Maranhão tem saldo negativo de vagas de emprego

O Maranhão teve redução no número de empregos formais em novembro, apontam dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) anunciados nesta quinta-feira (29). No mês, as empresas do estado contrataram 11.572 trabalhadores e dispensaram 13.320, com um saldo negativo de 1.748 postos de trabalho (redução de 0,38% em relação a outubro).

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse acreditar na recuperação do nível de emprego no estado. “No ano que vem, temos certeza de que os números serão melhores, para que os trabalhadores possam ter ocupação e renda e garantir o sustento de suas famílias e o crescimento do país”, disse o ministro. “Só o trabalho vai assegurar um Brasil forte, com crescimento sustentável e oportunidades a todos”, declarou.

O comércio, com um saldo positivo de 646 vagas, e a agropecuária, com 163, foram os setores que tiveram aumento no número de vagas formais em novembro. A construção civil teve uma redução de 1.430 de empregos formais, seguida de serviços, com 610 dispensas a mais do que as contratações no mês.

O levantamento mostra que houve aumento no número de vagas em novembro em 18 dos 52 municípios do estado com mais de 30 mil habitantes. Em outros dois municípios, o saldo ficou zerado. Em termos absolutos, Timon teve o maior saldo de empregos formais (258), seguido de Caxias (215).

Dados do Ministério do Trabalho

De volta

Depois de alguns dias de merecido descanso, o titular do blog retoma os trabalhos.

Durante o período da minha ausência, houve a divulgação de nova pesquisa Escutec/OEstado [dia 17.09.16], que mostrou a consolidação de Edivaldo Júnior (PDT) e Wellington do Curso (PP); a intensa mobilização dos candidatos nos bastidores para tentar neutralizar seus adversários e a movimentação de campanha na capital e no interior do estado.

O blog retomará hoje a cobertura das eleições 2016 e apresentará aos seus leitores o balanço da campanha de cada candidato em São Luís.

Acompanhe.

O Maranhão não pode parar, Flávio Dino…

Dilma Rousseff ao lado de Flávio Dino em São Luís / imagem Gilberto Léda

Dilma Rousseff ao lado de Flávio Dino em São Luís / imagem Gilberto Léda

Fracasso.

Essa palavra define a atuação do governador Flávio Dino (PCdoB) em Brasília, em favor da presidente Dilma Rousseff (PT).

Dino abandonou as suas ações de governo no Maranhão, para “lutar” contra a aprovação do processo de impeachment na Câmara Federal.

Articulou junto à bancada maranhense, mas não obteve êxito. Somente Waldir Maranhão (PP) mudou de voto a “pedido” de Dino, e se posicionou, em cima da hora, contra o impedimento presidencial.

Dino, que já acusou de golpistas aqueles que articularam o impeachment de Dilma, terá de conviver, daqui a alguns meses, com um novo Governo Federal. Terá na presidência da República, Michel Temer (PMDB).

Precisa agora retornar ao trabalho. Planejar ações de governo. Pensar um Maranhão daqui para frente. Até porque a batalha no Senado, não há dúvida, já está perdida.

Dilma irá cair.

E Flávio Dino terá de agir em prol do Maranhão. O discurso de golpe, não caberá mais. O futuro do Maranhão está em jogo. E Flávio Dino precisa compreender isso, e retornar ao trabalho para o qual foi eleito.

Empresários bielorrussos querem investir em indústria no Maranhão

Executivos bielorrussos querem investir no MA

Executivos bielorrussos querem investir no Maranhão e conversam com Roseana

Uma missão de executivos de duas grandes empresas da Bielorrússia informou ontem à governadora Roseana Sarney (PMDB) o interesse em firmar uma joint-venture com a empresa brasileira Sertrading para instalar uma indústria misturadora de fertilizantes em São Luís, nas proximidades do Porto do Itaqui.

As empresas bielorrussas interessadas em firmar a joint-venture com a Sertrading para o fornecimento de potássio – uma das matérias-primas para a produção de fertilizante – são a Belaruskaly e a Belneftkhim. Além da governadora também participaram o vice-governador Washington Luiz (PT) e os secretários João Abreu (Casa Civil) e Maurício Macedo (Desenvolvimento, Indústria e Comércio).

Segundo o diretor-geral da Belaruskaly, Valery Kiryenko, há uma grande possibilidade de essa parceria se consolidar, tendo em vista o interesse das empresas, mas também pela questão das condições logísticas oferecidas pelo Porto do Itaqui.

“Do jeito que as coisas estão evoluindo, as chances são muitos grandes [de instalação da unidade industrial], até porque tudo favorece o Maranhão. Além disso, o Brasil pretende dobrar sua produção agrícola e a Bielorrússia tem fertilizante para atender a essa demanda”, ressaltou Valery Kiryenko.

Após ouvir a explanação dos executivos bielorrussos, a governadora Roseana Sarney destacou a carteira de investimentos hoje em andamento no estado, estimada em mais de R$ 120 bilhões e que essa parceria, a partir da formação da joint venture, irá gerar mais empregos para os maranhenses. “Com a vinda dessa fábrica, temos a certeza de que o Maranhão ganhará ainda mais destaque no cenário internacional”, avaliou.

Informações de O Estado