Edilázio se solidariza a família de Humberto Coutinho

Nos últimos três anos de trabalho na Assembleia Legislativa ao lado do dr. Humberto Coutinho, aprendi um pouco mais sobre generosidade, testemunhei a coragem e compreendi a perseverança.

Apesar da árdua luta que travava, Humberto jamais deixou de sorrir, de estender a mão. Jamais permitiu se abater.

Foi um homem íntegro, honesto, correto e sensível.

Nos deixa um legado de retidão para a vida e inevitavelmente, um enorme vazio na política.

O Maranhão perde um grande homem. Eu, perco um amigo.

Que Deus conforte o coração de dra. Cleide e toda a família.

Edilázio Júnior, deputado estadual pelo PV

Roseana lamenta morte de Humberto Coutinho

“O Maranhão perde uma liderança política e um homem que lutou fortemente durante os últimos anos pelo restabelecimento de sua saúde.

Ao longo de minha trajetória política, eu e Humberto Coutinho mantivemos uma relação de muito respeito, buscando o melhor para o Maranhão e para a região dos Cocais, onde ele manteve sua base, tendo sido eleito prefeito de Caxias e também Deputado Estadual.

Que Humberto descanse e que Deus conforte Cleide, sua esposa e companheira, os filhos e toda a família. A todos eles, os meus sinceros sentimentos.

Roseana Sarney”

Mudanças no Plenário da Assembleia Legislativa

Após a lamentável e triste morte do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Humberto Coutinho (PDT), ocorrida na noite de ontem, a composição do Plenário da Casa passará por mudanças.

O primeiro vice-presidente do Legislativo, deputado Othelino Neto (PCdoB), será efetivado no comando da Mesa Diretora.

No fim do ano passado o deputado Roberto Costa (MDB) apresentou um Projeto de Resolução Legislativa que alterou as regras após a vacância do cargo de presidente. A regra antiga previa eleição para a nova composição do cargo. A atual, garante a posse imediata do primeiro vice-presidente no cargo.

Outra mudança diz respeito a composição de suplentes.

Já no exercício do mandato desde 2015, o primeiro suplente da coligação que elegeu Coutinho, Rafael Leitoa (PDT) passa a ser o titular da vaga. Já o segundo suplente Fernando Furtado (PCdoB), que havia deixado mandato após polêmica declaração sobre a orientação sexual de índios no Maranhão [relembre aqui], assume uma cadeira na casa.

Em recesso, os parlamentares somente voltarão às suas atividades no mês de fevereiro.

Morre Humberto Coutinho em Caxias

Presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão lutava contra um câncer agressivo no intestino desde 2014

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Humberto Coutinho (PDT), morreu há pouco na cidade de Caxias.

Ele lutava contra um câncer agressivo, no intestino, desde 2014. A morte do líder político da região de Caxias foi informada pelo diretor de Comunicação do Legislativo Estadual, Carlos Alberto Ferreira.

Humberto estava afastado de suas atividades para novo tratamento de saúde desde novembro. Diagnosticado com o quadro infeccioso, ele recebia cuidados específicos em casa, e chegou a ter visitas restritas somente à família por determinação médica.

No mês de maio deste ano Humberto já havia se afastado de suas atividades para tratamento de saúde.

No primeiro afastamento, este ano, ele foi submetido a uma cirurgia no Hospital da Unimed, em Teresina (PI) para a realização de uma desobstrução intestinal, ocasionada por aderências de cirurgias anteriores.

O procedimento era parte do tratamento a que ele realizava contra o câncer no local, enfrentado desde 2014, e foi conduzido pelo médico José Rodrigues. Depois disso, ele chegou a receber alta, mas precisou retornar ao hospital por causa de um quadro de infecção.

Foi submetido a tratamento por antibiótico até eliminar por completo a infecção e somente depois de acompanhado por uma equipe médica, retornou à Assembleia, no mês de julho.

Saúde – Em 2015, pouco depois de assumir mandato na atual legislatura, Humberto também precisou se afastar da Casa para cuidar da saúde.

Naquela ocasião, ele se submeteu a uma cirurgia para a reconstrução do trato intestinal no Hospital Sírio Libanês.

Humberto chegou a explicar, na oportunidade da licença médica, que a intervenção cirúrgica já estava prevista desde 2014.

Humberto será velado e sepultado em Caxias.

O blog se solidariza à Cleide Coutinho e toda a família de Humberto.

 

Duas mortes registradas em Pedrinhas após resgate de presos

A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap), confirmou, por meio de nota, duas mortes de presos no episódio de ontem à noite, que resultou também na fuga de 24 detentos, após explosão de um muro do Centro de Detenção Provisória (CDP), de Pedrinhas.

LEIA A NOTA

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informa que na noite deste domingo (21) houve uma fuga da Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís 6 (UPSL 6), antigo CDP. Seis detentos foram recapturados, 24 permanecem foragidos e dois internos morreram, após imediata resposta do Grupo Especial de Operações Penitenciárias (Geop), que controlou a situação no local.

A fuga se deu depois que parte do muro da unidade prisional foi explodido pelo lado de fora, por pessoas ainda não identificadas, e detentos de duas celas do Pavilhão Gama, que serraram as grades e conseguiram passar pelo buraco causado pela explosão.

Após troca de tiros entre bandidos e agentes penitenciários do Geop de plantão, dois internos vieram a óbito, um no local e outro no hospital. Policiais civis e militares também foram acionados, e seguem no encalço dos evadidos.

A gestão prisional ressalta que, por estar separada do Complexo Penitenciário de São Luís, a UPSL 6 é a única unidade prisional masculina que ainda não dispõe de Portaria Unificada e inspeção por BodyScan, a exemplo das demais que compõe o complexo carcerário.

O caso é investigado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), por meio do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO) da Superintendência de Estado de Investigações Criminais (Seic), que terá 30 dias para a conclusão do inquérito policial.

Nos últimos dois anos, o Governo do Estado investiu forte na segurança e na revitalização do complexo, e conseguiu zerar o número de homicídios intramuros, tirando o Maranhão do topo para último no ranking que mede a taxa de violência nos presídios do país.

Classe política lamenta a morte de João castelo

O Estado – Ao anúncio da morte do deputado federal João Castelo (PSDB) seguiram-se várias manifestações de lideranças políticas de todos os matizes políticos do Maranhão.

A ex-governadora Roseana Sarney lamentou a perda e destacou a importância do tucano para o desenvolvimento do estado. “Ao longo de sua vida pública [João Castelo], deu grande contribuição ao desenvolvimento do nosso estado. Nesse momento de tristeza, quero me solidarizar com a família, a ex-primeira-dama Gardênia Castelo, os filhos e amigos”, pontuou.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), decretou três dias de luto oficial em todo o estado. Adversário político do deputado, o comunista foi mais comedido. “Lamento falecimento do ex-governador do Maranhão João Castelo, atualmente deputado federal”, anunciou. O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), também decretou luto na capital.

Presidente em exercício da Assembleia Legislativa, o deputado Othelino Neto (PCdoB) assina a nota de pesar do Poder Legislativo. “Neste momento de dor a Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão solidariza-se com familiares e amigos”, diz o texto.

História – O deputado estadual Adriano Sarney (PV) mencionou o legado do ex-governador para a história do Maranhão e a liderança política que ele ainda exercia.

“João Castelo faz parte da história do Maranhão e se consagrou como líder em nosso estado. A Deus peço que dê a ele o merecido repouso eterno. Deixo também meus mais sinceros pêsames aos seus familiares, em particular a sua esposa Gardenia”, destacou.

O senador Roberto Rocha (PSB) ressaltou o perfil de “tocador de obras do tucano”. “João Castelo deixou um legado perene em obras espalhadas por todo o Maranhão, e também alcançou o que é dado a muito poucos: tornar-se referência na política, criar uma marca de gestor e escrever no coração de toda uma geração o orgulho de se declarar castelista”, escreveu.

A família Murad manifestou-se por meio de comunicado disparado pela assessoria da deputada estadual Andrea Murad (PMDB). “Em nome do ex-deputado Ricardo Murad, da deputada estadual Andrea Murad e da prefeita Teresa Murad, toda a família lamenta profundamente o falecimento de João Castelo Ribeiro Gonçalves, que deixou um importante legado político como senador, governador, deputado federal e prefeito de São Luís”.

Testemunhas do caso Mariana Costa serão ouvidas hoje pela polícia

lucas-porto-aptA Polícia Civil ouvirá a partir de hoje, as testemunhas do assassinato da publicitária Mariana Costa, sobrinha do ex-presidente José Sarney.

Dentre as testemunhas estão familiares, amigos e vizinhos do apartamento onde ela morava e foi morta.

O objetivo agora é desdevendar a motivação para o crime, que a polícia diz ter sido cometido pelo empresário e cunhado da vítima, Lucas Porto.

Lucas era casado com a irmã de Mariana. A polícia já levantou a hipótese de Mariana ter descoberto e decidido contar para a irmã, um relacionamento extraconjugal de Lucas, mas não há confirmação da tese.

“A partir de quarta-feira vamos procurar ouvir familiares, pois não foi possível ainda por conta do velório e sepultamento da vítima e vamos reinquirir novamente o suspeito”, resumiu o secretário de Segurança, Jefferson Portela.

Na terça-feira, a Polícia Civil do Maranhão divulgou as filmagens do circuito interno das câmeras de segurança do condomínio onde morava Mariana Costa. Por meio das imagens é possível observar que Lucas esteve duas vezes no local do crime. De acordo com as investigações, das 14h às 15h, período provável da morte de Mariana segundo laudo do IML, apenas Lucas Porto teve acesso ao apartamento.

Ele nega o crime.

 

A polícia diz já ter colhido provas o suficiente que incriminam o suspeito.

Vereador de Governador Nunes Freire é executado

vereador curióO vereador de Governador Nunes Freire, Esmilton Pereira dos Santos, de 45 anos, foi executado ao chegar a sua residência, num povoado da cidade. O crime aconteceu por volta das 22h30 de ontem.

A violência foi tamanha que, segundo informações da própria Polícia Militar, foram encontradas mais de 15 perfurações de bala no corpo do vereador Esmilton. O parlamentar que estava no seu quarto mandato e buscava reeleição pertencia ao PRB.

Apesar de ser natural de Lago Verde, Esmilton fez carreira política em Governador Nunes Freire. O parlamentar era conhecido como o vereador dos pescadores. Esmilton, segundo seus dados junto a Justiça Eleitoral, era solteiro e pretendia gastar algo em torno de R$ 10 mil para tentar sua nova reeleição.

Ao que tudo indica, infelizmente, foi mais um crime de encomenda praticado no Maranhão. Entretanto, resta saber se a execução do vereador Esmilton tem algo a ver com a política partidária, afinal estamos em ano eleitoral e em plena campanha.

Segundo – O curioso é que em 2014, outro vereador de Governador Nunes Freire foi assassinado. No dia 10 de março, morreu o vereador Paulo Lopes Sales (PT), 36 anos, após ter sido encontrado com várias fraturas no crânio, por suposto espancamento, na BR-316, entre Governador Nunes Freire e Maracaçumé, no dia 1º de março.

Naquela oportunidade, a Direção Estadual do PT, através do presidente Raimundo Monteiro, levantou a possibilidade de crime político.

Informações de Jorge Aragão

Eliziane Gama repudia assassinato de quilombola

ElizianeA deputada federal Eliziane Gama (Rede) manifestou repúdio devido ao covarde assassinato de Francisca das Chagas Silva, de 34 anos, que foi morta com requinte de crueldade e violência sexual, no município de Miranda do Norte. A parlamentar pede providências no caso e lamenta o crescimento de crimes contra trabalhadoras rurais.

Quilombola do povoado Joaquim Maria, na zona rural do município maranhense, Francisca das Chagas Silva, foi uma das muitas Margaridas que participou da Marcha em Brasília no ano passado que teve como pauta: “Desenvolvimento Sustentável com Democracia, Justiça, Autonomia, Igualdade e Liberdade”.

Durante a Marcha das Margaridas, Francisca das Chagas participou do Grupo de Estudo Sindical (GES Mulher), e de outras ações organizadas pelo Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR), buscando soluções e também fazendo cobranças ao poder público e judiciário, justamente por causa dos crimes contra mulheres que permanecem impunes.

Eliziane Gama lamenta a morte da quilombola e reafirma que é preciso fortalecer as políticas públicas de proteção e direitos da mulher, principalmente da mulher do campo.

Ascom