Aliados de Flávio Dino não participam de agenda com Haddad em São Luís

Aliados do governador Flávio Dino (PCdoB) não compareceram à agenda de Fernando Haddad (PT) ontem e São Luís e incomodaram a cúpula do Palácio dos Leões.

Não participaram do ato, por exemplo, a deputada federal e senadora eleita, Eliziane Gama (PPS), o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e o líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual Rogério Cafeteira (DEM).

As ausências deixaram a direção estadual do PT insatisfeita e o governador constrangido.

O “esvaziamento” do ato político de Haddad foi considerado para alguns, falta de comando de Flávio Dino sobre o seu grupo político.

Por isso a insatisfação…

Leia mais sobre no blog do Gilberto Léda

Suplência de Eliziane Gama pode sobrar para o PT

É cada desagradável a situação do Partido dos Trabalhadores (PT) no Maranhão, para a disputa das eleições 2018.

A legenda – que não vai ficar com nenhuma vaga da chapa majoritária do governador Flávio Dino (PCdoB) -, terá de correr atrás de uma suplência de senador da pré-candidata Eliziane Gama (PPS).

Isso porque as duas suplências da chapa do outro pré-candidato comunista, Weverton Rocha (PDT), já estão definidas.

Tratam-se de Roberth Bringel e Camila Holanda, como antecipou hoje com exclusividade, o jornalista Jorge Aragão [leia aqui].

Ocupar espaços na suplência de Eliziane Gama, contudo, deve deixar constrangidos os petistas.

Gama votou pela admissibilidade do processo de impeachment da ex-presidente da República, Dilma Rousseff, na ocasião das discussões na Câmara Federal.

Depois disso, foi rotulada de “golpista” pelos militantes de esquerda.

Como esse mundo é pequeno, é justamente Gama quem pode dar abrigo agora ao já pequenino PT.

Eu hein…

PT decide apoiar a reeleição de Flávio Dino

Dono do maior tempo proporcional de apresentação no Programa Eleitoral Gratuito no rádio e na televisão, o Partido dos Trabalhadores, no Maranhão, decidiu há pouco pelo apoio à reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB).

A sigla, contudo, poderá indicar nomes apenas à primeira ou segunda suplências ao Senado dos pré-candidatos Eliziane Gama (PPS) – que votou pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT) -, e Weverton Rocha.

Nos bastidores da política a situação da sigla é vexatória, uma vez que a legenda acabou diminuta no atual cenário político.

O PT chegou a lançar a pré-candidatura de Aníbal Lins ao Governo do Maranhão, mas o sindicalista  desistiu do pleito hoje cedo.

Marcio Jardim também ensaiou pré-candidatura ao Senado, com o discurso de fortalecimento da legenda no Maranhão, mas foi atropelado pelos correligionários aliados do comunista.

Com isso, o PT já entra pequeno na disputa.

Sem espaços e sem nomes na disputa majoritária.

 

PT rachado

Não será surpresa se o PT maranhense tiver braços eleitorais em algumas das principais candidaturas a governador do Maranhão, mesmo coligado oficialmente com o comunista Flávio Dino. Há vozes discordantes entre os petistas que deixam claro a simpatia pela aliança com a ex-governadora Roseana Sarney (MDB); e outros, que ainda defendem apoio ao deputado estadual Eduardo Braide (PMN).

O clima de racha é cada vez maior no PT a ponto de se ouvir vozes como a do professor Márcio Jardim – pré-candidato a senador pelo partido – admitir que a legenda não vai integralmente com Flávio Dino. Lideranças como Antonio Heluy e Joab Jeremias assumem publicamente simpatia pela aliança com Roseana.

A admissão de Márcio Jardim levou seu xará comunista Márcio Jerry a voltar a agredir seus adversários, de forma tão raivosa que mostrou o tamanho da preocupação dinista com o partido que o próprio governador esnoba em sua chapa governamental.

O atrelamento do PT ao governo Flávio Dino se dá por intermédio do professor Chico Gonçalves e do sindicalista Augusto Lobato, ambos empregados de Flávio Dino. E também pelo vereador Honorato Fernandes, cujo interesse é eleger-se deputado estadual. Nenhum outro grupo do partido mostra-se plenamente satisfeito com a aliança comunista. Por isso o PT vai rachado, de novo, nas eleições de outubro.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Ala do PT quer Mario Macieira na chapa de Flávio Dino

O Estado – A direção estadual do PT no Maranhão vai se reunir nesta semana para iniciar o debate sobre um novo nome que poderá ser o pré-candidato a senador pela legenda, o ex-presidente a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Mário Macieira. Além dele, há ainda o ex-secretário de Esportes de Flávio Dino (PCdoB), Márcio Jardim, que vem defendendo a indicação do PT para a chapa do comunista.

Antes visto como um partido que não causaria problemas na composição da chapa de Flávio Dino, o PT parece que não desistiu a vaga na chapa majoritária do comunista. A prova disto foi o início do debate interno a respeito da indicação do nome do ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional do Maranhão, Mário Macieira, para candidatura ao Senado.

Macieira confessa que há um conversa a respeito e que analisará da melhor forma a possibilidade de entrar na disputa pelo espaço na chapa de Dino.

“Fomos procurados por militantes do partido com esta proposta [ser o candidato a senador]. Não descarto a possibilidade até pelos anos de militância que tenho no partido. Mas também sei que toda esta história é embrionária e muito deve ser debatido”, disse a O Estado, Mário Macieira.

Interno – Além desta possibilidade de ter Mário Macieira como candidato ao Senado, o PT já tem inscrito como disponíveis para esta vaga o ex-secretário de Esportes do governo de Flávio Dino, Márcio Jardim. Ele vem conseguindo abrir espaços para o seu projeto por meio da relação próxima que tem com o ex-presidente Lula.

O problema de Jardim é conseguir o aval – se o PT conseguir entrar na chapa do governador – de Flávio Dino para ser membro da chapa majoritária.

Isto porque Jardim foi preterido pelo governador quando novos aliados como o PR e DEM chagaram ao governo. A secretaria comandada pelo petista acabou sendo direcionada para sanar a pane de outros aliados que reivindicavam o espaço no governo estadual.

O problema é que Jardim não agrega apoio nem internamente e nem como um nome aceito pelo governador e seus aliados dos demais partidos. Para garantir competitividade em relação aos demais partidos aliados, o PT pretende apresentar Macieira que seria um nome novo e de fácil aceitação interna e externa.

 

Zé Inácio sem poder de influência no PT

O suposto veto do Partido dos Trabalhadores (PT) – ainda não oficializado -, à filiação do deputado federal Waldir Maranhão, evidencia a falta de poder de influência do deputado estadual Zé Inácio (PT).

O petista declarou apoio à filiação de Waldir na semana passada. Passou a defender também, a pré-candidatura de Maranhão ao Senado pelo PT.

Ocorre que logo após receber a ficha de filiação, o presidente municipal da sigla, vereador Honorato Fernandes, impôs veto ao nome do deputado federal.

Honorato chegou a se posicionar em rede social, e destacou que a Executiva do partido avaliará o pedido de Waldir Maranhão.

Nos bastidores, a informação é de que o PT não vai filiar Waldir até o fechamento da janela partidária [sexta-feira], obrigando o deputado a buscar outros caminhos.

E se isso acontecer, consolida-se a tese de falta de poder de articulação de Zé Inácio…

Ala do PT declara apoio a Waldir Maranhão

Embora o presidente municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) de São Luís, vereador Honorato Fernandes tenha se colocado de forma contrária ao pedido de filiação do deputado federal Waldir Maranhão, uma ala petista, liderada pelo deputado estadual Zé Inácio manifestou apoio ao parlamentar.

Waldir formalizou pedido de filiação após reunião com José Dirceu e o secretário de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos, Marcio Jerry (PCdoB)na residência do deputado federal Weverton Rocha (PDT), em Brasília.

Ele é tratado como prioridade para a disputa a uma vaga no Senado da República pela direção nacional do PT, após ter atuado em defesa da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) durante o processo de impeachment.

Com o apoio da militância do PT a Waldir Maranhão, a sigla – dona do maior tempo na propaganda política que será veiculada no rádio e na televisão -, entra de vez na briga por espaço na chapa majoritária do governador Flávio Dino (PCdoB), que agora terá poucas opções.

Ou deixa de apoiar um dos dois pré-candidatos que já estavam consolidados para a disputa ao Senado [Eliziane Gama e Weverton Rocha] para incluir Waldir na disputa, ou oferece a vaga de candidato a vice-governador para o PT.

Neste caso, o DEM pode começar a buscar, também, outros rumos…

PT, Flávio Dino e as eleições 2018…

Dono de maior percentual no tempo da propaganda no horário eleitoral gratuito no rádio e na TV para a formação de coligação à chapa majoritária de candidato a governador do Maranhão, o Partido dos Trabalhadores (PT) caminha para uma constrangedora aliança com o governador Flávio Dino (PCdoB), pré-candidato a reeleição.

Ao que tudo indica, o partido não terá espaço na chapa majoritária de Dino, mesmo elevando de forma decisiva, o tempo do comunista no programa diário de rádio e TV.

O PT possui 1min02s, o mesmo tempo do MDB, partido da principal adversária de Dino, ex-governadora Roseana Sarney.

Nos bastidores, a informação é de que a direção nacional do partido, espera pela filiação do deputado Waldir Maranhão, para que este concorra a uma vaga ao Senado com o apoio do comunista.

Ocorre que Dino já tem os seus dois pré-candidatos ao Senado: Eliziane Gama (PPS), que aproximou a Assembleia de Deus da pré-candidatura do governador e Weverton Rocha (PDT), já consolidado para uma das vagas desde o ano passado.

Foi inclusive por apoio aos dois, que Dino foi obrigado a romper, politicamente, com o então aliado José Reinaldo Tavares, hoje, mais próximo de Eduardo Braide.

O PT, considerado o grande trunfo de Dino para o período da campanha eleitoral, tem a estatura de um partido gigante, agrega valor, tempo de televisão, espaço na mídia e possui nos seus quadros a figura do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nome para a Presidência da República – seja ele candidato ou não -, de muita força eleitoral no Maranhão.

Apesar disso, é tratado como partido pequeno.

Constrangedor…

 

Sem maior importância

O grau de importância do PT na política no Maranhão deve ser reduzido com a condenação em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que o deixa sem chances reais de disputar as eleições deste ano. E era a densidade de votos do petista que mais chamava a atenção, por exemplo, do governador Flávio Dino.

E foi essa densidade eleitoral no Maranhão que possibilitou o partido conseguir espaços dentro do governo comunista e que fazia com que os petistas sonhassem com a eventual composição da chapa majoritária de Dino na vaga de vice ou com um candidato ao Senado.

Mas com a condenação de Lula, ficam praticamente reduzidas a zero as chances de Márcio Jardim, ex-secretário de Esporte do governo, conseguir ser o segundo candidato a senador de Flávio Dino. E os espaços dados ao PT no governo comunista somente permanecerão porque o partido ainda tem um atrativo: o tempo de televisão na propaganda gratuita eleitoral.

Com a condenação de Lula os petistas que ainda sonhavam com mais “bondades” de Dino agora terão que acordar e encarar a nova realidade, porque o amor do comunista pelo partido do ex-presidente deve diminuir bastante.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

PT oficializa pré-candidatura de Marcio Jardim ao Senado

O comando nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) tomou uma decisão que deve ter desagradado o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB).

A legenda oficializou a pré-candidatura de Marcio Jardim ao Senado. Jardim foi demitido por Flávio Dino da Secretaria de Estado de Esportes há pouco mais de dois meses.

Chateado pela forma pela qual foi demitido do Executivo e insatisfeito com a situação do PT na atual administração, Jardim buscou uma articulação em Brasília para contrapor Dino. E parece que deu certo.

Natural candidato à reeleição, Dino terá dois nomes governistas para a disputa do Senado. E tudo indica, Weverton Rocha (PDT) e Zé Reinaldo Tavares.

Com uma articulação para que a vaga de vice continue com Carlos Brandão, agora no PRB, o comunista deixaria, nesse contexto, o PT sem qualquer espaço na sua chapa para a disputa eleitoral de 2018.

Com a pré-candidatura de Jardim e um posicionamento mais firme do PT, que serviu no passado, Dino terá de repensar a sua estratégia.