultado das urnas, os candidatos esqueceram-se de um simples detalhe, agradecer a Deus por tudo que havia acontecido até ali. Vale ressaltar que durante a campanha, os dois haviam enveredado para os discursos pró-Cristão e anti-aborto sem realmente convencer o eleitor mais atento. Simples, discreta, mal intencionada e fétida campanha de ambos.

Como afirmou Robinson, eles agradeceram ao povo, às mulheres, a militância, à sogra, ao papagaio, ao periquito, mas a Deus, não!

Divulgação

            Considero isso como no mínimo cômico, já que Serra se auto-declarou ‘Cristão’ – mesmo após ter orientado sua esposa ao aborto – somente para conseguir mais votos. Durante a campanha ele recebeu até apoio de igrejas evangélicas e de pastores que possuem programas televisivos como o “grande, íntegro e sem interesses políticos” Silas Malafaia. Em São Luís, carros desfilavam com o adesivo “Sou Cristão, voto Serra”, algo que, sinceramente, não consegui entender. Aliás, qual a sua relação em toda a história política com a igreja (seja ela qual for)?

            Dilma também procurou arraiais evangélicos para encontrar refúgio à disputa religiosa-partidária e em alguns estados, recebeu apoio da Assembléia de Deus.

O interessante é que após a apuração dos votos, quando é esperado no mínimo de um verdadeiro cristão, o agradecimento a Deus por tudo aquilo que Ele proveu, não houve a manifestação dos candidatos.

Divulgação

E agora pastores? E agora igreja? Por onde andam os seguidores de Cristo que tanto vocês defenderam? Por essas e outras que não mudo minha opinião, igreja e política são totalmente diferentes e caminham em lados opostos e ponto final.

 E já está na hora de nós enquanto corpo de Cristo (falo da verdadeira igreja do Senhor, aquela que não se vende, não se corrompe), nos auto-avaliarmos, revermos nossa postura e deixarmos de sermos usados pelo sistema corrupto e corruptível que é a política desse país. Devemos sim orar por nossa nação, por nossos governantes, e votar conscientemente, sem tentar manipular o pensamento e a convicção do outro, respeitando o direito da livre escolha de cada um.

Iniciados os pequenos grupos de estudo da campanha ’40 dias de propósitos’

  • Espaço Fé

 Ontem, a Igreja Batista União em Cristo (IBUC) deu início a série de estudos em pequenos grupos, referentes a campanha ‘40 dias de propósitos’, lançada no último domingo (10). Acompanhado de pessoas amadas como Elane, Andréa, Ana Paula, Douglas, Zé Wiliam, dentre outros, participei do grupo liderado por Wener, um abençoado ministro de louvor, jovem prestativo e comprometido com a Palavra de Deus.

Foram momentos de alegria, euforia, compreensão, avivamento e aprendizagem, onde tivemos mais uma vez a oportunidade de compartilhar o que de melhor Deus tem para nossas vidas.

Sinto-me entusiasmado a continuar, motivado a enfrentar esse novo desafio, crendo que Deus é o meu guia e que pelo caminho correto, jamais sofrerei decepções. A oração que faço e farei durante estes dias, é para que Ele derrame sobre a sua igreja e sobre todos os que vivem em minha volta, a sua misericórdia, sua paz, sua benignidade, mansidão, graça e amor. O resto é resto e não nos leva a lugar algum.

Fico feliz porque vejo uma geração comprometida com Deus. Uma geração que jejua, ora e se lança – sem temer conseqüências -, nos braços do Pai.

Ficamos agora (pequenos grupos) responsáveis em estudar a literatura em casa. Em compartilhar aquilo que Deus tem falado intimamente a cada um e em fazer as atividades. Ler a Bíblia é indispensável, assim como gravar um versículo por semana que fala a respeito do propósito de Deus em sua vida.

Ao final, tenho certeza que todos serão grandemente abençoados. Até o próximo tema.

“Pastor, em quem Deus disse que devemos votar?”

Por Renato Vargens do Lagoinha.com

Em tempo de eleição essa é uma das dúvidas mais comuns em nossas igrejas. Isto porque irmãos em Cristo que temem ao Senhor e que desejam fazer o melhor para o seu país acreditam que os seus pastores receberam de Deus orientações claras quanto àqueles que deverão governar a nação. Nesta perspectiva, buscam em seus líderes orientações em quem votar. No entanto, o que talvez muitos não saibam é que do ponto de vista ético e cristão, o pastor não possui o direito de manipular o voto de ninguém. Todavia, em virtude de desejos escusos, alguns pastores inescrupulosos, imbuídos de messianismo político fajuto, enganam o povo, determinando ao rebanho o nome daqueles que deverão ser votados. Caro leitor, como disse anteriormente, não creio na manipulação religiosa em nome de Deus. Não acredito num messianismo em que a utopia de um mundo perfeito se constrói a partir do momento em que crentes são eleitos, nem tampouco comercializo o rebanho de Cristo, vendendo-o por interesses escusos a políticos inescrupulosos. Diante do exposto, gostaria de reproduzir aqui o décalogo do voto ético que foi defendido na década de 1990 pela Associação Evangélica Brasileira:

1. O voto é intransferível e inegociável. Com ele o cristão expressa sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão de que o cristão tem de seu País, Estado e Município;

2. O cristão não deve violar a sua consciência política. Ele não deve negar sua maneira de ver a realidade social, mesmo que um líder da igreja tente conduzir o voto da comunidade noutra direção;

3. Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fiéis sobre como votar com ética e discernimento. No entanto, a bem de sua credibilidade, o pastor evitará transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação e indução político-partidário;


4.
Os líderes evangélicos devem ser lúcidos e democráticos. Portanto, melhor do que indicar em quem a comunidade deve votar, é organizar debates multipartidários, nos quais, simultanea ou alternadamente, representantes das correntes partidárias possam ser ouvidos sem preconceitos;

5. A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil impõe que não sejam conduzidos processos de apoio a candidatos ou partidos dentro da igreja, sob pena de constranger os eleitores (o que é criminoso) e de dividir a comunidade;

6. Nenhum cristão deve se sentir obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos são pessoas lúcidas e comprometidos com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira se eleger para propósitos maiores do que apenas defender os interesses imediatos de um grupo religioso ou de uma denominação evangélica. É óbvio que a igreja tem interesses que passam também pela dimensão político-institucional. Todavia, é mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos às causas temporais da igreja. Um político de fé evangélica tem que ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um “despachante” de igrejas. Ao defender os direitos universais do homem, a democracia, o estado leigo, entre outras conquistas, o cristão estará defendendo a Igreja.
7. Os fins não justificam os meios. Portanto, o eleitor cristão não deve jamais aceitar a desculpa de que um evangélico político votou de determinada maneira porque obteve a promessa de que, em assim fazendo, conseguiria alguns benefícios para a igreja, sejam rádios, concessões de TV, terrenos para templos, linhas de crédito bancário, propriedades, tratamento especial perante a lei ou outros “trocos”, ainda que menores. Conquanto todos assumamos que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesse, não se pode, entretanto, admitir que tais “acertos” impliquem na prostituição da consciência cristã, mesmo que a “recompensa” seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Jesus Cristo não aceitou ganhar os “reinos deste mundo” por quaisquer meios, Ele preferiu o caminho da cruz.
8. Os votos para Presidente da República e para cargos majoritários devem, sobretudo, basear-se em programas de governo e no conjunto das forças partidárias por detrás de tais candidaturas que, no Brasil, são, em extremo, determinantes; não em função de “boatos” do tipo: “O candidato tal é ateu”; ou: “O fulano vai fechar as igrejas”; ou: “O sicrano não vai dar nada para os evangélicos”; ou ainda: “O beltrano é bom porque dará muito para os evangélicos”. É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo. Além disso, é válido observar que aqueles que espalham tais boatos quase sempre têm a intenção de induzir os votos dos eleitores assustados e impressionados na direção de um candidato com o qual estejam comprometidos.
9. Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: “o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto”, é compreensível que dê um “voto de confiança” a esse irmão na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. Entretanto, é de bom alvitre considerar que ninguém atua sozinho. Por melhor que seja o irmão em questão, ele dificilmente transcenderá a agremiação política de que é membro, ou as forças políticas que o apoiem.
10. Nenhum eleitor evangélico deve se sentir culpado por ter opinião política diferente da de seu pastor ou líder espiritual. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ensina sobre a Palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político-partidário, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina.