Edivaldo empossa 10 auditores de controle interno em São Luís

O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) deu posse hoje a 10 novos auditores de Controle Interno do Município de São Luís. A iniciativa visa fortalecer as políticas municipais de transparência, imprimindo ainda mais responsabilidade no controle interno da gestão no que diz respeito à aplicação dos recursos públicos e observância às leis que regem as finanças da municipalidade. O ato de posse aconteceu no auditório Reis Perdigão do Palácio de La Ravardière, sede da Prefeitura de São Luís, sob a condução da Controladoria-Geral do Município (CGM).

Com a posse dos novos auditores, a atual gestão dobra o quadro de profissionais da área, atendendo a uma demanda antiga do setor, após quase 10 anos sem que tenha havido qualquer concurso para a função no município. “Com a posse dos novos auditores de controle interno do município, além de concretizar o nosso compromisso assumido com a população de governar com transparência e responsabilidade, combatendo a corrupção e aplicando o dinheiro público da melhor forma possível, estamos também fortalecendo ainda mais os instrumentos de controle da gestão pública, otimizando a administração e garantindo à sociedade mecanismos que possibilitam maior transparência na gestão dos recursos públicos”, disse o prefeito Edivaldo.

Falando diretamente aos novos auditores empossados, o prefeito Edivaldo conclamou o empenho de todos eles na busca pela probidade administrativa. “Cabe a vocês, que hoje tomam posse, a missão de zelar com independência e isenção pela mais absoluta transparência e aperfeiçoando os instrumentos que já desenvolvemos nos últimos anos”, disse.

compromisso com a sociedade, que exige cada vez mais rigor no controle e eficiência na aplicação dos recursos públicos”, frisou Jackson Castro.

Aprovados em concurso público ocupam a Prefeitura de Barreirinhas e cobram ato de nomeação

Aprovados no concurso público realizado pela administração municipal de Barreirinhas ocupam, desde às 9h de hoje, a sede municipal da Prefeitura.

Os concursados haviam sido convocados pelo prefeito Leo Costa para a cerimônia de nomeação, no município. Ocorre que ao chegarem no local, foram informados pela Secretaria de Administração que o ato somente ocorreria no dia 30 deste mês, véspera de 2017.

No dia 30, contudo, a Prefeitura estará de recesso, em decorrência das festas de fim de ano.

Todos os candidatos aprovados no concurso público já haviam feito a entrega de documentos, exames médicos admissionais e aguardavam a nomeação de hoje para tomar posse em no máximo 30 dias.

Insatisfeitos, os aprovados no concurso – que abriu vagas para diversas áreas para a administração pública -, denunciaram o caso ao Ministério Público e decidiram somente deixar a sede da administração após a entrega do ato de nomeação e publicação de portaria no Diário Oficial, o que assegura a posse já na nova administração.

Após pressão dos manifestantes, um funcionário da Prefeitura informou que o prefeito Leo Costa está em São Luís, e assinará ainda hoje o ato de nomeação dos aprovados.

Os documentos devem ser enviados da capital ao município de Barreirinhas.

Enquanto isso, os concursados ocupam as dependências da Prefeitura e prometem somente sair com as portarias em mãos.

 

Outro lado

O chefe de gabinete do Executivo, Antônio Caldas Santos, afirmou que ainda hoje todos os aprovados no concurso que estão no município receberão os atos de nomeação.

“O prefeito está cumprindo com a sua palavra, não há nenhum tipo de ilegalidade. Ele está em São Luís para resolver burocracias com a Caixa Econômica, mas já assinou todos os atos e os documentos estão chegando aqui em Barreirinhas. Assim que recebermos vamos iniciar a entrega aos aprovados”, disse.

O pai da criança…

edivaldo-caminhadaDesde o fim das eleições de São Luís iniciou-se uma intensa discussão nos bastidores da prefeitura sobre os responsáveis pela reeleição do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

O PDT, obviamente, atribui a recuperação de Edivaldo – que apresentava rejeição de quase 50% no início da campanha – ao presidente do partido, Weverton Rocha, e à garra da militância. Para os pedetistas, foi a injeção de gás imposta pelo partido que construiu a imagem de coragem e pulso firme que o prefeito não tinha até o início de 2016.

Para o publicitário Evilson Almeida, no entanto, a vitória se deve ao trabalho de marketing de campanha, com programas otimistas e foco nas obras do prefeito, que, juntadas todas nas mesmas esquetes, deram o volume necessário para a imagem de prefeito trabalhador que Almeida buscou construir.

Até o pai do prefeito, deputado estadual Edivaldo Braga (PTC), que andou incógnito na gestão do filho durante os quatro anos, reclama para si a responsabilidade da vitória. Para Edivaldo-pai, foi ele o responsável pela virada na área Itaqui-Bacanga, feito que, diz, já havia conseguido também em 2012.

E é claro que o governador Flávio Dino (PCdoB) também se acha pai da vitória do prefeito, embora só tenha aparecido nos últimos cinco dias do segundo turno, quando gravou vinheta dizendo que iria votar em Edivaldo.

E é claro que cada “pai” quer o seu quinhão no futuro da criança que nasceu em 30 de outubro e vai se desenvolver ao longo dos próximos quatro anos.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Otsuka renuncia mandato em Grajaú

otsukaO prefeito do município de Grajaú, Júnior Otsuka (PT), renunciou o seu mandato hoje.

Ele encaminhou à Câmara Municipal o documento que oficializa o ato e entregou o cargo público ocupado desde janeiro de 2013.

Na carta-renúncia o agora ex-prefeito esclarece que a decisão é “de cunho pessoal”.

Com a saída de Otsuka, quem assume o posto é o vice-prefeito, Abmael Neto, por 61 dias. A partir de janeiro de 2017 o prefeito eleito, Mercial Arruda, passa a comandar o Executivo.

Otsuka ficou no comando da Prefeitura de Grajaú por exatos 3 anos e 10 meses.

A influência dos debates

TV Guará realizou debate ontem a noite

TV Guará realizou debate ontem a noite

Os candidatos entraram ontem naquilo convencionalmente chamado de reta final das campanhas eleitorais, com o início dos debates em emissoras de televisão. E são esses debates – o primeiro, ontem, na TV Guará, outro, dia 26, na TV Difusora, e o Gran Finale, dia 29, na TV Mirante – que formam o principal fator de influência na definição e consolidação do voto do eleitor.

São numerosos os exemplos de debates, em todo o país, que praticamente definiram uma eleição. Esses programas têm o poder de influenciar enormemente o voto do eleitorado indeciso – e até mudar o voto de quem já tinha candidato escolhido.

Foi no debate da TV Mirante, por exemplo, que, em 2008, o então candidato a prefeito Flávio Dino (PCdoB), acabou por perder a eleição para o tucano João Castelo (PSDB), ao passar uma dose de arrogância que foi mal vista pelo eleitor.

Na mesma Mirante, em 2012, a até então apagada candidata do PPS, Eliziane Gama, conseguiu emparedar os demais candidatos e chegou a subir oito pontos entre quinta-feira e o dia da eleição, superando vários adversários e alcançando o terceiro lugar, chegando com poder à mesa de negociações.

São apenas exemplos da importância dos debates no cronograma eleitoral, sobretudo em uma eleição que se mostra distante do interesse do eleitorado. E não basta apenas ir para ser reconhecido pelo eleitor. É preciso mostrar preparo, sem ser arrogante, e educação, sem ser submisso. O eleitor saberá avaliar essas características.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

TV Mirante define data para debate com candidatos a prefeito de São Luís

mirante.jpegA direção de jornalismo da TV Mirante reuniu-se ontem com representantes de candidatos a prefeito de São Luís e definiu a data e as regras para o debate a ser realizado pela emissora. O programa, ao vivo, será exibido no dia 29 de setembro, logo após a novela “Velho Chico”

No encontro com o diretor de jornalismo, Roberto Prado, e com a chefe de redação da TV, Eveline Cunha, ficou acertado que o debate terá 1h20 de duração, e será realizado em quatro blocos – sendo os dois primeiros de temas livres e os dois últimos de temas definidos por sorteio.

Combate à corrupção será tema obrigatório em todos os debates realizados pela TV Globo. Em São Luís, os demais temas definidos foram Orçamento Municipal, Saúde, Saneamento Básico, Creche, Esporte e Lazer, Mobilidade Urbana, Feiras e Mercados, Cultura, Turismo, Plano Diretor, Segurança, Emprego, Lixo, Habitação e Meio Ambiente.

O mediador será, novamente, o jornalista Tonico Ferreira, da Rede Globo de Televisão – ele retorna a mediar debates no Maranhão após as eleições de 2010 e de 2012.

Em entrevista a O Estado, Roberto Prado explicou as regras para participação. “Participarão aqueles candidatos de partidos que têm representatividade na Câmara, ou seja, mais de nove deputados federais, e aqueles, como assim decidiu a Globo, que tiverem 5%, ou mais, na última pesquisa do Ibope que vai ser divulgada no dia 28 de setembro”, destacou.

Com isso, já têm presença garantida o prefeito Edivaldo Júnior (PDT), da coligação “Pra seguir em frente”, o vereador Fábio Câmara (PMDB), da coligação “Coragem pra fazer”, a deputada federal Eliziane Gama (PPS), da coligação “São Luís de verdade”, e o deputado estadual Wellington do Curso (PP), da coligação “Por amor a São Luís”.

O Estado do Maranhão

Caso do VLT foi o mais abordado por candidatos durante a Sabatina O Estado

Sabatina O EstadoCarla Lima, de O Estado – Por cerca de duas semanas, o jornal O Estado promoveu entrevistas com todos os candidatos a prefeito de São Luís. Na Sabatina O Estado, durante nove dias, foram abordados pelos postulantes ao mandato de prefeito temas relacionados à Saúde, Educação, Esporte, Turismo, Cultura, Infraestrutura de Mobilidade Urbana. Nesse último tema, o principal assunto foi o destino do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

A Sabatina O Estado ouviu os candidatos Rose Sales (PMB), Edivaldo Holanda Júnior (PDT), Eliziane Gama (PPS), Zeluis Lago (PPL), Fábio Câmara (PMDB), Cláudia Durans (PSTU), Valdeny Barros (PSOL), Wellington (PP) e Eduardo Braide (PMN). Cada um teve uma hora para apresentar suas propostas e fazer as considerações ou críticas aos adversários.

E entre os temas mais abordado, a Mobilidade Urbana foi o mais presente nas entrevistas de todos os candidatos. E dentro desse tema, o assunto VLT foi o mais comentado pelos candidatos tanto para criticar a compra como para apresentar a proposta para o destino do veículo.

As propostas para destinar o VLT foram as mais diversas. Foram desde mante o projeto de ser uma alternativa de transporte para quem vem da áreas Itaqui-Bancaga até para servir de prisão ou de trem para passeio turístico na Avenida Litorânea.

“Um crime cometido contra nosso povo e que o gestor responsável deveria está preso e preso dentro do VLT”
Cláudia Durans

“Porque não utilizar o VLT, por exemplo, para o turismo, com uma rota que vai da Praça do Pescador, na Avenida Litorânea, até o final da via?”
Wellington

Além das propostas, teve ainda a explicação do prefeito Edivaldo Holanda Júnior sobre o destino do veículo. Segundo ele, há um projeto no Ministério das Cidades para que o VLT seja implantado na capital.

E como já custou aos cofres públicos cerca de R$ 7 milhões, o gestor garantiu que a saída da Prefeitura de São Luís foi buscar na Justiça a recuperação desse recurso gasto a maioria para guardar o trem comprado.

Entre os candidatos que não pouparam críticas a existência do VLT em São Luís estão Cláudia Durans e Eliziane Gama. A primeira criticou o ex-prefeito João Castelo (PSDB), que foi o gestor que decidiu comprar o VLT na época das eleições de 2012. Gama preferiu criticar seu adversário pela perda de prazos junto ao Governo Federal para implantar o meio de transporte quatro anos depois de comprado.

Cláudia Durans disse que o VLT deveria ser tornar uma prisão para o gestor que aplicou dinheiro público em uma ação considerada pela candidata do PSTU como eleitoreira.
“Um crime cometido contra nosso povo e que o gestor responsável deveria está preso e preso dentro do VLT”, afirmou Durans.

Eliziane Gama garantiu que há verba disponível para implantar o VLT e que buscará junto ao Governo Federal verba para colocar o VLT para funcionar. Segundo ela, esse dinheiro não é novidade. No Ministério das Cidades existia cerca de R$ 480 milhões implantar esse tipo de veículo de massa, mas a Prefeitura de São Luís perdeu os prazos para assinatura do convênio.

Transformar o VLT em trem para o turismo é mais uma proposta

welllington sabatinaA proposta mais inusitada e de pouco alcance social foi do candidato Wellington. Ele disse que irá utilizar o VLT como transporte para turista na Avenida Litorânea da Praça do Pescador até o Parquinho da Litorânea.

“Porque não utilizar o VLT, por exemplo, para o turismo, com uma rota que vai da Praça do Pescador, na Avenida Litorânea, até o final da via? É um projeto viável. Já foram gastos R$ 7,5 milhões na compra do veículo, e numa eventual administração do PP, nenhum investimento será desperdiçado”, disse o candidato.

Outros candidatos também apresentaram proposta para o VLT. Eduardo Braide, por exemplo, disse que apesar de não ter um projeto fechado para implantação do VLT devido ao seu programa de governo, discutirá a possibilidade de implantar o VLT sem que tenha que aumentar o custo desse projeto com o pagamento de indenizações de imóveis.

“Se em relação ao veículo de massa, o VLT for a melhor opção e nós vamos debater isso com a sociedade, vamos verificar a melhor forma de implantar o VLT sem pagar as indenizações dos imóveis que deixa esse tipo de projeto muito mais caro”, disse Braide.
Já Fábio Câmara preferiu não apresentar proposta para o VLT por “acreditar no que disse o prefeito” de que já há um processo de convênio com o Governo Federal para a implantação do VLT.

Mobilidade urbana foi o tema mais discutido por candidatos na Sabatina O Estado

eduardo braideNenhum outro assunto dominou mais a Sabatina O Estado nestes últimos 10 dias quanto a questão envolvendo o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), comprado ainda na gestão do ex-prefeito João Castelo (PSDB), ao custo de R$ 7 milhões e hoje armazenado em um galpão no Tirirical.

welllington sabatinaE na Sabatina, quando questionados sobre o tema “Mobilidade Urbana”, os candidatos acabavam recorrendo ao assunto VLT, com forte repercussão também nas redes sociais. E cada um deles – incluindo o próprio Edivaldo, que já perdeu cerca de R$ 600 milhões para o setor – apresentou sua versão para o uso do trem.

Cláudia Durans é sabatinada por O Estado / Foto: Biaman Prado

Cláudia Durans é sabatinada por O Estado / Foto: Biaman Prado

A candidata do PPS, Eliziane Gama – aliada de Castelo que é -, não quis polemizar. Defendeu como viável o traçado original, do Centro ao São Cristovão, e foi ela quem revelou a perda dos R$ 600 milhões na gestão de Edivaldo. O prefeito, por sua vez, disse que já tem no Ministério das Cidades um projeto em análise para implantação do VLT no trecho Centro/Itaqui Bacanga.

Eliziane Gama foi sabatina por Gilberto Léda, Marco D'Eça e Ronaldo Rocha / Foto: Thamyres D'Eça

Eliziane Gama foi sabatina por Gilberto Léda, Marco D’Eça e Ronaldo Rocha / Foto: Thamyres 

Eduardo Braide (PMN) contestou as duas opiniões e ressaltou que qualquer projeto deste tipo precisa analisar também o custo das desapropriações. O candidato do PMDB, Fábio Câmara, não apresentou saída para o uso do trem e chegou a afirmar que, “se o prefeito disse que tem um projeto, eu acredito no prefeito”.

edivaldo júnior sabatinaMais curiosas foram as propostas dos candidatos Cláudia Durans (PSTU) e Wellington do Curso (PP). A ultraesquerdista classificou de “crminosa” a compra do VLT e propôs que ele servisse de prisão para o responsável por sua compra.

Wellington do Curso foi além: sugeriu o uso do veículo como uma espécie de trenzinho na Avenida Litorânea, saindo da Praça do Pescador. Na sua avaliação, seria uma atração para turistas. Um brinquedo de R$ 7 milhões.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Edivaldo quer que empresa pague R$ 7 milhões gastos com o VLT

edivaldo júnior sabatina

Edivaldo concede entrevista aos jornalistas Gilberto Léda, Marco D’Eça e Ronaldo Rocha

Marco D’Eça – O prefeito Edivaldo Júnior (PDT) explicou nesta terça-feira, 9, porque não deu continuidade à implantação do Veículo Leve Sobre Trilhos, adquirido pelo ex-prefeito João Castelo (PSDB), no sistema de transporte de São Luís.

– A gestão anterior gastou R$ 7 milhões no VLT, de forma eleitoreira, para enganar o eleitor. Não tinha sequer projeto de implantação. Quando assumimos, buscamos recursos para tentar implantá-lo, fizemos estudos técnicos, mas não havia recursos – explicou o prefeito, ao responder a uma pergunta sobre Mobilidade Urbana.

Edivaldo lembrou que a prefeitura entrou na Justiça para que a empresa construtora do VLT assumisse os custos de guarda e manutenção da unidade, que está guardada desde 013 em um galpão no Tirirical.

– A Procuradoria do Município também já acionou a Justiça para que a empresa devolva os R$ 7 milhões pagos pelo VLT – revelou o prefeito.

Edivaldo Júnior foi o segundo candidato a participar da Sabatina O EstadoMaranhão.

Ele falou ainda sobre Saúde, Mio Ambiente e das alianças políticas para disputar a reeleição.

A entrevistada desta quarta-feira, 10, será a deputada federal Eliziane Gama, candidata do PPS.

A sabatina é conduzida pelo jornalista Marco D’Eça, editor de Política e pelos jornalistas Ronaldo Rocha e Gilberto Léda, repórteres da editoria de Política de O Estado.