Ministro da Defesa garante a Eliziane medidas de segurança em São Luís

whatsapp-image-2016-09-30-at-17-13-37O ministro da Defesa, Raul Jungmann, em conversa por telefone, garantiu à deputada federal e candidata à prefeitura de São Luís, Eliziane Gama (PPS), que a pasta está tomando providências imediatas para garantir a segurança da população da capital maranhense que sofre as consequências de uma onda de violência nestas últimas semanas.

Entre a noite desta quinta-feira (29) até a tarde desta sexta (30), pelo menos 5 ônibus coletivos foram queimados em ruas da cidade e da região metropolitana. Um escola foi incendiada no início da noite. Agências bancárias também foram alvo de bandidos.

Gama solicitou, nesta sexta-feira, ao ministro o apoio do Exercito para garantir segurança ao povo ludovicense.

“São Luís está sitiada. Há uma situação de instabilidade social há poucos horas do início da votação o que exige pronta resposta do Estado. Pedimos providências ao Ministro da Defesa para que avaliasse nossa solicitação de enviar o Exército para acompanhar o pleito e garantir a segurança necessária para a população local”, destacou Eliziane Gama.

Segundo Eliziane, o ministro da Defesa garantiu estar tomando providências imediatas para garantir a normalidade nas ruas, nestas horas que antecedem a votação em primeiro turno.

“O ministro nos disse ainda que já manteve contato com o comando do Exército em São Luís, no sentido de garantir ação das tropas na cidade”, finalizou.

Governo dispensa licitação em contrato de quase R$ 5 milhões na Educação

Contrato tem validade de até 60 dias
Dispensa na EducaçãoO secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, autorizou a dispensa de licitação para um serviço classificado como emergencial, de apenas 60 dias, que custará aos cofres públicos quase R$ 5 milhões.

A dispensa, publicada no Diário Oficial do dia 8 deste mês, ocorre em favor da empresa Classi Segurança Privada Ltda, que presta serviços especializados em vigilância armada e ostensiva, diurna e noturna. Os serviços, no contrato, são destinados às escolas e prédios administrativos vinculados à Secretaria de Estado Educação, na Unidade Regional de Ensino São Luís [São Luís, Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar].

O contrato – firmado sem licitação -, tem o valor mensal de R$ 2.498.560,84 milhões. O valor global pelo prazo de até 60 dias é de R$ 4.997.121,68 milhões.

 Vale ressaltar, mais uma vez, que as dispensas de licitação no governo anterior eram duramente criticadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB) enquanto este esteve na oposição.

Mas, parecem que se tornaram prática na atual gestão…

Audiência pública discutirá problemas do Jardim Turu e adjacências

wellington audiência públicaO deputado estadual Wellington do Curso (PPS), presidirá hoje uma audiência pública no bairro Parque Vitória, para tratar de temas como a falta de infraestrutura, abastecimento de água e segurança pública dos bairros Jardim Turu, Parque Vitória e Alto do Turu.

A audiência será realizada às 19h na Praça da Juventude e contará com representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública da Assembleia Legislativa.

Wellingtou utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa há pouco, para fazer um apelo ao governador Flávio Dino (PCdoB), ao prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim (PDT) e a Câmara Municipal de Ribamar, para que estes encaminhem pelo menos representantes ao ato.

Ele afirmou que o seu objetivo é tentar conduzir o diálogo entre a sociedade e o Poder Público. Na última segunda-feira, moradores dos bairros acima citados fecharam – como forma de protesto -, a Avenida São Luís Rei de França. Wellington foi ao local, marcou a audiência pública e conseguiu desmobilizar a manifestação e liberar o trânsito.

Agora, espera que o Executivo Estadual e o Executivo Municipal, apresente soluções aos problemas apresentados pela população. Falta água nos bairros [abastecimento é feito pela empresa Odebrecht], asfalto em ruas e avenidas – que estão completamente esburacadas e tomadas por lama, e segurança pública.

Falta gestão pública…

Alexandre Almeida reafirma pré-candidatura em Timon

alex2Durante entrevista realizada na tarde de quinta-feira (25) no Programa Agora, da TV Meio Norte, o deputado estadual Alexandre Almeida (PSD) destacou que a implantação do sistema de videomonitoramento de Timon, projeto oriundo de emenda parlamentar de sua autoria, no valor de R$ 1,150 milhão, já está em fase final de implantação e que deverá ser entregue dentre de 10 a 15 dias.

Alexandre afirmou ainda que ele é o parlamentar que mais levou investimentos para a segurança pública em Timon nos últimos 10 anos e enumerou os benefícios para o município.

“Nos últimos 10 anos eu fui o deputado que mais conseguiu investimentos na área da segurança pública em Timon. Conseguimos a reforma e ampliação do Batalhão da PM, mais viaturas, o aumento do efetivo policial, e agora conseguimos o investimento de R$ 1,150 milhão na área do videomonitoramento, mas queremos investir mais. Já aprovamos R$ 900 mil para a aquisição de novas viaturas para Timon e vamos continuar este trabalho”, pontuou o parlamentar.

Em relação às eleições municipais, Alexandre Almeida reafirmou que aceitou o convite feito pelo PSD para ser pré-candidato à prefeitura de Timon como uma alternativa ao que ele classificou como um sistema de alternância de poder entre as famílias Leitoa e Waquim na prefeitura de Timon.

“Estou enxergando Timon com dois lados. O primeiro é o lado dos que já tiveram as oportunidades e o outro é o lado dos que não tiveram oportunidade. E eu estou do lado dos que não tiveram oportunidade e é esta oportunidade que eu vou pedir à população timonense, quando for o momento adequado, para mostrar que é possível fazer uma administração que de fato resolva os problemas históricos de Timon e ofereça uma vida melhor para todos os timonenses”, afirmou.

Humberto Coutinho mostra-se preocupado com Saúde e Segurança

HumbertoO presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Humberto Coutinho (PDT), afirmou estar preocupado com dois setores da administração pública estadual: Segurança e Saúde.

O pronunciamento do pedetista, uma espécie de apelo ao governador Flávio Dino (PCdoB), ocorreu durante a sessão solene que marcou a reabertura dos trabalhos do Poder Legislativo. Humberto falou sobre problemas nos dois setores, fez ponderações em relação às medidas adotadas pelo comunista, mas alertou para um possível colapso, especificamente na Saúde, caso não haja uma articulação entre o Executivo Estadual e a Presidência da República.

Humberto Coutinho iniciou o seu discurso logo após o longo pronunciamento de Flávio Dino. Ele afirmou que Dino foi “bem claro” nas suas posições, mas ponderou que os deputados estaduais constataram, durante o período do recesso, que as principais reclamações da população nas bases de cada parlamentar, diz respeito à situação da Segurança Pública e a Saúde. As áreas também são as mais criticadas pela oposição.

“Visitando as nossas bases o povo reclama de muitas coisas, mas duas são principais: é a Segurança e a Saúde. Na segurança seu trabalho é louvável. […] Preocupo-me muito com a Saúde e vossa excelência inaugurou no ano passado dois hospitais regionais, construiu com empréstimo do BNDES, gastou com o hospital algo em torno de R$ 33 a R$ 34 milhões. E para custeio o governo vai desembolsar recursos próprios em torno de R$ 40 milhões para cada hospital. E neste ano vossa excelência tem compromisso de abrir hospital regional em Santa Inês, hospital regional de Imperatriz e o hospital de Bacabal. A construção está resolvida, mas a manutenção me preocupa”, disse.

Colapso – Humberto explicou que a falta de recursos, por parte do Governo Federal, pode acabar levando a Saúde a um colapso.

“Governador, o que mais me preocupa é a maneira que o Estado do Maranhão é tratado pelo Governo Federal. O Governo Federal, através do SUS, repassa os recursos baseados na população per capita. Paga a população do Maranhão em torno de R$ 7 milhões, nós temos per capita de R$ 140 por habitante, que vai nos dar um anual em torno de R$ 900 milhões a R$ 1 bilhão. Mas o que mais me revolta é que a média nacional chega a R$ 197. O Maranhão recebe R$ 60 a menos por habitante comparado à média nacional”, disse.

Ele fez um apelo para que Dino busque junto à presidente Dilma Rousseff (PT) o aumento no valor dos repasses do SUS ao estado, caso contrário, o Maranhão sofrerá dificuldade em manter as novas unidades em pleno funcionamento.

“Vossa excelência está tendo dificuldade em aumentar a per capita ou manter a rede hospitalar do Maranhão. Nós temos também Chapadinha. O deputado Levi está reclamando que tem que abrir lá em Chapadinha. O deputado Stênio também está reclamando um hospital de Balsas. Os hospitais de vossa excelência vão ter que funcionar, mas se não chegar dinheiro novo para a manutenção, vossa excelência vai ter muitas dificuldades em manter este custo”, finalizou.

Barrigada governamental

André Gossain rebateu as informações da SSP

André Gossain rebateu as informações da SSP

Uma “barrigada” – informação falsa, no jargão jornalístico – da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) do Maranhão acabou por abrir uma crise entre a pasta, a Polícia Militar e a Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), da Polícia Civil.

No domingo, 18, o Sistema de Segurança do Estado disparou a informação de que a Polícia Militar havia estourado, no São Cristóvão, a festa de uma facção com atuação na capital. Mais de 160 pessoas foram encaminhadas para a Seic.

Devidamente “enquadradas” durante toda a madrugada, descobriu­se que nenhum dos supostos integrantes da organização criminosa tinha, sequer, passagem pela polícia.

Além da presença de menores e do consumo de drogas, nada mais grave foi flagrado, o que abriu a primeira crise: a Polícia Civil precisou dispor de delegados, investigadores e escrivães durante toda a madrugada, o que teria obrigado a instituição a conceder­-lhes folga na segunda­-feira, desfalcando delegacias durante todo o dia.

Jefferson Portela recebeu pedido de informações de Gossain sobre nota oficial

Jefferson Portela recebeu pedido de informações de Gossain sobre nota oficial

Mas eis que uma nota oficial da SSP conseguiu piorar ainda mais as coisas. Pela manhã, a secretaria disse, “por meio da Seic”, que a operação da PM havia sido um “equívoco” e que o delegado André Gossain, superintendente de investigações, concederia uma entrevista coletiva para esclarecer tudo.

Qual não foi a surpresa da imprensa, contudo, quando Gossain, além de não explicar nada, ainda disse que a Seic nunca considerou “equívoco” a ação da PM. E mais: que não partiu da Seic a informação repassada pela SSP.

Para completar, ainda vazou o conteúdo de um ofício por meio do qual o titular da Seic dá uma verdadeira enquadrada no secretário de Segurança Jefferson Portela. No documento, André Gossain reforça que a Seic não classificou de equivocada a ação da PM e cobra do secretário a identificação do autor da nota que cita a Superintendência.

Que lambança.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

E os arrastões?

boatoAfinal, houve ou não arrastão na cidade. Já assisti a pelo menos dois vídeos em que há corre-corre. Um no Centro e outro no Renascença. Em ambos, no entanto, não é possível saber o que de fato está acontecendo. Se foi ação criminosa, não há registro na polícia, muito menos é possível identificar algum bandido. Se foi histeria coletiva, provavelmente motivada por uma onda de boatos espalhados, principalmente nas redes sociais.

A verdade é que não houve qualquer registro de arrastão, prisão de quadrilha ou gangues que teriam promovido tais atos.

Foi a própria polícia, e que isso fique bem claro -, quem classificou de boatos as denúncias de que estavam ocorrendo arrastões. Foi a própria polícia quem pediu calma à sociedade e foi a própria  instituição que rechaçou a existência de uma “onda de violência”.

Não se tem registro de escola ou faculdade invadida. Não se tem registro de depredação de estabelecimentos comerciais. Não se tem registro de saques em supermercados. Nem de vítimas de algum dos supostos ataques.

Não há um caos instalado na cidade.  Caos poderia ser justamente a ordem de pelo menos parte das ações acima citadas, das quais não se tem conhecimento.

Existe sim um clima de tensão, de pavor, e como negar, de insegurança. Caos, já é exagero…