Flávio Dino tenta faturar e é desmascarado sobre posse de policiais com deficiência

O governador Flávio Dino (PCdoB) utilizou o seu perfil em rede social para tentar “faturar” sobre a nomeação de policiais militares com deficiência na corporação do Maranhão.

Ocorre que a inclusão de militares com deficiência no edital de concurso público somente foi possível por meio de decisão judicial da Defensoria Pública contra o Estado.

“Com os novos 180 policiais militares do Maranhão uma novidade: pela 1ª vez, pessoas com deficiência tiveram acesso à carreira. Não há limites quando se tem a dimensão da inclusão e da igualdade substantiva”, disse o comunista.

Precisou ser desmascarado por um servidor da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, onde tramitou ação ingressada pela Defensoria Pública contra o Estado.

“O acesso a pessoas com deficiência à carreira de policial militar foi garantido por meio de acordo na Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís em ACP ajuizada pela Defensoria contra o Governo do Maranhão”, afirmou Herberth Machado.

Flávio Dino, depois dessa, silenciou…

Wellington apresenta projeto em defesa da pessoa com deficiência

Wellington do Curso apresenta projeto de lei

Wellington do Curso apresenta projeto de lei

O vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e das Minorias da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Wellington do Curso (PPS), apresentou proposições em defesa das pessoas com deficiência. Ele é autor de Projeto de Lei que torna obrigatória a disponibilização de mobiliário adequado para alunos com deficiência física ou mobilidade reduzida em estabelecimentos de ensino.

Wellington solicitou, ainda, que a Assembleia Legislativa disponibilizasse, no site oficial, as leis estaduais em áudio, a exemplo do que já acontece na Câmara Federal e no Senado da República. Além disso, o deputado solicitou audiência pública para discutir sobre o acesso das pessoas com deficiência ao transporte público de São Luís, a fim de ouvir a população e, então, articular ações que atenuem a problemática.

“Vivemos em uma sociedade individualista e um dos maiores males ainda é o egoísmo. As pessoas costumam ter uma visão egocêntrica e só concedem atenção a algo quando fazem uso, o que faz com que a sociedade seja mecanicista e afaste o olhar sensível que deve ser direcionado ao próximo. Por não comungarmos de tal pensamento, mais uma vez, apresentamos proposições em defesa das pessoas com deficiência. Almejamos assim a concretude dos direitos fundamentais, sejam eles a educação, saúde e, até mesmo, informação. É preciso que ultrapassemos as barreiras que ainda impedem que vivamos em uma sociedade justa e inclusiva”, declarou.