Prefeitura elimina antigo retorno do Alpha, no São Cristóvão

A Prefeitura de São Luís intensificou as obras de alteração de tráfego na Avenida Guajajaras, no bairro São Cristóvão. O objetivo é eliminar o antigo ‘retorno do Alpha”, onde hoje está instalado uma unidade do Supermercado Mateus, para dar maior mobilidade ao trânsito na região.

No local operários trabalham na concretagem da área, preparando para o recebimento do asfalto.

“O trecho tem um grande congestionamento e estamos transformando em um cruzamento semafórico com pista de mão única, com quatro faixas de rolamento que darão acesso à Forquilha, Santos Dumont e São Cristóvão. Com essa modificação, vai melhorar bastante o fluxo de veículos e diminuir os congestionamentos, que nessa área eram bem problemáticos. O objetivo da alteração na geometria do trecho é justamente proporcionar mais fluidez ao trânsito”, explicou o secretário municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), Canindé Barros.

No trecho foi retirada a antiga rotatória para colocação do concreto. No lugar será aberta uma passagem que dará continuidade à Avenida Guajajaras, ficando a pista de dois sentidos, sem o retorno.

Com a obra, quem fazia retorno da Avenida Lourenço Vieira da Silva, passará direto, mantendo o fluxo constante e fará a volta na Avenida 2, sentido Avenida Santos Dumont. Será construído um retorno de quadra na Avenida 2, por trás do Banco do Brasil, que dará acesso a esta via.

Sinalização

Seguida da pavimentação asfáltica, haverá a instalação de sinalização horizontal com faixas de pedestres e rolamento; e construção das chamadas ‘ilhas’, que incluem rampas de acessibilidade e passarelas. A área nas proximidades do supermercado Mateus, parte da Avenida Lourenço Vieira da Silva, recebe serviços de limpeza e manutenção do sistema de drenagem.

 

Agência do Bradesco é alvo de bandidos no Tirirical

Agência do Banco Bradesco no bairro São Cristóvão / Divulgação

Quatro bandidos fortemente armados invadiram e assaltaram, no início da tarde de hoje, a agência bancária do Bradesco, situada no bairro do Tirirical (São Cristóvão).

Os bandidos entraram na agência com armas em punho, anunciaram o assalto, provocando pânico entre os clientes, e dominaram os vigilantes. Eles teriam conseguido levar dinheiro do cofre da agência, informação que ainda não foi confirmada pela polícia.

Além do dinheiro, os criminosos levarm as armas e os coletes dos vigilantes. A polícia foi acionada e já está à procura dos assaltantes.

Saidinha – Uma mulher foi vítima de uma saidinha bancária na manhã de hoje no bairro Vinhais. Alana Cruz foi atacada por dois bandidos após ter sacado dinheiro no Banco do Brasil na Cohama. Ela se dirigia para a agência dos Correios no Vinhais.

De acordo cm a vítima, a ação foi rápida e tomada por tensão. Os criminosos estavam armados. “Eles estavam dentro da agência do Banco do Brasil. Eles estavam sentados do meu lado com os capacetes nas mãos. Eu sei que eram eles porque passei uma hora na fila e eu notei eles do meu lado, bem nervosos. Só que nunca pensei que fossem dois caras esperando pra me roubar. Quando eu tava entrando na agência dos Correios, aí eles botaram a arma e me levaram a bolsa”, contou.

A Polícia não conseguiu prender os bandidos.

Incêndio destrói parte de uma distribuidora no Jardim São Cristóvão

Foto: Manoel Costa

Um incêndio de grandes proporções destruiu dois lotes de depósito e a gerência administrativa da Distribuidora Nova Ilha (DNI), situada na Avenida Lourenço Vieira da Silva, no Jardim São Cristóvão, hoje pela manhã. Um veículo de transporte de cargas e quatro motocicletas foram incendiados. A empresa fornece materiais escolares, de escritório e de informática para o mercado de todo o estado. Além da DNI, foram atingidos os muros da Fundação de Apoio a Ciência e Tecnologia (Fact), parte da estrutura física da SP Alimentação, que fornece gêneros alimentícios às escolas do município, e do Depósito VAT, que distribui livros pedagógicos ao Governo do Estado. Todos os prédios foram interditados pelo Corpo de Bombeiros e somente serão liberados após o resultado das perícias técnicas. Até o fechamento desta edição, as causas do incêndio eram desconhecidas.

“Nós não sabemos ainda o que gerou o incêndio, pois tudo ocorreu muito cedo, quando não havia nenhum funcionário nas dependências. Vamos ter que aguardar a perícia dos bombeiros e depois pensar no que fazer”, disse Carlos Alberto Carvalho, proprietário da DNI.