Sebastião Uchôa teme receber o mesmo destino de Stênio Mendonça

Sebastião Uchoa é delegado de Polícia Civil

Sebastião Uchoa é delegado de Polícia Civil

O delegado de Polícia Civil, Sebastião Uchôa, fez grave denúncia ontem, por meio de seu perfil, em rede social, após ter sido removido da Delegacia Especializada do Meio Ambiente.

Ele afirmou que o Poder Executivo utiliza o expediente de lotação de servidores – no caso dele, especificamente -, por conveniências políticas e disse temer ter o mesmo destino do delegado Stênio Mendonça, assassinado na Avenida Litorânea em 1997 após investigar uma quadrilha de roubo de cargas que atuava no Maranhão, caso que envolveu algumas autoridades do estado na ocasião.

A denúncia é grave no mínimo intrigante.

“O Executivo brinca de lotação e exercícios deles ao seu bel prazer e conveniências políticas ou até mesmo em caráter de cunho pessoal, às vezes por meio de seus intermediários assessores […]. O perigo de os Delegados de Polícia não terem inamovibilidade é o que estamos assistindo:  recentemente acionamos a nossa entidade de classe (ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA CIVIL DO MARANHÃO -ADEPOL/MA) denunciando um grave caso ocorrido e lhe pedindo providências, onde até o presente como nada fizera, fomos surpreendidos com a estranha e direcionada remoção em menos de dez meses de lotação, sem qualquer motivação administrativa, inclusive nos colocando em sério risco à integridade física, dando ensejo a uma série de interpretações, particularmente para se ver “livre” ao estilo que fizeram com o falecido Stenio Mendonça (pelas investigações da época, muitos sabiam que o referido delegado estava cotado a morte assassinada) ou uma imaturidade pela falta de preparo administrativo a altura? Precisam explicar isso além do poder discricionário da gestão”, comentou Uchôa.

A íntegra do desabafo do delegado pode ser lido aqui.

O meu indiciamento é um ato político, diz João Abreu

João Guilherme de Abreu

João Abreu se defende de acusações

João Abreu se defende de acusações

O jornal O Estado de São Paulo publicou na edição do dia 27.08.2015, notícia dando conta de meu indiciamento pela Policia Civil do Maranhão, no inquérito que apura a suspeita de pagamento de propina para possibilitar a celebração de acordo entre o governo do Estado e a empresa Constran, no ano de 2013, com vista à liquidação de um precatório.

E como era de se esperar, essa notícia reverberou na imprensa e blogs da Capital, principalmente naqueles alinhados com o governo do Estado.

Embora sem fundamento sólido, o meu indiciamento já era por mim esperado, e por todos os que me acompanham neste momento tormentoso, porque somos conscientes de que os ilustres delegados encarregados do inquérito não conseguiriam resistir às pressões disparadas do Palácio dos Leões.

Todavia, o alarde que se faz sobre o meu indiciamento não possui fundamento. O indiciamento não é acusação, mas mera colheita dos dados de identificação de alguém que, na opinião da polícia, reúne indícios de ter sido o autor do ato sob investigação. Ele não gera processo, que só é instaurado com a denúncia oferecida pelo Ministério Público, se recebida pelo Judiciário.

Na prática, o indiciamento policial tem servido apenas como estigma social e isto explica, no meu caso, o interesse de darem ampla divulgação desse ato, em suas minucias, embora o inquérito corra sob “segredo de justiça” e a lei diga que é crime quebrar o segredo de Justiça.

Mas estou absolutamente tranquilo e aguardo, com serenidade, o desdobramento do caso, consciente de que o indiciamento é injusto e motivado por decisão política. Não há nos autos do inquérito elementos mínimos indicadores da existência do alegado crime. Tudo se resume na afirmação feita pelo doleiro Alberto Yusself, um dos principais envolvidos na famosa Operação Lava Jato, que alega ter me mandado entregar vultosa quantia para “distribuir a integrantes do governo do Maranhão em troca do pagamento do precatório”.

Mas não há comprovação alguma da materialidade desse delito, e sua declaração é, inclusive, desmentida por pessoas de quem se teria servido como portador da entrega do numerário.

Mas foi com base, exclusivamente, na afirmação desse renomado delinquente, que se apoia o indiciamento, sem fundamentos ou prova que o justifiquem. E mais ainda, sem levar em consideração que o acordo celebrado entre o Governo do Estado e a Constran se sustentou em judiciosos pareceres emitidos pela Secretaria de Planejamento do Estado e pela Procuradoria Geral do Estado e envolvia uma dívida que o Estado tinha para com a referida empresa, apurada através de um longo processo judicial, que tramitou por todas as esferas do Judiciário e contra o qual já não era mais possível opor resistência alguma.

Caberá agora ao Ministério Público Estadual analisar se me acusa ou não, com os parcos elementos contidos no inquérito.

De minha parte, cabe aguardar o desdobramento desse funesto episódio, para o qual conto com o apoio de minha família e de amigos leais que nunca me faltaram nos momentos difíceis da minha vida.

À sociedade maranhense resta pedir que evite antecipação de julgamento, seja em homenagem ao princípio constitucional da presunção de inocência, seja em respeito aos longos anos que tenho como empresário e homem público, que já exerceu o cargo de Secretário de Saúde do Estado, por duas vez o de Secretário Chefe da Casa Civil e a Presidência do Sebrae, sem jamais ter sido acusado de um ato de desonestidade e que hoje convive com o drama de se vê escarnecido por um reles doleiro e pelo tratamento escandaloso e sensacionalista dado por uma parte da imprensa.

Wellington do Curso manifesta apoio a policiais civis em greve

Wellington apoiou a greve dos policiais

Wellington apoiou a greve dos policiais

O deputado estadual Wellington do Curso (PPS) realizou visita ao Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (Sinpol), para manifestar apoio à greve da categoria no estado.

Na oportunidade, o parlamentar foi recebido pelo presidente do sindicato, Heleudo Moreira.

De acordo com o presidente do sindicato, são estabelecidas por Lei 3.055 vagas para policiais civis no estado e estão sendo ocupadas somente 2.166.

Além disso, os sindicalistas reivindicam implantação de uma política de valorização salarial para os próximos anos, melhores condições de trabalho, aumento do efetivo e a retirada de presos das delegacias do interior.

O deputado Wellington solicitou uma reunião com a Comissão de Segurança Pública da Assembleia cujo objetivo é discutir sobre possíveis medidas que solucionem o problema.

“Independentemente de questões políticas, enquanto parlamentar estou em defesa dos policiais, dos cidadãos maranhenses, da segurança pública, dos direitos humanos e das minorias”, disse.

Policiais civis decidem iniciar greve no dia 3 de agosto

Policiais civis se deslocaram até o Palácio dos Leões para protestar na manhã de hoje

Policiais civis se deslocaram até o Palácio dos Leões para protestar na manhã de hoje

Policiais civis decidiram hoje, em assembleia geral realizada na Associação Comercial do Maranhão, por iniciar movimento grevista no dia 3 de agosto.

Após o ato, os policiais caminharam até a frente do Palácio dos Leões, sede da administração pública estadual, para protestar contra o reajuste salarial concedido á categoria pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

Os civis reclamam que com o reajuste de apenas 5%, os policiais passarão a receber apenas 20% – em termos de comparação -, o equivalente ao que recebe um delegado de polícia.

A insatisfação se dá justamente a diferenciação gigantesca entre as duas categorias: policial x delegado.

Flávio Dino ainda não sabe o que fazer em relação ao assunto.

Polícia age rápido e prende 16 suspeitos de ataques a ônibus

Dezesseis pessoas foram presas no início da noite de ontem, suspeitas de terem participado de ataques a ônibus na região metropolitana de São Luís. Destes, 11 foram apresentados na Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC).

Reprodução TV Mirante

Reprodução TV Mirante, afiliada a Rede Globo

Os ataques foram contra quatro ônibus e um micro-ônibus, em São Luís e São José de Ribamar, municípios da região metropolitana de São Luís. Na capital, os atentados aos ônibus aconteceram nos bairros Alto do Pinho, Santa Bárbara e na sede da empresa Viação Abreu, no Jardim São Cristóvão. Já em Ribamar, um micro-ônibus que presta serviços de transporte alternativo, também foi queimado.

A operação que, ainda não tem data para terminar, está sendo coordenada pelo responsável do Comando de Policiamento Metropolitano (COM), Coronel Marco Antônio Alves. De acordo com o Coronel, dentre os 16 presos, cinco têm 17 anos de idade. Com eles, foi encontrado material inflamável, um revólver calibre 38 com 3 munições, além de um papelote de maconha para uso pessoal. Os suspeitos foram surpreendidos nos bairros Vila Brasil, Sol e Mar e Barragem do Bacanga.

Ainda segundo o Coronel, apesar das abordagens terem sido feitas em pontos diferentes da capital maranhense, a localidade da Barragem do Bacanga receberá uma atenção especial, já que naquela área, o fluxo de ações criminosas é considerada bastante alta. “A região metropolitana será monitorada com mais intensidade, mas daremos uma atenção especial a Barragem do Bacanga, pois lá a acão dos criminosos têm sido mais frequente”, disse o militar.

O Coronel Alves pediu uma maior cautela por parte da população, e afirmou que não há nenhum motivo para pânico, pois o policiamento nos próximos dias será extensivo por toda a área metropolitana de São Luís.

Até o momento, não há nenhuma confirmação que a ordem dos ataques tenha sido direcionada de dentro do Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

Em nota, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) afirmou que o trabalho de investigação vai continuar, e ressaltou ainda que todas as medidas já foram tomadas para garantir a segurança da população.

Governo convoca aprovados em concurso para a Polícia Civil

A Secretaria de Gestão e Previdência do Maranhão (Segep) convocou ontem (10) os candidatos aprovados e classificados no Concurso Público da Polícia Civil para os cargos de auxiliar de Perícia Médico Legal, Escrivão de Polícia, Farmacêutico Legista, investigador de Polícia, Médico Legista, Odontolegista e Perito Criminal.

“Dou as boas-vindas a todos e desejo muita sorte e felicidade na carreira que se inicia”, declarou o secretário Fábio Gondim.

Os candidatos deverão comparecer, no prazo de 10 dias úteis, na Supervisão de Recursos Humanos da Secretaria de Segurança Pública, das 9h às 12h e das 15h às 18h, munidos da seguinte documentação:

1. Cópia autenticada e original do Diploma ou Certidão com o Histórico Escolar de Conclusão de Curso de Nível Superior, devidamente registrado pelo órgão competente, e tratando-se do cargo de Auxiliar de Perícia Médico Legal, cópia autenticada e original do Certificado de Nível Médio ou Técnico, conforme requisito legal exigido para o ingresso;

 2. Cópia Autenticada da Cédula de Identidade e CPF;

 3. Cópia Autenticada do Título de Eleitor e Comprovante(s) da última votação;

 4. Cópia Autenticada do Documento Militar, se do sexo masculino;

 5. Atestado de Antecedentes Criminais e de Conduta, expedido pelas Secretarias de Segurança Pública do Estado onde residir o candidato nos últimos cinco anos;

 6. Certidoes Negativas Criminais da Justiça Federal e da Justiça Estadual dos lugares onde tenha residido nos últimos cinco anos;

 7. Atestado Médico Comprovando Higidez Física e Mental do candidato expedido pela Junta Médica do Estado;

Exames

a) Hanseníase;

b) Baciloscopia;

c) Raio-X do Tórax;

d) Parasitologia de Fezes;

e) Sumário de Urina;

f) Hemograma Completo;

g) Lipidograma Total;

h) Sorologia Para Lues;

i) Eletroencefalograma;

j) Eco Dopplercardiograma;

k) Glicemia em Jejum;

l) Atestado de Sanidade mental (fornecido por Psiquiatra);

m) Anti-HBC (Hepatite B);

n) Anti-HCV (Hepatite C);

Os exames recentes com validade de até 30 dias

Operação policial na ‘cracolândia’ de São Luís tem saldo de 34 conduzidos

A Polícia Civil realizou na manhã de hoje, uma grande operação na área da

Operação policial no João Paulo - Foto: G. Ferreira

feira do João Paulo conhecida como “cracolândia de São Luís”. De acordo com a superintendência da PC, seis acusados de tráfico de drogas foram conduzidos ao 2º DP (João Paulo), dos quais quatro foram autuados por associação para o tráfico. A polícia também apreendeu 28 usuários – vários deles menores, que foram levados num microônibus para a Academia de Polícia, no São Raimundo. Os suspeitos presos e autuados são: Rodrigo Sousa de Moraes, 18; Carlos Henrique Ferreira Paixão, o “Fofão”, 27; Eduardo dos Santos Borges e Antonio Reginaldo Muniz. De acordo com o delegado Joviano Furtado, supervisor do Centro Integrado de Defesa Social (Cids) Oeste, que coordenou a operação, os 28 usuários apreendidos seriam ouvidos por profissionais especializados, na Academia de Polícia, e em seguida será realizado com eles um trabalho de recuperação e integração social.

Polícia ainda não encontrou presos que fugiram de delegacia em Bacabal

Ccela 80 da delegacia de Bacabal, interditada por superlotação / Foto: De Jesus

A polícia ainda não encontrou os cinco presos que fugiram durante a madrugada do 1º Distrito Policial em Bacabal. As buscas são comandadas pela Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI) que coordena o patrulhamento na segurança e nas buscas aos presos.

 Policiais civis e militares realizam várias diligências em toda a região a fim de localizar e recapturar todos os foragidos, no entanto, até o momento não houve sucesso. Os fugitivos são: Adriano Francisco de Sá, Isaias Pereira Alves, Geovane de Sousa Palhano, Jorge Wilson Mendes Silva e Sérgio Reis Araújo.

De acordo com a Delegacia Regional, a fuga aconteceu por volta das 4h de hoje. Os detentos retiraram um ferro de um ventilador que próximo à cela, conseguiram cavar um buraco no chão, de aproximadamente 1 metro e alcançaram a parte externa da delegacia.

Em breve mais informações sobre esse caso e sobre as buscas da Polícia Federal ao prefeito de Barra do Corda e sua mulher.