Edilázio recebe apoio em Santa Luzia e Lago da Pedra

O deputado estadual Edilázio Júnior (PSD) recebeu apoio à sua pré-candidatura a deputado federal, no último fim de semana, nos municípios de Santa Luzia do Paruá e Lago da Pedra.

Em Santa Luzia ele foi recebido pela ex-prefeita dra. Eunice ao lado do ex-prefeito dr. Harolfran Melo e todo o grupo político da região, formado por vereadores, ex-vereadores e lideranças políticas. No encontro, dra. Eunice e dr. Harolfran prometeram empenho em prol da pré-candidatura de Edilázio para a Câmara Federal.

O ex-governador do Maranhão e ex-presidente da Assembleia Legislativa Arnaldo Melo, ao lado da filha, deputada Nina Melo, participou do ato.

Já no município de Lago da Pedra, Edilázio foi recebido pelo ex-prefeito Luiz Osmani. Vereadores, ex-vereadores e lideranças políticas da região declararam apoio ao pré-candidato do PSD.

O vereador do município de Esperantinópolis, Frankson e o ex-prefeito Chico Jovita, também fecharam aliança pela pré-candidatura de Edilázio.

O parlamentar agradeceu o gesto das lideranças políticas de Santa Luzia do Paruá e de Lago da Pedra, e assegurou dedicação e empenho, caso eleito para a Câmara, em prol dos municípios.

Convenção do PSD oficializa a candidatura de Alexandre Almeida em Timon

Alexandre Almeida convençãoO deputado estadual Alexandre Almeida (PSD) lançou, na noite de domingo (31), no Espaço Fama – em Timon – a sua candidatura às eleições deste ano no município, durante a convenção partidária do PSD. Acompanhando de seu candidato  a vice, Ulisses Waquim (PMDB), Almeida reuniu mais de 15 mil pessoas. O ato contou com a presença do ministro de Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab (PSD).

Além de dirigentes e apoiadores, o ato também contou com as presenças do presidente estadual do PSD no Maranhão, Cláudio Trinchão, do deputado estadual e pré-candidato a prefeito de Teresina, Drº Pessoa, do deputado federal e presidente do PSD no Piauí, Júlio César e do deputado estadual pelo Piauí, Georgiano Neto.

Em discurso, o candidato Alexandre Almeida destacou que a chapa oposicionista libertará a cidade de Timon do “atraso e da inoperância da atual gestão”. “Neste ato histórico, iniciamos um caminho sem volta para alcançarmos a liberdade de Timon. Nossa cidade não pode ficar eternamente refém do atraso que é representado por esta família que ocupa o poder desde 1992. Lá eles vão revezando os mandatos, entre pai, filho e sobrinho, mas nada fazem por Timon. Chegou a hora da libertação, chegou a hora de Timon ter um prefeito de verdade que vá até a prefeitura e trabalhe por nossa população”, disse.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab, destacou o trabalho de Alexandre Almeida e fez menção à vitória no pleito para o desenvolvimento da cidade de Timon. “Timon precisa da força e do trabalho desses dois jovens para que possa sair da estagnação em que se encontra. Alexandre [Almeida] e Ulisses [Waquim] representam uma nova Timon, que crescerá em ritmo constante”, destacou.

O presidente do PSD no estado, Cláudio Trinchão, afirmou que Alexandre Almeida “tem tudo para ser o melhor prefeito da história de Timon”. Por fim, o jovem Ulisses Waquim disse que está preparado para o cargo, caso seja eleito. “O Ministro Kassab veio aqui dizer que Alexandre Almeida, junto com Ulisses, não estarão sozinhos para governar Timon. Por isso, digo com toda convicção que vamos libertar Timon dessa forma atrasada de governar”, destacou.

O fracasso dos secretários-candidatos…

Do blog de Marco D’Eça – Quando assumiu o seu governo em 2011, após vitória no primeiro turno das eleições

Fialho: apoios equivocados em 2012 e denúncias de corrupção o inviabilizaram eleitoralmente

Fialho: apoios equivocados em 2012 e denúncias de corrupção o inviabilizaram eleitoralmente

de 2010, a governadora Roseana Sarney (PMDB) deixou claro que sua equipe seria montada, com raríssimas exceções, apenas por quem não tivesse interesse na disputa de 2014.

Após alguns meses, e por necessidade política, a própria Roseana levou alguns deputados para seu governo. Estes, obviamente, terão que deixar o cargo em abril do ano que vem para se preparar à reeleição.

Mas há um outro grupo de secretários no governo – com ou sem autorização de Roseana, não se sabe – que também pretende, ou pretendeu em algum momento, ser candidato a  deputado federal.

É um grupo que reúne personagens como Aluísio Mendes, da Segurança; Fábio Gondim, da Administração; Cláudio Azevedo, da Agricultura; Cláudio Trinchão, da Fazenda, e Fernando Fialho, do Desenvolvimento Social.

Gente sem nenhum tipo de experiência eleitoral,que, mordido pela mosca azul, pensou que poderia se aventurar nos intrincados jogos de caça ao voto – jogo este que, além de carisma e traquejo político, precisa de recursos e estrutura partidária.

Por isso é que o grupo fracassou em seu intento.

Aluísio Mendes já teve que negar por diversas vezes o interesse na disputa, antes mesmo de se anunciar como candidato. O mesmo ocorreu com Fábio Gondim, que parece ter preferido matar a mosca azul antes que ela desse cria.

Cláudio Azevedo chegou a se movimentar como político nas eleições de 2012, quando tentou emplacar a mulher prefeita de Tuntum. A derrota parece ter arrefecido os ânimos para novos embates eleitorais.

Fracasso maior, no entanto, experimentaram – em maior ou menor grau – Fernando Fialho e Cláudio Trinchão.

Trinchão: à frente do PSD, já começa enfraquecido pelo esvaziamento partidário

Trinchão: à frente do PSD, já começa enfraquecido pelo esvaziamento partidário

O primeiro chegou a ser apontado como ícone da renovação do grupo Sarney. Mas sua aventura eleitoral em 2012 mostrou-se absolutamente equivocada, sobretudo quando apostou em candidatos a prefeito e a vereador – em São Luís e no interior – tão ruim de votos quanto ele próprio de carisma.

Resultado: não conseguiu formar nem uma mínima base para sua aventura em 2014.

Pior, foi derrubado em pleno voo, acossado por denúncias de desvios de recursos em sua pasta.

O outro ousado foi Cláudio Trinchão, que surgiu como candidato de uma hora para outra, assim do nada, já pontificando como líder de um partido recém-criado, o PSD.

Mas parecia que Trinchão, dentre todos os secretários-candidatos, seria o único a superar a primeira etapa,  a da exposição pública como opção eleitoral.

A primeira derrota aconteceu esta semana, com o recuo do deputado estadual Afonso Manoel, que voltou ao PMDB sob ameaça de perder o mandato, por ter trocado o partido pelo comando do PSD – em troca, claro, do apoio dele e da mulher à aventura eleitoral de Trinchão.

Mas o secretário de Fazenda tem mais um teste de fogo esta semana.

Quatro dos cinco deputados da legenda – Alexandre Almeida, André Fufuca, Camilo Figueiredo e Doutor Pádua – ameaçam deixar o PSD, por falta de confiança na capacidade eleitoral.

Trinchão tem cinco dias para provar capacidade política e evitar o esvaziamento do partido que assumiu com o objetivo de fortalecê-lo.

Caso contrário, só estará provando, como seus colegas de governo, que não é mesmo do ramo…

 

Afonso Manoel é obrigado a retornar ao PMDB

Afonso Manoel já havia assinado a ficha no PSD

Afonso Manoel já havia assinado a ficha no PSD

O deputado estadual Afonso Manoel será obrigado pela direção estadual do PMDB a retornar às fileiras da legenda. A informação é do jornalista Jorge Aragão.

Ele havia deixado a sigla e ingressado no PSD, presidido hoje pelo secretário de estado da Fazenda, Cláudio Trinchão, para disputar a reeleição em 2014. Afonso chegou a discursar na tribuna da Assembleia Legislativa, no mês passado, informando que passaria a integrar o PSD.

Ocorre que o presidente estadual o PMDB, Remi Ribeiro, jamais concordou com a desfiliação de Manoel, e ameaçou pedir à Justiça Eleitoral, o mandado do parlamentar.

Na terça-feira, no entanto, eles haviam chegado a um acordo e Remi recuou de sua decisão, sob a justificativa de que o correligionário permaneceria na base do Governo. A direção nacional do partido, no entanto, logo em seguida, orientou todos os diretórios estaduais a não aceitarem a saída amigável de membros do partido, o que fez com que Remi obrigasse Afonso Manoel a voltar para a sigla.

O deputado estadual, então, deve deixar imediatamente o PSD e retornar para os quadros do PMDB. Não tem conversa…

Afonso Manoel no PSD

Afonso Manoel

Afonso Manoel saiu do PMDB

A coluna Estado Maior, do jornal O Estado do Maranhão, revela hoje a transferência do deputado estadual Afonso Manoel – que pouco vai à Assembleia – do PMDB para o PSD.

Ele é um dos reforços atraídos pelo secretário de estado da Fazenda, Cláudio Trinchão,que assumiu na semana passada a direção estadual da legenda. E mais, Afonso deve liderar o diretório municipal do PSD.

Além de Afonso, a sua esposa, vereadora Helena Duailibe (PMDB) – que apesar de ir com frequência à Câmara Municipal pouco propõe -, também deve migrar para a sigla.

Outros dois deputados já foram convidados por Trinchão para ingressarem no PSD. Hélio Soares (PP) – que quer ser candidato ao Senado pelo grupo governista – e Graça Paz (sem partido).

Enquanto isso, Alexandre Almeida, André Fufuca, Camilo Figueiredo e Dr. Pádua, ainda não acertaram as suas permanências na legenda. Mas tudo pode mudar. Dependerá da direção da legenda, uma vez que os parlamentares já garantiram. Não vão disputar a eleição de 2014 pelo chapão.

Trinchão tenta evitar esvaziamento do PSD na Assembleia

Trinchão quer contornar crise no PSD

Trinchão quer contornar crise no PSD

O secretário de estado da Fazenda, Cláudio Trinchão, que assumiu a direção estadual do PSD na última terça-feira, 16, já age no sentido de tentar contornar a crise interna e um possível esvaziamento do partido na Assembleia Legislativa do Maranhão. No mês de maio o deputado Raimundo Cutrim deixou a sigla, por falta de apoio dos pares na criação da CPI da Agiotagem. Mas, também insatisfeitos com os rumos da legenda para 2014, os deputados Alexandre Almeida, André Fufuca, Camilo Figueiredo e Dr. Pádua, ameaçam sair do PSD. Como Carlos Alberto Milhomem não deve disputar a reeleição, aumenta a possibilidade de zerar a participação do partido no Legislativo Estadual. Até o momento, o PSD forma a maior bancada independente na Assembleia.

De acordo com Cláudio Trinchão, a direção do partido está atenta ao risco de esvaziamento da legenda na Assembleia. Ele disse que tentará contornar a crise. “A preocupação dos deputados, que inclusive é correta, se dá em relação à possibilidade de o partido participar de uma chapa grande, o chapão, em 2014. Mas o que nós vamos sugerir é que o partido vá com o chapão na esfera federal, e permaneça em uma chapa menor na esfera estadual”, disse.

Na segunda-feira, 15, Dr. Pádua havia afirmado a O Estado que sairá do partido caso haja participação do PSD no chapão. “Só fico no partido caso essa idéia de chapão não prevaleça. Mas antes de tudo, é preciso ressaltar que ainda vamos dialogar com nossas lideranças. Ainda vou me reunir com a direção para discutir o meu futuro. Já recebi convites de alguns partidos, mas não tenho acerto com ninguém”, ressaltou.

Trinchão afirmou que priorizará o diálogo, para que nenhum deputado da sigla se sinta prejudicado com as decisões da direção estadual. “Temos de costurar um entendimento, um acordo, para justamente evitar a insatisfação de nossos membros. O PSD tem um quadro muito forte na Assembleia. Vamos valorizar a tentar ao máximo manter esse quadro”, afirmou.

“Na próxima semana vou tentar uma reunião com os deputados. Esse será o primeiro encontro, por isso, quero ter a percepção exata do que está acontecendo. Assumi há apenas um dia, mas estou à disposição do partido”, completou.

O presidente da legenda disse que além de tentar uma conversa com os deputados estaduais, ele pleiteia a filiação no PSD de outros dois parlamentares. “Um deles é o deputado Hélio Soares, que inclusive disse ter interesse no partido. O outro nome é de um deputado tradicional e forte, mas que eu ainda não posso falar no momento”, explicou. Questionado se o partido teria interesse em Graça Paz, ele afirmou. “Graça Paz é um excelente nome. Já conversei um pouco com Clodomir, conversei também com ela. É um excepcional nome”, finalizou.

Informações de O Estado…

Raimundo Cutrim não é mais do PSD

Raimundo Cutrim não encontrou apoio à CPI

Raimundo Cutrim não encontrou apoio à CPI

O deputado estadual Raimundo Cutrim deixou o  Partido Social Democrático (PSD) no Maranhão. Ele protocolou ontem a sua saída da legenda, sob a justificativa de não ter conseguido apoio de correligionários à criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Agiotagem. O não conseguiu as 14 assinaturas necessárias para a criação do colegiado, em sua peregrinação nas cadeiras do plenário. O PSD tem seis membros e forma a maior bancada independente na Assembleia Legislativa.

Raimundo Cutrim tem tentado criar a CPI da Agiotagem, desde o momento em que seu nome foi vinculado ao assassinato do jornalista Décio Sá.  O secretária Aluisio Mendes chegou a afirmar que Cutrim tem envolvimento com os indiciados pelo crime, por isso a necessidade de investigação, que agora depende de parecer do TJ. O parlamentar goza de foro provilegiado.

“Desde o momento em que iniciei a discussão para criar a CPI na Assembleia não houve qualquer manifestação do partido. Não recebi apoio, por isso não tinha como eu continuar lá. Pedi para sair”, disse.

Cutrim chegou a cobrar publicamente um posicionamento do PSD em relação a ausência de assinaturas no requerimento da CPI. Também estava insatisfeito com a falta de defesa por parte do partido, naquilo que considerou ataque sistemático da mídia contra ele. “Como era eu o insatisfeito, acredito que tomei a decisão correta”, completou.

Integram o PSD no Legislativo, os deputados André Fufuca, Alexandre Almeida, Carlos Alberto Milhomem, Camilo Figueiredo e Dr. Pádua. Até a legislatura passada, o PSD integrava o Bloco Parlamentar pelo Maranhão [Blocão] na Assembleia.

Esvaziamento – Raimundo Cutrim é apenas o primeiro a deixar a legenda. Outro parlamentar que está de saída do PSD é Alexandre Almeida. Ele está insatisfeito com os rumos da legenda e com a falta de diálogo e projeto político partidário. Até a semana passada, por exemplo, o PSD não havia realizado nenhum seminário, plenária ou encontro regional, a exemplo de outros partidos que se mobilizam desde janeiro como o PMDB, PV, PSDB, PMN, PSL, PDT, PSB, PCdoB e PDT.

Almeida também é contrário a possibilidade de o secretário de estado da Fazenda, Cláudio Trinchão, assumir o partido, hoje dirigido por Tatá Milhomem.

Estagnado, PSD deve sofrer defecções

Alexandre Almeida pode ser o primeiro a deixar a sigla

Alexandre Almeida pode ser o primeiro a deixar a sigla

Criado há pouco mais de um ano e com lideranças já consolidadas no cenário político local, o Partido Social Democrático (PSD) parece ter chegado a um estágio de ostracismo no Maranhão. Depois de deixar o Bloco Parlamentar Pelo Maranhão na Assembleia Legislativa – e abdicar inclusive da liderança – para formar uma bancada independente no Parlamento, a legenda estagnou. Alguns membros pretendem deixar a sigla, a exemplo de Alexandre Almeida (PSD), insatisfeito com os rumos do partido.

O que mais incomoda a militância do PSD no Maranhão é a falta de

Tatá Milhomem diz que só os fortes ficam

Tatá Milhomem diz que só os fortes ficam

diálogo e projeto político partidário. Não houve em 2013, a realização de nenhum seminário, plenária ou encontro regional da legenda, a exemplo de outros partidos que se mobilizam desde janeiro como o PMDB, PV, PSDB, PMN, PSL, PDT, PSB, PCdoB e PDT. A direção da legenda não conversou com os seus membros sobre a linha que deve ser adotada para 2014 e a constatação é de que falta um rumo definido. Outra reclamação recorrente no partido é a ausência da presidência nacional no Maranhão.

O blog apurou que Alexandre Almeida, um dos mais insatisfeitos na legenda, deve deixar o partido. O parlamentar, no entanto, evitou entrar em polêmica. “Acredito que o momento é de pensar exclusivamente no meu mandato parlamentar, no trabalho que desenvolvo dentro da Assembleia. Prefiro deixar essa questão da permanência no PSD para o futuro”, afirmou.

Sob o argumento de estar alheio à insatisfação de membros do partido, o deputado Carlos Alberto Milhomem, que preside a sigla, não fala em crise. “Ninguém jamais se manifestou dentro do partido, não tenho conhecimento dessa insatisfação. Mas, se há pessoas que queiram sair, não tem problema, até porque nós precisamos de homens fortes para avançar com o partido. Os fracos que se vão”, disse.

O parlamentar afirmou que a legenda tem sim projeto político e partidário, e segue orientação nacional em relação a sua atuação no estado. “Somos da base da governadora Roseana Sarney (PMDB) e apesar de ainda não termos realizado um encontro para discutir 2014, a linha segue a mesma. O partido continua firme ao lado da governadora, no grupo que sempre pertenceu. Não há hipótese de outra conjectura”, finalizou.

Mais

O blog conversou com o secretário de estado da Fazenda, Cláudio Trinchão e ele afirmou que pode sim, comandar a legenda no Maranhão. Disse ter sido convidado e revelou que o momento é de diálogo.

Trinchão deve assumir o PSD

Do blog de Gilberto Léda – O secretário de Estado da Fazenda, Cláudio Trinchão, será o

Trinchão deve assumir direção de partido

Trinchão deve assumir direção de partido

presidente do PSD no Maranhão. A informação é de fonte da cúpula do novo partido.

Segundo o interlocutor, Trinchão foi convidado para o posto pelo secretário-geral da legenda, Saulo Queiroz, e já conversou sobre o assunto com Gilberto Kassab, presidente nacional.

Trinchão aceitou a missão sobretudo pelo desejo que tem de candidatar-se a deputado federal em 2014. E nada melhor do que entrar na disputa comandando o partido.

O problema é que ascensão dele ao posto pode culminar com a saída de outros membros da sigla.