PSTU prega voto nulo no segundo turno em São Luís

pstuEm São Luís, o PSTU, com as candidaturas de Cláudia Durans, Jean Magno e de seus vereadores, denunciamos os problemas da cidade e como eles estão relacionados às injustiças criadas pelo sistema capitalista. Saímos com o sentimento de dever cumprido destas eleições, pois conseguimos denunciar a farsa da democracia dos ricos que impedem inclusive que a população tenha acesso igual ao nosso programa e apontamos aos trabalhadores e a juventude da cidade a necessidade de uma saída coletiva para realizar transformações profundas que melhorem sua vida.

Enquanto isso, a maioria das candidaturas postas na capital defendeu um mesmo: prometem governar para todos, que tem muitos projetos e que são os mais preparados para colocá-los em prática, mas não expõem suas ligações com os ricos e grupos tradicionais que controlam a política de nossa cidade e do nosso Estado por décadas e que não resolveram nada. Vão continuar jogando as consequências da crise econômica que vivemos nas costas dos mais pobres, aqueles que dependem da saúde pública, da escola pública e do transporte coletivo.

Os dois candidatos que foram ao segundo turno, Edivaldo Holanda Jr. e Eduardo Braide tem em comum a origem em famílias tradicionais de políticos. O pai do atual prefeito, Edvaldo Holanda, é deputado estadual e já exerceu diferentes cargos nos governos da Oligarquia e Jackson. Já Carlos Braide, pai de Eduardo, já foi presidente da Assembleia Legislativa e é investigado pela Policia Federal por desvio de verba pública da prefeitura de Anajatuba.

Mas os filhos seguem à risca o que os pais fazem. Edivaldo governou para as empreiteiras, donos de empresas de transporte, empresas terceirizadas e deixou a cidade sem água e saneamento, saúde e educação precários e transporte público de péssima qualidade e controlado pelos empresários. Já Eduardo Braide dirigiu a CAEMA e ajudou a sucatear a companhia e piorar o serviço prestado à população e propõe ampliar a parceria público-privada para privatizar ainda mais várias áreas, como a saúde, para enriquecer empresas e prejudicar o atendimento já altamente deficitário. Nenhuma proposta para que a população decida o que fazer com o orçamento de quase 3 bilhões da prefeitura, incentivo à produção de alimentos que quase inexiste pelo abandono do cinturão verde, garantia de permanência de comunidades na zona rural que estão ameaçadas de serem expulsas pela proposta de Edivaldo Holanda Júnior de mudança no Plano Diretor e nenhum combate à especulação imobiliária e ao desemprego que cresce em nossa cidade.

Neste 2º turno votamos NULO e manteremos nossa luta diária por uma sociedade justa, igualitária e socialista, na defesa dos trabalhadores e da juventude no enfrentamento contra os governos e empresários e colocamos nossa militância a disposição da construção nas lutas diárias de nossa cidade e de nosso Estado ao lado dos movimentos sociais.

São Luís, 05 de outubro de 2016
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado-PSTU

Para Cláudia Durans, Castelo deveria estar preso no VLT

Cláudia Durans é sabatinada por O Estado / Foto: Biaman Prado

Cláudia Durans é sabatinada por O Estado / Foto: Biaman Prado

A professora universitária Cláudia Durans, candidata a prefeita de São Luís pelo PSTU, afirmou hoje durante a sua participação na Sabatina O Estado, transmitida ao vivo na internet pelo site oestadoma.com, que o ex-prefeito João Castelo (PSDB).

A declaração da candidata ocorreu no momento em que o tema discutido abordado pelos jornalistas Ronaldo Rocha [autor do blog], Marco Aurélio D’Eça e Gilberto Léda, era a mobilidade urbana.

“São R$ 7 milhões que poderiam ser investidos em educação, na mobilidade urbana, mas não foi feito. Todo esse dinheiro gasto no VLT que para nada serve. Deveria estar preso, dentro do VLT”, disse a candidata, sem contudo, citar o nome do tucano.

Durans afirmou que para o setor de transporte, tem como proposta de passe livre para desempregados e estudantes; a criação de uma Companhia Municipal de Transportes Urbanos; investimentos em transporte de massa e garantia de acessibilidade para pessoas com deficiência.

Cláudia Durans será a entrevistada de hoje na Sabatina O Estado

Cláudia DuransA professora universitária Cláudia Durante, candidata do PSTU à Prefeitura de São Luís, será a entrevistada de hoje na Sabatina O Estado.

Ela será a sexta participante do programa, que já ouviu Rose Sales (PMB), Edivaldo Júnior (PDT), Eliziane Gama (PPS), Zeluis Lago (PPS) e Fábio Câmara (PMDB).

Cláudia Durans já foi candidatava a vice-presidente da República em duas oportunidades e representará a legenda de esquerda no pleito de outubro.

A Sabatina O Estado começará às 10h e se estenderá até às 11he será transmitida ao vivo pelo site oestadoma.com.

Durante o programa, eleitores e internautas poderão enviar perguntas por meio da hashtag #SabatinaOEstado e pelo WhatsApp 99209-2564.

Após o programa, a íntegra da entrevista será publicada na página do jornal no youtube.

Amanhã, Valdeny Barros (PSOL) será o entrevistado. Na quarta-feira o sabatinado será Wellington do Curso (PP) e na quinta-feira o deputado estadual Eduardo Braide (PMN).

Pré-candidata do PSTU fala em construir uma “revolução negra” no estado

A pré-candidata a prefeita pelo PSTU em São Luís, Cláudia Durans, professora da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), afirmou num vídeo produzido pelo partido, que lutará por uma revolução “fundamentalmente negra” no estado.

A sigla optou por lançar em todo o Brasil, de forma exclusiva nestas eleições, candidaturas de operárias, mulheres, negros e LGBT’s. “Para discutir a situação, a condição dos explorados, dos oprimidos para que possamos chamar a nossa classe para lutas efetivas, para derrubar Temer, para fazer uma greve geral e para construir uma outra forma de poder”, disse.

Durans afirmou que está “tocando a tarefa”, voltada, na capital, prioritariamente, para os descendentes de africanos no estado. “Os descendentes de africanos neste momento precisam reagir, e construir essa revolução. Essa revolução que é fundamentalmente negra, para trazer a nossa população quilombola ao primeiro plano da luta no protagonismo das transformações necessárias que precisamos fazer”, concluiu.

PSTU rejeita “Frente de Esquerda” e PSOL busca aliança com o PCB em São Luís

Valdeny BarrosO Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) rejeitou a proposta da formação de uma “Frente de Esquerda” para a disputa das eleições do mês de outubro em São Luís. Foi o que o declarou a O Estado Valdeny Barros, pré-candidato a prefeito da capital pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

A Frente de Esquerda, projeto também fracassado nas eleições de 2012 e de 2014, reuniria numa só coligação, o PSTU, PSOL e o PCB [Partido Comunista Brasileiro]. As legendas definiram, juntas, candidaturas a prefeito, vice e de vereadores. A expectativa, com a proposta, era a de eleger pelo menos, representantes da esquerda no Legislativo Municipal.

O pré-candidato do PSOL, no entanto, afirmou que as legendas não chegaram a um entendimento. Ele explicou que o PSTU não teve interesse na proposta, o que inviabilizou, novamente, a aliança.

“Tentamos a construção da frente de esquerda com o PSTU, PCB e PSOL. O PSTU, por divergências nacionais, entendeu não ser possível a frente”, disse.

Valdeny Barros adiantou que apesar de as conversas com os partidos não ter avançado, o PSOL ainda busca aliança partidária para a disputa das eleições de outubro. Em 2012 a legenda disputou o pleito de forma isolada.

“Aguardamos a possiblidade de aliança com o PCB. Teremos conversa com o PPL [Partido Pátria Livre], tentando uma aliança”, completou.

Ele adiantou que é pré-candidato a prefeito e que a convenção do PSOL está marcada para o dia 20 de julho. “Estamos na fase de elaboração do programa de governo para apresentarmos em agosto. Será um programa alternativo ao continuísmo do PDT/PCdoB e ao conservadorismo do PSDB/PPS”, finalizou.

Sem resposta – O Estado entrou em contato na quarta-feira com Eloy Natan, dirigente do PSTU, para tratar sobre as eleições 2016. Perguntou sobre a pré-candidatura da sigla, sobre as discussões a respeito da formação da “Frente de Esquerda” e sobre os desdobramentos das reuniões políticas da sigla.

Ele se comprometeu em responder os questionamentos no mesmo dia, mas até o fechamento desta edição, não deu retorno.

A discussão sobre a possiblidade de formação da Frente de Esquerda entre PSTU, PSOL e PCB ganhou força na eleição de 2012, vencida pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

Naquela oportunidade os partidos não chegaram a um denominador comum em relação a qual nome seria o “cabeça de chapa” e as discussões foram encerradas. Cada partido lançou sua própria candidatura.

Em 2014 as legendas voltaram a sentar para discutir o projeto. Haroldo Saboia, presidente do PSOL, se opôs e o resultado foi um posicionamento duro do sindicalista Marcos Silva (PSTU).

“Pretendo fazer uma aliança com o PSOL para além de Haroldo, pois ele se acha dono do partido. Haroldo tem de entender que partido nenhum tem dono, principalmente os de esquerda, os tempos são outros”, disse.

A declaração do socialista foi encarada como uma ingerência ao PSOL, o que abriu uma crise na ultraesquerda. O projeto, foi então, pela segunda vez, fracassado.

Informações de O Estado

Marcos Silva e a sua particular “oligarquia” no PSTU

Marcos Silva: mais uma vez candidato

Marcos Silva: mais uma vez candidato

O ultra-esquerdista Marcos Silva (PSTU), como já era de se esperar, não manteve a sua palavra e desfez hoje um discurso que ele próprio sustentava já há quase dois anos.

Ele foi oficializado há pouco em convenção partidária como candidato do PSTU ao Senado da República, e contará com a pouca estrutura de seu partido e a sua natural inexpressividade na política maranhense, para tentar alcançar uma cadeira no Legislativo.

Em 5 de julho de 2013, esse blog chegou a tratar do tema, com o texto “Desistiu da luta Marcos Silva?”, ocasião em que ele anunciava a decisão de não mais disputar qualquer cargo eletivo a partir de então. Ele já havia sido candidato a prefeito de São Luís em 2012.

Naquela oportunidade, ele assegurava que sua missão seria apenas contribuir “financeiramente e politicamente e à luta social, sobretudo na questão do saneamento ambiental”.

Parece, no entanto, que ele não conseguiu se distanciar do processo eleitoral e lançou

Em 2013 Marcos Silva havia anunciado a desistência de disputar eleições

Em 2013 Marcos Silva havia anunciado a desistência de disputar eleições clique e veja

hoje o seu nome – para o blog não é novidade alguma -, para disputa da eleição de outubro deste ano.

Agressivo não só no campo da política, mas também com a imprensa que não reza na cartilha esquerdista, Silva, vejam só, chegou a suplicar para alguns colegas da imprensa, para que estes não fizessem críticas à sua decisão, que vai de encontro ao que ele vinha anunciando nas redes sociais, repito, há quase dois anos.

Fico a me perguntar qual seria a postura de Marcos Silva, se o mesmo posicionamento fosse tomado pela governadora Roseana Sarney (PMDB). A peemedebista vinha anunciando desde 2012 que não tinha interesse algum em disputar mais um cargo eletivo e manteve o seu posicionamento. Encerrará a sua vida pública em dezembro deste ano. Silva, sem dúvida, daria chilique nas redes sociais se Roseana de uma hora para outra, resolvesse disputar o Senado.

Marcos Silva, que tanto adora a palavra “Oligarquia”, continua no controle do PSTU e não abre espaço para novas lideranças. Curioso isso não?

Professores da UFMA querem se livrar da Apruma

Sindicato I

Uma guerra sindical está em curso na Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Cansados e inconformados com a política trabalhista mantida pela Apruma, que é controlada pelo PSTU, nanico da ultraesquerda zangada, professores estão formando um novo sindicato. Esse grupo, que reúne representantes das mais diversas áreas, avalia que a Apruma não mais os representa.

Sindicato II

Uma fonte do movimento de criação do novo sindicato de professores da UFMA cita o momento atual como exemplo da decadência da Apruma. Informou que numa assembleia que contou com a participação de apenas 19 associados, o comando da Apruma decidiu parar fechar o campus. A julgar pelo ânimo dos organizadores, o novo sindicato vem forte e decidido a atropelar a Apruma.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

PSTU define pré-candidatura ao Governo do Estado

Saulo Arcangeli disputará o Governo em outubro

Saulo Arcangeli disputará o Governo em outubro

Jorge Aragão – Nesta quarta-feira, dia 12 de fevereiro, o PSTU Maranhão fará em São Luís o lançamento oficial da candidatura do servidor público federal e professor universitário Saulo Arcangeli ao governo do Estado. A atividade iniciará a partir das 9 horas com uma coletiva à imprensa na Assembleia Legislativa e logo após às 10h30 ocorrerá um ato político no auditório do Sindicato dos Bancários no Centro.

A candidatura de Saulo, um ativista presente nas principais lutas que ocorreram no Maranhão nos últimos anos, é a expressão no campo eleitoral das reivindicações dos trabalhadores e da juventude maranhense que desejam não só o fim de uma Oligarquia, mas também buscam construir um Maranhão livre do latifúndio e do coronelismo.

Ao mesmo tempo, o PSTU mantém o chamado feito ao PSOL e PCB no sentido da constituição de uma Frente de Esquerda que apresente uma única candidatura ao Governo do Estado em 2014.

Estará presente também o presidente nacional do Partido, o metalúrgico Zé Maria de Almeida, que é o pré-candidato do PSTU à Presidência da República. “Minha candidatura parte da necessidade de apresentar uma alternativa de classe e socialista perante as candidaturas da presidente Dilma Roussef (PT) e os candidatos da direita representados pelo PSDB de Aécio Neves e o PSB de Eduardo Campos” afirma Zé Maria.

Segundo o pré-candidato do PSTU, estes dois campos políticos, no entanto, representam o mesmo modelo econômico e o mesmo projeto para o país, que privilegia os bancos, grandes empresas e o agronegócio em detrimento das necessidades e reivindicações os trabalhadores, do povo pobre e da juventude.

 

Marcos Silva é chamado de “burro” em rede social

Marcos burroO ultraesquerdista e eterno candidato pelo nanico PSTU, Marcos Silva, foi duramente advertido por um interlocutor no facebook, após ter literalmente “invadido” o perfil do secretário das Cidades, Hildo Rocha, com ataques à atual administração estadual.

Tudo começou quando Hildo compartilhou momentos prazerosos e “abençoados” do fim de semana. o secretário afirmou que havia participado no sábado pela manhã de uma missa campal na cidade de Lajeado Novo; de uma caminhada que simbolizou o encerramento das atividades da Semana da Família em Barra do Corda e de uma Santa Missa, realizada pelo bispo Dom Franco, da Diocese de Grajaú, pelo padre Ézio e pelo frei Dorival. Lembrou também que na sexta-feira havia inaugurado 42 quilômetros da nova MA 335.

Foi então que Marcos Silva, com os já característicos erros gramaticais – o que por sinal não muda -, “invadiu” o post com ataques ao governo e a fé de Rocha. “Penso que nem reza faz esse governo ‘presta’ (sic). Será que o governo não sabe que os grandes problemas do estado são falta de água e sobra de esgoto nas principais cidades, falta de segurança pública, falta de hospitais de urgência e emergência e falta de moradia popular adequadas”.

Sem deixar barato, o interlocutor advertiu Marcos e o chamou de burro – talvez pelos erros de português. “Marcos Silva é um recalcado e despeitado, sempre contra tudo e contra todos, ultrapassado e burro, aliás, esse é o mesmo discurso dessa pseudo oposição, retrógrado e rancoroso, o povo quer saber é de trabalho, de lealdade e de competência, vamos mudar muito dentro do nosso próprio grupo, Governo novo, deputados novos e as imagens não mentem, isso é trabalho”.

Marcos Silva ainda chegou a reclamar das ofensas, mas talvez tenha esquecido que passa o dia todo em redes sociais ofendendo aqueles que não se alinham ao seu pensamento. E olha que não são poucos…

O mundo paralelo de Marcos Silva

marcos silvaO eterno militante do nanico PSTU, Marcos Silva, que depois de décadas e consecutivas derrotas nas urnas resolveu não se candidatar mais a cargos eletivos [pelo menos por enquanto], não tira mesmo a família Sarney da cabeça.

De cada 10 palavras que escreve em seu perfil no facebook – e com os mesmos erros de português, como de costume – ou em qualquer diálogo que mantenha com um semelhante, ele insiste no tema. Obstinado, ele parece viver em uma bolha, um mundo paralelo que é só dele, um particular.

Agora inventou uma tal de greve geral em São Luís e o no Maranhão. Fora Roseana Sarney!?

Mas que greve geral? Quem além dele e dos seguidores do já desgastado “Só a luta muda a vida”, acreditará nisso? Definitivamente, não existe.

Greve tem causa, objeto e reivindicações definidas. Mas para Marcos Silva não importa, no mundo particular dele vai acontecer, há uma enorme mobilização e São Luís vai parar…

Coisa de quem vive em uma bolha, num mundo paralelo…