PTB vai com Flávio Dino, diz Pedro Fernandes

A executiva nacional do PTB decidiu por unanimidade ontem pelo apoio à pré-candidatura de Geraldo Akcmin (PSDB) à Presidência da República.

A posição do partido, teoricamente, deverá se repetir nos estados em que o PSDB possui pré-candidatura ao Governo.

No Maranhão, o PSDB tem como pré-candidato o senador Roberto Rocha.

Mas…

Sobre o assunto, o deputado federal Pedro Fernandes (PTB) afirmou ao blog que apesar de nacionalmente o partido ter formalizado aliança com o PSDB, o mesmo não ocorrerá no Maranhão.

Ele disse que o partido continuará ao lado de Flávio Dino, que disputará a reeleição para o cargo em outubro.

Então tá.

‘Que tal?’: renovação proposta por Pedro Fernandes é de pai para filho

Flávio Dino com Pedro Lucas e Pedro Fernandes

O deputado federal Pedro Fernandes (PTB) concedeu entrevista a O Imparcial, para defender a renovação na política.

Dono de 5 mandatos na Câmara Federal, e mais um de vereador, Pedro Fernandes criticou, veja só,  o fato de políticos já consolidados trabalharem por mais uma eleição, neste ano.

“Muita gente já deu o que tinha que dar. Eu vejo gente querendo ser candidato a senador com mais de 80 anos. Para que isso? Para se proteger, para ter foro privilegiado ou para querer trabalhar pelo Maranhão? Acho que está na hora do maranhense renovar”, disse.

“Não é renovar só pela idade, mas renovar as práticas políticas”, e completou.

Pedro Fernandes, que decidiu não disputar as eleições 2018 só não explicou, contudo, o motivo da desistência pelo pleito.

Ele é pai do vereador e presidente da MOB, Pedro Lucas Fernandes, também do PTB, pré-candidato a deputado federal.

Foi justamente o interesse na estrutura política, em prol do filho,  que motivou a sua aliança com o governador Flávio Dino (PCdoB).

Fernandes trabalha e quer garantir a eleição de Pedro Lucas.

A renovação proposta pelo deputado, portanto, é de pai para filho.

O resto é balela…

Ressentido: Pedro Fernandes deixa o posto de vice-líder do Governo Temer

O deputado federal Pedro Fernandes (PTB) pediu a sua destituição do posto de vice-líder do Governo Michel Temer na Câmara Federal.

O pedido foi formalizado por meio de um ofício encaminhado ao líder do Governo na Casa, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

A decisão de Fernandes ocorreu dias depois de ele ter o nome rejeitado para o Ministério do Trabalho.

No ofício, Fernandes tentou responsabilizar o ex-presidente José Sarney e disse que não tem mais interesse no posto.

“Diante das circunstâncias e para evitar embaraços do sr. presidente Michel Temer com o sr. ex-presidente José Sarney, notifico o meu desinteresse de continuar como vice-líder, por conseguinte, solicito a minha destituição”, escreveu.

Após ter o nome rejeitado no Palácio do Planalto, Pedro Fernandes já havia tentado responsabilizar o ex-presidente da República.

Em resposta, José Sarney rechaçou ter vetado o nome do petebista, e lembrou que na ocasião da nomeação do governador Flávio Dino (PCdoB) para o comando da Embratur, no Governo Dilma Rousseff, deu aval para o comunista.

“Ele [Pedro Fernandes] quer arrumar uma desculpa. Colocar a responsabilidade sobre as minhas costas. Se, no passado, não vetei Flávio Dino para a Embratur, não faria isso para alguém que foi nosso amigo”, finalizou.

Sarney cita ida de Flávio Dino a Embratur ao negar veto a Pedro Fernandes

O ex-presidente da República José Sarney (MDB) negou hoje ao blog do Camarote ter imposto veto ao nome do deputado Pedro Fernandes (PTB) para o Ministério do Trabalho.

Fernandes afirmou hoje a jornalistas, que o seu nome havia provocado embaraço na política do Maranhão e sugeriu que o veto no Governo Federal partiu de Sarney.

Não foi.

“Não fui consultado e não vetei”, disse Sarney.

O ex-presidente lembrou que na ocasião da ascensão de Flávio Dinio (PCdoB) na Embratur, não houve veto.

“Ele [Pedro Fernandes] quer arrumar uma desculpa. Colocar a responsabilidade sobre as minhas costas. Se, no passado, não vetei Flávio Dino para a Embratur, não faria isso para alguém que foi nosso amigo”, afirmou.

Pedro Fernandes não vai mais assumir o Ministério do Trabalho

O deputado federal Pedro Fernandes (PTB) admitiu hoje que não mais assumirá o Ministério do Trabalho Emprego do Governo Michel Temer (MDB).

Fernandes havia sido indicado ao cargo pelo PTB, após o pedido de demissão de Ronaldo Nogueira, do mesmo partido. De acordo com o próprio deputado, na ocasião do anúncio, o presidente da República havia aceitado o seu nome.

Ocorre que logo em seguida, Pedro Fernandes afirmou que a sua indicação para o Governo Federal não mudaria em nada a aliança firmada com o governador Flávio Dino (PCdoB), duro crítico de Michel Temer.

Foi o que teria motivado a sua queda, antes mesmo de assumir o cargo.

Em uma nota, Fernandes afirmou que Michel Temer recuou e pediu outra indicação ao PTB, por causa do “embaraço” que ele teria criado na relação com o peemedebista no Maranhão. Ele citou suposta influência do ex-presidente José Sarney. O que até agora, não está confirmado.

Agora fora do Governo Michel Temer, antes mesmo de assumir o posto, ele está livre para seguir caminho ao lado de Flávio Dino e eleger o filho, vereador Pedro Lucas Fernandes, que está no comando da Agência Metropolitana, para a Câmara Federal em 2018.

Pedro Fernandes confirma acerto para assumir Ministério do Trabalho

O deputado federal maranhense Pedro Fernandes (PTB) assumirá o comando do Ministério do Trabalho. Ele substitui Ronaldo Nogueira, do mesmo partido político, que pediu demissão ontem.

Por telefone, Fernandes confirmou o acerto ao blog do Ronaldo Rocha. Ele adiantou que aguarda tão somente a publicação de sua nomeação no Diário Oficial, para em tão tomar posse no ministério.

“Procede [a informação]. Fui indicado pelo meu partido, houve um consenso e o presidente Michel Temer acatou. Agora aguardo a nomeação, que deve ocorrer até sexta-feira. Na próxima semana deve ser a posse”, disse.

Fernandes evitou dar detalhes sobre os novos rumos no Ministério. “Deixa primeiro passar o susto. Depois sim, a gente detalha tudo”, desconversou.

Pedro Fernandes tem sido um dos parlamentares, do Maranhão, que demonstram maior apoio às medidas do Governo Federal, a exemplo das reformas Trabalhista e da Previdência.

Alexandre Almeida busca apoio para recuperação da MA-040

Em viagem a Brasília, o deputado Alexandre Almeida (PSD) foi buscar apoio da bancada federal maranhense para a execução do asfaltamento da MA-040, no trecho que liga os municípios de Timon e Matões.

“A minha intenção é conseguir uma emenda de bancada para a execução dessa obra via Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf)”, informou o deputado.

Nesse sentido, Alexandre Almeida reuniu-se com os deputados Pedro Fernandes (PTB), na quarta-feira (5), e nesta quinta-feira (6), conversou com a deputada Eliziane Gama (PPS). Segundo Almeida, o deputado Pedro Fernandes foi receptivo à proposta e, inclusive sugeriu que, tão logo seja conseguido o orçamento, os trabalhos sejam feitos por homens do Exército Brasileiro, em razão da excelente experiência que o Maranhão vem tendo com algumas obras que estão sendo executadas através dessa parceria.

Ainda segundo Alexandre Almeida, a deputada Eliziane Gama também foi bastante receptiva, e se prontificou a participar da indicação da emenda, bem como marcar uma audiência com o Ministro da Defesa, para viabilizar a parceria com o Exército para a realização dos trabalhos.

“Faço uma avaliação muito positiva das duas reuniões com os nossos representantes da Câmara Federal. Estou confiante na sensibilidade dos mesmos, assim como dos representantes do Senado, para conseguirmos asfaltar esse trecho da MA 040, uma obra estratégica para a Região Leste maranhense”, concluiu Almeida.

Deputados avaliam situação de Lula e eventual presença do petista no Governo

Deputados LulaO Estado – Deputados federais que integram a bancada maranhense na Câmara Federal, avaliaram a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os efeitos para o Governo Dilma Rousseff (PT) de uma possível ascensão do petista para a Casa Civil, um dos mais importantes ministérios do Poder Executivo.

Na semana passada Dilma nomeou Lula ministro-chefe da Casa Civil. Uma decisão liminar, contudo, tornou nula a posse. Em menos de 48 horas a liminar foi derrubada e Lula voltou a ser ministro. Mas a nomeação acabou anulada, pela segunda vez, na sexta-feira, pelo ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-presidente ainda pode recorrer ao Pleno do STF. Lula é alvo de investigações da Operação Lava Jato, comandada pelo juiz federal Sergio Moro.

Cinco deputados federais maranhenses falaram com exclusividade a O Estado sobre o tema.

eliziane gama congressoPara João Marcelo Souza (PMDB), Lula tem potencial para amenizar o desgaste da gestão Dilma Rousseff.

“Lula foi nomeado por ser considerado um bom articulador político. É importante saber quais medidas que o ex-presidente irá tomar para ajudar o Governo neste momento conturbado que o país está atravessando”, disse.

Júnior Marreca (PEN), disse que Lula pode ajudar Dilma a melhorar a sua relação com o Poder Legislativo, que hoje está abalada.

“Quanto a Lula, não podemos medir [os efeitos]. Mas vejo que ele no Governo pode sim melhorar o diálogo com o Congresso”, resumiu.

Já Pedro Fernandes (PTB), que até o início do ano coordenou a bancada maranhense na Câmara, apesar da difícil situação, afirmou acreditar que Lula pode ajudar Dilma a sair da crise.

“A ascensão de Lula no Governo com certeza dará um upgrade [à administração federal]”, pontuou.

Redução de força – Juscelino Filho (DEM) avaliou que após a divulgação dos áudios, pelo juiz Sergio Moro, das ligações telefônicas interceptadas pela Polícia Federal, Lula perdeu força política e apoio popular. Ele acredita que o cenário passou a ser outro após a divulgação dos áudios.

“Com Lula ministro, o Governo Dilma tenta aumentar a governabilidade comprometida e melhorar a deteriorada interlocução com o Congresso, para influenciar o resultado do processo de impedimento em favor da presidente. Com as bombásticas revelações autorizadas pela Justiça Federal, acho que a força política dele e dela diminuíram, fizeram muitos comentários desabonadores ao Parlamento, criaram vários constrangimentos institucionais, que isolam mais o Governo, reduzem a base de apoio dele e pioram bastante a situação de ambos, Dilma e Lula, inclusive junto à opinião pública”, enfatizou.

Eliziane Gama (Rede) corroborou do posicionamento de Juscelino… [Continue lendo aqui] / assinantes

Deputados maranhenses vão comandar a CPI do Carf na Câmara Federal

pedrofernandesO deputado federal Pedro Fernandes (PTB-MA) foi eleito presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Conselho Administrativo de Recursos Federais (CARF). O deputado maranhense Pedro Fernandes foi eleito por unanimidade. A

A CPI do CARF foi criada para investigar denúncias de fraudes contra a Receita Federal por bancos e grandes empresas suspeitos de pagar propina para diminuir ou anular multas por sonegação fiscal, impostas pelo Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, que é o órgão do Ministério da Fazenda encarregado de julgar recursos contra multas.

O deputado João Carlos Bacelar (PR-BA) será o relator da comissão e o deputado, também do Maranhão, Hildo Rocha (PMDB), será o vice-presidente.

Hildo Rocha é vice-presidente da CPI

Hildo Rocha é vice-presidente da CPI

Com a escolha do presidente, do relator e dos vice-presidentes, a CPI agora vai abrir o prazo para a apresentação de requerimentos de investigação e convocação. Os pedidos têm de ser aprovados pelo colegiado. Deputados da oposição já avisaram que, entre os nomes que pretendem convocar, está o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A polícia suspeita da existência de um esquema de corrupção que atuou no CARF e também no Congresso, com base em indícios de que teria havido pagamento de propina na aprovação de medidas provisórias que beneficiaram setores da economia com isenções fiscais. Entre os suspeitos estão 24 pessoas, pelo menos 15 escritórios de advocacia e consultoria, além de grupos empresariais.

Já foram investigadas as montadoras Ford e Mitsubishi; os bancos Bradesco, Santander, Safra e Bank Boston; a seguradora Bradesco Seguros; a empreiteira Camargo Corrêa; o grupo siderúrgico Gerdau, a Petrobras; a BR Foods, do setor de alimentos; a Light, distribuidora de energia do Rio de Janeiro; e o grupo de comunicação RBS.

Em outubro do ano passado, ao investigar benefícios às empresas MMC, representante da Mitsubishi no Brasil, a Polícia Federal passou a suspeitar de um esquema de “compra” de medidas provisórias.

Pelo visto, será grande a responsabilidade do deputado federal Pedro Fernandes no comando da CPI do CARF.

Exército pode retomar obras federais paralisadas no Maranhão

Pedro Fernandes

Pedro Fernandes na FNDE

O coordenador da bancada maranhense no Congresso Nacional, deputado federal Pedro Fernandes (PTB) foi recebido ontem pelo presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Idilvan Alencar, e com a diretora de Gestão, Articulação e Projetos Educacionais do órgão, Renilda Peres, para tratar de cerca de 200 obras que estão paralisadas no Maranhão e que tiveram seus convênios entre o FNDE e Prefeituras, extintos.

Fernandes afirmou que o tema provoca preocupação de gestores municipais e precisa ser o quanto antes solucionado com o auxílio do Governo Federal.

“Um caso emblemático é o das três creches do município de Colinas que tiveram os seus respectivos convênios reincididos sem que as obras fossem finalizadas. O presidente nos apresentou duas possibilidades: licitar novamente a obra ou firmar uma parceria com o Exército Brasileiro”, disse.

De acordo com o parlamentar, essas duas soluções estão previstas, mas o Exército entrar com a força de trabalho no caso de convênios extintos seria inédito. Por isso o presidente do FNDE garantiu empenho para realizar um estudo sobre a forma mais viável e aplicar no Maranhão.

Pedro Fernandes afirmou ter sido positivo o encontro e assegurou que continuará em busca de soluções para a conclusão das obras paralisadas – voltadas à educação -, no estado. Ele disse que acompanhará a solicitação feita ao presidente do FNDE.

Exército – A atuação do Exército no planejamento e construção de obras no país, denominadas de missões subsidiárias, tem amparo legal previsto no artigo 142 da Carta Magna de 1988. A Lei Complementar Federal nº 97, de 9 de junho de 1999, alterada pela Lei Complementar nº 117, de 2 de setembro de 2004, e pela Lei Complementar nº 136, de 25 de agosto de 2010, dispõe sobre a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas.

Nessa norma deve ser destacado o parágrafo II, do Artigo 17, que estabelece ao Exército, dentre outras, a seguinte atribuição subsidiária particular: “cooperar com órgãos públicos federais, estaduais e municipais e, excepcionalmente, com empresas privadas, na execução de obras e serviços de engenharia, sendo os recursos advindos do órgão solicitante”. Dando cumprimento a esse dispositivo legal, a Missão do Exército prevê a sua participação no desenvolvimento nacional e na defesa civil, por meio de ações subsidiárias.