Ministro da Saúde visita obras de maternidade na Cidade Operária

maternidadeO ministro da Saúde, Marcelo Castro, visitou na manhã da última sexta-feira (08) as obras da primeira maternidade municipal de São Luís, que está sendo construída no bairro Cidade Operária. As obras iniciaram em junho de 2014. O terreno possui 14 mil m² de área, e terá 120 leitos, destes, 100 leitos de internação e 20 de UTIs – 10 neonatais e 10 infantis. A obra está orçada em 25 milhões de reais, dos quais, 24 milhões são recursos da União, e um milhão do Governo Municipal.

O ministro foi acompanhado pelo senador, Roberto Rocha (PSB), o deputado federal, Alberto Filho (PMDB), o secretário estadual de Saúde, Marcos Pacheco e o vereador Roberto Rocha Júnior (PSB).

Este blog torce para que a obra seja retomada ao ritmo regular o quanto antes e que a maternidade seja de fato construída. Até porque, como mostra a imagem ao fundo, apesar de ter sido iniciada há quase 2 anos, nenhuma parede, sequer, foi levantada.

O que houve até o momento foram serviços de terraplanagem e fundação da obra. E só…

Edivaldo não gosta das crianças da Cidade Operária, diz Wellington

Wellington afirmou que na próxima semana aprofundará tema

Wellington afirmou que na próxima semana aprofundará tema sobre a Cidade Operária

O deputado estadual Wellington do Curso (PPS) fez hoje um pronunciamento contundente na Assembleia Legislativa, a respeito do mandato do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

Além de criticar o contrato de mais de R$ 30 milhões da administração pública com o Isec – alvo inclusive de denuncia por parte do vereador Fábio Câmara (PMDB) -, Wellington questionou o fato de o prefeito não ter concluído obras no bairro Cidade Operária.

Ele lembrou do lançamento da pedra fundamental de uma creche, situada na Unidade 105 daquele e que o blog já tratou em diversas oportunidades [reveja aqui e aqui] e da obra de construção de uma maternidade, que utilizou recursos públicos federais, e que jamais foi concluída.

“O prefeito em 2014 anunciou a construção de 25 creches, lançou a pedra fundamental lá na Cidade Operária. Está lá até hoje uma lápide, uma pedra no meio do terreno, uma lápide tipo um jazigo: “aqui jaz uma creche”. Senhoras e Senhores, o prefeito também anunciou na Cidade Operária a construção de uma maternidade, R$ 25 milhões do governo federal. A creche ou as creches e a maternidade é um outro assunto para próxima semana. Mas o que me chama atenção é que o prefeito Edivaldo Holanda não gosta das crianças da Cidade Operária, não gosta das crianças da Cidade Operária”, enfatizou.

“São Luís não tem administrador público”, finalizou.

Morre estudante baleado durante assalto a ônibus na Cohab

Crime ocorreu na tarde de ontem na Cohab

Crime ocorreu na tarde de ontem na Cohab

Morreu durante a madrugada, o estudante Rondinely Ferreira da Costa, de 18 anos, que foi baleado durante um assalto dentro de um ônibus no bairro da Cohab, em São Luís, na tarde de ontem. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.

Rondinely estava no ônibus que fazia linha para o bairro do Turu. O seu assassino, havia entrado no veículo no Terminal de Integração Cohab-Cohatrac.

Ao sair do terminal, já em frente a Maternidade Marly Sarney, o criminoso, que ainda está a solta, tomou o celular da vítima, que se espantou, mas segundo testemunhas, não teria reagido. Mesmo assim o estudante foi alvo de dois tiros desferidos pelo assassino. Um deles atingiu a cabeça.

Uma equipe de enfermagem da maternidade chegou a realizar os primeiros socorros à vítima e o encaminhou, numa ambulância da própria unidade de saúde para o Hospital Municipal Clementino Moura, o Socorrão II. Rondinely, no entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu durante a madrugada.

Somente nos quatro primeiros dias do mês de maio, 13 ônibus foram assaltados em São Luís. Somente ontem foram três.

Ricardo pede desculpas públicas a jovem que deu à luz em calçada

ricardo muradLamentável sob todos os aspectos o ocorrido com a jovem que deu à luz na calçada da Maternidade Maria do Amparo encaminhada pela Maternidade Marly Sarney sob a alegação de superlotação.

Desculpas públicas não resolvem, mas eu peço desculpas à jovem Natália e ao seu esposo.

Nada justifica esse tipo de atendimento.

Determinei não só a abertura de uma sindicância rigorosa, como também uma auditoria em todo o sistema para evitar que situações inadmissíveis como essa possam voltar a ocorrer.

Lamento não ter sido informado do fato tão logo tenha ocorrido.

Ricardo Murad

Secretário de Estado da Saúde

 

Câmara de Caxias vai apurar sumiço de UTI

Vereador Catule na Câmara

Vereador Catule na Câmara de Caxias

De O Estado – A Câmara Municipal de Caxias aprovou na sessão de segunda-feira, dia 3, a criação de uma comissão para apurar denúncia publicada na edição de domingo de O Estado, segundo a qual a Prefeitura fez desaparecer equipamentos que serviriam para montar 11 leitos de UTI pediátrica. O caso está sendo encaminhado a uma comissão especial de tomada de contas para em seguida ser entregue ao Tribunal de Contas do Estado e ao Ministério Público.

A proposta de investigar o assunto mais detidamente foi apoiada por 12 dos 19 vereadores. Apenas dois votaram contra e houve ainda três abstenções. Outros dois vereadores faltaram à sessão. Os integrantes da comissão ainda não foram definidos.

Segundo o vereador Fábio Gentil (PSDC), o objetivo é descobrir o destino dos equipamentos que seriam destinados à Maternidade Sinhá Castelo, que nem existe mais. “Nunca se soube da existência desses equipamentos. O que sabemos é que a maternidade Sinhá Castelo não existe mais. Vamos investigar o assunto para descobrir se os equipamentos chegaram a ser enviados a Caxias e qual o destino dado a eles”, declarou Gentil.

Segundo ele, tão logo for definida a composição da comissão, os trabalhos serão iniciados. “Já temos a denúncia inicial, do jornal O Estado, e, formada a comissão, vamos apurar com o cuidado necessário o destino desses equipamentos”, disse.

Para o vereador Antonio José de Albuquerque, o Catulé (PSB), a investigação será uma oportunidade de esclarecer o que chamou de “grave denúncia”. “A população não pode ficar sem respostas sobre tão grave denúncia”, ressaltou.

Denúncia – Em 30 de novembro de 2007 Edmundo Gomes, então secretário de Estado da Saúde, e Humberto Coutinho (PDT), então prefeito de Caxias, assinaram convênio de R$ 523.299,19 para a instalação de UTI pediátrica no Hospital Municipal Sinhá Castelo. Desse valor, o Estado repassou imediatamente R$ 475.726,54. Os R$ 47.572,65 – 10% sobre o que dera o Estado – foram repassados pela Prefeitura caxiense a título de contrapartida.

Por duas vezes, a Prefeitura de Coutinho pediu prorrogação do prazo para comprar e instalar os leitos de UTI, o que foi atendido. No dia 5 de agosto de 2008, o prefeito mandou a prestação de contas. Ele teria pago R$ 522.852,00 às empresas Dismahc e E. M. M. Mota por equipamentos sofisticadíssimos, como 8 ventiladores pulmonares, 2 cardioversores, 11 camas específicas de leitos de UTI, 11 reanimadores neonatais, desfribiladores e monitores multiparamétricos, dentre 85 aparelhos de 18 itens adquiridos.

Em maio de 2010, quase dois anos depois de compradas as UTIs que desapareceram, a Secretaria de Estado da Saúde voltou a Caxias e constatou: o gasto foi feito e o dinheiro saído dos tesouros estadual e municipal se consumiu, mas nunca nenhuma criança que de lá para cá necessitou dessas UTIs para ser salva foi efetivamente socorrida.

Em discurso na Assembleia, também na segunda-feira, a deputada Cleide Coutinho (PSB), esposa de Humberto, disse que não existiu sumiço de equipamentos. Segundo ela, uma maternidade foi inaugurada com o nome Carmosina Coutinho, mas os pedidos dos equipamentos para a unidade foram feitos ainda em nome da antiga maternidade, Sinhá Castelo, que ainda estava em funcionamento porque o novo prédio não havia sido inaugurado e, por isso, não tinha

CNPJ. “Depois de concluída e inaugurada, todos os equipamentos foram transferidos para a nova maternidade”, afirmou.