Deputado propõe a criação da Zona Franca do Maranhão

Deputado André Fufuca

Deputado federal André Fufuca

O deputado federal André Fufuca (PEN) apresentará na Câmara dos Deputados projeto de lei de criação da Zona Franca de Rosário. O objetivo é impulsionar o desenvolvimento econômico do Maranhão com a garantia de incentivos para a atração de empresas. Caso seja aprovada, a iniciativa promoverá a concessão de incentivos fiscais para empresas que se instalarem no local, aumentando o número de empregos e dinamizando a economia do estado.

O “impacto social”, aponta o deputado, é o principal motivo para a apresentação da proposta. “O impacto social provocado na região com a geração de empregos já justificaria a Zona Franca de Rosário. Mas temos outros motivos”, declarou. O parlamentar acredita que promover a melhor integração produtiva e social na região é um desafio a ser enfrentado após a aprovação do projeto.

“Não podemos apenas dar incentivo e esperar geração de emprego, é preciso mais. Creio que as empresas que se beneficiarem do apoio estatal devam também cumprir metas de investimento em tecnologia e inovação”, disse o deputado.

Polos ­ De acordo com o projeto do parlamentar maranhense, a Zona Franca de Rosário compreenderá, se aprovado, três polos econômicos: comercial, industrial e agropecuário. Nesse caso, a novidade é a inclusão de um polo destinado à produção agropecuária, que deve abrigar projetos voltados a atividades de produção de alimentos, agroindústria, piscicultura, turismo, beneficiamento de madeira, entre outras.

“É um projeto completo, amplo. Nos emprenharemos pela sua aprovação, com o apoio de toda a bancada do Maranhão na Câmara, porque sabemos da importância da criação de uma zona franca para o desenvolvimento da economia no nosso estado”, disse Fufuca.

O governador Flávio Dino (PCdoB) sancionou na semana passada o texto da MP que institui o “Mais Empresas”, classificado por ele como “importante incentivo a investimentos e geração de empregos no Maranhão”. O comunista destacou, ainda, “a prioridade a investimentos nas cidades de menor IDH”.

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