Postura de Jerry contra Moro é “nauseante”, diz O Antagonista

O deputado comunista Márcio Jerry apresentou requerimento à Comissão de Direitos Humanos para convocar Sergio Moro.

Ele disse:

“Os fatos revelados são de enorme e inédita gravidade na história do Judiciário e do Ministério Público, onde o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, passam da condição de julgadores e acusadores implacáveis à de suspeitos de terem utilizado ilegalmente os cargos com o objetivo de praticarem perseguição política.”

É nauseante.

Afinal, quando Flávio Dino começará a governar?

A imagem que consegue traduzir muito, mas muito desse texto...

A imagem que consegue traduzir muito, mas muito desse texto…

O governador Flávio Dino (PCdoB) afirmou no dia 1º de janeiro, quando tomou posse, que estava instalada no Maranhão a nova república.

A república comunista, que tem tudo para dar errado.

Na semana passada, em ato inédito no Maranhão, o Governo do Estado ajuizou ação civil pública na Justiça Federal contra deputados de oposição. Um ato que evidencia tamanha incoerência do discurso versus a prática do comunista, que fala por si só.

Para os parlamentares, uma tentativa clara de intimidação.

Não há relato na história recente do estado, de um governador que tenha recorrido à Justiça contra deputados legitimamente eleitos pelo povo. É um absurdo. É a utilização do Estado como instrumento político para confrontar a oposição, até aqui combativa, corajosa, apesar de minúscula na Assembleia.

Flávio Dino não demonstra estar preocupado em governar, em promover a mudança que ele tanto pregou na campanha eleitoral.

Os seus atos até aqui são políticos, são de palanque, são de militância. Basta lembrar do seu discurso na visita da presidente Dilma Rousseff (PT) em São Luís. Ao invés de cobrar maior investimento do Governo Federal no Maranhão, com ações de melhoria da qualidade de vida da população do estado, ele preferiu acusar de golpistas, os adversários da petista.

Flávio Dino, na verdade, parece perdido. Tão perdido, que não consegue fazer com que o estado avance. As UPAs e demais unidades de saúde do Estado, que até dezembro do ano passado prestavam um serviço de excelência para a população, já estão sucateadas. Uma queda drástica na qualidade dos serviços.

Mas, no governo virtual, aquele do twitter, parece estar tudo bem. Não há nada que 140 caracteres não possam resolver. E não há crítico que passe ileso aos mesmos 140 caracteres.

E quem disse que a polícia não pode trabalhar?

Coligação de Flávio denunciou suposta tentativa de manipulação eleitoral

Coligação de Flávio denunciou suposta tentativa de manipulação eleitoral

Assisti estarrecido há pouco, a denúncia feita pela coligação “Todos pelo Maranhão”, capitaneada pelo PCdoB, sobre a suspeita de “tentativa de coação, abuso de autoridade e manipulação do processo eleitoral”.

O presidente do PCdoB, partido pelo qual Flávio Dino disputa a eleição, Márcio Jerry, acusou não só a coligação de seu adversário, Lobão Filho (PMDB), como membros da Polícia Militar, de tentativa de armação contra Flávio Dino.

Isso tudo, pasmem, pelo fato de o irmão mais novo do comunista, Saulo Dino, ter sido abordado por uma blitz da PM na Estiva, quando saía da capital em direção ao interior do estado.

A blitz foi montada em uma operação do Serviço de Inteligência da PM, para apurar denúncias de compra de votos para a eleição. Abordou o irmão de Dino, pediu a documentação e vistoriou o veículo que era conduzido por ele e em seguida o liberou. Nada além disso.

Mas para Flávio, para o PCdoB e para a coligação “Todos pelo Maranhão”, qualquer cidadão, menos àqueles ligados a Dino, podem ser abordados pela polícia. Um absurdo sem tamanho. Não há na Constituição qualquer prerrogativa que dê sustentação ao esperneio da oposição.

Dos fatos apresentados, a coligação comandada por Flávio Dino alega que Saulo Dino “vinha sendo seguido desde a saída do hotel em que estava hospedado e foi o único cidadão parado pela estranha blitz montada por volta das 4h”.

Quem garante à coligação que somente o carro do reclamado foi parado na blitz?

A coligação também classifica a revista ao carro de “atípica para os procedimentos comuns de abordagem”.

Como repórter, já assisti a inúmeras operações da PM, principalmente na entrada e saída da cidade, onde são sim realizadas vistorias nos veículos que trafegam na BR-135. O que há de estranho, irregular ou atípico nisso?

Por conta da simples abordagem ao irmão de Flávio Dino, a coligação chegou ao extremo e já garantiu que oficiará o Comando Geral da PM, a Secretaria de Segurança Pública, a Polícia Federal, o Ministério Público Eleitoral, e o Ministério da Justiça. Pode?

De todos os argumentos rasos utilizados pela coligação, nada sustenta a tentativa de intimidação à Polícia Militar. Quem disse que o irmão de Flávio, ou qualquer pessoa ligada a ele não pode ser abordado pela polícia? Que prerrogativa há para que haja tal reação a uma ação legítima da polícia.

Pelo visto, mais uma tentativa da oposição de criar fatos para a eleição 2014. Mais uma tentativa de vitimização de Flávio Dino. Afinal, isso tudo faz parte da mudança?

Injustiçamento

Fabiane foi brutalmente assassinada após boatos na internet indicarem que ela sequestrava e matava crianças

Fabiane foi brutalmente assassinada após boatos na internet indicarem que ela sequestrava e matava crianças no interior de São Paulo

Sem que desse motivos para isso, Anna Göldi, 47, viu-se acusada de usar poderes sobrenaturais para infestar de agulhas o leite dado a crianças na casa em que trabalhava, na Suíça. Sessões de tortura garantiram a confissão de um pacto com o demônio, e a falsa denúncia de envenenamento não letal bastou para sua decapitação.

Era 1782. Anna Göldi é considerada a “última bruxa” da Europa; 225 anos após sua morte, foi oficialmente reabilitada, e em sua homenagem construiu-se um museu.

A lembrança do episódio vem a propósito do bárbaro linchamento de Fabiane Maria de Jesus, 33, dona de casa e mãe de dois filhos. Tomada por sequestradora de crianças que executava rituais de magia negra, foi assassinada a pauladas por moradores do bairro Morrinhos, na periferia de Guarujá (SP).

Os mais de 200 anos que distanciam as duas tragédias realçam o quanto há de absurdo no homicídio cometido no litoral paulista.

Não se trata apenas de um caso isolado de obscurantismo atávico, já em si lamentável, mas de sintoma do imenso atraso que caracteriza o Estado brasileiro. Sob muitos aspectos, parcelas expressivas da população ainda enxergam a Idade Média – e nela vivem – quando abrem as portas de suas casas.

No mundo moderno, mesmo que Fabiane Maria de Jesus houvesse sequestrado crianças, caberia à polícia, ao Ministério Público e ao Poder Judiciário cuidar do caso. Às acusações se contraporiam alegações em contrário, e sua sentença seria proferida de acordo com a lei.

Como se o Brasil tivesse ficado alheio a séculos de evolução histórica, nada disso ocorreu; como se o episódio já não fosse chocante, tudo sugere que a mulher brutalmente assassinada era inocente. Segundo a polícia, nem há registro de desaparecimento recente de menores no Guarujá. A multidão criminosa foi açulada por boatos difundidos nas redes sociais.

Num aparente paradoxo, perfis na internet catalisaram uma histeria coletiva semelhante às registradas séculos atrás – como no famigerado episódio das bruxas de Salém (1692), nos Estados Unidos, quando 20 pessoas inocentes terminaram executadas.

Sendo recorrentes – e até espantosamente estimulados -, os casos de justiçamento no Brasil, talvez não caiba esperar que Fabiane Maria de Jesus seja a “última bruxa” do país.

Os que hoje defendem variantes da justiça com as próprias mãos deveriam refletir profundamente sobre esse linchamento.

 Editorial da Folha de São Paulo, republicado por O Estado do Maranhão

É rasteira a manobra no PT

PTÉ rasteira e covarde, sob todos os aspectos, a manobra de um pequeno grupo político dentro do PT no Maranhão.

O grupo, que apoia a candidatura de Henrique Sousa, perdeu a eleição no primeiro turno com uma diferença absurda, uma prova concreta de que a militância do partido optava pela manutenção do atual presidente no posto, Raimundo Monteiro.

Com um argumentação frágil, mas aceitável, o grupo que parece atuar na base do coronelismo, alegou que a eleição não poderia ter sido validada em 41 municípios, por haver impedimento em relação a militantes inadimplentes. Os débitos, no entanto, já haviam sido pagos coletivamente e as cédulas emitidas pela Direção Nacional do partido, o que automaticamente, autorizava a realização da eleição naqueles municípios.

Até aí tudo bem. Os questionamentos feitos por Henrique e companhia eram válidos, aliás, se havia algum tipo de brecha no processo e isso pudesse o beneficiar, essa brecha tinha de ser explorada a exaustão.

Mas, o processo começou a declinar de uma forma tão medíocre, mesquinha e a ganhar contornos tão rasteiros, que o grupo alinhado a Henrique, que tanto condenou manobras políticas e práticas não republicanas, conseguiu lançar por terra todo o seu discurso e se mostrou pior do que aquilo que condenava.

Domingo, além de impedir a realização da eleição municipal em São Luís, sob o argumento de que não aceitaria a definição da Executiva Nacional em relação ao PED Estadual – que pode inclusive ser favorável ao grupo – e que estava suspenso, o bloco decidiu realizar, com total aval da mesa [coordenada por Ivaldo Coqueiro], a eleição em cerca de 70 municípios.

Eleição sem validade, respaldo ou credibilidade dentro do PT. Ao mesmo tempo, plantaram notas na mídia paulista, de que Henrique havia vencido a eleição – que estava suspensa -, na tentativa de provocar constrangimento e mal estar na base petista no Maranhão, que é maior do que os interesses de Henrique e companhia.

O grupo, que tenta de todas as formas manipular o processo, age com as garras de um coronelismo que tanto atacou em seus discursos no estado. Age de forma rasteira, ignora a moralidade e se transforma, cada dia mais, num arsenal de insanidade. Lamentável episódio.

Qual critério adotar?

pergunta

Por Miosótis Lúcio –  Marcadas por forte atuação midiática, as movimentações para a disputa eleitoral de 2014 acontecem em ritmo intenso. Dia a dia partidos e políticos se posicionam, montando cenários por vezes surpreendentes, pois inesperados; mas também enfadonhos, ao confirmar o vale-tudo para ter o poder.

Os pré-candidatos vão sendo revelados. Aliados realçam com cores vivas as qualidades do seu candidato. Opositores carregam de tintas esmaecidas a face e história do concorrente. A criatividade não enxerga limites. Nada escapa aos olhares indiscretos e esmiuçadores dos diversos grupos. E assim os personagens políticos são moldados para atender ao gosto das pesquisas de opinião e expectativa dos eleitores; sob orientação e vigilância dos profissionais de marketing.

Vejo muitos políticos agirem como garimpeiros que, ao constatarem que o filão de ouro secará, buscam um outro para sobreviver. Esse é o trabalho do garimpeiro, faço alusão apenas para provocar a reflexão. No caso do político, é inquietante observar que ideologia, sigla partidária, região de atuação, lealdade ao grupo político e, o mais importante, respeito ao eleitor tornam-se irrelevantes diante do desejo de eleição.

Tudo isso faz recordar o texto “Sobre política e jardinagem” de Rubem Alves. No qual, de forma poética e envolvente define a função do político ao compará-la a do jardineiro. Retrata a política enquanto vocação e profissão. Afirma que “um político por vocação é um poeta forte: ele tem o poder de transformar poemas sobre jardins em jardins de verdade”. Todavia é ainda mais contundente ao asseverar que “de todas as profissões, a política é a mais vil”.

Sombrio tempo o que vivemos, no qual a prática política se tornou tão igual que parece restringir a definição de situação e oposição apenas a estar ou não exercendo o poder. Ser do grupo A, B ou C já não é credencial determinante ou excludente para o nosso voto. Está tudo de tal forma junto e misturado que se o preceito bíblico “Diga-me com quem andas e te direi quem és” fosse indiscriminada e amplamente adotado como critério de escolha eleitoral, teríamos um massivo e surpreendente número de votos nulos, como “nunca antes visto nesse estado e país”.

Minha esperança é alimentada por reconhecer que existem aqueles que também se cansaram desse mero jogo de retórica, característico da disputa pelo poder. E combatem apolítica profissional   construindo, no mais das vezes anonimamente, um grande jardim que beneficie toda a humanidade – no dizer de Rubem Alves.

Demandas sem respostas

Edivaldo-Holanda-Junior-preside-CLPMatéria publicada ontem em manchete de primeira página em O Estado informou que a maioria dos requerimentos enviados pela Câmara Municipal com solicitação de melhorias de infraestrutura em bairros não obtém resposta da Prefeitura de São Luís. Assinada pelos repórteres Mario Carvalho e Gisele Carvalho, a reportagem revela que o Legislativo já encaminhou mais de 800 pedidos ao Executivo este ano. Entre os poucos já atendidos, quase todos foram formulados por vereadores aliados ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC), um claro indício de que o favorecimento político prevalece sobre o interesse coletivo na relação entre os dois poderes.

Há requerimentos com pedidos de melhorias na Vila Nova República, próxima ao Maracanã, Primavera, Bom Jesus, Vila Embratel, Santa Clara, entre dezenas de outras localidades. Enquanto a Prefeitura ignora as solicitações dos vereadores, moradores desses bairros sofrem com a buraqueira, lamaçais, acúmulo de lixo e diversos outros incômodos. Líder da oposição na Câmara, o vereador Fábio Câmara (PMDB) diz que a situação é grave e que nada justifica a falta de resposta do Executivo aos requerimentos. Sebastião Albuquerque (DEM) emenda: “Ao que parece, alguns requerimentos que são atendidos decorrem da estreita relação entre quem é o prefeito e quem é de sua base aliada”.

Caso atendesse às demandas encaminhadas pelos vereadores, o Executivo não só daria uma demonstração de respeito ao Legislativo como não deixaria dúvida sobre o seu compromisso com o bem-estar da população. Mas como adota postura exatamente inversa, a Prefeitura dá a impressão de que tais melhorias não são prioridades. Há ainda um agravante: o fato de os problemas estarem devidamente identificados pelos requerentes e de serem, em geral, de fácil solução, o que reforça a ideia de descaso.

Um caso emblemático é o do logradouro batizado por populares de Praça do Jegue, na Avenida Camboa, onde carroceiros põem seus animais para descansar e se alimentar e que por isso exala um fedor insuportável de urina e fezes de asininos. Originalmente, o espaço serviria ao lazer da comunidade, mas foi transformado em um ambiente sujo e fétido ao longo dos anos. Preocupado com a situação, o vereador Pedro Lucas Fernandes (PMDB) apresentou requerimento com pedido de melhorias para o espaço, que, além da sujeira e do mau cheiro, está com o calçamento destruído. Fernandes solicita ainda a destinação de uma área aos carroceiros. Lamentavelmente, nenhum dos pleitos foi atendido até o momento.

As melhorias propostas pela Câmara à Prefeitura são essenciais à vida de dezenas de milhares de cidadãos. Por isso mesmo não dá para entender por que o prefeito Edivaldo Júnior as ignora, aumentado ainda mais seu desgaste perante a população. O tema, com certeza, requer uma discussão aprofundada, para que se apontem as razões de tanta negligência. Os próprios vereadores poderiam fazer um esforço conjunto neste sentido, expondo com mais ênfase à sociedade o quanto a administração municipal despreza o seu trabalho.

Abordada em pleno aniversário de 401 anos de São Luís, a questão não poderia ser mais oportuna, pois deixa clara a omissão da Prefeitura em relação a problemas identificados pelos vereadores, cuja solução, na grande maioria dos casos, é simples e requer apenas boa vontade.Matéria publicada ontem em manchete de primeira página em O Estado informou que a maioria dos requerimentos enviados pela Câmara Municipal com solicitação de melhorias de infraestrutura em bairros não obtém resposta da Prefeitura de São Luís. Assinada pelos repórteres Mario Carvalho e Gisele Carvalho, a reportagem revela que o Legislativo já encaminhou mais de 800 pedidos ao Executivo este ano. Entre os poucos já atendidos, quase todos foram formulados por vereadores aliados ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC), um claro indício de que o favorecimento político prevalece sobre o interesse coletivo na relação entre os dois poderes.

Há requerimentos com pedidos de melhorias na Vila Nova República, próxima ao Maracanã, Primavera, Bom Jesus, Vila Embratel, Santa Clara, entre dezenas de outras localidades. Enquanto a Prefeitura ignora as solicitações dos vereadores, moradores desses bairros sofrem com a buraqueira, lamaçais, acúmulo de lixo e diversos outros incômodos. Líder da oposição na Câmara, o vereador Fábio Câmara (PMDB) diz que a situação é grave e que nada justifica a falta de resposta do Executivo aos requerimentos. Sebastião Albuquerque (DEM) emenda: “Ao que parece, alguns requerimentos que são atendidos decorrem da estreita relação entre quem é o prefeito e quem é de sua base aliada”.

Caso atendesse às demandas encaminhadas pelos vereadores, o Executivo não só daria uma demonstração de respeito ao Legislativo como não deixaria dúvida sobre o seu compromisso com o bem-estar da população. Mas como adota postura exatamente inversa, a Prefeitura dá a impressão de que tais melhorias não são prioridades. Há ainda um agravante: o fato de os problemas estarem devidamente identificados pelos requerentes e de serem, em geral, de fácil solução, o que reforça a ideia de descaso.

Um caso emblemático é o do logradouro batizado por populares de Praça do Jegue, na Avenida Camboa, onde carroceiros põem seus animais para descansar e se alimentar e que por isso exala um fedor insuportável de urina e fezes de asininos. Originalmente, o espaço serviria ao lazer da comunidade, mas foi transformado em um ambiente sujo e fétido ao longo dos anos. Preocupado com a situação, o vereador Pedro Lucas Fernandes (PMDB) apresentou requerimento com pedido de melhorias para o espaço, que, além da sujeira e do mau cheiro, está com o calçamento destruído. Fernandes solicita ainda a destinação de uma área aos carroceiros. Lamentavelmente, nenhum dos pleitos foi atendido até o momento.

As melhorias propostas pela Câmara à Prefeitura são essenciais à vida de dezenas de milhares de cidadãos. Por isso mesmo não dá para entender por que o prefeito Edivaldo Júnior as ignora, aumentado ainda mais seu desgaste perante a população. O tema, com certeza, requer uma discussão aprofundada, para que se apontem as razões de tanta negligência. Os próprios vereadores poderiam fazer um esforço conjunto neste sentido, expondo com mais ênfase à sociedade o quanto a administração municipal despreza o seu trabalho.

Abordada em pleno aniversário de 401 anos de São Luís, a questão não poderia ser mais oportuna, pois deixa clara a omissão da Prefeitura em relação a problemas identificados pelos vereadores, cuja solução, na grande maioria dos casos, é simples e requer apenas boa vontade.

Editorial de O Estado