Zé Inácio sem poder de influência no PT

O suposto veto do Partido dos Trabalhadores (PT) – ainda não oficializado -, à filiação do deputado federal Waldir Maranhão, evidencia a falta de poder de influência do deputado estadual Zé Inácio (PT).

O petista declarou apoio à filiação de Waldir na semana passada. Passou a defender também, a pré-candidatura de Maranhão ao Senado pelo PT.

Ocorre que logo após receber a ficha de filiação, o presidente municipal da sigla, vereador Honorato Fernandes, impôs veto ao nome do deputado federal.

Honorato chegou a se posicionar em rede social, e destacou que a Executiva do partido avaliará o pedido de Waldir Maranhão.

Nos bastidores, a informação é de que o PT não vai filiar Waldir até o fechamento da janela partidária [sexta-feira], obrigando o deputado a buscar outros caminhos.

E se isso acontecer, consolida-se a tese de falta de poder de articulação de Zé Inácio…

Ala do PT declara apoio a Waldir Maranhão

Embora o presidente municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) de São Luís, vereador Honorato Fernandes tenha se colocado de forma contrária ao pedido de filiação do deputado federal Waldir Maranhão, uma ala petista, liderada pelo deputado estadual Zé Inácio manifestou apoio ao parlamentar.

Waldir formalizou pedido de filiação após reunião com José Dirceu e o secretário de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos, Marcio Jerry (PCdoB)na residência do deputado federal Weverton Rocha (PDT), em Brasília.

Ele é tratado como prioridade para a disputa a uma vaga no Senado da República pela direção nacional do PT, após ter atuado em defesa da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) durante o processo de impeachment.

Com o apoio da militância do PT a Waldir Maranhão, a sigla – dona do maior tempo na propaganda política que será veiculada no rádio e na televisão -, entra de vez na briga por espaço na chapa majoritária do governador Flávio Dino (PCdoB), que agora terá poucas opções.

Ou deixa de apoiar um dos dois pré-candidatos que já estavam consolidados para a disputa ao Senado [Eliziane Gama e Weverton Rocha] para incluir Waldir na disputa, ou oferece a vaga de candidato a vice-governador para o PT.

Neste caso, o DEM pode começar a buscar, também, outros rumos…

Waldir Maranhão, Eliziane Gama e Weverton Rocha: alguém vai dançar…

Ganhou forte repercussão o pedido de filiação do deputado federal Waldir Maranhão (Avante) aos quadros do PT.

Waldir é uma imposição da direção nacional da sigla para a disputa por uma das vagas ao Senado pela chapa do governador Flávio Dino (PCdoB).

O parlamentar é tratado como prioridade da legenda após ter atuado em defesa da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) na ocasião em que presidiu, de forma interina, a Câmara Federal.

Ele chegou a anular a sessão que declarou o impedimento da ex-presidente. Depois, ameaçado de ser expulso do PP e por consequência perder o mandato, teve de voltar atrás e dar prosseguimento ao processo de impeachment.

Ocorre que Waldir desembarca numa possível chapa do governador Flávio Dino já pré-estabelecida.

Dino tem como pré-candidatos ao Senado os deputados federais Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS).

O primeiro foi acolhido por Dino após o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, impor o seu nome em troca da manutenção do partido na base do Governo do Estado.

A segunda conseguiu aproximar o comunista – que disputará a reeleição -, da comunidade evangélica, sobretudo da Igreja Assembleia de Deus.

São três os nomes na mesa para a formação da chapa majoritária de Flávio Dino.

Apenas duas vagas, contudo, estarão em jogo.

Alguém vai dançar…

Guerra senatorial

Mais cedo ou mais tarde, o governador Flávio Dino (PCdoB) vai ter de se impor para resolver um problema sério na sua base de apoio, que pode lhe trazer problemas graves na formação de sua chapa. Seus pré-candidatos a senador estão em clima de guerra aberta pelas vagas.

E cada um com riscos claros para o próprio futuro político. Veja a situação de cada um:
Weverton Rocha (PDT): mais articulado entre os pré-candidatos dinistas, o deputado federal tenta mostrar força nacional com sua atuação como líder pedetista. E precisa viabilizar-se candidato porque sua vaga na Câmara é disputada intensamente por aliados.

Waldir Maranhão (PP): o deputado federal pepista tenta gerar fatos de todas as formas para se viabilizar com a cúpula do PT, que ele entende ser o caminho para convencer Dino. Nos últimos dias, foi visto acompanhando Lula no périplo do ex-presidente pelo Nordeste.

José Reinaldo Tavares (PSB): o ex-governador imaginava que seria simplesmente ungido por Flávio Dino, mas sente o desprezo do governador e de seus aliados mais próximos, como o secretário Márcio Jerry, que mostra clara rejeição ao seu nome.

Eliziane Gama (PPS): a deputada negou o apoio da Igreja Assembleia de Deus em uma jogada de risco, em que cedeu a vaga de candidata a deputada federal para outro membro da denominação religiosa. Agora, não pode mais recuar e espera o apoio de Dino.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Gleisi rechaça apoio de Lula a Waldir Maranhão

O deputado federal Waldir Maranhão (PP) inventou um suposto apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à sua candidatura ao Senado da República.

É o que se pode concluir, após a declaração da senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, que esteve no último fim de semana em São Luís.

De acordo com Gleisi, não houve, até o momento, qualquer declaração de apoio de Lula a Waldir Maranhão.

Waldir havia utilizado repassado a informação para blogs, há duas semanas, após ter tirado uma foto ao lado do ex-presidente da República.

E durante as duas últimas semanas, passou a ter nome na pauta da política estadual. Sem, contudo, conseguir provar que Lula havia declarado tal apoio.

Gleisi colocou um ponto final na farça e rechaçou sustentação de Lula ou do PT à candidatura de Waldir…

Estadão: Waldir Maranhão deve se filiar ao PTB

O polêmico deputado maranhense Waldir Maranhão (PP), que chegou a comandar a Câmara e votou contra o impeachment de Dilma, estará nesta quarta-feira em São Paulo — e não hoje, terça, como anunciado inicialmente — para assinar a ficha de inscrição no PTB. Será recebido pelo presidente paulista da sigla, Campos Machado, e pelo presidente nacional, Roberto Jefferson.

O que corre entre os petebistas é que, por trás dessa filiação, estão dois projetos — um dele e outro do PTB. Primeiro, o novo filiado quer um apoio mais sólido para disputar o Senado em 2018 por seu Estado. Segundo, ele seria um “embaixador”, entre os eleitores maranhenses, da candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência.

Projeto ao qual o PTB está ligado, e que deve ganhar força com a anunciada mudança para São Paulo, em maio, de Roberto Jefferson. Com novo domicílio eleitoral, Jefferson quer disputar ano que vem uma vaga como deputado federal por SP.

Blog Direto da Fonte, de O Estadão

Crise na disputa pelo Senado

Crise senatorial*

O deputado federal Waldir Maranhão (PP) é um dos mais polêmicos e controversos aliados do governador Flávio Dino (PCdoB). A partir dele já foram geradas crises em âmbito estadual e nacional, a pedido do governador comunista. Agora, Maranhão começa a cobrar a fatura, com a força de ninguém menos que o ex-presidente Lula (PT).

Maranhão tem avisado colegas de bancada, senadores, prefeitos e, principalmente, os adversários dentro do próprio grupo, que será um dos dois candidatos a senador na chapa de Flávio Dino. Esta indicação teria sido garantida pelo próprio Lula, que pediu pessoalmente por Waldir ao governador maranhense.

O problema é que Flávio Dino tem outros dois postulantes ao Senado em sua chapa, ambos com cacife eleitoral no estado.

O primeiro é o deputado federal Weverton Rocha (PDT). O outro é o ex-governador e também deputado federal José Reinaldo Tavares (PSB). Com apoio de ninguém menos que o presidente da Famem, Cleomar Tema (PSB), e um grupo de prefeitos e deputados federais e estaduais, Tavares só espera a chancela pessoal de Flávio Dino para cair em campo.

Mas, pela ótica de Waldir Maranhão, é pouco provável que Dino declare apoio a Tavares. Por isso é que se desenha no horizonte uma crise de proporções senatoriais na seara do comunismo maranhense.

*Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Voto como troca de apoio

O deputado federal Waldir Maranhão (PP) fez uma revelação a O Estado de S. Paulo que deixou ressabiados membros do grupo político liderado pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

Waldir afirmou ter interesse na disputa pelo Senado da República e afirmou ao veículo que teve a vaga prometida pelo governador do estado, em troca de seu voto contra a admissibilidade do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Ocorre que no grupo de Dino há também outros interessados na disputa, para apenas duas vagas que serão abertas. O deputado federal Weverton Rocha (PDT), o deputado federal José Reinaldo Tavares (PSB) e o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Humberto Coutinho (PDT), que apesar do silêncio, tem sido citado por aliados.

Mas, a reflexão a qual a coluna se propõe na edição de hoje, diz respeito também a outro fator, não menos importante, e instigante, em todo esse contexto.

A habilidade [ou falta dela] na articulação política de Flávio Dino.

Oferecer apoio na disputa do Senado dois anos antes da eleição – àquela altura do campeonato -, ao polêmico Waldir Maranhão, em troca de um voto no processo de impeachment da petista, somente escancara hoje o desespero do governador naquela ocasião, para tentar mostrar-se articulado à então presidente Dilma e ao ex-presidente Lula (PT).

Ora, Dino não havia conseguido mobilizar a bancada federal contra o processo nos seis meses que antecederam a apreciação da matéria. Fixou-se em Brasília na semana decisiva e acreditou que oferecendo o seu “prestígio político” ao controverso Waldir, reverteria o quadro.

Resultado: saiu como um dos governadores mais derrotados daquele processo. Dos apoiadores de Dilma, foi o governador que talvez conseguiu apresentar menor número de votos de bancada à petista.

A promessa de apoio ao Senado ao vice-presidente da Câmara foi, na verdade, a última cartada do governador naquela fatídica semana.

E a fatura já está sendo cobrada…

 

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Afastamento de Renan Calheiros dará a Waldir Maranhão a presidência do Congresso

waldir e DinoO afastamento do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) pelo  Supremo Tribunal Federal (STF) dará ao polêmico deputado federal Waldir Maranhão (PP), a chance de presidir o Congresso Nacional.

Isso porque a composição da Mesa Diretora das sessões conjuntas [Senado e Câmara Federal] é composta alternadamente pelos membros das duas Casas.

Assim, o presidente do Congresso é o presidente do Senado e o vice-presidente do Congresso é o vice-presidente da Câmara.

Este último cargo ocupado por Waldir Maranhão.

Eu hein…

Waldir Maranhão declara apoio a Edivaldo Júnior

waldir-maranhaoO deputado federal Waldir Maranhão (PP) – centro de uma polêmica entre candidatos a prefeito no  primeiro turno -, resolveu manifestar-se em relação à eleição 2016 na capital.

Ele postou para foto com o prefeito eleito de Pinheiro, Luciano Genésio, e declarou apoio a Edivaldo Holanda Júnior (PDT), candidato à reeleição em São Luís pela coligação “Pra Seguir em Frente”.