Pegadores: operador de esquema guardava cheques de empresa contratada de Coroatá

O operador de esquemas Mariano de Castro e Silva, preso pela Polícia Federal (PF) no bojo da Operação Pegadores, guardava num cofre de sua propriedade, 59 das 89 folhas de cheques encontradas pelos investigadores e apresentadas como prova à Justiça.

Os cheques foram encontrados em um dos endereços de Mariano, na cidade de Teresina, no Piauí. Ele atuava, ao lado de Rosângela Curado, numa organização criminosa na estrutura da Secretaria de Estado da Saúde (SES) responsável por desviar mais de R$ 18 milhões dos cofres públicos.

Mariano trabalhava como assessor da SES e antes de ser preso pela PF, exercia o cargo de diretor do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da cidade de Coroatá.

Os cheques sob o poder de Mariano foram encontrados pela PF no dia 22 deste mês, quatro após a deflagração da Operação Pegadores. As 59 folhas de cheques eram da empresa Márcio V. P. Santos ME, no valor de R$ 20 mil, cada.

“Totalizando créditos de R$ 1.180.000,00, em parcelas mensais”, apontou a PF na representação encaminhada à Justiça Federal com o pedido de prisão preventiva em desfavor de Mariano.

Contrato – A empresa Márcio V. P. Santos – ME tem pelo menos um contrato com a Prefeitura de Coroatá, firmado em abril deste ano. Por ele, a empresa deve receber R$ R$ 1.804.526,52 milhão até o mês de abril de 2018, pela terceirização dos serviços de diagnóstico e cirurgias ortopédicas, com fornecimento de órteses e próteses.

Além da ligação entre a Márcio V. P. Santos – ME com o diretor do Samu, Mariano de Castro Silva, há outra, ainda mais forte: o proprietário da empresa, Márcio Vinícius Portugal Santos, é filho do atual secretário de Saúde de Coroatá, Vinicius Araújo.

Mariano, que guardava folhas de cheques da empresa, atuava como auxiliar direto de Vinícius Araújo, na Saúde de Coroatá.

Justiça – Preso no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, Mariano teve chegou a tentar um habeas corpus na Justiça Federal, mas teve pedido rejeitado pelo desembargador Ney Bello. A prisão temporária do investigado, já foi transformada em preventiva.

Na apelação encaminhada à Justiça, a defesa de Mariano adotou como estratégia, tentar a extensão do habeas corpus que havia sido dado a Péricles Silva Filho, outro investigado.

O desembargador, contudo, considerou que “nem de longe” a situação de Mariano se equipara a de Péricles.

Péricles atuava como diretor do ICN e utilizava o cargo para privilegiar uma ex-companheira com pagamento mensal sem a contraprestação do serviço, além de contratar funcionários e efetuar contratações e pagamentos, tudo naquele ano de em 2015.

Já Mariano, era o operador de esquema de desvio de recursos públicos e movimentava elevadas cifras.

Além de articular contratos, ele montava e executava contabilidade paralela e atestava notas fiscais. Também pesa contra ele, fraude em prestações de contas e ajustes dos valores efetivamente gastos com os contratos de gestão firmados junto ao Estado.

Informações de O Estado

Após prisão e soltura de Rosângela Curado, o constrangimento político…

Rosângela Curado, presa pela PF foi candidata a prefeita com o apoio de Flávio Dino

O envolvimento da ex-secretária adjunto de Saúde e suplente de deputado federal, Rosângela Curado (PDT), em esquemas de desvio de dinheiro público na Saúde, provocou constrangimento político ao governador Flávio Dino (PCdoB).

Curado foi presa pela Polícia Federal no bojo da Operação Lava Jato, sob a acusação de corrupção passiva, desvio de recursos públicos, crime de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

No pleito de 2016, foi a candidata a prefeita da cidade de Imperatriz apoiada pelo Palácio dos Leões, e consolidou-se como o nome de maior destaque do PDT na Região Tocantina.

Ela já havia assumido vaga de suplente na Câmara Federal – na ocasião da licença de Weverton Rocha (PDT) -, e mantinha proximidade a Flávio Dino.

A prisão de Curado, contudo, com a acusação da Polícia Federal de se tratar de uma das articuladoras de uma organização criminosa que desviou mais de R$ 18 milhões dos cofres públicos, manchou a sua curta trajetória política e constrangeu o Palácio.

 

Curado chegou a ser demitida do Governo em 2015, no período em que exercia a função de subsecretária da Saúde. A demissão jamais foi explicada à sociedade.

Mas, segundo o delegado Wedson Cajé, da PF, continuou a comandar o destino e desviar milhões dos cofres públicos, apesar de não exercer nenhuma função pública no Executivo.

Situação que deixa o Palácio ainda mais cabisbaixo.

Transparência turva

Criada em 2015, com pompa e circunstância pelo governo Flávio Dino (PCdoB), como a solução para todos os males éticos e morais da administração pública, a Secretaria da Transparência foi vendida como um marco no controle dos processos de gestão.

Mas logo na nomeação do seu titular, a desconfiança tomou conta da classe política e dos observadores públicos do Maranhão. O escolhido para tocar a pasta foi o advogado Rodrigo Lago. Filho do ex-deputado Aderson Lago, Rodrigo cresceu com o sentimento de vingança a tudo que representasse contrariedade ao pensamento político do pai.

No comando da Secretaria, Lago parece ter acabado por somar ao próprio sentimento às determinações autoritárias e persecutórias do seu chefe, o governador comunista Flávio Dino. O resultado foi uma espécie de Gestapo contemporânea, perseguindo adversários do governo e com notória vista grossa aos malfeitos do próprio governo.

Logo de cara, no primeiro ano do mandato, a Transparência comunista se viu às voltas com dois casos graves de corrupção, envolvendo as auxiliares do governador Simone Limeira, acusada de cobrar propina de tribos indígenas, e Rosângela Curado, afastada do governo de forma abrupta e sem explicações.

Não se tem notícia nesses três anos de nenhuma ação, abertura de processo ou de simples investigação da Transparência de Rodrigo Lago contra as duas mulheres. Nesse mesmo termo, a pasta produziu relatórios contra os ex-secretários Ricardo Murad e Cláudio Trinchão, e até contra a ex-governadora Roseana Sarney. Todos mandados para o arquivo morto na Justiça. De qualquer forma, no entanto, provaram que a transparência no governo comunista é turva.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Esquema na Saúde continuou após escândalo do IDAC, diz PF

Rosângela Curado, presa pela PF coordenada esquema de desvios

Relatório da Policia Federal (PF) encaminhado à Justiça e que deu sustentação à Operação Pegadores na última quinta-feira, atesta que a organização criminosa responsável pelos desvios de mais de R$ 18 milhões da Secretaria de Estado da Saúde (SES) continuaram mesmo após o rompimento do contrato entre o Governo e o Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania (Idac).

O contrato do Executivo com o Idac chegou ao fim após a Operação Rêmora da PF apontar desvio de recursos públicos no estado. O caso chegou a ser destaque em reportagem da TV Globo veiculada no programa Fantástico.

O instituto era comandado pelo presidente do Partido da Social Democracia Cristã (PSDC), Antônio Aragão, preso durante a Operação Rêmora.

Documentos apreendidos na residência de Aragão e o depoimento do investigado deram sustentação à investigação que resultou na Operação Pegadores.

O Idac foi contratado pela gestão Flávio Dino (PCdoB) sem licitação em 2015.  O instituto, que prestava serviços ao estado desde a administração do ex-governador Jackson Lago (PDT), teve valor de contrato triplicado na atual gestão e chegou a mais de R$ 240 milhões entre os anos de 2015 e 2016. Em 2017, outros R$ 47 milhões haviam sido empenhados para o instituto.

Após o escândalo, que ganhou repercussão nacional, o governador Flávio Dino determinou o rompimento do contrato.

Esquema – Ocorre, segundo a Polícia Federal, que os desvios de recursos públicos da Saúde continuaram até o ano de 2017. Outras empresas teriam sido utilizadas nos esquemas.

Na decisão que determinou a prisão de 17 acusados no bojo da Pegadores, a juíza federal Paula Sousa Moraes, substituta da 1ª Vara Criminal, no Maranhão, citou relatório da PF que aponta a continuidade do esquema.

“O mais grave de todos os elementos de provas descobertos diz respeito às informações obtidas pela CGU, que constituem fortes indícios de que o esquema de desvio de recursos públicos permanece mesmo após o encerramento do contrato entre a SES e o Idac, isto é, mesmo após o rompimento do modelo de administração gerencial por meio de entidades do Terceiro Setor e a assunção da gestão hospitalar pela Emsehr”, destacou a magistrada, no despacho do dia 21, que prorrogou a prisão de 5 dos 17 acusados.

A magistrada ainda ressaltou trecho da representação policial que sustenta a tese.

“O demonstrativo contábil encaminhado pela CGU aponta para a existência de pagamentos atuais para a empresa de fachada Instituto de Serviços Médicos Ltda, pertence à presa provisória Ideide Lopes de Azevedo Silva nos meses abrangido pelo relatório (agosto e setembro de 2017), cujos valores contabilizados até então superam a cifra de R$ 1 milhão os quais continuaram a ocorrer mesmo após a deflagração da fase anterior da Operação Sermão aos Peixes”, enfatizou.

Outro Lado

Desde a deflagração da Operação Pegadores, que identificou desvios na Saúde da atual gestão, a SES tem assegurado que se coloca à disposição da Polícia Federal para quaisquer esclarecimentos. A pasta também destaca que aguarda a lista de quem seriam os funcionários envolvidos.

Rosângela Curado conduziu reunião em unidade de saúde de Imperatriz

A ex-secretária adjunto da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Rosângela Curado (PDT), presa no bojo da Operação Pegadores, conduziu reunião em unidade de saúde de Imperatriz, que segundo investigações da Polícia Federal (PF). A referida unidade foi gerenciada por Curado mesmo sem a pedetista ter exercido qualquer cargo público.

Um homem apontado como Júlio César, segundo a PF, beneficiário da folha suplementar, foi quem participou da reunião com Curado no Cemesp [Centro de Especialidades Médicas] de Imperatriz, ao lado de Antônio Aragão.

“O que não deixa de ser reforço no sentido de seu suposto envolvimento na trama delituosa que, ao que tudo indica, se perpetuou”, destaca trecho da decisão da juíza federal Paula Sousa Moraes, sobre Júlio César.

A condução de reunião de Curado no Cemesp Imperatriz, reforça a tese da PF de que a pedetista comandou o órgão sob a autorização do Palácio dos Leões.

“De acordo com trechos colacionados, há informações sobre funcionária fantasma amante de Mariano, pagamento de propina, superfaturamento contratos da Emsher [Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares], empresa de exames laboratoriais de fachada que recebe sem realizar os respectivos serviços e menção a suposta autorização do Palácio à Rosângela Curado, para que ela ficasse responsável pela AME/CEMESP Imperatriz, informação confirmada por Antônio Aragão em depoimento”, destaca trecho do despacho da magistrada.

Curado é investigada por, além de conduzir a unidade de saúde sob a autorização do Palácio, ter sido beneficiada por contratos no hospital.

“Caso confirmadas as informações coletadas, Rosângela Curado estaria a figurar, ao mesmo tempo, como gestora da unidade de saúde e beneficiária de recursos na condição de prestadora de serviços, a um só tempo”, finaliza a juíza.

A defesa de Curado ainda não se manifestou.

Operação Pegadores: prorrogada a prisão de Rosangela Curado

A juíza federak Paula Souza Moraes, que responde pela 1ª Vara Criminal da Justiça Federal no Maranhão, prorrogou na noite de ontem (20) as prisões temporárias de cinco dos 17 presos pela Polícia Federal no bojo da Operação Pegadores.

Os presos são suspeitos de participarem de organização criminosa na estrutura da Secretaria de Estado da Saúde e comandarem desvios de mais de R$ 18 milhões.

Na decisão da magistrada, foram prorrogadas as prisões de Rosângela Curado, Antonio Augusto Aragão, Ideide Lopes, Luiz Marques Barbosa Júnior e Mariano de Castro Silva.

Curado é apontada, junto de Luiz Júnior e Mariano, como uma das “cabeças” do esquema fraudulento na SES.

De acordo com a polícia, pelo menos três modalidades de desvios de dinheiro público eram utilizadas: o pagamento de supersalários a apadrinhados políticos; a montagem de empresas de fachada e a contratação de mais de 400 funcionários fantasmas na pasta, com a liberação de recursos por meio de uma folha suplementar.

 

Apesar de a decisão da magistrada, é possível que a Justiça revogue as prisões ainda hoje…

Operação Pegadores: PF havia pedido prisão de envolvidos desde 2016

O Estado – A Polícia Federal começou a investigar em 2015 a Organização Criminosa que utilizava lista de funcionários fantasmas da Secretaria de Saúde para desviar cerca de R$ 18 milhões dos cofres públicos. E em novembro de 2016 foi feito o pedido de prisão dos envolvidos ao Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região.

O processo número 0040715-18.2016.4.01.3700, no TRF-1 foi registrado no TRF em 10 de novembro de 2016, com os pedidos de prisão da ex-secretária Rosângela Curado e de outros 16 envolvidos no esquema.

A prisão só não foi deferida antes porque os autos foram encaminhados ao Ministério Público Federal, que passou mais de seis meses com os documentos. Em 6 de junho de 2017, segundo revelou o blog Atual 7, os autos foram devolvidos à Justiça Federal.

A revelação da movimentação do processo derruba a tese que o governador Flávio Dino (PCdoB) tem tentado disseminar: a de que a operação Pegadores se deu como conseqüência da mudança de comando na Polícia Federal.

A ação da Polícia Federal, na última quinta-feira, 16, levou para a cadeia, além de Rosângela Curado, outras 16 pessoas, entre empresários, funcionários da Secretaria de Saúde e representantes de institutos que gerenciam os hospitais públicos de São Luís.

Delação – Já transferida para a Central de Custódia de Presos de Justiça, do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, a ex-secretária Rosângela Curado pode ter sua prisão temporária convertida em prisão preventiva.

Setores da Polícia Federal e do Ministério Público Federal tentam obter da ex-auxiliar de Flávio Dino uma delação premiada, para que ela aponte eventuais chefes da organização criminosa que levou R$ 18 milhões.

Rosângela foi nomeada secretária adjunta de Saúde logo no início do governo Flávio Dino. Oito meses depois, foi demitida em circunstâncias nunca esclarecidas pelo governo. Mesmo após sua demissão, ela foi a candidata de Flávio Dino e do PCdoB nas eleições municipais de Imperatriz.

Rosângela operava o esquema de lista fantasma de funcionários da Saúde por meio de conjuntas diretas ou da sua empresa, que recebia recursos dos institutos responsáveis pelo gerenciamento dos órgãos de saúde.

Uma delação premiada pode levar a Polícia Federal a outros integrantes do esquema.

Mais

Cunhada do secretário de Articulação Polícia Márcio Jerry, Jane Rodrigues era a responsável por operar um dos braços do esquema de desvio de recursos por meio de servidores fantasmas da Saúde. Da sua conta, a Justiça bloqueou R$ 50 mil, por considerar suspeitos de serem frutos de desvio de recursos.

“Governo precisou se render a Rosangela”, diz Edilázio

edilázio júnior 2O primeiro secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, deputado Edilázio Júnior (PV), classificou de ‘fraco’ o desempenho político do governador Flávio Dino (PCdoB) na cidade de Imperatriz.

Ele afirmou que a adesão do comunista à pré-candidatura de Rosangela Curado (PDT) – com quem havia rompido politicamente no ano passado -, somente ocorreu após o fracasso de outras duas pré-candidaturas do PCdoB na cidade da Região Tocantina e enfatizou que apesar de ter alcançado votação expressiva nas eleições de 2014 naquela cidade, o governador sofre hoje com a forte rejeição do eleitorado local. Edilázio também disse que o apoio de Dino a Curado deve acabar prejudicando a pré-candidatura da pedetista.

 “Vou pedir até aos meus colegas e à imprensa que me corrijam se eu estiver falando alguma bobagem em relação a Imperatriz. O primeiro candidato: Clayton Noleto. Uma invenção. Ele [Dino] achou que era Lula para fazer semelhante ao que fez com Haddad lá em São Paulo. Com a margem de erro para cima, Clayton Noleto não chegou a 2%. Chamou em seguida o deputado estadual Marco Aurélio, que inclusive já foi testado nas urnas. Aí, foi não sei quantas vezes para Imperatriz e povo que é bom, nada. Porque? Falta discurso, Imperatriz não tem nada. Seria muito mais fácil para o deputado Marco Aurélio se ele fosse hoje prefeito de Imperatriz, com a oposição no Governo do Estado. Ele iria falar que o Governo persegue Imperatriz, que não respeita os tocantinenses, que Imperatriz não recebe nada. Seria um passeio. Mas hoje, na situação em que está, não tem discurso”, disse.

Ele afirmou que a decisão do PCdoB em apoiar Rosangela Curado foi um recuo, que simboliza o fracasso do projeto político do governador Flávio Dino.

“Se o governo tivesse forte, o natural seria Rosangela Curado abrir para o candidato do governador, ou o candidato do governador abrir para Rosangela? Ainda vou dizer mais: doutora Rosangela Curado, pessoa séria, decente, que tenho estima e carinho muito grande, foi demitida da Secretaria de Saúde e humilhada pelo Governo. Foi humilhada. E quem se encarregou de humilhá-la e de difama-la, é justamente quem hoje a apoia. Rosangela hoje é cercada hoje por quem a difamou por todo o estado. E não foi a família Sarney, não foi Ildon Marques, não foi o delegado Assis. Quem a difamou, quem cerca ela hoje”, completou.

A missão de Weverton por Edivaldo

Weverton com a articulação de Edivaldo em mãos

Weverton com a articulação de Edivaldo em mãos

O presidente estadual do PDT, deputado federal Weverton Rocha, oficializou ontem o seu pedido de licença não remunerada da Câmara Federal, para cuidar da articulação política do PDT para as eleições de 2016.

Em seu lugar assume a suplente de deputado, Rosângela Curado, que ficará por um período de 120 dias na Câmara.

Weverton conduziu 16 novos prefeitos ao PDT e afirma que a legenda terá candidatura própria em pelo menos 40 municípios do Maranhão.

Dentre esses municípios está São Luís, com a busca pela reeleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior e em Imperatriz, onde a própria Curado já chegou a ser cogitada como vice de Cleyton Noleto (PCdoB), mas pode comandar chapa própria. Isso porque Noleto, apesar de apoiado pelo Palácio dos Leões, tem apresentado baixíssimo desempenho junto ao eleitorado.

 Weverton, tem noção da dificuldade que Edivaldo sofrerá para alcançar a reeleição, por isso aproveitará o período de licença do legislativo para atuar mais próximo do prefeito. Está em suas mãos a consolidação de uma rede de alianças que garantam força política ao prefeito.

Também está em suas mãos a crise hoje existente entre o Executivo Municipal e o Legislativo. Weverton tentará reverter o afastamento da Câmara de Vereadores do prefeito.

Se vai conseguir, é outra história…