Edivaldo cumpre promessa de campanha e anuncia o Bilhete Único

Bilhete únicoO prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) lançou ontem o sistema Bilhete Único, programa que foi o carro-chefe da sua campanha eleitoral em 2012. O programa, quando efetivado, beneficiará a população.

Esse blog, por dever de justiça, uma vez que cobrou por inúmeras vezes o cumprimento da promessa eleitoral, reconhece o esforço do prefeito em colocar atuar no sistema de transporte público. O bilhete único, que já funciona em grandes centros do país, como no Rio de Janeiro, representa, sem dúvida, um avanço para o usuário.

O sistema vai atender, de acordo com o Executivo, 760 mil usuários do transporte coletivo da capital e deve entrar em operação no dia 14 deste mês.

“Hoje concretizamos um dos mais importantes compromissos assumidos por nossa gestão com a população de São Luís”, disse ontem, o prefeito Edivaldo Júnior.

Agora é esperar o sistema ser de fato colocado em prática.

Difícil missão

Obra de creche anunciada em 2013 está abandonada em São Luís/ foto: Paulo Soares

Obra de creche anunciada em 2013 está abandonada na Cidade Operária/ foto: Paulo Soares

Não há dúvida de que o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) tem motivos para comemorar o resultado da última pesquisa Escutec, que o aponta com 20,6% de intenções de votos em São Luís.

Para quem patinava na casa dos 10%, a subida deve mesmo ser comemorada, mas a missão do prefeito ainda é considerada difícil para alcançar a reeleição.

Apesar da subida nos índices de intenção de votos, Edivaldo ainda é o candidato com a maior rejeição na capital maranhense, na casa dos 36%. E enfrenta dois problemas de gestão que criam resistência entre os eleitores.

O primeiro é a forte submissão demonstrada ao governador Flávio Dino (PCdoB) e até mesmo ao secretário de Articulação Política, Márcio Jerry, a ponto de não tomar qualquer decisão sem antes ouvir um dos dois. Ou ambos.

Outro problema é a dificuldade do prefeito de concluir as obras que realiza nos bairros. São várias frentes de trabalho de asfaltamento em diversas áreas de São Luís, mas muitas dessas obras não chegam ao final. Geralmente são abandonadas faltando ainda algumas ruas para a conclusão, o que acaba por gerar revolta entre moradores, e até disputa entre vizinhos. Foi assim na Cidade Operária, foi assim na região do Anjo da Guarda e da Cohama. E está sendo assim na região do Barramar, onde apenas ruas escolhidas pela gestão recebem asfalto e melhoramentos.

As emissoras de rádio ­ notadamente a Mirante AM ­ são marcadas diariamente por reclamação de moradores que viram as máquinas passarem em seus bairros, mas ignoraram suas ruas.

O pior: o período de chuvas se aproxima, teste fundamental para o prefeito superar a desconfiança de que suas obras não duram. Caso contrário, confirmará a desconfiança de que o crescimento nas pesquisas se deu mais pela emoção das obras de momento, sem consistência para perdurar.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Edivaldo investe na “política do asfalto” na busca pela reeleição

Edivaldo e moradores do bairro Vila Palmeira, em lançamento de obra

Edivaldo e moradores do bairro Vila Palmeira, em lançamento de obra

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PTC), tem investido em uma estratégia política que consiste no asfaltamento e recuperação de vias públicas, para melhorar a sua imagem perante o eleitorado.

A estratégia, além de lançar os serviços, é apelar para o corpo-a-corpo com a população, sob a avaliação de sua assessoria, de que o petecista tem carisma, e portanto, precisa explorá-lo ao máximo.

Mas, como apontou pesquisas de intenções de votos do Instituto Escutec, pouco, ou quase nada, Edivaldo tem colhido de resultado.

Ele está atrás da deputada federal Eliziane Gama (PPS) e em desvantagem do deputado federal e ex-prefeito da capital, João Castelo (PSDB), derrotado por ele próprio em 2012.

A velha política praticada pelo prefeito do “novo e da mudança”, tem sido refletida numa rejeição popular jamais vista na história política da capital, que pode resultar, pela primeira vez, num prefeito em busca de reeleição fora de um eventual segundo turno.

E o eleitorado tem dado o seu recado.

Em 2012, João Castelo acabou como o primeiro prefeito a não conseguir a reeleição em São Luís. E olha que no fim do mandato, exemplo seguido fielmente por Edivaldo, Castelo investiu pesado em obras de mobilidade urbana e infraestrutura.

Chegou a levar asfalto para bairros que jamais haviam recebido esse tipo de estrutura, como o Jardim América, na área da Cidade Operária.

Não adiantou.

Amargou derrota eleitoral. Deixou o Palácio La Ravardière.

Edivaldo, por enquanto trilha o mesmo caminho…

Redenção de nada

A parceria que seria a redenção de São Luís vem sendo propalada desde o ano passado, mesmo antes do resultado da eleição estadual, tanto pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior quanto pelo então candidato a governador Flávio Dino. Ambos garantiam à já descrente população da capital que, juntos, Estado e Prefeitura transformariam a cidade num lugar bem melhor para se viver.

Eleito o governador aliado, Holanda Júnior continua à espera da tão sonhada parceria. Já foi ao Palácio dos Leões, já recebeu o aliado no Palácio La Ravadiere, já posou em várias solenidades com seu padrinho político, mas na prática, até agora, nada mudou para o prefeito de São Luís.

Nos últimos dias, nem com a imagem do governador ao seu lado ele contou quando viu alagado o Hospital da Criança, nem quando os numerosos assaltos aumentaram a insatisfação dos usuários com o sistema de transporte coletivo.

Agora, para piorar a situação, começam as cobranças pelo asfaltamento das ruas, já que há dias foi anunciada, com pompa e circunstância, a liberação de R$ 20 milhões do governo estadual para a Prefeitura de São Luís acabar com o tormento de quem precisa trafegar diariamente por vias esburacadas.

Mas eis que surge o deputado Edivaldo Holanda, pai do prefeito, para dizer a verdade sobre a primeira efetiva parceria: “R$ 20 milhões, em seis parcelas, não dá para asfaltar nem a Vila Embratel, não é redenção de nada”.

Pelo visto, ainda não será dessa vez que o ludovicense sentirá o benefício de ter gestores parceiros no comando da Prefeitura de São Luís e do Governo do Maranhão.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Edivaldo anuncia obras de R$ 22 milhões para a Vila Janaína

5325_prefeito_edivaldo_anuncia_obras_vila_janaina_240215_foto_baeta12O Prefeito Edivaldo Júnior anunciou na noite de ontem o investimento na ordem de R$ 22,8 milhões para serviços de recapeamento, revitalização de vias e drenagem profunda para o bairro Vila Janaína, na região da Cidade Operária. O programa contemplará também os bairros Jardim América, Santa Clara, Vila Vitória e Vila Ryod e outras comunidades no entorno. O evento, realizado na Unidade de Educação Básica (U.E.B.) Santa Clara, contou com a presença maciça de vereadores e de toda a classe política, assim como da comunidade local, que lotou a quadra da U.E.B.

“Essa é uma grande obra para toda região da Cidade Operária e que vai beneficiar vários bairros, muitas ruas serão recuperadas. Estamos tendo o privilégio de atender um pedido antigo dos moradores desta área e proporcionar a eles mais qualidade de vida e conforto”, frisou o prefeito Edivaldo.

A ação compõe o Programa de Pavimentação e Revitalização de Vias Urbanas da Vila Janaína e será executada pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp). O pacote de medidas contempla 121 ruas do bairro, perfazendo uma extensão de 37 mil metros, com obras de pavimentação e requalificação asfáltica, calçamento, serviços de drenagem profunda e superficial e sinalização horizontal e vertical das pistas.

A obra compreende a execução do recapeamento com concreto asfáltico usinado a quente (Cauq) de aproximadamente 20 mil metros de ruas e avenidas, além da execução de calçamento com peças pré-moldadas, abrangendo mais de 17 mil metros de vias. Simultaneamente serão implantados nos bairros contemplados mais de 6.600 metros rede de drenagem profunda para escoamento de águas pluviais, com galerias tubulares interligadas por bocas de lobos e poços de visitas. Além disso, a Prefeitura vai construir uma rede de drenagem superficial com meio fio e sarjetas.

Investimento – Os investimentos para execução do programa são da ordem de 22,8 milhões, obtidos pela Prefeitura de São Luís por meio de financiamento com a Caixa Econômica Federal. Os serviços vão ser iniciados nesta quarta-feira no Jardim América. Estão inclusas no pacote do programa as Avenidas Cajazeiras (902 metros) e Santa Clara (1596 metros); Rua da Secretaria, Rua Augusto Paiva, Rua da Alegria, Rua da Borboleta, Rua da Limeira, Rua das flores, entre dezenas de outros logradouros.

Ascom

Edivaldo Júnior e as tomadas de decisões em 2015

Edivaldo precisa efetivar mudanças em sua equipe

Edivaldo precisa efetivar mudanças em sua equipe

Jorge Aragão – O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PTC), que já queria fazer algumas modificações na sua equipe de governo para 2015, mais do que nunca será obrigado a fazer uma minirreforma na sua equipe para os dois próximos anos.

Edivaldo Júnior já perdeu dois secretários para o futuro governo Flávio Dino (PCdoB), já que Chico Gonçalves (Cultura) vai para a secretaria de Direitos Humanos do Maranhão e Rodrigo Maia (Meio-Ambiente) vai para a Procuradoria Geral do Estado. Além disso, outros nomes como: Geraldo Castro Sobrinho (Educação) e Lula Fylho (Turismo) são cotados para integrar a futura equipe de Dino.

No entanto, a minirreforma de Edivaldo Júnior não deve parar por ai, pois o gestor anda insatisfeito com alguns setores do seu governo que não conseguem deslanchar e outras mudanças devem ocorrer já em janeiro do ano que vem.

Sabedor que o ano de 2015 é primordial para a sua reeleição em 2016, Edivaldo Júnior tem a consciência que precisará colocar nomes certos nos locais exatos, pois com a parceria que fatalmente virá do Governo do Maranhão, afinal o governador eleito Flávio Dino é aliado e já sinalizou para isso, o prefeito tem tudo para ter um ano bem mais tranquilo do que teve em 2014.

Edivaldo Júnior também terá que tomar outra decisão importante, a mudança de partido. Já é certo que o prefeito deixará o pequeno PTC para chegar numa legenda mais forte e o caminho natural seria o PDT. Só que, após a postura correta e fiel de Edivaldo com Dilma e o PT, o prefeito tem sido convidado insistentemente a se filiar no partido da presidente reeleita Dilma Rousseff.

São decisões fundamentais que serão tomadas em 2015, mas com reflexos em 2016.

Atestado de incompetência: Edivaldo quer transferir gestão de transporte público para o Estado

Tumulto e falta de organização continua nos terminais de integração da capital

Tumulto e falta de organização continua nos terminais de integração da capital

Sem dar soluções aos graves problemas no setor de transporte públicos, o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PTC), encaminhou para a Câmara Municipal, um projeto de Lei que promove à delegação da prestação dos serviços de transporte público do município para uma agência reguladora.

Na prática, Edivaldo quer livrar-se do problema, e transferir toda a responsabilidade de gerenciamento do transporte público para terceiros.

Ocorre que o movimento telegrafado do petecista, foi efetivado justamente após o governador eleito, Flávio Dino (PCdoB) indicar para o seu futuro governo, o pai do projeto do VLT na administração João Castelo (PSDB), Arthur Cabral. Arthur administrará a Empresa Maranhense de Transporte Urbano, que será criada pelo comunista.

E é justamente por isso que o prefeito Edivaldo, tenta repassar agora, o controle e a fiscalização do transporte público municipal para uma agência reguladora. A articulação política, é para que Dino tire um peso das costas do prefeito, que assina “atestado de incompetência” ao encaminhar esse tipo de demanda para o Legislativo Municipal. Não que seja um grave problema o Governo do Estado assumir o segmento.

Edivaldo foi eleito com o discurso do novo e da mudança. Prometeu acabar com os congestionamentos nas principais avenidas de São Luís. Não conseguiu. Prometeu de forma ridícula instalar GPS nas paradas de ônibus para que os usuários se mantivesses informados a respeito do horário das linhas e implantar o VLT que havia sido deixado pelo prefeito anterior. Também não efetivou a proposta.

Além disso, prometeu criar o Bilhete Único, considerado o carro-chefe de sua campanha eleitoral e o mais importante, realizar a licitação das linhas de ônibus. O máximo que fez, foi nomear empresários do setor de transporte para importantes pastas de sua administração.

Observe que listei apenas propostas direcionadas aos setores de trânsito e transporte da capital. Ao todo, foram cinco propostas que se efetivadas, mudariam e muito a realidade vivida pela maioria absoluta, ou seja, mais de 750 mil usuários do transporte público de São Luís.

Ao contrário disso, Edivaldo agora quer se livrar do problema, e junto dele, enterrar as propostas que o elegeram em 2012.

O que inevitavelmente pode ser interpretado sim, como incompetência, de um prefeito que pode até ter boas intenções, mas de apresentar mudanças, já deixou claro de que não é capaz. O slogan que o elegeu é, portanto, uma mentira…

Edivaldo deve enterrar o discurso do boicote à Prefeitura…

Edivaldo não pode mais dar desculpas para o fracasso

Edivaldo não pode mais dar desculpas para o fracasso

Ed Wilson – A partir do dia 1º de janeiro de 2015, quando o governador eleito Flávio Dino (PCdoB) tomar posse, o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PTC) não terá nenhum argumento para dizer que a gestão dele está sendo boicotada pelo governo estadual.

Aliados desde 2012, quando Holanda Jr foi escolhido candidato a prefeito no consórcio de Flávio Dino, eles caminharam juntos até a vitória do comunista em 2014.

No próximo ano, o prefeito não tem mais como justificar o abandono da cidade. Ele terá acesso direto ao governador eleito e plenas condições de formar parcerias com o Palácio dos Leões.

Nos dois primeiros anos da sua administração, Holanda Jr vinha culpando a governadora Roseana Sarney (PMDB) pela falta de parceria com a Prefeitura de São Luís.

Na versão dos aliados de Holanda, a governadora boicotava o prefeito, negando apoio para a realização de obras, com o objetivo de prejudicar a campanha de Flávio Dino ao governo.

Os holandistas argumentavam que o governo dos Sarney vetava parcerias com a Prefeitura para manter o caos em São Luís e provocar desgaste na candidatura de Dino.

Agora, tudo isso acabou. O governador e o prefeito são aliados.

Não há mais desculpas para o fracasso de Holanda Jr.

O apoio do governo Flávio Dino é fundamental para Holanda Junior recuperar o desgaste e tentar a reeleição.

Ou muda ou paga caro

Edivaldo perdido em sua própria administração

Edivaldo perdido em sua própria administração

Treze dias depois de deflagrada, a greve dos rodoviários – motoristas, cobradores e fiscais – sofre uma reviravolta, mas, ao contrário do que era aguardado, não chegou ao fim, não obstante os esforços do Ministério Público e da Justiça do Trabalho no sentido de encontrar uma solução que satisfaça a todos, principalmente a população, a parte mais atingida pelo movimento paredista. Depois de horas de negociação, os rodoviários concordaram ontem em colocar 70% da frota em circulação, sem abrir mão da greve, que vai continuar até que seja construída uma solução definitiva.

Iniciada no dia 22 de maio, quando cerca de metade da frota de 1.100 ônibus foi tirada de circulação, os rodoviários mantiveram o movimento na certeza de que haveria uma solução rápida para o caso, com o atendimento, se não integral, pelo menos parcial, das suas reivindicações – basicamente 16% de aumento salarial e inclusão de familiares no plano de saúde. Mas a resposta dos empresários foi um sonoro “não”, acrescida do argumento segundo o qual as empresas vivem uma situação pré-falimentar, não dispondo de meios para atender a qualquer pleito que implique aumento de despesa.

Rodoviários, empresários e população – essa a grande vítima dos vícios e distorções do sistema municipal de transporte coletivo de São Luís – esperavam que a Prefeitura, principal responsável pelo serviço, intermediasse uma solução. O que aconteceu, porém, foi que, por absoluta falta de iniciativa, de projetos e de propostas efetivas da Prefeitura, a greve não apenas não foi encerrada, como recrudesceu, pois na quarta-feira da semana passada os grevistas resolveram levar o movimento ao extremo, retirando 100% dos ônibus de circulação.

O que se seguiu foi um jogo de pressões infrutífero, que sofreu mudanças depois que o Ministério Público entrou firme com o objetivo de encontrar uma solução para o problema, já que a administração municipal se revelou incapaz de construí-la. A negociação de ontem, porém, não levou a termo a greve, mas desarmou a intransigência e possibilitou uma brecha para um entendimento. Resultado: os rodoviários se comprometeram a colocar 70% da frota nas ruas, até que a Justiça do Trabalho julgue o dissídio coletivo da categoria, o que deve acontecer no meio da semana. Dependendo da decisão judicial, a greve poderá terminar ou recrudescer com a retirada total dos ônibus de circulação.

O cenário formado até aqui leva a duas conclusões óbvias. A primeira delas é a de que o sistema de transporte coletivo de São Luís está falido, e não será um reajuste salarial ou outra concessão a rodoviários que resolverá o problema. Outra conclusão: a administração municipal não está preparada para enfrentar situações dessa natureza, e, no caso específico do transporte de massa, dá demonstrações de que não tem projeto para melhorar o sistema e muito menos para fazer a revolução prometida pelo prefeito Edivaldo Júnior. Os fatos estão demonstrando com clareza solar que São Luís precisa radicalizar em matéria de melhorias urbanas.

A população, que vem pagando caro pela incompetência e falta de autoridade da atual gestão, pode abandonar sua postura ordeira e cobrar soluções em outros tons. Se tiverem sensibilidade, os gestores de São Luís devem mudar sua rota imediatamente. Para o bem de todos.

Editorial de O Estado do Maranhão

Acordou Edivaldo?

Edivaldo tem projeto político ameaçado por aliados de Flávio Dino

Edivaldo tem projeto político ameaçado por aliados de Flávio Dino

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PTC) já se deu conta de que o projeto político de Flávio Dino (PCdoB) não inclui a sua figura para o cenário de 2016.

Dino atraiu para a sua coligação o deputado Neto Evangelista (PSDB) e Eliziane Gama (PPS), virtuais candidatos a prefeito de São Luís.

Em conversa com aliados, Edivaldo já se mostra desapontado com o comunista. E já demonstrou ter total convicção de que terá de se virar sozinho para se reeleger prefeito.

 Projetos

Edivaldo enfrentou duras críticas de Eliziane Gama ao longo da semana, cena que deve se repetir até a eleição.

Elziane é pré-candidata a deputado federal e sabe que precisa investir no voto do eleitorado ludovicense para se eleger, claro, visando 2016.

Já Neto Evangelista, prometeu aliviar o discurso contra o prefeito de São Luís somente até a eleição. Depois disso, assegura a aliados, investirá pesado para se tornar o próximo prefeito da capital.

Da coluna Estado Maior