Deputados fazem 1 minuto de silêncio em homenagem a Robert Lobato

No início da sessão ordinária desta terça-feira (26), os deputados, em plenário, fizeram um minuto de silêncio pela morte do blogueiro Robert Lobato, vítima de afogamento, no último domingo, em Brasília.

“Deixo a minha solidariedade aos familiares e aos amigos do Robert Lobato. Que Deus o acolha na sua nova morada”, acentuou o deputado Wellington do Curso (PSDB), autor do pedido de um minuto de silêncio.

No último domingo, logo que foi noticiada a morte de Robert Lobato, vários parlamentares divulgaram Nota de Pesar em suas páginas pessoais nas redes sociais e, também, no site da Assembleia, lamentando o ocorrido e solidarizando-se com os familiares do blogueiro.

“Robert Lobato era um profissional bastante atento às notícias sobre o Estado. Nossas sinceras condolências à família e aos amigos por esta inestimável perda”, manifestou-se o presidente Othelino Neto, por meio de Nota de Pesar.

O deputado Zé Inácio (PT) também se manifestou em Nota de Pesar: “Robert exerceu com maestria a profissão de jornalista. A sua morte inesperada não me parece justa. Fará falta não apenas aos seus familiares, mas também aos seus amigos e a todo o jornalismo maranhense”,

“Grande entusiasta do meu trabalho e projetos políticos, tínhamos bons e constantes diálogos. Robert foi um excelente profissional e tinha uma visão diferenciada da política. Ele deixa sua marca na cobertura jornalística maranhense. Difícil de acreditar”, disse, por meio de nota, o deputado Neto Evangelista.

Assembleia Ascom

Haroldo Saboia afirma que denunciará Roberto Rocha por desrespeito à Lei do Silêncio

haroldosaboiaentrevistaO ex-deputado Haroldo Saboia (PSOL), afirmou por meio de seu perfil, em rede social, que denunciará o senador Roberto Rocha (PSB) pelo desrespeito à Lei do Silêncio.

Ele afirma, num comentário a uma postagem do blogueiro Robert Lobato, que Rocha desrespeita vizinhos ao realizar festas com som alto das quintas-feiras aos domingos.

“O senador se coloca acima da lei, dos bons costumes, das regras mínina de convivência. Mas assim como seu colega e amigo Delcídio Amaral acabou preso, Roberto Rocha não acabará impune. Tomarei todas as providências necessárias para que o Senador respeite a Lei do Silêncio e se comporte com o mínimo de urbanidade. Não recuarei e não tenho medo de cara feia”, disse.

Abaixo a íntegra do posicionamento de Haroldo Saboia

Meu caro Robert Lobato, o senador Roberto Rocha sobretudo não se dá o mínimo respeito. Desde outubro ocupa a casa vizinha a minha .Uns dizem que teria comprado por 6 ( seis ) ou 8 (oito ) milhões de reais. Outros afirmam que o proprietário continua sendo o empresário João Rolim que teria apenas lhe cedido, graciosamente. O fato é que Roberto Rocha e seus filhos fazem festas de quinta a domingo com um som ensurdecedor em profundo desrespeito a vizinhança. O Senador não respeita sequer a memória do jovem advogado Bruno Matos assassinado em consequencia de brigas com vizinhos durante festa em comemoração a sua eleição,em 2014. O Senador se coloca acima da lei, dos bons costumes, das regras mínina de convivência. Mas assim como seu colega e amigo Delcídio Amaral acabou preso, Roberto Rocha não acabará impune. Tomarei todas as providências necessárias para que o Senador respeite a Lei do Silêncio e se comporte com o mínimo de urbanidade. Não recuarei e não tenho medo de cara feia.

barulho haroldo

O silêncio dos tucanos no Maranhão

Evangelista e Castelo são dois dos silenciosos

Evangelista e Castelo são dois dos silenciosos

A postura do PSDB maranhense destoa mesmo da nacional. E ontem, em mais um dia de protestos pelo Brasil, não se viu qualquer tucano nas ruas de São Luís.

Liderado no estado pelo vice­governador Carlos Brandão, o PSDB maranhense segue em silêncio, como se aceitasse o que faz o governador Flávio Dino (PCdoB), principal líder da cruzada pró­Dilma no estado, e que classifica o PSDB de líder dos golpistas.

A postura do PSDB foi cobrada ontem nas redes sociais. E o vice­-governador foi o alvo preferido dos internautas, que cobram dele declarações públicas sobre o impeachment.

“Já vi o senhor falar aqui até do Acre, mas nem uma palavra sobre o impeachment. Por acaso a postura do PSDB maranhense é diferente da nacional?”, perguntou um dos internautas, para silêncio do chefe tucano.

Mas não é apenas Brandão a se esconder do debate no ninho tucano maranhense. Lideranças do PSDB com fortes vínculos nacionais, como João Castelo, Sebastião Madeira e Neto Evangelista, também emudecem. Será que temem contrariar o governador? E nem a proximidade de derrubar o governo contra o qual lutam há anos faz com que eles mostrem a cara e saiam às ruas em protesto.

Enquanto o PSDB silencia, Dino vai tendo o reforço do PT e do PDT em sua cruzada. E são exatamente estes partidos que trabalham de olho em 2018, buscando ocupar exatamente os postos que os tucanos ocupam hoje. E diante do silêncio peessedebista, tudo indica que eles vão mesmo conseguir afastar o aliado.

 Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Flávio Dino ignora vitória de Thiago Diaz na OAB

flaviodinoO deputado Edilázio Júnior (PV) chamou atenção para um aspecto interessante em relação aos efeitos da vitória do advogado Thiago Diaz na eleição da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Maranhão: o silêncio, até deselegante, de Flávio Dino (PCdoB).

Aliado de Mário Macieira e apoiador de Valéria Lauande, Dino não manifestou publicamente os parabéns ou qualquer ato de cordialidade – como exige protocolarmente o cargo -, ao jovem advogado.

Não foi divulgada nenhuma nota de congratulações e também não houve qualquer manifestação por meio de sua conta no twitter, que é utilizada para tratar dos mais variados assuntos.

Para Edilázio, uma postura no mínimo estranha.

“Flávio Dino é useiro e vezeiro do twitter, poderia desejar boa sorte e parabenizar o novo presidente da OAB. Aí me questiono: se fosse a doutora Valéria Lauande que tivesse ganhado, será se ele não emitira uma nota, não iria para o twitter dar os parabéns? Creio que decretaria até ponto facultativo”, disse.