A derrota de Flávio Dino junto à bancada maranhense na Câmara Federal

Deputado André Fufuca

Deputado André Fufuca

A ascensão do deputado federal André Fufuca (PEN) ao posto de coordenador da bancada maranhense na Câmara Federal, foi uma derrota para o governador Flávio Dino (PCdoB).

Dino articulava desde o ano passado, com os parlamentares aliados ao seu governo, a indicação do deputado federal Rubens Pereira Júnior (PCdoB) para a coordenação. O nome do ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB) também chegou a ser cogitado pelo comunista.

Mas, ele não conseguiu.

Teve de assistir a confirmação de Fufuca, oposicionista, para a o lugar do até então coordenador, deputado Pedro Fernandes (PTB).

Uma derrota indigesta para o comunista.

Hildo Rocha e André Fufuca se estranham em reunião de bancada

Deputado federal Hildo Rocha

Deputado federal Hildo Rocha

Os deputado federais maranhenses Hildo Rocha (PMDB), André Fufuca (PEN) e Juscelino (PRP) se estranharam hoje, em Brasília, na reunião da bancada maranhense.

Juscelino ficou irritado e cobrou uma explicação de Hildo pelo fato de o colega ter repassado à imprensa, a informação de que o parlamentar havia conseguido assegurar R$ 150 milhões, em emendas parlamentares, para a obra de duplicação da BR 135.

download (1)O valor, na verdade, é resultado da junção de emendas de toda a bancada maranhense.

André Fufuca, também incomodado com a situação, criticou, de forma mais contundente, a postura do peemeebista.

downloadHildo não gostou da forma com a qual foi enquadrado por Fufuca, e reagiu.

Foi então que começou o bate-boca.

Instantes depois, contudo, a situação foi contornada, após intervenção dos demais deputados, que presenciaram a ‘crise’.

Segundo a fonte do blog, Hildo, Fufuca e Juscelino já tratam o tema como caso superado…

Deputado propõe a criação da Zona Franca do Maranhão

Deputado André Fufuca

Deputado federal André Fufuca

O deputado federal André Fufuca (PEN) apresentará na Câmara dos Deputados projeto de lei de criação da Zona Franca de Rosário. O objetivo é impulsionar o desenvolvimento econômico do Maranhão com a garantia de incentivos para a atração de empresas. Caso seja aprovada, a iniciativa promoverá a concessão de incentivos fiscais para empresas que se instalarem no local, aumentando o número de empregos e dinamizando a economia do estado.

O “impacto social”, aponta o deputado, é o principal motivo para a apresentação da proposta. “O impacto social provocado na região com a geração de empregos já justificaria a Zona Franca de Rosário. Mas temos outros motivos”, declarou. O parlamentar acredita que promover a melhor integração produtiva e social na região é um desafio a ser enfrentado após a aprovação do projeto.

“Não podemos apenas dar incentivo e esperar geração de emprego, é preciso mais. Creio que as empresas que se beneficiarem do apoio estatal devam também cumprir metas de investimento em tecnologia e inovação”, disse o deputado.

Polos ­ De acordo com o projeto do parlamentar maranhense, a Zona Franca de Rosário compreenderá, se aprovado, três polos econômicos: comercial, industrial e agropecuário. Nesse caso, a novidade é a inclusão de um polo destinado à produção agropecuária, que deve abrigar projetos voltados a atividades de produção de alimentos, agroindústria, piscicultura, turismo, beneficiamento de madeira, entre outras.

“É um projeto completo, amplo. Nos emprenharemos pela sua aprovação, com o apoio de toda a bancada do Maranhão na Câmara, porque sabemos da importância da criação de uma zona franca para o desenvolvimento da economia no nosso estado”, disse Fufuca.

O governador Flávio Dino (PCdoB) sancionou na semana passada o texto da MP que institui o “Mais Empresas”, classificado por ele como “importante incentivo a investimentos e geração de empregos no Maranhão”. O comunista destacou, ainda, “a prioridade a investimentos nas cidades de menor IDH”.

Deputados lamentam veto de Dilma a projeto que permitia a criação de municípios

Max e Fufuca lamentaram decisão

Max e Fufuca lamentaram decisão

O vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Barros (PMDB), e o presidente da Comissão de Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional, André Fufuca (PEN), lamentaram a decisão da presidente da República, Dilma Rousseff (PT), de vetar integralmente o projeto de lei aprovado pelo Senado Federal em outubro, que devolvia às Assembleias Legislativas a prerrogativa de criação de novos municípios. Para Max, foi equivocada a atitude da chefe de Estado. Ele afirmou que a expectativa é pela derrubada do veto no Congresso Nacional.

De acordo com o peemedebista, a decisão da presidente Dilma Rousseff impede agora que grandes povoados no Maranhão, que agregam todos os requisitos para uma possível emancipação, sejam transformados em municípios. “Seria importante existir a possibilidade de emancipação de grandes povoados, é lógico, respeitando-se os critérios estabelecidos em lei. O que acontece, na minha opinião, é que há efetivamente a necessidade desses povoados terem uma administração mais próxima. Hoje, muitos estão longe dos grandes centros administrativos, o que consequentemente impede o seu desenvolvimento. É importante que haja a descentralização administrativa, por isso é de se lamentar a decisão da presidente”, afirmou.

Max Barros afirmou que esteve em povoados dos municípios de Tutoia e Araioses, que concentram os requisitos necessários para serem transformados em sedes administrativas (Barro Duro e Carnaubeira, respectivamente) e percebeu a frustração de lideranças políticas e comunitárias com o veto presidencial. Ele disse que já há uma movimentação no sentido de exigir do Congresso Nacional a derrubada do veto.

“As lideranças desses povoados já estão organizadas e se mobilizando de forma mais intensa para ir ao Congresso Nacional e lutar pela derrubada do veto da presidente Dilma Rousseff. E a minha posição é a seguinte: a administração em povoados distantes dos grandes centros acaba ficando em segundo plano. Por isso, sou favorável à emancipação, respeitando-se, é claro, os requisitos já pré-estabelecidos num projeto consistente aprovado pelo Congresso”, concluiu.

André Fufuca também lamentou o veto presidencial. “Essa é uma luta da população que já dura pelo menos 17 anos. Lamentamos profundamente esta decisão, que sem dúvida contraria os interesses da coletividade”, afirmou.

Publicado em O Estado