É rasteira a manobra no PT

PTÉ rasteira e covarde, sob todos os aspectos, a manobra de um pequeno grupo político dentro do PT no Maranhão.

O grupo, que apoia a candidatura de Henrique Sousa, perdeu a eleição no primeiro turno com uma diferença absurda, uma prova concreta de que a militância do partido optava pela manutenção do atual presidente no posto, Raimundo Monteiro.

Com um argumentação frágil, mas aceitável, o grupo que parece atuar na base do coronelismo, alegou que a eleição não poderia ter sido validada em 41 municípios, por haver impedimento em relação a militantes inadimplentes. Os débitos, no entanto, já haviam sido pagos coletivamente e as cédulas emitidas pela Direção Nacional do partido, o que automaticamente, autorizava a realização da eleição naqueles municípios.

Até aí tudo bem. Os questionamentos feitos por Henrique e companhia eram válidos, aliás, se havia algum tipo de brecha no processo e isso pudesse o beneficiar, essa brecha tinha de ser explorada a exaustão.

Mas, o processo começou a declinar de uma forma tão medíocre, mesquinha e a ganhar contornos tão rasteiros, que o grupo alinhado a Henrique, que tanto condenou manobras políticas e práticas não republicanas, conseguiu lançar por terra todo o seu discurso e se mostrou pior do que aquilo que condenava.

Domingo, além de impedir a realização da eleição municipal em São Luís, sob o argumento de que não aceitaria a definição da Executiva Nacional em relação ao PED Estadual – que pode inclusive ser favorável ao grupo – e que estava suspenso, o bloco decidiu realizar, com total aval da mesa [coordenada por Ivaldo Coqueiro], a eleição em cerca de 70 municípios.

Eleição sem validade, respaldo ou credibilidade dentro do PT. Ao mesmo tempo, plantaram notas na mídia paulista, de que Henrique havia vencido a eleição – que estava suspensa -, na tentativa de provocar constrangimento e mal estar na base petista no Maranhão, que é maior do que os interesses de Henrique e companhia.

O grupo, que tenta de todas as formas manipular o processo, age com as garras de um coronelismo que tanto atacou em seus discursos no estado. Age de forma rasteira, ignora a moralidade e se transforma, cada dia mais, num arsenal de insanidade. Lamentável episódio.

1 pensou em “É rasteira a manobra no PT

  1. Esta é a banda podre de um partido que não aceita a derrota, simplesmente deveriam sair do partido, já que não aceitam o que foi decidido pela maioria dos filiados no Estado, mas na ânsia de querer o poder ao lado do famigerado Flavio Dino mais uma prova de que esta turma vende a própria alma para o inferno. O povo já aprendeu e não cai mais nas mentiras destes falsos moralistas.

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