E “diálogos” era só o que ele pregava…

Ao que tudo indica, o governador Flávio Dino (PCdoB) deve enfrentar dias nada agradáveis à frente do Poder Executivo Estadual.

Apesar do forte poderio midiático, Dino já não conta com a simpatia de delegados e policiais civis, que em menos de uma semana lançaram notas de repúdio, respectivamente, à condução da Segurança Pública do Maranhão.

Na semana passada, o Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) lançou manifesto e classificou a gestão comunista de “Governo da propaganda, da mídia e da ilusão”.

Ontem a manifestação foi da Associação dos Delegados de Polícia Civil (Adepol), que repudiou a falta de diálogo do Governo com a categoria e a alteração de lei estadual que, segundo os delegados, trata-se de uma medida “antidemocrática”.

Diálogo, aliás, foi uma palavra muito explorada pelo governador Flávio Dino durante a campanha eleitoral de 2014. Tanto que, ainda na pré-campanha, ele lançou o “Diálogos pelo Maranhão”.

Era só o que pregava.

A bem da verdade é que os “diálogos” parecem ter ficado apenas no conceito da gestão comunista. Na prática, sobretudo para as categorias que fazem a segurança pública do Maranhão, o que prevalece é a “propaganda, a mídia e a ilusão”.

E por tudo isso, dias turbulentos estão por vir…

Registrados dois casos de estupro na UFMA em apenas quatro dias

Apesar de a reitoria da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) manterem silêncio sobre o tema, foram registrados em apenas quatro dias, dois casos de estupros na universidade.

O primeiro, na sexta-feira, foi denunciado pela vítima na Delegacia da Vila Embratel [saiba mais sobre este caso, aqui]. O segundo crime, que ocorreu ontem, foi repudiado nas redes sociais por estudantes e uma professora.

De acordo com estudantes, ontem uma mulher teria atacada e em seguida violentada numa parada de ônibus do Paulo Freire.

Wesley Sousa lamentou o fato e chamou a atenção para a falta de segurança na UFMA.
Já a professora Ana Teresa Freitas, do curso de Direito, falou da dificuldade em ministrar aulas à noite em decorrência da violência.

“Fica bem mais difícil quando as aulas são interrompidas com a notícia de um estupro de uma jovem aluna”, disse.

A reitora da UFMA, Nair Portela, é irmã do secretário de Estado de Segurança Pública, Jefferson Portela.

Maranhão piorou todos os indicadores de Segurança, afirma Hildo Rocha

O deputado Hildo Rocha (PMDB/MA) destacou, em pronunciamento na Câmara Federal, o crescimento dos índices de violência, no Maranhão, publicados no 100º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, estudo realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, instituição que atua no campo da cooperação técnica na área da atividade policial e da gestão da segurança pública no Brasil.

“O Anuário de segurança pública, divulgado recentemente, mostra que o governador Flávio Dino não entrega aquilo que prometeu durante a campanha de 2014 quando ele afirmava que iria acabar a violência no Estado do Maranhão”, declarou.

O deputado ressaltou que, comparando-se as estatísticas de 2014, último ano de mandato da governadora Roseana Sarney, com 2015, primeiro ano de mandato de Flávio Dino, os números confirmam que, em todos os itens, o desempenho do governo comunista tem sido catastrófico.

“Enquanto o Brasil registrou uma redução de 2%, no Maranhão a violência cresceu quase 8%. No quesito latrocínios, o país conseguiu reduzir em 10,8%. Mas, no Maranhão aconteceu o inverso. O nosso Estado foi a unidade da federação que apresentou o maior índice de crescimento dessa modalidade de crime: 61,2%”, destacou Rocha.

Rocha apontou ainda o alarmante índice de policiais mortos em confronto com bandidos. “As polícias do Maranhão (civil e militar), que não tem o apoio do governador, também vem sofrendo. De 2014 para 2015 o índice de policiais mortos em confronto aumentou 600%. Os homicídios dolosos aumentaram em 5,3%”, ressaltou o parlamentar.

Desempenho catastrófico

O deputado observou que, em 2014, a segurança pública do Maranhão apresentava problemas, mas o governador Flávio Dino conseguiu piorar todos os indicadores documentados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. “Por isso que digo: Flávio Dino não entrega o que promete. A palavra de Flávio Dino não vale um vintém, não vale nada, porque é só lero-lero. Ele não resolve na saúde, na educação e menos na segurança pública. A violência aumentou”, destacou Rocha.

O deputado finalizou com uma contundente crítica ao governador. “O governo comunista é um desastre. Vai trabalhar, Flávio Dino! Deixe de perseguir as pessoas. Trabalhe corretamente. Respeite o povo maranhense!”, reafirmou Hildo Rocha.

Lucas Porto confessa assassinato de Mariana Costa

img_3733.jpgO empresário Lucas Porto, apontado pela Polícia Civil como suspeito de ter assassinado a publicitária Mariana Costa, sua cunhada, confessou aos delegados que investigam o caso a autoria do homicídio.

Acompanhado de três advogados, Lucas Porto afirmou que estava tomado por uma paixão descontrolada pela vítima, e que por não ter sido correspondido, optou por assassiná-la. Mariana Costa era irmã de Carolina Costa, esposa de Lucas.

Em entrevista coletiva o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, afirmou que apesar da confissão do suspeito, nada muda em relação às investigações da polícia. Ele destacou que a única dúvida agora, diz respeito a real motivação. A polícia quer tentar identificar se Lucas falou a verdade ou não, a respeito da motivação.

Preso preventivamente, Lucas Porto chegou a relatar à Justiça ter sido agredido no Centro de Detenção Provisória, o Cadeião, em Pedrinhas. Por esse motivo, foi submetido a um segundo exame de corpo e delito. O objetivo, caso comprovadas as agressões sofridas, é conseguir junto a um novo pedido judicial, prisão no Quartel do Corpo de Bombeiros ou no Comando Geral da Polícia Militar.

As investigações serão concluídas em 10 dias. Depois disso, o processo irá concluso para a Justiça.

Leia também: Testemunhas do caso Mariana Costa serão ouvidas pela polícia

Edilázio cobra investimentos do Governo na Segurança Pública

Deputado Edilázio Júnior

Deputado Edilázio Júnior

O deputado estadual Edilázio Júnior (PV), primeiro secretário da Mesa Diretora do Legislativo Estadual, defendeu hoje na tribuna da Casa, a valorização do policial militar do estado do Maranhão.

Ele falou da necessidade de ampliação da política salarial do policial, cobrou maior investimento em equipamento e estrutura para a corporação e questionou o fato de o helicóptero modelo EC – I45, equipado para fazer voos noturnos com a equipe de elite da PM, estar parado no atual Governo.

“O que nós precisamos aqui é valorizar mais os policiais militares do nosso estado. O salário de um coronel da Polícia Militar comparado ao de um delegado da Polícia Civil, está muito abaixo. É importante sim, valorizar e até aumentar o salário do delegado e do policial civil, mas essa valorização precisa ser estendida para a Polícia Militar”, disse.

“O programa ‘Mais Assaltos’, como citou o deputado Sousa Neto, foi implantado aqui no estado do Maranhão pelo atual governador é única e exclusivamente por conta do sucateamento da Polícia Militar. Para se ter uma ideia, mais de 100 câmeras que existiam em nossa capital para fazer o videomonitoramento, estão sucateadas. O Ciops perdeu e muito o número de analistas técnicos que ali trabalhavam e o atual governo trabalha diariamente para desconstruir aquilo que a gestão passada construiu. Até a sigla GTA ele mudou, para CTA”, completou.

Edilázio também apontou a falta de efetividade dos equipamentos de rádio instalados nas viaturas policiais.

“Policiais militares com os quais eu já conversei, me alertaram que o sistema de rádio das viaturas não funciona, porque não há suporte para a tecnologia utilizada nos veículos. O governador Flávio Dino fala das viaturas, mas não cita que o equipamento não funciona. E o Estado do Maranhão paga por esse sistema”, disse.

Sobre o Grupamento Tático Aéreo, ele questionou o fato de um helicóptero de última geração, único no Maranhão equipado para fazer policiamento ostensivo a noite, estar parado.

“O helicóptero comprado em 2012, o mais moderno da América Latina, nunca mais realizou um voo sequer porque o Governo caloteiro não paga a Helibras para poder fazer a manutenção. O Governo não paga a manutenção do helicóptero e a consequência disso são as explosões diárias de caixas eletrônicos e bancos no interior do estado. Somente este ano já foram quase 50 explosões. Os últimos, aliás, aterrorizantes”, finalizou.

Wellington cobra ação do Governo após morte de dois policiais

WellingtonDurante a sessão plenária desta terça-feira (09), o deputado estadual Wellington do Curso (PP) utilizou a tribuna para cobrar ações da Secretaria de Segurança Pública (SPP) e do governador Flávio Dino quanto à violência que assombra a sociedade. Wellington lamentou também a morte de dois policiais em menos de 03 dias e destacou que “policiais são seres humanos e não são descartáveis”.

O pronunciamento de Wellington trouxe propostas já apresentadas por ele, inclusive a implantação de Unidades de Segurança Comunitária (USC’s) em três bairros de São Luís, sendo eles Cidade Olímpica (Indicação N.º1267/2015, apresentada no dia 16 de dezembro); Anil (Indicação N.º1155/2015, apresentada no dia 25 de novembro) e, ainda, na Vila Nova (Indicação N.º459 2016, apresentada no dia 11 de julho), além de em outros municípios, a exemplo de Imperatriz.

“A nossa preocupação é com a sociedade, com quem mais padece com as consequências da criminalidade. Na última sexta-feira, um acadêmico foi assassinado dentro da própria Universidade. Isso é reflexo da violência, da criminalidade que se espalhou. Nós solicitamos a implantação de USC’s desde o ano passado, por ser um projeto eficaz. E deixamos aqui, novamente, essa nossa solicitação: pautada na segurança comunitária, na proximidade entre o policial e o cidadão.”, afirmou Wellington.

Na ocasião, Wellington lamentou que a morte de policiais seja algo frequente e cobrou ações preventivas para esses que, segundo o parlamentar, são “heróis de farda”.

“Policiais não são descartáveis. Precisamos ver o policial como um pai de família, como quem tem mãe, tem filhos, tem sonhos. Dois policiais já morreram em menos de 03 dias. E agora? Isso é normal? Precisamos, urgentemente, garantir a segurança desses que expõem suas vidas a risco para defender a nossa população.”

Ao cobrar a valorização dos policiais, Wellington destacou ainda uma proposta sua já implantada pelo Governo.

“Em 2015, nós propomos a gratificação especial por apreensão de arma de fogo. Como deputado, não podíamos implantar essa gratificação, mas encaminhamos a ideia, através da Indicação 369/2015, ao Governador. No dia 24 de março, o Governo do Estado editou a Medida Provisória. Essa é apenas uma das ações que defendemos, tendo por objetivo valorizar nossos heróis de farda e, assim, garantir a segurança da sociedade como um todo, inclusive dos militares.”

Deputado cobra rigor nas investigações de crime contra professor

WellingtonO deputado estadual Wellington do Curso (PPS) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã desta quinta-feira (18), para cobrar do secretário de Estado da Segurança Pública, Jefferson Portela, celeridade nas investigações do crime ocorrido na noite da última quarta-feira (17), em Coroatá, contra um jovem professor de Matemática, que foi assassinado dentro de casa.

Ao relatar o fato, o parlamentar externou sua preocupação com a Segurança Pública no Estado devido aos constantes crimes que vêm acontecendo e não foram solucionados, o que, segundo ele, favorece a impunidade e estimula o aumento da violência.

“Hoje é um dia de luto para a Educação do Maranhão, especificamente na cidade de Coroatá. Ontem, por volta das 22h30min, no bairro Trizidela, localizado na cidade de Coroatá, o jovem professor, Leonel Pereira, foi atingido com um tiro no peito, após reagir a um assalto por dois suspeitos dentro de sua casa. Em defesa da vida e da justiça, solicitamos ao secretário Jefferson Portela celeridade e atenção ao caso, e que cobre do delegado de Coroatá, empenho nas investigações para que possa colocar na cadeia, o mais rápido possível, o assassino do jovem Leonel. Pedimos o empenho do secretário de Segurança Pública para averiguação e investigação dessa morte, pois, caso não ocorra, isso favorecerá a impunidade e, consequentemente, aumentará os atos de violência”, argumentou o parlamentar, ao fazer referência ao assassinato do jovem blogueiro, Ítalo Diniz, que completou três meses e ainda não foi solucionado, no município de Governador Nunes Freire.

Governistas tentam culpar bancos por arrombamentos e explosões no MA

Rogério Cafeteira culpou instituições

Rogério Cafeteira culpou instituições

A bancada governista na Assembleia Legislativa tem tentado responsabilizar as instituições financeiras do Maranhão, pelo aumento progressivo de assaltos, arrombamentos e explosões de caixas eletrônicos e bancos no estado. A estratégia dos deputados estaduais aliados do governador Flávio Dino (PCdoB) começou na última terça-feira, após a forte repercussão de uma ação criminosa ocorrida no dia anterior, no município de Balsas, que resultou na destruição de uma agência do Banco do Brasil e na morte de uma jovem de 28 anos de idade.

Passou despercebido por muitos, mas na terça-feira, o governista Cabo Campos (PMB), que é oriundo da Polícia Militar, afirmou que havia responsabilidade dos bancos na crescente onda de assaltos e explosões no estado.

“O estado tem a obrigação com a segurança pública, que é um direto de todos e obrigação do estado, correto. Mas os bancos, deputado Levi Pontes, também têm sua obrigação. Há uma facilidade muito grande dos bandidos estarem aqui no Maranhão por causa da irresponsabilidade dos bancos. Por quê? Se nós tivéssemos um dispositivo em todos os caixas eletrônicos para que no momento da explosão dada pela dinamite, que é muito fácil dessa criminalidade pegar, tivesse aquela tinta que manchasse as notas ou aquele outro dispositivo que corta as notas, os camaradas não viriam para cá. Eles vêm porque o objetivo deles é o lucro”, disse.

Cabo Campos também responsabilizou bancos

Cabo Campos também responsabilizou bancos

Culpa – Já na sessão ordinária de ontem, o líder do Governo no Legislativo, deputado Rogério Cafeteira (PSC) foi mais enfático, e afirmou que os bancos, têm “grande culpa” em relação ao aumento no índice de explosões no estado.

“Se você for às 19h, ao lado da Mirante, na agência do Banco do Brasil, ou na Avenida dos Holandeses, não vai encontrar vigilante algum. Nenhum vigilante no Banco do Brasil. Em nenhum agência do interior tem vigilante ou monitoramento”, questionou.

Ele sugeriu que hoje é mais lucrativo para a instituição financeira acionar o seguro e assim repor o dinheiro perdido numa ação criminosa, do que pagar vigilância armada para as unidades no Maranhão.

“Agora vejamos, será que os bancos com recordes de lucro, todos os anos, não poderiam manter sua segurança e contribuir? Não. Mas sabe por que, deputada Andréa? Porque para eles é mais lucrativo deixar explodir uma agência, não respeitando a vida dos cidadãos dessa cidade, no momento em que eles focam apenas o lucro. É mais fácil eles terem as agências asseguradas, que é mais barato do que eles promoverem uma segurança própria. Então os bancos têm uma grande culpa nesse índice de explosões. Não só aqui no Maranhão, no Brasil inteiro, que isso infelizmente não é uma questão nossa”, completou.

O posicionamento de Cafeteira foi uma resposta às críticas levantadas pelos deputados oposicionistas Andrea Murad (PMDB) e Sousa Neto (PROS).

Mais

Dados do Sindicato dos Bancários do Maranhão, apontam que já foram registrados em 2016, 18 ações criminosas contra instituições financeiras no Maranhão. Foram quatro assaltos, 12 arrombamentos e explosões e duas saidinhas bancárias. De janeiro a dezembro de 2015, primeiro ano da gestão Flávio Dino (PCdoB), foram 82 registros, contra 75 em 2014.

Edilázio cobra ação enérgica do Governo contra assaltantes de bancos no estado

Caixas eletrônicos do BB de Colinas foram explodidos ontem

Caixas eletrônicos do Banco do Brasil  da cidade de Colinas foram explodidos na noite de ontem

O primeiro secretário da Assembleia Legislativa, deputado Edilázio Júnior (PV), lamentou na manhã de hoje a elevação do índice de violência no estado. Ele falou da explosão de caixas eletrônicos do Banco do Brasil realizada na noite de ontem no município de Colinas, ação de organização criminosa que resultou na morte de uma jovem.

“Assalto a banco, explosão de bancos e de caixas eletrônicos passaram a ser corriqueiros no estado. Dia sim, dia não, é registrado esse tipo de crime no estado. O único período em que houve uma pausa, foi no Carnaval, porque os bandidos estavam brincando. Passou o Carnaval, logo no primeiro dia útil, houve explosão de caixa eletrônico”, disse.

Edilázio relatou que a falta de segurança tem assustado a população de todo o estado, sobretudo nos municípios menores. “Nós estamos falando do município de Colinas, onde uma jovem inocente foi morta ontem. Município que tem como base e reduto o nosso vice-governador Carlos Brandão e o manda-chuva do Governo, secretário Marcio Jerry. Se lá está desse jeito, imagina nas pequenas cidades onde não têm essas autoridades, esses notáveis dentro do Governo do Estado”, completou.

Edilázio cobrou ação mais enérgica do Sistema de Segurança Pública e investimentos efetivos no setor.

“O secretário Jefferson Portela, diferentemente dos demais secretários que passaram por ali, já chegou político. Deputado Raimundo Cutrim entrou polícia e saiu político. Aluisio Mendes, entrou polícia e saiu político. E não tenho dúvida de que essa disposição de Portela de bater boca com colegas aqui de plenário, de não aceitar críticas, prejudica o comando dentro de uma secretaria tão importante. Espero isso que aconteceu em Colinas não se repita e que haja uma ação enérgica do Governo”, finalizou.

A barbárie não para no Maranhão

bancoA noite de ontem foi de tensão e desespero para a população do município de Colinas. Bandidos vestidos de preto e armados de fuzis de grosso calibre, utilizaram dinamites para explodir caixas eletrônicos do Banco do Brasil.

Uma jovem, Shislene Araújo, acabou atingida por uma bala, na troca de tiros entre os criminosos e policiais, e morreu no local.

Os bandidos utilizaram três caminhonetes, fizeram reféns e conseguiram fugir do município deixando retrato de destruição em Colinas. Para amedrontar moradores da cidade, vários disparos foram efetuados pela cidade durante a fuga.

corposBuriti – Na tarde de ontem, dois corpos foram achados boiando numa lagoa, no povoado Pitombeira, no município de Miguel Alves, no Piauí, distante 38 quilômetros de Buriti/MA.

A polícia acredita que tratam-se dos corpos dos suspeitos de terem assassinado o empresário Kalleu Torres, em Buriti, durante o Carnaval.

Sabino Neto Cardoso dos Santos e Leonardo Vieira Silva, conhecido como “Cafuringa”, estavam presos na delegacia de Buriti, mas foram raptados na madrugada de domingo (14) por um grupo de três pessoas que simularam querer registrar um boletim de ocorrência, mas conseguiram render o carcereiro e levar algemados os dois suspeitos em uma caminhonete.

São dois casos, em menos de 24 horas, que confirmam o caos na Segurança Pública do Maranhão.