Tadeu Palácio em defesa dos atos pró-Bolsonaro

O ex-prefeito de São Luís, Tadeu Palácio [sem partido], saiu em defesa dos atos públicos realizados ontem, em todo o país, em apoio às medidas do governo Jair Bolsonaro (PSL).

A manifestação de Palácio ocorreu em seu perfil, em rede social. Para ele, os atos pró-Bolsonaro ocorrem como “reafirmação de propósito”.

“Um dia de reafirmação de propósito. O país insatisfeito, desejoso de mudanças, elegeu o presidente que se identificava com as transformações pretendidas”, declarou.

“Os brasileiros de verdade não permitirão que o antagonismo nos façam mudar de rumo. Queremos um Brasil justo, progressista, honesto e já estamos com o nosso presidente Bolsonaro, rumando nesta direção”, finalizou.

Tadeu é pré-candidato a prefeito da capital.

Com informações do blog de Gilberto Léda

Procuradores vão questionar na Justiça MP que autoriza PGE a defender policiais

Flávio Dino editou MP

Flávio Dino editou MP

O Estado – A Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (Anape) deve protocolar, no início do mês de março, uma ação contra a Medida Provisória nº 185, editada pelo governador Flávio Dino (PCdoB), autorizando a representação judicial de membros das Polícias Civil e Militar e Corpo de Bombeiros Militar pela Procuradoria Geral do Estado em casos específicos, quando representação jurídica se fizer necessária em razão do exercício da atividade profissional.

A informação foi confirmada na tarde de ontem a O Estado pelo presidente da Associação dos Procuradores do Maranhão (Aspem), Augusto Aristóteles Brandão. Segundo ele, uma reunião do Conselho Deliberativo da Associação Nacional, marcada para o dia 3 de março, definirá apenas que tipo de ação será proposta contra a MP: se uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), a ser protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF); ou uma Ação Civil Pública, essa protocolada na Justiça Estadual.

“Existe essa definição da Anape de entrar com uma ação. O que nós precisamos definir, ainda, é se será uma Adin, no STF, ou uma Ação Civil Pública, aqui na Justiça do Maranhão mesmo. Mas isso será definido pelo Conselho Deliberativo em reunião”, declarou.

O vice-­presidente da Aspem, Carlos Henrique Falcão Lima, reforça a posição contrária da entidade em relação à MP e acrescenta que a “leitura” do texto da Medida “ficou desfocada”. “A Aspem não concorda com a MP, acha que ela não é a melhor. Eles [Governo do Estado] tentam comparar com a Advocacia­-Geral da União, só que a AGU não faz a defesa só de policiais, faz a defesa dos servidores em geral. A PGE defende a instituição Polícia, a instituição Segurança Pública, mas não defende membro da Polícia Militar, membro da Polícia Civil. A leitura que foi feita é que ficou um pouco abrangente, ficou desfocada”, completou.

O Governo do Estado ainda não se manifestou sobre o tema.