Prefeitura de São Luís oferece vacinação domiciliar contra a gripe

Pessoas acamadas ou com dificuldades de locomoção não vão ficar sem a vacina contra a gripe. Como parte da 19ª campanha de vacinação contra a influenza, a Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), está atendendo às solicitações feitas para realizar vacinação domiciliar.

O benefício é apenas para pessoas que integram o grupo prioritário definido pelo Ministério da Saúde, mas estão impossibilitadas de ir aos postos de vacinação. Nestes casos, a orientação da Semus é que os familiares ou responsáveis procurem a unidade de saúde mais próxima para informar os dados da pessoa que deve ser vacinada, para posterior visita da equipe da Coordenação de Imunização.

A secretária municipal de Saúde, Helena Duailibe, explica que essa ação é importante para assegurar a cobertura vacinal. “Ainda estamos com o índice de vacinação muito abaixo da meta, que em São Luís é imunizar 80% do público-alvo. Diante dessa realidade, a Prefeitura está traçando algumas estratégias para garantir que as pessoas sejam de fato vacinadas; e atender aos que estão acamados é uma das prioridades”, afirma.

Imunização

A procura pela imunização nos postos da capital continua baixa. Dados parciais da Divisão de Imunização da Semus indicam que das 189.314 pessoas que devem vacinar apenas 34.960 já tomaram a vacina, atingindo uma cobertura de 18,74%.

A Prefeitura está disponibilizando a vacina em 61 unidades de saúde da rede municipal e vai realizar uma programação no dia D, marcado para 13 de maio, para motivar as pessoas a vacinarem, evitando as filas e transtornos nos últimos dias da campanha, que encerra em 26 de maio.

A vacinação contra a gripe é uma ação preventiva para reduzir a mortalidade, as complicações e as internações decorrentes das infecções pelo vírus Influenza. A vacina aplicada é a trivalente, que imuniza contra os dois tipos de gripe sazonal e também contra o tipo H1N1.

O público-alvo da campanha inclui pessoas com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a quatro anos de idade, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), profissionais de saúde, indígenas, portadores de doenças crônicas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e professores de escolas públicas e privadas.

Iniciada campanha de vacinação contra a gripe em São Luís

Cinco dias depois de completar 60 anos, a doméstica Marileide Soares cumpriu um importante compromisso com sua saúde, indo à Unidade Básica do São Francisco para tomar, pela primeira vez, a vacina contra a gripe. A idosa foi uma das pessoas que procuraram nesta segunda-feira (17), uma das 62 unidades de saúde da rede municipal, onde começou a campanha nacional de vacinação contra a gripe. A campanha é realizada pelo Ministério da Saúde e coordenada pela Prefeitura de São Luís, na capital maranhense. A ação de saúde se estende até 26 de maio, com o “dia D” programado para o dia 13.

O primeiro dia da campanha transcorreu normalmente, sem filas nem demora nos postos. “Estou entrando na melhor idade e sei que a gente tem que se cuidar, por isso, a partir de agora vou vacinar todos os anos porque a gripe é uma doença que maltrata muito”, afirmou a doméstica Marileide Soares.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), a meta é vacinar 80% do público alvo, que este ano inclui professores de escolas públicas e privadas que estejam em atividade, além de pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses a 4 anos de idade, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), profissionais de saúde, indígenas, portadores de doenças crônicas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

A secretária municipal de Saúde, Helena Duailibe, orienta a população a procurar logo os postos. “A cidade está tendo uma variação climática muito grande que favorece o aparecimento de casos de gripe e essa vacina demora cerca de duas semanas para fazer efeito; por isso, quanto mais cedo o público alvo procurar o posto de vacinação melhor porque fica imunizado com mais antecedência”, explica Helena Duailibe.

A secretária de Saúde lembra que é indispensável levar o cartão de vacinação, mas se não tiver, pode ser feito na unidade. Pessoas com mais de 60 anos devem apresentar o RG e aqueles que têm doença crônica ou autoimune devem levar o relatório médico comprovando a patologia. Para os professores é exigida a comprovação da atividade profissional.

Maranhão tem a quarta pior média de vacinação contra a gripe H1N1

Criança vacinada no Centro de Saúde do Bairro de Fátima / Foto: De Jesus

Criança vacinada no Centro de Saúde do Bairro de Fátima / Foto: De Jesus

O Maranhão é atualmente o quarto estado do país com pior índice de cobertura vacinal contra a gripe H1N1, com 51,7% do público-alvo imunizado. O dado é oriundo do levantamento divulgado segunda-feira, pelo Ministério da Saúde (MS), sobre os índices de pessoas protegidas contra a enfermidade. A vacinação será encerrada no dia 20 deste mês

Ainda segundo o MS, o estado supera apenas na estatística o Piauí (com 46,7% de cobertura), Acre (51,3%) e Roraima (51,6%). Em dados absolutos, até o momento, 719.021 pessoas receberam a vacina nos 217 municípios maranhenses.

Para a campanha, o ministério informou que foram encaminhadas para o estado 1.635.900 doses de vacina. Na Região Nordeste, o número de doses do Maranhão ficou abaixo apenas da Bahia (que recebeu 3.499.000 doses), Pernambuco (com 2.242.300 doses) e Ceará (com 2.158.800 doses).

Registros

Até o dia 9 deste mês, de acordo com o Ministério da Saúde, foram registrados 2.808 casos da gripe influenza no país. Deste total, segundo a pasta federal, 2.375 notificações foram diagnosticadas como influenza do tipo A, gerando 470 óbitos.

Ainda segundo o MS, a região Sudeste concentra o maior número de casos de influenza A (1.381 no total). Dentre os estados que registraram casos da enfermidade, estão: Rio Grande do Sul (198); Paraná (165); Goiás (153); Santa Catarina (102); Pará (101); Rio de Janeiro (70); Bahia (67); Distrito Federal (63); Paraíba (12); Alagoas (12); Rio Grande do Norte (11); Mato Grosso (7); Amapá (2); Rondônia (1); Roraima (1); Maranhão (1); Piauí (1) e Sergipe (1).

Informações de O Estado

Deputado quer a instalação de posto fixo de vacinação para cães e gatos em SL

Imagem meramente ilustrativa

Imagem meramente ilustrativa / internet

O deputado estadual Wellington do Curso (PPS) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa hoje para solicitar, da administração municipal, a instalação de um posto de vacinação antirrábica para cães e gatos em São Luís.

O posto fixo, segundo o parlamentar, atenderia o trabalho de prevenção que deixou de ter efetividade na capital, após o fechamento do Centro de Zoonoses.

Ele lembrou que é alarmante o número de mortes de pessoas acometidas por Leishmaniose Visceral (calazar humano), e criticou a falta de iniciativa da Prefeitura de São Luís para reduzir os números de óbitos.

“Na tentativa de amenizar o caótico cenário quanto ao ‘surto de calazar’ que tem acometido a população ludovicense, a Prefeitura anunciou a campanha de vacinação antirrábica canina e felina. Bem sabemos que tal atividade, agora ‘corretiva’, deveria ter o caráter preventivo, sendo feita pela Unidade de Vigilância em Zoonoses, caso estivesse funcionando. No entanto, a campanha anunciada pela Prefeitura será ‘de casa em casa’. Por isso, solicitamos a implantação de um posto de vacinação, a fim de que a população saiba onde encontrar as vacinas”, finalizou.

Ascom

São Luís terá dia “D” da Campanha de Multivacinação

Foto ilustrativa, da Prefeitura de Campo Formoso, Bahia

Foto ilustrativa, da Prefeitura de Campo Formoso, Bahia

No próximo sábado (24) será aberta em todo o Brasil a Campanha Nacional de Multivacinação. A ação tem como objetivo atualizar as cadernetas de vacinação das crianças com faixa etária entre os 6 meses e 4 anos e 11 meses de idade. Entre os dias 24, escolhido como o Dia “D” de mobilização nacional, e 30 de agosto dez tipos de vacinas serão ofertadas. Todas as crianças dentro da faixa de idade determinada pelo Ministério da Saúde devem comparecer aos postos de saúde acompanhadas da carteirinha de vacinação.

Cerca de 70 unidades de saúde de São Luís e 800 profissionais estão engajados na Campanha para a avaliação da situação vacinal e imunização.

Segundo a superintendente da Vigilância Sanitária e Epidemiológica do Município, Terezinha Lobo, na última campanha de vacinação (contra a pólio) mais de 73 mil crianças foram imunizadas em São Luís, o que representa quase 99% do público definido pelo Ministério da Saúde, ultrapassando a meta estabelecida para a capital do estado que era de, aproximadamente, 80%.

Todos os postos de vacina funcionarão das 8h às 18h, porém, não haverá postos volantes neste período. Desta forma, pais e responsáveis devem levar suas crianças a uma unidade de saúde mais próxima de sua casa. Mesmo quem não possuir a carteira de vacinação deve procurar normalmente as unidades de saúde, onde será emitido um novo documento para o controle.

VACINAS DISPONÍVEIS
BCG, hepatite B, pentavalente, poliomielite, rotavírus, pneumocócica, meningocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP (difteria, tétano e coqueluche).

Maranhão alcança 92,3% de cobertura vacinal contra a Paralisia Infantil

Foto ilustrativa, da Prefeitura de Campo Formoso, Bahia

Foto ilustrativa, da Prefeitura de Campo Formoso, Bahia

Maranhão é um dos estados com a maior cobertura da vacina contra a Poliomielite no Brasil. Segundo dados do Ministério da Saúde, o estado alcançou 92,3% da população. Do total de 583.645 doses previstas, 538.631 foram aplicadas.

Apesar de ter elevada cobertura, Maranhão ainda dará continuidade à Campanha Nacional de Vacinação, até o dia 5 de julho, a exemplo dos demais estados da federação.

De acordo com o Ministério da Saúde, apenas dois estados alcançaram a meta estabelecida: Acre (97,3%) e Roraima (96,7%).

Outros estados, a exemplo do Maranhão, apresentam as maiores coberturas: Rondônia (94,8%); Santa Catarina (93,6%); Rio de Janeiro (93,5%); Goiás (93,5%); Paraná (92,8%); Sergipe (91,6%) e Rio Grande do Sul (90,5%). O país atingiu 87,6% do público-alvo, formado por 12,9 milhões de crianças.

Os demais precisam intensificar a campanha.