Greve: professores realizam ato contra Edivaldo em São Luís

Professores da rede municipal de ensino de São Luís, em greve geral há 27 dias, realizaram ato contra a gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) na frente da Secretaria Municipal de Educação (Semd), no bairro do São Francisco.

A manifestação começou às 7h30, com concentração na praça, situada em frente a Igreja Católica do bairro.

Em passeata, os professores seguiram com o protesto até a secretaria, e lá, com gritos de ordem, cartazes e um carro de som, protestaram contra a gestão pedetista.

Os professores exigem a recomposição salarial, melhores condições de trabalho, segurança nas escolas, material didático, merenda escolar para todas as crianças matriculadas no município e valorização do servidor público.

Sem diálogo por parte do chefe do Executivo, os professores seguem com a greve em São Luís.

 

Edilázio repudia atos de vandalismo em manifestações no DF

 

O deputado estadual Edilázio Júnior (PV) manifestou repúdio hoje, no Legislativo Estadual, aos atos de vandalismo praticados por manifestantes ontem contra o patrimônio público em Brasília.

Durante os protestos, houve depredação da Esplanada dos Ministérios, prédios, paradas de ônibus, bancas, orelhões e refletores destruídos com uso de pedras e fogo.

“Ontem o que nós vimos em Brasília pelos meios de comunicação foram imagens de baderna e de vandalismo. E aí nada contra se manifestar, o que nós não podemos ser favoráveis é à depredação do nosso patrimônio”, disse.

Edilázio lembrou que no ano passado, durante as manifestações em favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), não havia registro de depredação do patrimônio público.

“Nós acompanhamos as manifestações contra a presidente Dilma pedindo ‘Fora Dilma’. Nós vimos 1 milhão de pessoas na [avenida] Paulista, da mesma forma em Brasília também mais de 300 mil pessoas, e não vimos um empurra-empurra, não houve um quebra-quebra, não houve um spray de pimenta, porque as pessoas que saíram de casa para se manifestar contra o PT eram pessoas de bem, famílias. Quantos de nós vimos crianças, idosos naquelas manifestações. E ontem o que nós vimos eram só mascarados, quebraram todas as paradas de ônibus, atiravam pau e pedra contra a polícia. Tocaram fogo em três Ministérios, quebraram os computadores. E tudo aquilo é patrimônio nosso, é patrimônio do país”, completou.

O parlamentar classificou como correta a decisão do presidente Michel Temer (PMDB) de convocar as Forças Armadas para fazer a contenção dos atos de vandalismo e repudiou a atuação de militantes de esquerda nos movimentos.

“Quando se pediu ali o auxílio do Exército, não foi para querer reprimir uma manifestação não, mas para proteger o patrimônio. O Exército também esteve na Copa do Mundo e nas Olímpiadas para por ordem e garantir a segurança do brasileiro. Fica o meu repúdio àqueles vândalos que ontem estavam ali, foram apenas para fazer baderna, meia dúzia de desocupados que estiveram fazendo de Brasília um campo de guerra. E aí eu pergunto: por que essas imagens passaram no mundo todo ontem. Qual o investidor que vai ter coragem de vir para este país com essa insegurança que tem da esquerda? Porque vocês podem ver que não tem uma bandeira do Brasil, é só bandeira vermelha. Então, fica o meu repúdio e a minha solidariedade aos brasileiros”, finalizou.

Petistas querem baderna na Avenida Litorânea

Secretário de Estado, Marcio Jardim, tenta intimidar policial militar

Secretário de Estado, Marcio Jardim, tenta intimidar policial militar

Desde o último sábado, quando militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) num ato agressivo e antidemocrático “assassinaram o Pixuleco” na Praça Maria Aragão, que começaram a surgir ameaças, da própria militância petista, aos manifestantes pró-impeachment que vão se deslocar à Avenida Litorânea no próximo domingo, dia 13, para um ato público.

E se a polícia não agir, trata-se de uma tragédia já anunciada.

Isso porque a militância do PT já anunciou que não admitirá que nenhum cidadão erga o “Pixuleco” na Litorânea. Os petistas afirmam que trata-se de um desrespeito à imagem do ex-presidente Lula, por isso, vão querer impedir a manifestação.

O presidente do diretório estadual do PT no Maranhão, Raimundo Monteiro, já assegurou que a militância não está para “brincadeira”.

Vale lembrar que no último sábado, petistas levaram punhais, facas, chuços e estiletes para a Maria Aragão, para furar e derrubar o boneco inflável que faz referência à imagem de Lula.

Por isso a preocupação dos deputados estaduais Edilázio Júnior (PV) e Wellington do Curso (PPS) e da organização da manifestação pró-imnpeachmente, marcada desde o ano passado.

A Secretaria de Segurança Pública não poderá depois, dizer que não foi comunicada…

Wellington quer planejamento da polícia para evitar tragédia no ato do dia 13

wellingtonAo fazer referência aos atos de vandalismo observados durante as manifestações do dia 05 de março de 2016, o deputado estadual Wellington do Curso (PPS) propôs a criação de Plano de Acompanhamento de Manifestações. A solicitação do parlamentar foi embasada nas consequências negativas das manifestações que ocorreram na Praça Maria Aragão e implicaram em agentes públicos feridos, além de cidadãos lesionados.

Na visão do deputado Wellington, é possível sim que haja manifestações pacíficas, sendo essencial o acompanhamento por parte do Estado.

“O direito a livre manifestação de pensamento é uma garantia constitucionalmente, sendo vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística. Vivemos em um Estado Democrático de Direito e é essencial que respeitemos as ideologias distintas, ainda que plenamente contrárias ao que pensamos. No último sábado, cidadãos se reuniram para manifestar e defender um ideal deles, algo legítimo. No entanto, o que observamos foi a prática de atos de vandalismo e, sob dada perspectiva, de repressão, o que esteve demonstrado nas consequências negativas oriundas do simples manifestar em praça pública. Por não desejarmos que tais práticas negativas se repitam nas possíveis manifestações, solicitamos a implantação do Plano de Acompanhamento, não com o objetivo de reprimir ou manipular, mas de garantir o cumprimento daquilo que é direito constitucionalmente assegurado: a livre manifestação”, ressaltou o parlamentar.

Após a repercussão da 24ª fase da Operação Lava Jato, que teve como alvo principal o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, intensificaram-se as organizações para as manifestações que devem ocorrer em todo o país no próximo domingo, 13 de março.

Recentemente, houve no cenário estadual e nacional o acirramento exacerbado das discussões, em alguns casos ocorrendo agressões físicas entre militantes políticos. Por isso, há necessidade de acompanhamento e monitoramento pelas autoridades, de todas essas movimentações, uma vez que, é responsabilidade do Estado a manutenção da estabilidade e da paz social.

Com o aproximar do evento organizado por movimentos que defendem o impeachment da presidente Dilma, há uma preocupação com a garantia da integridade física e o direito de livre manifestação de pensamento dos participantes, o que revela a importância de se implantar um Plano de Acompanhamento de Manifestações.

Quem diz o que quer…

Flávio Dino recebeu a réplica sobre declaração em praça pública

Flávio Dino recebeu a réplica sobre declaração em praça pública

Sobrou para o governador Flávio Dino a manifestação em favor do impeachment e contra a corrupção realizada domingo passado, na Avenida Litorênea.

Depois de chamar de golpistas aqueles que apoiam a queda da presidente Dilma – o discurso foi no Porto do Itaqui, para plateia de militantes do PT e aliados do Governo do Estado -, o governador recebeu o troco.

E a resposta veio em alto e bom som.

Após sofrer uma avalanche de críticas em redes sociais, o arroubo dilmista do comunista recebeu a réplica em “praça pública”. Do alto de um minitrio elétrico, um eleitor do próprio Dino descascou contra a fala do governador e sua postura digna dos tempos de líder estudantil”

– O governador do Estado do Maranhão chamou o povo maranhense de golpista. Ele disse que o que a gente tá fazendo hoje aqui é um golpe […]. A gente tá aqui pelo amor que a gente tem pelo país. A gente não é golpista, governador – declarou o cidadão durante o protesto.

Manifestantes presentes ao ato na Litorânea fizeram coro ao discurso indignado do eleitor dinista, que pediu do governador mais respeito:

– Você respeite o maranhense que votou em você e que hoje você chama de golpista. Não somos golpistas. Nós somos trabalhadores – complementou.

Um vídeo da cena, claro, ganhou a internet e provocou outra chuva de comentários de gente decepcionada.

É como diz a velha máxima: quem diz o que quer, ouve o que não quer.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Wellington embarca para Alcântara e consegue por fim em manifestação

Wellington conversa com manifestantes em praça pública na cidade de Alcântara

Wellington conversa com manifestantes em praça pública na cidade de Alcântara

Após a sessão na Assembleia Legislativa na última quinta-feira (6), o deputado estadual Wellington do Curso (PPS) e um grupo de assessores partiram de São Luís à Alcântara para se solidarizar e dar apoio à população que estava realizando protestos desde o dia 31 de julho devido à falta de estrutura na saúde pública do município.

Ao chegar a Alcântara, o deputado encontrou um clima tenso, marcado pela revolta e insatisfação que permeavam os manifestantes que se encontravam na Praça da Matriz, após tumultos em frente à Prefeitura, Câmara Municipal e Fórum da cidade. As manifestações iniciaram desde a última sexta-feira (31), após a morte da jovem gestante Naires Rodrigues, de 19 anos, e seu bebê, que no último dia 30 não resistiram, segundo os manifestantes, devido ao descaso da saúde do município.

A população alega que houve negligência por parte do hospital e reclama do número insuficiente de médicos e de hospitais de qualidade na cidade.

Wellington conversou com os manifestantes e atendeu algumas das demandas, dentre elas a liberação da professora Teresa França, conhecida como “Teca”, que havia sido detida por policiais militares durante o ponto alto das manifestações. Durante as negociações, a população acatou o pedido do parlamentar para que desfizessem as manifestações e se reunissem em uma audiência pública sob sua responsabilidade, na próxima terça-feira (11), com início às 14h, no auditório do IFMA- Campus Alcântara, a fim de discutir as problemáticas apontadas e encontrar soluções que atendam a população do município.

“Tenho acompanhado as manifestações em Alcântara desde o início. Apresentei na Assembleia, assim que soube da morte da jovem Naires, um requerimento solicitando esclarecimentos à Secretaria Municipal sobre tal fato. No entanto, o povo clamava por uma voz e eu não poderia negar isso. Por isso, fui à Alcântara, intermediei as reivindicações e, graças a Deus, voltei com a sensação de missão cumprida. Ressalto a importância da visita ao ir falar com os manifestantes, pois só assim tomamos pleno conhecimento de todas as reivindicações. Empenho a minha palavra com cada cidadão e firmo meu compromisso em defesa do povo maranhense”, declarou o vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia.

Wellington do Curso manifesta apoio a policiais civis em greve

Wellington apoiou a greve dos policiais

Wellington apoiou a greve dos policiais

O deputado estadual Wellington do Curso (PPS) realizou visita ao Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (Sinpol), para manifestar apoio à greve da categoria no estado.

Na oportunidade, o parlamentar foi recebido pelo presidente do sindicato, Heleudo Moreira.

De acordo com o presidente do sindicato, são estabelecidas por Lei 3.055 vagas para policiais civis no estado e estão sendo ocupadas somente 2.166.

Além disso, os sindicalistas reivindicam implantação de uma política de valorização salarial para os próximos anos, melhores condições de trabalho, aumento do efetivo e a retirada de presos das delegacias do interior.

O deputado Wellington solicitou uma reunião com a Comissão de Segurança Pública da Assembleia cujo objetivo é discutir sobre possíveis medidas que solucionem o problema.

“Independentemente de questões políticas, enquanto parlamentar estou em defesa dos policiais, dos cidadãos maranhenses, da segurança pública, dos direitos humanos e das minorias”, disse.

Emap se posiciona a respeito de denúncia sobre a guarda portuária

NOTA

 Sobre recentes informações divulgadas por parte da imprensa acerca da guarda portuária, a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), esclarece que:

 – Foi aprovado no dia 23 de março, em reunião da diretoria, o Regimento Interno da Guarda Portuária, nos termos da Portaria nº 350 de 1º/10/2014 da Secretaria dos Portos (SEP), que será implantado no Porto do Itaqui. Segundo o Regimento Interno, os guardas portuários serão empregados por meio de concurso público, dentro do prazo de cumprimento da portaria, que é de 24 meses a contar de sua publicação, ocorrida em 1º/10/2014 (findando-se, portanto em 1º/10/2016);

 – Para a realização do concurso, no entanto, são necessárias algumas medidas, entre as quais levantamento do quantitativo destes profissionais, do regime de trabalho, além da realização de curso de capacitação. De acordo com a portaria, será criada uma nova guarda que utilizará, inclusive, armas letais;

 – A Emap está realizando um estudo amplo, com a intenção de realizar concurso em todas as áreas, cumprindo, assim, tanto a determinação da SEP para os guardas portuários, como a do Ministério Público do Trabalho para os demais cargos;

 – Considerando o prazo para implementação da guarda portuária e várias providências de ordem técnica, faz-se necessária a contratação de guarda terceirizada, uma vez que o porto não pode ficar desguarnecido deste serviço até a realização do concurso;

 – Há cinco anos a Emap não realizava licitação para este tipo de serviço, renovando a cada seis meses um contrato tido como emergencial (o último contrato foi na ordem de R$ 3.979.437,48, totalizando para o ano de 2014 o valor de R$ 7.462.963,20). Em janeiro deste ano foi iniciada a licitação e está em vias de contratação a empresa vencedora com contrato anual de R$ 4.582.000,00.

OAB adia manifestação sobre MP 185

Foto Arquivo

Foto arquivo de reunião do conselho da OAB

O Estado – O Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão (OAB-MA) reuniu-se na quinta-feira, 26, para emitir posicionamento oficial sobre a Medida Provisória nº 185, que autoriza a representação judicial de membros das Polícias Civil e Militar e Corpo de Bombeiros Militar pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) em casos em que se fizer necessária em razão do exercício da atividade profissional, mas protelou a manifestação da entidade.

A MP já foi aprovada pela Assembleia Legislativa, transformando-se em lei, e, por enquanto, tem a oposição apenas das associações de procuradores e dos órgãos de defesa dos direitos humanos no Maranhão.

A Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (Anape), por exemplo, confirmou que protocolará Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a medida, editada pelo governador Flávio Dino (PCdoB) no dia 2 de janeiro.

Da reunião desta semana, o Conselho Seccional da OAB-MA deveria sair com uma posição formal sobre o caso, mas a única definição do encontro foi a de nomear um relator para emitir parecer sobre a MP.

“Será nomeado um relator, que apresentará seu voto no dia 19 de março, próxima sessão ordinária do Conselho [Seccional]”, informou a assessoria de comunicação da OAB-MA a O Estado.

O relator será ainda nomeado pelo presidente do órgão, Mário Macieira. Só após a apresentação desse voto, os demais conselheiros debaterão e decidirão sobre o caso.