O descaso de Domingos Dutra com a educação de Paço do Lumiar

O prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra (PCdoB), alvo de várias ações na Justiça, todas ingressadas pelo Ministério Público por irregularidades e atos de improbidade administrativa na gestão pública, tem agido com descaso para com a educação municipal.

Desde o início do ano, sem qualquer disposição para o diálogo que o seu grupo político tanto prega no discurso, ele tem travado uma disputa particular com os professores da rede municipal de ensino, que estão em greve.

A categoria reivindica o cumprimento da Lei do Piso; respeito à jornada de trabalho de 30 horas semanais; hora-aula de 50 minutos; reajuste salarial de 4,17% [Fundeb]; progressão salarial; calendário de pagamento anual e novo Estatuto do Educador.

São reivindicações de quem exige o mínimo de dignidade no serviço público.

Mas, para o prefeito, que não tem conseguido nem tapar os buracos das principais ruas e avenidas do município, trata-se de uma afronta a movimentação dos educadores.

Resultado: milhares de crianças fora da sala de aula por causa da irresponsabilidade da administração pública.

Esse é o Domingos Dutra que por anos se escondeu atrás de um discurso de embate contra a “Oligarquia Sarney”.

Não existe…

Propaganda enganosa?

Os últimos recentes fatos envolvendo a gestão da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) explicam o porquê de o governo Flávio Dino (PCdoB) estar gastando rios de dinheiro com propaganda do Porto do Itaqui.

É uma questão de lógica.

A publicidade do porto maranhense, feita no próprio Maranhão e, em alguns casos, na mídia nacional, não tem qualquer poder – ou tem poder mínimo – de chegar a quem deveria: investidores internacionais, mercados que podem se interessar em negociar com o Brasil a partir do Maranhão.

Qual o objetivo do Governo do Estado, então?

Parece óbvio: como não tem como explicar os recentes saques irregulares de recursos do Porto do Itaqui – alvo de denúncia à Procuradoria Geral da República (PGR) -, nem as fraudes apontadas pela Polícia Federal em contrato de dragagem de piers, da ordem de mais de R$ 60 milhões, a gestão comunista apela para a propaganda.

Paga caro para “vender” ao grande público um porto moderno, eficiente e que gera lucros exorbitantes. Lá, na propaganda, não precisa explicar que está fazendo retiradas legais desses lucros, nem que funcionários da Emap estão sendo acuados de fraude.

Mas isso tudo ainda precisará ser devidamente enfrentado nas esferas administrativa, policial e judicial.

É inevitável.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

Dois anos após licitação Edivaldo não consegue assegurar melhorias no transporte público de São Luís

Terminal de passageiros do São Cristóvão

Depois de ter realizado uma licitação polêmica e entregue o sistema de transporte público da capital a empresas e consórcios, além de ter determinado aumentos seguidos da tarifa cobrada ao usuário de ônibus, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) não conseguiu efetivar as melhorias prometidas no primeiro mandato.

Ônibus velhos e sujos, terminais de integração depredados e precariedade nos serviços prestados são alguns dos problemas enfrentados diariamente por aquelas pessoas que precisam utilizar os ônibus do sistema de transporte público de São Luís.

Edivaldo prometeu GPS nas paradas e internet gratuita nos ônibus, durante a campanha à reeleição em 2016. Também prometeu melhorias na frota e cobrança às empresas.

Mas, o que se vê no momento é um prefeito rendido e submisso às concessionárias do setor.

Além de não garantir as melhorias prometidas, Edivaldo ainda penaliza a população com a cobrança elevada das passagens de ônibus. E os reajustes, segundo o próprio, são justos.

É completamente ineficiente o serviço prestado no setor do transporte público.

Mas, tudo bem, para o prefeito o que importa é a Feirinha…

Flávio Dino responsabiliza gestão passada por péssima condição de obras que ele mesmo realizou

O governador Flávio Dino (PCdoB) é de fato um ator. Já no exercício do segundo mandato e com obras de péssima qualidade em todo o Maranhão, a exemplo das rodovias MA-315 e MA-122, ele agora atribui à gestão passada a situação desastrosa das estradas.

Em seu perfil em rede social, ele disse que “herdou” uma malha viária antiga, sem manutenção adequada e sem drenagem.

Ele só não consegue explicar como é que obras inauguradas pela própria gestão comunista, como a MA-315, que liga a cidade de Barreirinhas a Paulino Neves já apresentam completa falta de infraestrutura.

A rodovia foi entregue há apenas 3 meses, mas está em péssima situação de trafegabilidade.

Não há sustentação, portanto, ao discurso do governador.

Que coisa…

Chuvas, transtornos e a incompetência de Edivaldo

As fortes chuvas que têm caído em São Luís nos últimos dias provocaram uma série de transtornos à população da capital.

Não há notícia de que um bairro sequer não tenha apresentado pelo menos um problema com o aumento do volume da chuva.

São avenidas alagadas, obras recém-construídas em flagrante falta de infraestrutura – sobretudo àquelas que dizem respeito ao novo traçado do trânsito na Forquilha e no Angelim -, vias esburacadas, áreas de risco em completo estado de abando, casas destruídas e pessoas desabrigadas.

E montado numa peça de marketing, Edivaldo aparece em programa de TV para dizer que “determinou” um força tarefa para resolver os problemas.

Balela.

Os problemas são crônicos e o prefeito sabe exatamente quais os pontos mais atingidos, ano após ano.

Mas, o que importa é a Feirinha.

Circo…

São Luís sofre com falta de infraestrutura e precariedade em serviços básicos

Imagem meramente ilustrativa / trecho sempre fica alagado co chuvas, no Renascença

Ruas e avenidas esburacadas, crianças fora da sala de aula por falta de oferta de vagas na rede pública municipal, precariedade em serviços de saúde – com superlotação dos Socorrões [Hospital Municipal Clementino Moura e Hospital Municipal Djalma Marques] -, falta de medicamentos nas Unidades Mistas, aumento da passagem de ônibus e ausência do Poder Público em diversos outros seguimentos.

É esse o retrato da administração Edivaldo Holanda Júnior (PDT), que exerce o seu segundo mandato à frente do Executivo Municipal.

O prefeito, que sustenta uma ficção de “boa gestão” criada por satélites da imprensa em torno da tal “Feirinha”, sequer aparace é visto pela população.

Aliás, a tal da “Feirinha” parece ser a única marca da gestão pedetista.

Cria-se um ambiente de festa e pronto, está tudo resolvido.

Não há qualquer programa social, empreendimento ou ação de governo que mude a realidade da população.

Não há consistência em nenhuma das decisões já tomadas pelo prefeito, que segue a risca o que dita o governador Flávio Dino e que construiu todo um mandato sem uma identidade própria.

Edivaldo fracassou…

Carnaval, aumento de imposto e queda de estrutura do Castelinho

Foram muitos os assuntos que ganharam forte repercussão nos últimos dias em  São Luís.

Alinhada ao governador Flávio Dino (PCdoB) ou ao secretário de Estado da Cultura, Diego Galdino, parte da imprensa se lançou a fazer elogios, tanto à programação, quanto à realização do Carnaval na capital.

Alguns da blogosfera independente também elogiaram a estrutura das festividades, sobretudo no que diz respeito ao circuito da Avenida Beira-Mar.

Flávio Dino, é óbvio, passou os três dias de festas com auto-elogios.

Nas ruas ele pulou, gritou, batucou e de forma desengonçada tentou dançar.

Enquanto isso, na terça-feira de Carnaval, o ICMS aumentava em produtos e serviços em todo o estado.

Em alguns postos de combustíveis, por exemplo, a gasolina saltou de R$ 3,99 para R$ 4,19.

Indiferente ao cidadão, consumidor e contribuinte, que segundo estudo do IBGE é formado por uma metade da população que vive em extrema pobreza, Dino sequer tocou no assunto.

Se tem festa, tá tudo bem, não é?

Ontem o telhado do Ginásio Castelinho, onde tradicionalmente são realizados os jogos da Liga de Basquete Feminino (LBF), desabou.

O local havia recebido atletas do Sampaio Basquete no dia anterior para a realização de treino. Ou seja, por pouco não ocorreu uma tragédia.

E não dá para separar a responsabilidade da atual gestão ao fatídico caso. Para receber atividades esportivas, o ginásio passa por fiscalizações do próprio Estado.

Nenhuma delas, pelo visto, apontou o risco de desabamento. É possível também afirmar que não houve qualquer manutenção na estrutura do prédio durante todo o período da gestão comunista.

E Flávio Dino, que finge não existir o aumento de imposto, também ignora as circunstâncias em que ocorreram o desabamento do Castelinho.

Mas, afinal, o Carnaval é o que importa.

Aumento de imposto ocorrerá durante o período de Carnaval no Maranhão

A população de todo o estado do Maranhão sentirá o efeito do aumento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) durante o período do Carnaval, na próxima terça-feira.

É que entrará em vigor o aumento proposto pelo governador Flávio Dino (PCdoB), por meio do Projeto de Lei 239/2018 e aprovado em menos de 5 dias na Assembleia Legislativa, pela base governista, no mês de dezembro do ano passado.

Na prática, haverá aumento significativo no valor da gasolina, diesel, biodiesel e em vários outros produtos [refrigerantes, cervejas, energéticos e isotônicos] e serviços no Maranhão. A cadeia produtiva também sofrerá impacto.

No ano passado, durante as discussões no Legislativo Estadual, o então líder do Governo na Assembleia, ex-deputado Rogério Cafeteira (DEM), chegou a afirmar que o aumento do imposto era necessário para o enfrentamento da crise fiscal e financeira no estado.

É esse, aliás, o modelo de gestão de Flávio Dino desde o primeiro ano de mandato: arrocho fiscal e penalidade ao bolso do cidadão e contribuinte maranhense.

Esse é o terceiro aumento de imposto de Dino em pouco mais de 4 anos de mandato.

E nada melhorou para o povo do Maranhão.

 

Greve dos rodoviários: a incompetência de Edivaldo após aumento de tarifa

Motoristas, cobradores e fiscais de ônibus que atuam no sistema de transporte público da capital anunciaram para o período de Carnaval, uma greve de ônibus em São Luís.

A medida deve ser adotada em decorrência do não cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e acordo judicial firmado no início do ano, por parte das empresas que exploram o serviço na capital.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Maranhão, os rodoviários esperavam até ontem um posicionamento do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros (SET).

O SET, aliás, já foi notificado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) por descumprimento de acordo.

Mas, onde entra o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) em tudo isso?

Pressionado no início do ano pelas empresas que atuam no sistema de transporte público, após paralisações de advertências de motoristas, cobradores e fiscais de ônibus, o prefeito determinou reajuste da tarifa de ônibus em São Luís [reveja aqui].

Com o aumento, oficializado no dia 24 de janeiro, o usuário acabou penalizado e hoje paga uma passagem cara, de R$ 3,40.

E agora, diante de novo impasse e do descumprimento de acordo por parte dos próprios empresários – que há um mês pressionavam o prefeito pelo aumento -, o pedetista não consegue reagir e exigir a normalidade no serviço da capital.

Ao que tudo indica, Edivaldo parece refém de uma situação que ele próprio criou, com a falta de coragem, de pulso, de firmeza na administração pública.

Afinal, o que ele está esperando para agir?

Adeus, Robert

Um homem seguro em seus posicionamentos, ponderado nas discussões e reflexivo quanto à vida.

Que defendia os seus ideais, fazia do jornalismo – apesar de ser administrador por formação -, uma ferramenta para a expressão de pensamentos e que analisava a política como poucos no estado.

Saiu de uma militância no PT para um trabalho profissional como assessor de um senador do PSDB.

Era um cara do bem, mas que incomodava.

Tinha excelentes textos e forma inteligente de criticar.

Não éramos amigos, é verdade. Mas bons colegas.

Que Deus conforte a família e guarde os seus filhos.