Vídeo: Índios acusam secretários do Governo de intimidação

Índios Guajajara, que ocuparam a galeria da Assembleia Legislativa na manhã de hoje, acusam os secretários Márcio Jerry [Articulação Política] e Jefferson Portela [Segurança Pública] de intimidação.

Os índios se acorrentaram no Legislativo, para reivindicar do governo Flávio Dino (PCdoB), o cumprimento de promessas feitas durante a campanha eleitoral de 2014 e melhorias nos municípios de Amarante, Jenipapo dos Vieira, Grajaú e Barra do Corda. Eles conversam com deputados oposicionistas.

“Viemos solicitar o que está garantido na Constituição que é uma educação de qualidade e solicitar do governador Flávio Dino, uma linha de diálogo. O nosso movimento é pacífico, estamos apenas cobrando o que está na Constituição e o que foi prometido pelo senhor”, disse o índio do vídeo.

Em outro trecho, a liderança indígena fala das ameças cometidas por secretários. “Quando você teve a humildade de ir em nossa aldeia pedir voto, nós confiamos em você, mas agora o seu secretário Marcio Jerry tenta nos intimidar, como ele fez comigo na sexta-feira, juntamente com o seu secretário Jefferson Portela. Hoje temo pela minha vida, porque hoje não temos mais uma democracia, e sim o início de uma ditadura”, completou.

O Governo do Estado ainda não se manifestou sobre o caso.

Flávio Dino quer garantia de vida ao preso de Justiça que o acusou

Pelo twitter, Flávio "exigiu" garantias de vida ao preso de Justiça que o acusou

Pelo twitter, Flávio “exigiu” garantias de vida ao preso de Justiça que o acusou

O candidato a governador da coligação “Todos pelo Maranhão”, Flávio Dino (PCdoB), “exigiu” ontem, por meio de seu perfil no twitter, garantia de vida ao preso de Justiça André Escócio de Caldas, que o acusou em depoimento gravado, de ligação a uma quadrilha especializada a roubo a banco.

Dino alega que as acusações de André são fruto de uma armação política – ele acusa nominalmente e mesmo sem provas em outra postagem o senador José Sarney (PMDB) e o ministro Edison Lobão (PMDB) -, que tem como objetivo a alteração do processo eleitoral no estado.

“Forjaram um vídeo com um presidiário e colocaram na TV Difusora (SBT), pertencente à família Lobão. Exijo garantia de vida para esse preso”, declarou.

Mesmo sem ter como provar, Flávio acusa Sarney e Edison Lobão por montagem de farsa

Mesmo sem ter como provar, Flávio acusa Sarney e Edison Lobão por montagem de farsa

A coligação “Todos pelo Maranhão”, pediu investigação da Polícia Civil e da Polícia Federal sobre de onde e quem teria postado o vídeo em uma página de relacionamentos da internet.

Para a coligação, trata-se deum vídeo apócrifo, uma montagem grosseira, e o caso precisa ser esclarecido o quanto antes.

O preso foi identificado ontem a noite. Ele já possui condenação na Justiça Estadual.

Preso de Justiça que acusa Flávio Dino é identificado

Coligação Todos pelo  Maranhão classificou o vídeo de apócrifo

Coligação Todos pelo Maranhão classificou o vídeo de apócrifo

O preso de Justiça que acusa Flávio Dino (PCdoB) de envolvimento a uma quadrilha especializada em roubo a banco, foi identificado hoje  pela Secretaria de Segurança Pública do Maranhão.

Trata-se, como mostrou em primeira mão o jornalista Gilberto Léda, de André Escócio de Caldas, preso por roubo a um carro forte – como ele mesmo destaca no vídeo -, no mês de fevereiro deste ano, nas proximidades da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA).

A identificação do preso lança por terra a alegação da coligação “Todos pelo Maranhão”, de que o vídeo é uma montagem, e de que o suspeito algemado não seria sequer do estado.

Derruba por terra também, a alegação defendida pela oposição de que não há autenticidade do vídeo.

O vídeo é autêntico e mostra o depoimento de um criminoso já preso e condenado pela Justiça Estadual.

Resta agora saber quais foram as circunstâncias do depoimento e como está o andamento do inquérito policial.

Em relação a essas duas questões, no entanto, apenas a polícia poderá detalhar…

Clima hostil em coletiva do PCdoB

Coletiva foi realizada na manhã de hoje no Centro de SL

Coletiva foi realizada na manhã de hoje no Centro de SL

Quem participou da coletiva de imprensa concedida na manhã de hoje pelo presidente do PCdoB no Maranhão, Marcio Jerry, e pelos deputados estaduais Marcelo Tavares (PSB) e Rubens Pereira Júnior (PCdoB) – além de assessores jurídicos da coligação Todos pelo Maranhão -, se deparou com um ambiente hostil e até de desrespeito aos profissionais de imprensa.

Tavares, e principalmente Marcio Jerry, distrataram o jornalista Eduardo Ericeira, profissional da TV Difusora, que fazia questionamentos pertinentes a respeito do vídeo de um suposto criminoso, que por sua vez relaciona Flávio Dino (PCdoB) a atos de ilicitude no estado. Jerry taxou as perguntas do repórter de tendenciosa e de “pauta de campanha”. A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) ainda não se manifestou sobre a veracidade ou não do depoimento mostrado no vídeo.

“Eduardo não traz uma pergunta eminentemente jornalística. Ele traz uma pauta da campanha da sordidez, ele traz uma pauta da campanha da acusação infundada, do absurdo, o que não está dentro do jornalismo num critério elementar que é o da apuração”, atacou Marcio Jerry.

Jerry foi além: “[…] é um caso grave e eu faço um apelo ao jornalista, para que use o seu talento para apurar melhor e nos responder quem é que foi ao depoimento, onde foi, quem é o delegado. Porque fica fácil você chegar aqui e fazer uma acusação de um vídeo montado e divulgado”, completou em tom agressivo.

Repreendido pelo repórter, que repito, havia levantado questionamentos pertinentes e em nenhum momento legitimou o vídeo, Jerry retrucou: “Nós estamos desde ontem dizendo que trata-se de uma farsa […]”, disse, em tom de sentença.

Ao final da entrevista, questionado pelo blog o motivo de tamanha grosseria a um colega de imprensa, Jerry afirmou não ter sido deselegante, e explicou que a sua reação foi a altura da pergunta, considerada por ele tão infundada quanto o vídeo que desfavorece o seu candidato.

O “vídeo-bomba” e o Tribunal da Inquisição Comunista

Márcio Jerry acusou a campanha de Lobão Filho de ter forjado o vídeo

Márcio Jerry acusou a campanha de Lobão Filho de ter forjado o vídeo; mas com base em que?

Gilberto Léda – Esta eleição apresentou ao Maranhão o Tribunal de Inquisição Comunista.

Julgam todos os fatos baseados segundo suas premissas: se é favorável ao candidato Flávio Dino, merece aplausos e honra; se é contrário, é “insanidade”…

O caso do “vídeo-bomba” em que um homem – supostamente um detento – acusa Dino de pertencer a uma quadrilha é emblemático.

Ninguém sabe quem é o acusador, quando foi preso, por que, nem há notícia da abertura de inquérito sobre o caso.

Isso é fato.

Flávio Dino, como toda a sociedade, deveria, antes de tudo, cobrar da polícia explicações.

Mas não…

O Tribunal de Inquisição Comunista já decidiu que o vídeo é falso, que foi montado e, pasmem, já apontou até um culpado: “a campanha do Edinho”.

Comparam este ao famoso caso Ris Pacheco (Google para os mais novos…).

Ou seja, ao invés de cobrar apuração rápida do caso, para que se saiba de uma vez por todas se o caso trata-se de uma fraude ou de uma denúncia sem precedentes na história política maranhense, os comunistas já se fizeram de vítima e, portanto, exigem a condenação do culpado apontado pelo seu próprio “tribunal”.

Assim é fácil…

Vídeo! Marginais utilizam pedras e foguetes contra policiais na Av. dos Portugueses


Vídeo publicado no youtube mostra um grupo de vândalos atirando foguetes e pedras contra policiais militares que tentavam desobstruir na manhã de ontem os dois sentidos da Avenida dos Portugueses (BR-135), onde ficam pelo menos duas unidades de saúde – a UPA Itaqui-Bacanga e a Unidade Mista do Itaqui-Bacanga. Lá também funciona a sede Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Há também na rodovia a Universidade Federal do Maranhão (UFMA). A manifestação transcorria normalmente, até que os marginais começassem a atacar a polícia.

Enquanto policiais utilizavam bombas de efeito moral para dispersar a multidão e permitir a passagem de veículos, principalmente as ambulâncias do SAMU que estavam bloqueadas, alguns “manifestantes” contra-atacavam com rojões, foguetes, bombas e pedras.

No início da semana um policial teve o dedo decepado após ser atingido por um objeto naquela mesma área. Ao todo, 12 viaturas da polícia foram danificadas. Houve também registros de excessos da polícia contra manifestantes do #VEMPRARUASLZ em frente a Assembleia Legislativa na terça-feira. A deputada estadual Eliziane Gama (MD), que recebeu voz de prisão ao tentar socorrer uma jovem desmaiada, pediu apuração da conduta da PM na Corregedoria e no Ministério Público.

Neste momento, manifestantes bloqueam a BR-135. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) está no local para tentar desobstruir a rodovia.