Wellington cobra informações sobre obra do Beira-Rio em Imperatriz

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) protocolou ofício junto ao Governo do Maranhão para cobrar explicações a respeito da obra de readaptação do Beira-Rio, na cidade de Imperatriz.

No ofício, o parlamentar solicita cópias dos contratos de reforma da praça, o processo administrativo vinculado ao contrato, o processo de licitação da obra, cópia das notas fiscais, além da palhinha de custo dos serviços executados.

Além disso, o parlamentar solicita que sejam encaminhadas cópias de todos os projetos arquitetônicos e estruturais e as razões de sua modificação, todas discriminadas financeiramente.

Wellington denuncia suposta irregularidade em concurso ao MP

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) denunciou hoje ao Ministério Público Estadual, a aplicação de provas do concurso público da Polícia Militar do Maranhão na cidade de Teresina, Piauí, sem que haja qualquer previsão em edital para tal medida.

O caso chamou a atenção ontem, após denúncias de candidatos, e provocou pronunciamento do parlamentar na Assembleia Legislativa.

Ocorre que, de acordo com o item 1.3 do Edital N.2, de 26 de outubro de 2017, as provas deveriam ser realizadas tão somente em Caxias, Imperatriz e São Luís, não existindo para realização de provas em outro município e, tampouco, em outro estado.

“Inicialmente, solicitamos a descentralização da realização das etapas da prova, o que foi acatado, já que agora há dois outros municípios, sendo eles Caxias e Imperatriz. No entanto, quanto mais municípios maranhenses fossem polos de aplicação das provas, melhor seria para os nossos maranhenses. Agora, recebemos a denúncia de que há local de prova em Teresina, em um outro estado. Fica o questionamento: qual Edital estão seguindo? Porque o edital N. 2, de outubro, prevê apenas tem três municípios maranhenses como polos. O governador Flávio Dino não cumpre o Edital da PM e realizará provas em Teresina para beneficiar sabe-se lá quem. Por que não beneficiar os nossos maranhenses? Isso tem que ser apurado urgentemente e é por isso que aguardo que o Ministério Público adote as devidas providências. Afinal, se for pra não cumprir Edital, que nem se publique!”, disse Wellington.

A denúncia foi encaminhada a OAB, Procuradoria Geral de Justiça do Maranhão e ao Ministério Público, por meio do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público e Fiscal da Probidade Administrativa do Maranhão, a fim de que adotem as devidas providências.

Ascom

Wellington questiona aplicação provas do concurso da PM fora do MA

O deputado estadual Wellington do Curso (PP), voltou a utilizar a Tribuna da Assembleia Legislativa para fazer outra grave denúncia sobre a suposta desorganização do concurso público da Polícia Militar do Maranhão.

De acordo com o parlamentar, haverá aplicação de provas em Teresina, no Piauí. No edital, contudo, segundo o deputado, há discriminação apenas relacionadas a provas em São Luís, Caxias e Imperatriz.

“Trago mais uma denúncia gravíssima do Governo Flávio Dino. Nós pedimos aqui a ampliação dos locais de provas do concurso da PM, pois seria apenas em São Luís. Houve uma pouca mudança e o edital 002 modificou ampliando o local de prova para Imperatriz e Caxias. Só que fui surpreendido com a confirmação de que tem candidato que fará prova em Teresina. Pergunto, por que vai ter prova em Teresina? Todo e qualquer alteração no edital, tem que ser mediante retificação do edital, isso é gravíssimo. Fizeram uma alteração no edital e nós não estamos sabendo ou não fizeram alteração no edital? Há indícios de ilícito e por que beneficiar o piauiense? Candidato Eduardo Rogério Silva Andrade, vai fazer prova na Faculdade Santo Agostinho. Outro candidato lá no bairro Uruguai. Outro candidato na Faculdade Santo Agostinho, outro candidato na Maurício de Nassau. Eu liguei ontem para a Faculdade Santo Agostinho perguntando se neste final de semana teria prova para a Polícia Militar do Maranhão e confirmaram que neste domingo terá prova da Polícia Militar do Maranhão”, disse.

O Governo do Maranhão ainda não se posicionou sobre o tema…

Projeto de Wellington que cria Semana de Combate à Corrupção é aprovado

Em meio à crise institucional a que está mergulhado o Governo do Maranhão após a deflagração da Operação Pegadores, da Policia Federal, que apontou desvios de mais de R$ 18 milhões da Saúde, um projeto do deputado estadual, Wellington do Curso, que estabelece a Semana de Combate à Corrupção no estado, foi aprovado nas comissões técnicas da Assembleia Legislativa.

“A corrupção é a responsável pelo caos saúde, na segurança e na educação pública precária, sem qualidade e com escolas que não são nada dignas”, disse o parlamentar..

Wellington afirmou que é necessário combater a corrupção e promover qualidade de vida à sociedade.

“Combater a corrupção é combater a falta de merenda nas escolas, a desvalorização dos professores, a falta de infraestrutura na educação. Combater a corrupção é combater os hospitais lotados, sem medicamentos. Combater a corrupção é lutar para que os recursos públicos sejam aplicados em benefício da população e não de políticos. Com esse objetivo, a semana de combate à corrupção terá como principal finalidade a prevenção e combate dessa prática que há tempos é realidade no Maranhão”, disse Wellington.

Wellington cobra bom senso do Governo e quer provas da PM em janeiro

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) criticou a retificação do edital do concurso público da Polícia Militar do Maranhão, que alterou de janeiro de 2018 para dezembro deste ano, a aplicação das provas.

O parlamentar cobrou bom senso do governador Flávio Dino (PCdoB) e pediu reajuste ao calendário para que os candidatos tenham mais tempo para se preparar.

“Aja com bom senso, governador! Primeiro: por que mudaram a data agora de forma repentina? Onde está o planejamento do Governo do Estado? Vocês não o fizeram antes de lançar o edital? Por que tanta desorganização? Segundo: mudaram e não deram justificativa alguma para a população. As provas, agora, acontecerão 43 dias antes do previsto. Foi feita uma mudança, mas, mudança para prejudicar? Como fica a situação dos homens e mulheres que programaram seus estudos para a prova que seria em janeiro? Terceiro: entre as fases de inscrição e aplicação de provas os candidatos terão apenas 21 dias. Onde está a razoabilidade? Quarto: por que tanta pressa? Não quero acreditar que querem fazer desse concurso um objeto eleitoreiro. Senhor Governador, Vossa Excelência prejudicará homens e mulheres que sonham em ingressar na Polícia Militar do Maranhão. Em nome dos candidatos, solicitamos que mantenha a data da prova em janeiro, conforme divulgação inicial no edital. Seja coerente, já que não tem planejamento! Não prejudique a população”, disse o professor e deputado Wellington.

A solicitação do deputado Wellington foi encaminhada, em caráter de urgência, e deve ser respondida ainda nos próximos dias.

Desorganização – Inicialmente, as inscrições do concurso estavam previstas para começarem no dia 16 de outubro, o que não aconteceu. Posteriormente, a data da prova foi definida para o dia 21 de janeiro. Por meio de outra retificação, alteraram a data para o dia 28 também do mês de janeiro. Agora, de forma repentina e já na 4ª retificação do edital, as provas serão aplicadas com 43 dias de antecendência, isto é, no dia 17 de dezembro, prejudicando inúmeros maranhenses que programaram seus estudos de acordo com o Edital divulgado e todo remendado.

Fufuca sugere aval do PP para que Wellington permaneça na oposição ao Governo

O deputado federal André Fufuca, presidente estadual do Partido Progressista (PP), sugeriu ontem, a O Estado, aval para que o deputado estadual Wellington do Curso mantenha postura de oposição em relação ao Governo do Maranhão na Assembleia Legislativa.

Fufuca aproximou o PP do Governo, após conseguir indicar para a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, Heverton Rodrigues Pereira. Wellington, por outro lado, único membro da legenda no Legislativo Estadual, tem elevado críticas ao governador Flávio Dino (PCdoB).

A aproximação do PP com o Executivo e a postura de Wellington em relação a Dino, provocou uma situação de divergência política na sigla. Para André Fufuca, contudo, trata-se de uma liberdade democrática dada aos membros do partido.

“O partido é democrático, há várias correntes com ideologias e pensamentos diferentes. Respeitamos o pensamento de todos”, disse.

Ontem, Wellington afirmou não ter recebido qualquer orientação do comando do partido. Ele disse que manterá coerência e a mesma postura no Legislativo.

Na última segunda-feira, o líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Rogério Cafeteira (PSB), provocou o pepista.

Ele destacou a aproximação entre o PP e o Palácio dos Leões e cobrou uma mudança de postura de Wellington.

“É com muita satisfação que vejo o PP, do meu amigo deputado Wellington do Curso, serrando fileiras junto ao Governo do Estado e dando sua contribuição para que a gente possa realmente efetivar as mudanças que o Maranhão necessita. Tenho certeza que o deputado Wellington não vai fugir a esse combate e vai estar ao nosso lado trabalhando pelo bem do Maranhão”, ironizou.

Wellington não respondeu.

 

Informações de O Estado

Wellington denuncia má qualidade do “Mais Asfalto” à CGU e ao TCU

“Gastos públicos exagerados e péssima qualidade de obras e serviços”. Foram esses os pontos elencados pelo deputado estadual Wellington do Curso (PP) ao solicitar auditoria operacional por parte do Tribunal de Contas da União e Controladoria Geral e denunciar os fatos ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A solicitação remete às inúmeras denúncias que o deputado Wellington recebeu quanto à malversação de recursos públicos federais, oriundos do BNDES, por parte do Governo do Estado ao realizar alguns programas, entre eles o “Mais Asfalto”.

Ao justificar a solicitação, Wellington disse que não é porque um serviço ou obra são públicos que se pode fazer “de qualquer forma”.

“É preciso que se compreenda que não é porque um serviço é dito público que ele pode ser feito de qualquer forma, sem qualquer tipo de qualidade. Não, isso não pode acontecer! Estamos falando de aplicação de recursos públicos federais. Recebemos denúncias de obras entregues pelo Governo do Estado e que, em menos de 20 dias, em virtude da péssima qualidade dos serviços, já estão em fase de destruição. Como exemplos há a Ponte do Balandro, em Bequimão, que foi inaugurada há menos de um mês e já tem buracos e rachaduras no asfalto. Há também várias denúncias em relação ao asfalto que tem sido empregado. Não somos contra a recuperação asfáltica. Ao contrário, o Programa ‘Mais Asfalto’ é uma ideia boa, algo que faria a diferença na vida das pessoas caso fosse feito com seriedade e com responsabilidade. Infelizmente, o que a população encontra é algo de péssima qualidade. Isso pode ser comprovado em Arari, quando menos de 20 dias após a entrega da pavimentação, já era possível comprovar a péssima qualidade do asfalto. São recursos federais e, por isso, solicitamos ao TCU e à CGU que façam a auditoria operacional para verificar os gastos públicos do Governo Flávio Dino”, disse Wellington.

O conteúdo da denúncia foi também protocolado pelo deputado Wellington (PP) na última quarta-feira (27) e encaminhado à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal para que adotem as devidas providências.

Wellington faz homenagens no Dia do Soldado

Ao fazer referência ao Dia do Soldado, celebrado hoje (25), o deputado estadual Wellington do Curso (PP) realizou, na última quinta-feira (24), uma sessão solene em homenagem à data comemorativa, contando com a presença de praças e oficiais do Maranhão. Estiveram presentes o Diretor do Centro de Lançamento de Alcântara, Coronel Engenheiro Luciano Valentim Rechiuti; Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel José Frederico Pereira; representante do Corpo de Bombeiros, Coronel Roberth; do 24º BIL, na pessoa do Coronel Marcus Vinicius Soares Guimarães de Oliveira.

Na ocasião, o deputado Wellington, que foi sargento do Exército durante 15 anos, destacou a importância das funções desempenhadas pelos militares no Maranhão. “Servi ao Exército por 15 anos e foi ali que aprimorei as maiores lições, que trago, inclusive, até os dias atuais. Tenho muito orgulho por ter sido sargento do Exército durante 15 anos. Aprendi o significado de disciplina, de hierarquia e de comprometimento. Sem dúvida alguma, os militares exercem grande papel na sociedade e é por isso que, no Parlamento Estadual, tenho feito uma defesa incondicional dos interesses da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Maranhao desde o início do mandato. Apresentei a indicação, já em 2015, que resultou na gratificação aos policiais militares por arma apreendida, por exemplo. Nosso apoio é irrestrito a cada militar, homens e mulheres, que defende a nossa população com a coragem de quem sabe que tem uma das mais belas missões: a de proteger a vida. Todo militar, independentemente da patente, é também um soldado. A vocês, o meu muito obrigado, em nome do povo do Maranhão”, disse Wellington.

“Nós ficamos muito dignificados quando somos homenageados aqui na Assembleia Legislativa”, disse o tenente-coronel do 24º Batalhão de Infantaria Leve, Marcos Vinícius. Ele informou que no Estado do Maranhão, existem três organizações militares: O 24º Batalhão de Infantaria Leve; a 27º Circunscrição do Serviço Militar, sediados em São Luís e o 5º Batalhão de Infantaria de Selva, localizado em Imperatriz. “Todas essas unidades operacionais estão destinadas a participar da segurança integrada do nosso Estado e cumprir a sua função constitucional, defendendo a pátria. Nossa rotina de preparo é diária, constante, para sempre estarmos prontos para cumprir a sua missão. Hoje, nós temos no Exército 480 homens e mulheres”, disse Marcos Vinícius.

O comandante da Polícia Militar do Estado do Maranhão, Cononel Pereira disse que ficou muito feliz pela homenagem e agradeceu ao deputado Wellington pela homenagem. “A Semana do Soldado é muito significativo para nós. Todos nós somos soldados; sabemos que uma democracia só pode subexistir se tiver soldado trabalhando em função dela. As polícias militares e os militares, obviamente, são os sustentáculos da ordem em qualquer país, seja ele de que regime for. Esse é o momento que a gente homenageia os nossos policiais militares e eu agradeço à Assembleia Legislativa que tem um carinho muito especial pela Polícia Militar. Não é a primeira vez que os nossos eventos são feitos aqui: recentemente, nós tivemos o Encontro das Mulheres Policiais Militares”, afirmou o coronel Pereira.

Wellington recebe aprovados em concurso de Urbano Santos

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) recebeu em seu gabinete, na Assembleia Legislativa do Maranhão, a comissão de aprovados no concurso público da cidade de Urbano Santos que esteve acompanhada do advogado de defesa Jorge Viana. Os aprovados solicitaram do parlamentar uma reunião na própria cidade para intermediar a situação dos 246 aprovados em cinco categorias no concurso de 2011.

O deputado Wellington que é presidente da Comissão de Administração Pública, Seguridade Social e RT e já tem a defesa dos servidores públicos como uma característica de seu mandato, colocou-se à disposição para intermediar esse diálogo entre aprovados e Prefeitura, e, se for preciso, junto com a justiça.

“Foram 246 aprovados no concurso público, eles exerceram suas funções por alguns dias e depois foram expulsos de seus cargos. Em contra partida a prefeitura atual abriu um novo concurso e está chamando os aprovados, sendo que os excedentes do concurso de 2011 foram exonerados de seus cargos enquanto estavam no pleno exercício de suas funções. Isso é inadmissível. Por isso, iremos nos reunir com todos os aprovados, amigos, parentes e a população de Urbano Santos para ouvirmos e sabermos como iremos prosseguir. Faremos uma reunião preparatória, iremos organizar uma audiência pública para a primeira semana de setembro e debatermos toda essa problemática”, disse o parlamentar.

Base governista usa Marcos Caldas para tentar intimidar Wellington do Curso

O suplente de deputado Marcos Caldas (PSDB) sugeriu ontem, da tribuna da Assembleia Legislativa, a formalização de denúncia ao Conselho de Ética contra o deputado estadual Wellington do Curso (PP), por suposta quebra de decoro parlamentar.

A manifestação de Caldas, que não recebeu qualquer objeção por parte da liderança do Governo no Legislativo, ocorreu após Wellington apontar uma série de inconsistências no relatório apresentado pelo secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, a Casa, a respeito do “Programa Escola Digna”.

Wellington mostrou escolas em completo estado de abandono, mas apontadas no cronograma da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) como reformadas, e revelou a realização de obra de construção de um ginásio poliesportivo no prédio de uma escola desativada, no município de Paraibano, o que resultou na instauração de uma Ação Civil Pública por parte do Ministério Público contra o Estado e o município.

No exercício do mandato em decorrência de um pedido de licença para tratamento de saúde, protocolado pelo deputado Alexandre Almeida (PSD), Marcos Caldas, que tenta apresentar-se ao Governo como uma peça de papel importante no Legislativo -, utilizou a tribuna para tentar intimidar o colega de oposição. Wellington, na mesma ocasião, participava da solenidade de posse do cargo de vice-presidente do Parlamento Amazônico, em Roraima.

Para Caldas, Wellington teria mentido no Legislativo, ao afirmar que tratava-se de propaganda enganosa a informação de realização de obra numa escola situada em Nova Iorque do Maranhão.

“O deputado Wellington do Curso afirmou categoricamente que a Seduc colocou esta escola na lista das escolas reformadas pelo governo e fez uma filmagem, jogou na internet dizendo que o governo estava fazendo propaganda enganosa, mostrando uma escola que está abandonada e que foi encaminhada para esta Casa uma lista, a qual eu tenho aqui na mão, falando que a escola estava na lista como executada, mas que a escola está abandonada”, disse.

“O deputado Wellington faltou com a verdade. Primeiro, eu quero dizer para os deputados e principalmente para o Wellington do Curso que nessa lista que a Secretaria de Educação encaminhou para a Assembleia Legislativa está aqui o nome da escola Nova Iorque, mas está aqui como ‘a executar’. Se está a executar é porque não foi colocada na lista das que estavam executadas”, completou.

Ele pediu para que o comando da Mesa Diretora encaminhasse à Comissão de Ética, uma denúncia contra Wellington. “Presidente, o deputado Wellington faltou com a verdade e quebrou aqui, no Regimento, o decoro parlamentar”, completou.

Procurado por O Estado, Wellington do Curso afirmou que ainda não havia tomado conhecimento do pronunciamento de Marcos Caldas, uma vez que ele participava, naquela ocasião, da solenidade de posse do Parlamento Amazônico.

Saiba Mais

No mês de outubro do ano passado, período das eleições municipais, o deputado Marcos Caldas (PSDB) entrou em forte discussão com a deputada Andrea Murad (PMDB). Na ocasião houve troca de acusações, o suplente foi repreendido pelos colegas. Por conta do imbróglio, Alexandre Almeida (PSD), que estava de licença em decorrência da disputa eleitoral em Timon, retornou ao mandato antes do período previsto o que forçou a saída de Caldas do Parlamento.

Denúncia de oposicionista resultou em ação do MP

No início do mês de julho o promotor de Justiça Gustavo Pereira Silva ingressou com uma Ação Civil Pública contra o município de Paraibano e o Estado do Maranhão, em decorrência do abandono de uma escola pública da rede estadual – cedida ao município -, que apesar de desativada recebeu obra de construção de um ginásio poliesportivo.

A obra foi autorizada por meio de um convênio entre a Prefeitura de Paraibano e o Governo do Maranhão, mas está parada por causa da falta de repasses ao município.

O MP tomou por base uma denúncia formulada pelo deputado estadual Wellington do Curso (PP) em junho. O parlamentar apontou descaso do Governo e cobrou uma explicação da Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

Na ação, o promotor pede liminarmente à Justiça, que o município de Paraibano e o Estado do Maranhão providenciem a inclusão de obras de restauração do prédio da escola Centro de Ensino Edson Lobão em seus orçamentos de 2017.

Pede também a citação dos réus, a realizaç6ão de uma inspeção judicial no prédio, para que seja atestado o estado de abandono; solicita também que a Justiça oficie a Secretaria de Estado da Educação para que informe a atuação situação do convênio 41/2013 e do processo administrativo 66478/2015 – que trata da cessão do prédio ao município -; que os réus sejam condenados a realizar as obras e que sejam condenados também para pagar as custas processuais.

A ação do MP contra o Estado provocou reação da base governista a Wellington do Curso, que foi quem provocou e alertou o órgão das irregularidades.

Informações de O Estado